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terça-feira, 29 de julho de 2025

Enfim, gols: Oeste vence e volta à briga por vaga na Copa Paulista

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na noite de segunda-feira teve sessão extra de futebol pela Copa Paulista. Como o Oeste está mandando seus jogos em horários noturnos, fomos até o Estádio José Liberatti para mais uma apresentação do rubro-negro (futuro rubro-verde?) diante da Portuguesa Santista, em busca da primeira vitória após cinco rodadas.

Em seis jogos, o Oeste ostentava a proeza de ter marcado apenas um gol, no 1 a 0 contra o São Caetano, na estreia. Antes do duelo contra a Briosa, eram 490 minutos (sem contar os acréscimos) sem balançar as redes. A diretoria, então, contratou alguns reforços para tentar melhorar a produtividade ofensiva.


Oeste Futebol Clube - Barueri/SP


Associação Atlética Portuguesa - Santos/SP


Os capitães dos times com o quarteto de arbitragem composto por Rodrigo Gomes Paes Domingues, Rafael Tadeu de Souza, Vítor Carmona Metestaine e Michel de Camargo

O público, novamente diminuto, contou com o trio Caio, Milton e Pucci. Eu estava ressabiado, já que minha última visita ao local tinha sido horrorosa, com um dos piores jogos de 2025 até aqui: o 0 a 0 contra o Taubaté no dia 30 de junho. Não estava preparado para presenciar outra partida tão ruim quanto aquela. Por sorte, o cenário foi bem diferente.

O Oeste começou a peleja jogando um pouco melhor do que a Briosa. A equipe visitante até chegou à área local em alguns momentos, mas, além de não conseguir finalizar com qualidade, viu o Rubrão rapidamente assumir o controle da ação em definitivo. Foram duas ou três boas chances antes de Nathan, ex-Cianorte e estreante da noite, cabecear no canto e abrir o placar. Depois de 521 minutos, o Oeste voltou a marcar.

Na etapa final, a Portuguesa Santista, até então invicta na Copa Paulista, viu sua invencibilidade ir para o espaço em apenas 20 minutos. O Oeste voltou ao gramado cheio de fome e chegou ao 3 a 0 com facilidade. Nathan marcou mais um aos 15 e Luís Felipe ampliou aos 20. Ficou até barato para a Briosa, já que os mandantes desperdiçaram pelo menos duas grandes oportunidades para aumentar ainda mais a vantagem.








Detalhes do primeiro tempo do duelo "rubro-verde" em Osasco




Na etapa final, o Oeste - milagre! - teve uma atuação muito acima da média


A Briosa não viu a cor da bola e diminuiu apenas nos acréscimos em cobrança de pênalti

Nos acréscimos, o árbitro marcou pênalti a favor do onze visitante, que diminuiu com Patrik. Foi tarde. No fim, o Oeste 3-1 Portuguesa Santista surpreendeu a todos. Em meia hora, o futuro ex-clube de Barueri quadruplicou sua contagem de gols na competição e entrou na briga por uma vaga na segunda fase. Restando três rodadas, todo mundo do Grupo 4 segue com chances.

Retornei ao QG da Zona Oeste para uma boa noite de descanso. O restante da semana promete ser bastante corrido e, se tudo der certo, teremos três viagens em quatro dias. Coisa de maluco, mas que certamente vai valer a pena.

Até lá!

Ficha Técnica: Oeste 3-1 Portuguesa Santista

Local: Estádio José Liberatti (Osasco); Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues; Público: 106 pagantes; Renda: R$ 1.120,00; Cartões amarelos: Romaílson, João Victor, Eliel, Kaik, Carlos Alberto, Pedro Mota, Davi Soares e Gaúcho; Cartão vermelho: Carlos Alberto 33 do 2º; Gols: Nathan 31 do 1º e 15 do 2º, Luís Felipe 20 e Patrik 46 do 2º.
Oeste: Gabriel; Romaílson (Lucas Rodrigues), Gabriel Santos, Favorito e Raphael Araújo; João Victor (Santiago), Lucas Alvim, João Braga e Luís Felipe (Eliel); Nathan (Bruno Gonçalves) e Kaik (Renato Vinicios). Técnico: Marcondes.
Portuguesa Santista: Léo Steffen; Isaque (Guilherme), Rodolfo Mol, Gaúcho e Pedro Mota; Diogo Rangel (Kevin Mercado), Vinicios Andrade (Davi Soares), Willian Daltro e Carlos Alberto; Eliandro (Patrik) e Nícolas (Paraíba). Técnico: Alex Alves.

domingo, 13 de julho de 2025

Com golaços e emoção, Oeste bate Atlético Guaratinguetá no sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na sexta-feira teve rodada do Campeonato Paulista sub-20 da Série A e, entre várias boas opções, resolvi variar um pouco. Decidi voltar a ver um jogo no CT, antigo estádio, da Vila Porto, em Barueri, depois de 13 anos de ausência. O Oeste recebeu o Atlético Guaratinguetá querendo manter sua boa campanha.

