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terça-feira, 28 de agosto de 2007

Guarani se afasta da zona de classificação na Série C

Olá,

Depois de acompanhar um jogo disputadíssimo pela Segundona no domingo pela manhã, no estádio da Ponte Preta, permaneci em Campinas e me dirigi ao belo Estádio Brinco de Ouro da Princesa, para conferir a partida Guarani F.C. x CRAC da cidade de Catalão/GO, que valeu pela quarta rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C.

Essa partida era de fundamental importância para o Bugre tentar se manter no bloco dos classificados à próxima fase e, por isso sua torcida que compareceu em pequeno número (4.144 pagantes) demonstrava uma certa apreensão, pois o confronto era contra o líder da chave e qualquer vacilo poderia ser fatal.

Antes de começar falar da partida, apresento os artistas do espetáculo nas fotos abaixo:


Guarani F.C. - Campinas/SP. Foto: Orlando Lacanna.


CRAC - Catalão/GO. Foto: Orlando Lacanna.


Quarteto de arbitragem formado por Luiz Carlos da Silva (MG), seus assistentes Maria Eliza Correia Barbosa (SP) e Osny Antônio Silveira (SP), além da quarta árbitra Sílvia Regina de Oliveira (SP). Foto: Orlando Lacanna.

Logo no início da primeira etapa foi possível notar que o time goiano não é nem um pouco bobo e sabia exatamente o que queria, jogando plantado em seu campo de defesa e saindo em grande velocidade visando surpreender a defensiva alviverde. O Guarani manteve por mais tempo a posse de bola e chegou a criar alguns lances de perigo relativo, porém a afobação dos seus atacantes dificultava qualquer ação ofensiva mais concatenada.


Lance de ataque do Guarani. Foto: Orlando Lacanna.


Disputa acirrada de bola. Foto: Orlando Lacanna.

O CRAC em algumas oportunidades também levou perigo relativo à meta do goleiro Buzeto, mas também nada que tenha resultado em algo muito perigoso. Com essa panorâmica, o resultado de 0 a 0 foi inevitável até o fim dessa etapa.


Zagueiro bugrino corta tentativa de ataque do CRAC. Foto: Orlando Lacanna.

Ao longo do intervalo deu para ouvir as reclamações de vários torcedores bugrinos dirigidas ao técnico Carbone pelo excesso de respeito demonstrado ao time goiano. O comentário mais comum era que o Guarani não tinha criatividade, pois só tinha volantes no meio de campo. De fato o setor de criação do Bugre deixou muito a desejar.


Lance próximo ao meio campo. Foto: Orlando Lacanna.

Na segunda etapa, o desenho tático não se alterou, isto é, o Guarani dominava e o time de Catalão se fechava para sair em velocidade. Nessa etapa o jogo caiu de ritmo o que acabou gerando uma certa impaciência no público.


Mais uma árdua disputa pela bola. Foto: Orlando Lacanna.


Matada no peito do atacante do CRAC. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo transcorria sem muita emoção quando aos 37 minutos o árbitro expulsou um atleta de cada time, sendo que o do Guarani foi o goleiro Buzeto, obrigando a um atleta da linha ir para o gol, pois as três substituições já haviam sido feitas. O escolhido foi Cunha que acabou não comprometendo. Esse fato contribuiu ainda mais para as preocupações da torcida local, mas felizmente para ela o CRAC já estava satisfeito com o placar igual.

Final de partida com o placar de Guarani 0 - 0 CRAC que tirou o time paulista da zona de classificação e que acabou mostrando que o CRAC não é líder do Grupo 22 por acaso. No geral a partida não agradou e a torcida bugrina saiu do estádio preocupada, uma vez que para a classificação serão imprescindíveis bons resultados nos dois próximos e derradeiros jogos da segunda fase.

Logo após o término da partida, iniciei meu retorno a São Paulo com a sensação de dever cumprido, após ter acompanhado três jogos válidos por três competições distintas. Foi isso.

Abraços,

Orlando

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