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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Corinthians atropela Marília e chega à 10ª vitória seguida no sub-15

Texto e fotos: Fernando Martinez


A preguiça anda grande por aqui e a prometida rodada quádrupla de sábado acabou virando dupla. O dia marcou meu retorno ao Estádio Alfredo Schurig para abrir os trabalhos no Campeonato Paulista sub-15. Em campo, o favoritaço Corinthians recebeu o Marília em busca da segunda vitória na terceira fase.

Na estreia do Grupo 29, o alvinegro atropelou o União Suzano fora de casa por 6 a 0, fechando o set sem dificuldades. Contra o MAC, que havia levado 4 a 1 da Ferroviária em seus domínios, era difícil imaginar outro cenário que não fosse um novo triunfo.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-15) - São Paulo/SP


Marília Atlético Clube (sub-15) - Marília/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Estive nessa com o Milton, frequentador assíduo do Parque São Jorge. O decano amigo está sendo visto como um corintiano convicto e já é reconhecido pelo pessoal do portão e pelos seguranças. Daqui a pouco vão até presenteá-lo com uma camisa do escrete mosqueteiro, tamanha a assiduidade nos compromissos na Fazendinha.

O sol estava forte e não quis ficar no campo, então subi para a arquibancada fazer companhia ao jovem mancebo. De lá, vimos um primeiro tempo dominado de ponta a ponta pelos donos da casa. Mas, apesar do controle total, o Corinthians não conseguiu balançar as redes. A molecada cansou de desperdiçar chances e passou os 35 minutos em branco.

Na segunda etapa, o panorama se manteve. O time seguia melhor, mas o gol insistia em não sair. Quando eu já começava a me preocupar com a possibilidade de ver meu segundo 0 a 0 seguido, Morelli, de cabeça, abriu o placar. Ele acertou o cabeceio meio sem jeito e a bola encobriu o goleiro do MAC.

Faltando dez minutos para o fim, o marcador seguia o mesmo. Aí o ataque finalmente acordou. Aos 26, Breno marcou contra após cruzamento da direita. Léo Rodrigues fez o terceiro mesmo errando o chute, aos 30. Moscardo, de pênalti, ampliou para 4 a 0 aos 34 e, nos acréscimos, Rafael Luz tentou cruzar, mas a bola desviou no zagueiro e morreu no fundo da rede, fechando o placar.







O Corinthians deslanchou apenas no tempo final e acabou goleando o Marília. Na última foto, o gol de pênalti de Moscardo


O 5 a 0 contra o MAC foi a décima vitória seguida do sub-15 do Corinthians no estadual

A vitória por 5 a 0 foi a décima seguida do sub-15 corintiano no estadual. Nos dez jogos, o time marcou impressionantes 36 gols e não sofreu nenhum. O Palmeiras continua sendo favorito em todas as competições de base, mas o infantil alvinegro é, sem dúvida, uma equipe muito bem montada.

O sub-17 também tem qualidade, mas quando joga com o time C, complica. O duelo de fundo na Fazendinha mostrou isso claramente.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 5-0 Marília

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Leonel Marcos Fialho da Silva; Público: 443 presentes; Renda: Portões abertos; Gols: Morelli 13, Breno (contra) 26, Léo Rodrigues 30, Moscardo (pênalti) 34 e Rafael Luz 40 do 2º.
Corinthians: Matheus; Nagashima, Caio Manuel, Marcello (Arthur Couto) e Rafael Luz; Lucas Lopes (Arthur Afro), Igor Macedo (Kaio Wisley), Léo Saraiva (Thiago Coelho) e Léo Rodrigues (Rhyan Ladeira); Moscardo (Gui Matheus) e Morelli (Luan Banhado). Técnico: Eduardo Vergueiro.
Marília: Enzo; Thiago (João Miguel), Igor (Henrique), Breno e Davi Miguel (João); Davi Cardoso (Lucas), Luís Henrique (Joaquim), Bryan (Eduardo) e Davi Barbiéri; Matheus e Ryan (Benício). Técnico: Vinicius Fernandes.

segunda-feira, 4 de março de 2024

São Caetano quebra a invencibilidade do Marília na A3

Texto e fotos: Fernando Martinez


A agenda futebolística do último sábado estava repleta de opções. Pensei muito e no fim decidi ir até o Estádio Anacleto Campanella pela segunda semana seguida. Em campo, jogo de contrastes pela 11ª rodada do Campeonato Paulista da Série A3. O São Caetano ocupando a zona de rebaixamento contra o Marília, ainda invicto e dentro do G8.