O Estádio da Vila Porto foi utilizado pela primeira vez no segundo semestre de 2006, período em que a Arena Barueri ainda estava em construção e o Grêmio Barueri ficou sem casa. O GRB mandou ali boa parte dos jogos da Série C daquele ano, além de sete partidas no Paulistão de 2007 e a disputa da Copinha em janeiro.

Cobri seis partidas no local durante aquele período. Depois, só voltei duas vezes em 2012: uma em um amistoso contra o finado Itapevi FC e outra na vitória sobre o São Paulo pelo sub-20. Desde então, nunca mais tinha pisado lá. Fui de Uber e, para minha surpresa, vi que há várias ruas e até uma avenida onde antes só havia terrenos vazios. Muita coisa mudou por ali.


Oeste Futebol Clube (sub-20) - Barueri/SP


Atlético Guaratinguetá SAF (sub-20) - Guaratinguetá/SP

E o que também está prestes a mudar é a cidade-sede do Oeste. Tive informações de que a despedida de Barueri não deve demorar a ser oficializada. O rubro-negro será, em breve, um clube de Osasco. A diretoria esperava usar a Arena na base da camaradagem, só que isso sequer é cogitado pelos novos donos do estádio. Não acredito que veremos uma equipe barueriense tão cedo novamente.

Enfim, fui sozinho nessa e peguei um Uber da Estação Barueri até a entrada dos alojamentos do complexo esportivo. Estava tudo aberto e então cruzei o gramado onde vi o GRB enfrentar e vencer a Ponte Preta por 2 a 1 em fevereiro de 2007. Nunca tinha andado por lá, e foi bem legal relembrar aquela tarde de sábado de mais de 18 anos atrás.

Dentro de campo, foi um confronto entre o uma equipe, o Oeste, que está virtualmente classificada e apenas aguarda as rodadas finais para saber sua posição, e outra, o Atlético, que luta desesperadamente contra o rebaixamento. Mas os visitantes foram um adversário bem mais complicado do que os mandantes esperavam.

O Oeste mostrou seu cartão de visitas logo aos três minutos com um belíssimo gol de Luís Felipe em cobrança de falta. Uma coisa linda. Imaginei que o tento abriria a porteira... mas não poderia estar mais enganado. O Atlético não se intimidou e foi ao ataque. Na insistência, deixou tudo igual aos 21 com Luan. Na etapa inicial, poderiam ter saído mais dois ou três gols de ambos os lados, mas no intervalo o marcador apontava 1 a 1.

O segundo tempo começou com o Rubrão mais ofensivo, e não demorou para ampliarem para 3 a 1. Kauan Daniel fez o segundo, e Lucas Rodrigues, em uma pintura, anotou o terceiro. O Atlético respondeu dois minutos depois e diminuiu com João Vítor. No tempo restante, o clube do Vale do Paraíba teve bons momentos e quase empatou. O escrete local também teve suas chances. O 3 a 2 poderia muito bem ter sido um 5 a 4.



O goleiro Élcio pulou, mas não conseguiu evitar o bonito gol de Luís Felipe em cobrança de falta




Lances do primeiro tempo no CT da Vila Porto


O número é bonito, mas não é funcional. Um salve para o "gênio" que inventou o número branco na camisa branca do Atlético


Na segunda etapa, a partida, que já estava boa, melhorou


Lance do segundo gol do Oeste


O chute que originou o terceiro gol dos donos da casa



O 3 a 2 foi pouco tamanho o número de chances criadas pelas duas equipes

O triunfo manteve o Oeste na parte de cima da classificação do Grupo 3 e afundou o Atlético Guaratinguetá na lanterna da chave. O alvirrubro agora vai precisar de um fim de torneio perfeito para escapar da degola. Aliás, já falei aqui e repito: em meio a tantas decisões péssimas da FPF, o formato do Sub-20 deste ano está espetacular. Um raro acerto da entidade.

Minha programação inicial contava com uma sessão noturna no Rochdale, também pelo Sub-20, só que desisti por conta da preguiça (sempre ela). Na verdade, quis ficar de boa, pois o sábado reservava uma jornada tripla daquelas, bem cansativa.

Até lá!

Ficha Técnica: Oeste 3-2 Atlético Guaratinguetá

Local: Estádio da Vila Porto (Barueri); Árbitro: Gabriel Petrini Cruz; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: João Pedro, Antônio Caires, Jonas Matheus, Hygor e Brunno; Gols: Luís Felipe 3 e Luan 21 do 1º, Kauan Daniel 6, Lucas Rodrigues 25 e João Vítor 27 do 2º.
Oeste: Vítor Emanuel; Hytalo, Eliseu Paiva, João Pedro e Carlos Vinícius; Marcos Santiago, Lucas Rodrigues, Kauan Daniel e Luís Felipe; Antônio Caires (Gabriel Henrique) e Jonas Matheus (Kewin Rodrigues). Técnico: Marcondes Paiva.
Atlético Guaratinguetá: Élcio; Luan (Hygor), Madson, João Vítor e Pedro Henrike (Guilherme); Adriano (Peixinho), Pedrinho (Brunno), Hiago e Kauã Cunha; PH (Felipe Brito) e Bruninho (Vicente). Técnico: Anderson Rocha.

quarta-feira, 9 de julho de 2025

De volta ao Martins Pereira: São José vence Oeste e segue 100%

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na tarde do último domingo corrigi um erro e, depois de oito longos anos de ausência, voltei a São José dos Campos para acompanhar uma partida no simpático Estádio Martins Pereira. Em duelo válido pela quarta rodada da primeira fase da Copa Paulista, o São José recebeu o Oeste, atual clube de Barueri e, provavelmente, futuro representante osasquense, tentando manter os 100% de aproveitamento.

Estive nessa com o trio Pucci, Luigi e Caio. Antes de seguirmos até a casa da Águia do Vale, aproveitamos a deixa para dar uma passada no glorioso ADC Parahyba, antigo campo onde o falecido Primeira Camisa mandava seus compromissos no final dos anos 2000 e início dos anos 2010. O decano Orlando "Marlon Brando" Lacanna chegou a cobrir algumas pelejas por lá. O local está meio largado, mas com uma pequena revitalização certamente poderia receber jogos do Joseense, por exemplo.



O campo da ADC Parahyba sediou jogos do Grêmio Santanense nos anos 80 e depois do Primeira Camisa e do Joseense no século 21. Com um tapa, poderia voltar a receber partidas

Saímos do ADC Parahyba, fizemos um pit-stop na região e então seguimos rumo ao Martins Pereira. Minha última visita ali havia sido em São José dos Campos FC 0x1 Monte Azul, pela Série A3 de 2017. Em jogo da Águia, não marcava presença desde o triunfo por 2 a 1 contra o Guaratinguetá na terceirona de 2016. Já estava mais do que na hora de retornar.


São José Esporte Clube SAF - São José dos Campos/SP


Oeste Futebol Clube - Barueri/SP


Os capitães dos times com o árbitro Renan Pantoja de Quequi, os assistentes Risser Jarussi Corrêa e Vladimir Nunes da Silva e o quarto árbitro Vinicius Nunes dos Santos

Me credenciei e fui ao gramado, e posso dizer que a recepção foi das melhores. Os fotógrafos presentes e o pessoal do clube mostraram muita simpatia, algo que nem sempre acontece. Destaque para a presença do amigo Sebastião Martins, o Tião, grande fotógrafo da região e hoje prestando serviços ao São José. Sempre é muito bom reencontrar os amigos.

Decidi ficar no ataque local durante a etapa inicial, e a partida se concentrou ali na maior parte do tempo. Mesmo assim, não foi uma performance inspirada do escrete joseense, que teve dificuldades para furar o bloqueio defensivo do Oeste. O zero só saiu do placar quando Bruno Camilo cobrou uma falta de forma primorosa aos 42 minutos e fez 1 a 0.






Detalhes do primeiro tempo no Martins Pereira


Bola estufando a rede de Luizão no belo gol de falta de Bruno Camilo

No segundo tempo, dei uma volta pelo estádio, tomei um sensacional guaraná da cidade e vi que o Oeste até tentou esboçar uma reação. Nada, porém, que causasse maiores preocupações ao bom público presente. O duelo seguiu de forma burocrática até os acréscimos, quando o triunfo local foi confirmado com um belo gol de Gabryel Freitas.








Não foi a apresentação dos sonhos do São José, mas valeu por mais três pontos


Placar final de novo triunfo da Águia do Vale na Copa Paulista

O 2 a 0 manteve o São José na ponta do Grupo 4, indo de vento em popa rumo à classificação. Já o Oeste segue sem muito o que fazer, aguardando para ver se a mudança para Osasco vai mesmo se concretizar. Um triste fim para quem perdeu espaço na própria cidade quando a Arena Barueri virou um estádio particular. Acontece.

Foi isso. Pegamos o caminho de volta sem maiores problemas e, duas horas depois, já estava no QG da Zona Oeste. Retomo a agenda no meio da semana com o Brasileiro Sub-20 na pauta livre do Jogos Perdidos.

Até lá!