Para variar, estava um bafo do cão na Grande São Paulo e cheguei no Anacleto já derretendo. Foi minha primeira ida de ônibus ao estádio depois que a prefeitura zerou a tarifa dos coletivos. Se não tem mais o sossego de um veículo quase vazio (estava apinhado), agora pelo menos economizamos, situação sempre importante em tempos de vacas magras.

Diferente do sábado anterior, a torcida compareceu em peso ao Lauro Gomes e incentivou os locais. O Azulão venceu a primeira contra a Matonense e no meio de semana fez jogo duro com o líder São Bernardo, perdendo pela contagem mínima. O MAC estava com quatro vitórias, seis empates e ocupando o sexto lugar. Era aquele tipo de duelo para o vice-campeão da Libertadores de 2002 conseguir um gás na reta final.


AD São Caetano - São Caetano do Sul/SP


Marília AC - Marília/SP


Os capitães junto com o quarteto de arbitragem composto por Ronald Horns Araujo, Gabriel Rodrigues Santos, Vinicius Santana da Silva e Wilson Adalberto Silva

E não é que que o Azulão começou com tudo? Logo aos quatro minutos Sávio recebeu lançamento longo, ganhou da marcação e finalizou na saída do goleiro. Belo gol e festa grande da rapaziada presente no Anacleto. O MAC respondeu com bons ataques, só que a conclusão não foi das melhores. Os visitantes desperdiçaram dois grandes momentos na pequena área.

No intervalo o placar mostrava a vantagem parcial do onze mandante e aí encontrei o decano Mílton, relembrando os tempos de Saad jogando ali aos sábados à tarde nos anos 70/80. Ele ficou no alambrado e eu dentro de campo, agora conferindo de perto o ataque do Marília, em um papo que durou os 45 minutos finais.

O MAC voltou com tudo em busca do empate e de novo mostrou poderio ofensivo. A melhor delas em tiro à queima-roupa e ótima defesa de João Gabriel. O escrete maqueano tentou muito e a igualdade não saiu. Melhor para o São Caetano. Jogando com uma raça acima da média, diferente do que vimos nos últimos anos, o clube teve um pênalti a seu favor nos minutos finais. Márcio Jonatan não deu sopa ao azar e converteu.







Lances de São Caetano x Marília no Anacleto Campanella


Uma das grandes defesas de João Gabriel na etapa final



O São Caetano jogou com muita raça, diferente de anos anteriores


Márcio Jonatan fechou o marcador em pênalti no fim da partida

É, a invencibilidade do alvi-azul virou pó com o São Caetano 2-0 Marília. O Azulão saiu da zona de rebaixamento com o triunfo, mas, obviamente, segue ameaçadíssimo faltando quatro rodadas. Agora, que a equipe melhorou, isso é inegável. Quem sabe consigam se salvar. O MAC segue na sexta posição, cinco pontos acima do primeiro time fora do G8. Detalhe: foi meu terceiro duelo entre os dois e todos tiveram o mesmo placar. Os outros dois foram válidos pela Série A2 de 2014 e de 2016.

Foi isso, retornei à capital com o Milton, de novo com o ônibus cheio e aquele maroto custo zero. Voltei ao QG da Zona Oeste e abortei a rodada de domingo pois não estava na pegada de desembolsar 22 reais para ver um São Bernardo FC x Água Santa. Volto no meio de semana com A4 na pauta.

Até lá!

Ficha Técnica: São Caetano 2-0 Marília

Local: Estádio Anacleto Campanella (São Caetano do Sul); Árbitro: Ronald Horns Araujo; Público: 639 pagantes; Renda: R$ 3.110,00; Cartões amarelos: Marlon Bica, Maykon, Túlio, Romário e Rogério Zimmerman; Gols: Sávio 5 do 1º, Márcio Jonatan (pênalti) 41 do 2º.
São Caetano: João Gabriel; Alex Jhone, Kanu, Diego e Daniel Lobato (Douglas DG); Marlon Bica, Jean Filder (Márcio Jonatan), Lucas dos Santos (Rafael) e David Braw (Enzo Adriano); Sávio (Kadir) e Foca. Técnico: Rogério Zimmerman.
Marília: David Becker; Luizão, Luiz Henrique, Guilherme Teixeira e Danilo Rufino (Mateus Muller); Gabriel Rapchan (Romário), Júnior Santos (Túlio) e Michel Borges; Aslen (Franklin), João Marcos (Macena) e Wallisson Bahia. Técnico: Cléber Gaúcho.