Ficha Técnica: São José 2-0 Oeste

Local: Estádio Martins Pereira (São José dos Campos); Árbitro: Renan Pantoja de Quequi; Público: 2.242 pagantes; Renda: R$ 42.897,00; Cartões amarelos: Mateus Petri, Marlon Martins, Gabriel, Luizão, Enzo Ali e Silvinho; Gols: Bruno Camilo 42 do 1º e Gabryel Freitas 49 do 2º.
São José: Gabriel Affonso; Luís Gustavo (Caíque Geloni), Guilherme Cerqueira, Gustavo Brandão e Mateus Petri; Jeferson Lima, Danilo Fidélis, Bruno Camilo (Flávio Henrique) e Rone (Gustavo Henrique); Luciano Oliveira (Gabryel Freitas) e Vinícuus Tanque (Marlon Martins). Técnico: Marcelo Marelli.
Oeste: Luizão; Kaik (Favorito), Gabriel, Ryan e Enzo Ali; Eliel (Bruno Gonçalves), João Braga, Vítor Lima (Bruno Santos) e Juninho (Pedro Vietro); Lucas Alvim e Guilherme (Araújo). Técnico: Silvinho.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Oeste 0-0 Rio Claro: Jogo nota 1 em Barueri

Texto e fotos: Fernando Martinez


Se na quarta-feira, dia 12, eu abri mão do futebol, na última eu me meti a fazer uma rodada dupla. Troquei uma tarde inteira no ar-condicionado por uma sessão vespertina no Campeonato Paulista da Série A2. Na Arena Barueri, acompanhei o duelo entre Oeste e Rio Claro pela 12ª rodada da primeira fase. Minha esperança era que ambos não me fizessem arrepender amargamente da escolha feita.

Agora, fica difícil, muito difícil, falar algo de bom sobre o que (não) vi nos 90 minutos no gramado sintético do reformado estádio. Tudo bem, o Rio Claro era o lanterna, ainda sem nenhuma vitória em oito rodadas, mas o Oeste estava em quarto lugar e, mesmo com a sequência ruim, não esperava o show de horrores apresentado pelos locais.


Oeste Futebol Clube - Barueri/SP


Rio Claro Futebol Clube - Rio Claro/SP


O árbitro Salim Fende Chavez, os assistentes Mauro André de Freitas e Fausto Augusto Moretti, o quarto árbitro Pablo Rodrigo de Oliveira e os capitães dos times

O calor estava insano. Uma coisa de maluco, de doente. Eu aguentei fazer as fotos posadas e me mandei para as cabines. Não havia vento, não tinha brisa, não tinha nada. No gramado, não aconteceu um único lance digno de registro. Zero. Sofri com o bafo que vinha de fora e com a atuação tenebrosa das duas equipes.

Na etapa final, uma salvadora funcionária da Arena me ajudou e ligou o ar-condicionado da cabine. Com uma temperatura decente, consegui prestar mais atenção na peleja... mas me arrependi. Oeste e Rio Claro poderiam estar jogando até agora que o gol não teria saído. Não tem como escrever mais nada sobre a falta de inspiração dentro das quatro linhas.





Jogo ruim, foto ruim. Nem imagem teve como salvar direito


Resultado final do meu pior jogo de 2025 e um dos piores da história

Por todo o contexto, Oeste 0-0 Rio Claro entrou no meu Top 10 pessoal de piores jogos da vida. Pode ser um exagero? Creio que não, pois o combo calor horroroso + partida tenebrosa é um negócio simplesmente imbatível. Não tenho planos de voltar lá tão cedo.

O retorno, ainda debaixo de uma temperatura criminosa, reservou uma parada na padaria perto da Estação Jardim Belval antes de pegar os trilhos da antiga CPTM até a cidade de Osasco. Fui acompanhar a visita de um dos preferidos da casa ao Rochdale.

Até lá!

Ficha Técnica: Oeste 0-0 Rio Claro

Local: Arena Barueri (Barueri); Árbitro: Salim Fende Chavez; Público: 184 pagantes; Renda: R$ 1.304,00; Cartões amarelos: Thiago Nunes, Flávio Henrique e Emanuel; Cartão vermelho: Flávio Henrique 39 do 2º.
Oeste: Klever; Hytalo Lira (Tite), Thiago Nunes, Pedro Vítor e Matheus Albino; Ferreira, Gabryel Freitas (Flávio Henrique), Vítor Lima e Alex Reinaldo (Lucas Alvim); Henry (Geuvânio) e Paulinho (Guilherme Tavares). Técnico: Lelê.
Rio Claro: Passarelli; Fabinho (Caíque), Nílson, Gustavo e Mateus Vedrani; Bruno Luiz, Éder Lima (Fábio Magrão), Yamada (Coutinho) e Cesinha; Thalisson (Emanuel) e Luizinho (Jacó). Técnico: Fahel Júnior.