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Empate sem gols garante o Bernô entre os quatro melhores da A3

Texto e fotos: Fernando Martinez


No meio da semana retornei ao Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, ver de perto o que poderia ser a classificação do São Bernardo para a semifinal do Campeonato Paulista da Série A3. O Bernô recebeu o Marília e se empatasse estaria entre os quatro melhores da competição com uma rodada de antecedência.

Encarei essa jornada com o Milton, companhia de nove entre dez pelejas que assisto. Diferente do sábado – vitória de 2 a 1 do alvinegro contra a Matonense – quando pegamos carona com o bem-humorado Paulo Shrek, dessa vez encaramos o transporte coletivo da região metropolitana. Teve a trinca poderosa de metrô + trem + ônibus gastando uma bala pra chegar no mais famoso campo andreense.


EC São Bernardo - São Bernardo do Campo/SP


Marília AC - Marília/SP


O árbitro Fabiano Monteiro dos Santos, os assistentes Alberto Poletto Masseira e Denis Matheus Ferreira, o quarto árbitro Leonel Marcos da Silva e os capitães dos clubes

O público pagante oficial foi de 224 pessoas. Por volta de 70% disso era a molecada de um colégio da região que acompanhou os atletas na entrada do gramado e que depois ficaram arquibancada. Tirando eles, só alguns gatos pingados em um dia de semana à tarde. Não tem como rolar milagre em casos assim.

O Bernô tinha nove pontos no Grupo 2, igual ao Capivariano. O MAC e a Matonense três. O Marília tinha que vencer o duelo se quisesse manter a chance de vaga para a última rodada da segunda fase. Aos locais, um 0 a 0 já seria suficiente. O time do técnico Renato Peixe entrou em campo com esse espírito e praticamente nada fez durante os 90 minutos.

No primeiro tempo, o Marília teve mais posse e chegou bem perto do gol adversário, porém sem perigo real e imediato (valeu Harrison Ford). Ambos os times conseguiram criar oportunidades de gol nos minutos finais. Aos 41, Alyson arriscou de fora da área e a bola passou perto do gol do alvi-azul. O grande momento visitante, que nem foi tão grande assim, aconteceu aos 43 com Madalena testando livre na pequena área e mandando pela linha de fundo.

Sem outra alternativa, achei que o escrete visitante voltaria à etapa final com fome, já que o marcador em branco estava garantindo a sua eliminação. Ledo engano. O MAC não conseguiu criar muita coisa e ainda acabou sendo pressionado de leve pelo São Bernardo. A melhor chance local aconteceu aos 33 minutos, com chute de Erik Bessa de fora da área e boa defesa do goleiro David Becker. No geral, a partida teve poucas emoções.






Detalhes da etapa inicial de São Bernardo x Marília




O jogo seguiu mais ou menos no segundo tempo, mas valeu a classificação do Bernô para a semifinal da A3

O São Bernardo 0-0 Marília colocou o onze da Grande São Paulo para a semifinal da Série A3 junto com o Capivariano, que empatou com a Matonense por 2 a 2. Agora eles duelam no sábado em Capivari. No Grupo 3 todo mundo está vivo. Pelo segundo ano seguido o alvinegro vai tentar retornar à A2, divisão que participou apenas em 2021 após o vice da A3 em 2020.

Com um 0 a 0 na moleira, voltamos à capital na hora do rush com uma preguiça enorme. Minha programação retorna na sexta com o começo de um final de semana com direito a time e estádio novo e competição nacional de acesso começando com tudo. Vai ter coisa boa no Jogos Perdidos.

Até lá!

Ficha Técnica: São Bernardo 0-0 Marília

Local: Estádio Bruno José Daniel (Santo André); Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos; Público: 224 pagantes; Renda: R$ 1.730,00; Cartões amarelos: Raphael, Iago, Alexandre, Luan, Alê, Garrinsha, Dênis Leite, Anderson Brito, Erik Bessa, Murilo; Cartão vermelho: Dênis Leite aos 42 do 2º.
São Bernardo: David Becker; Raphael, William e Alexandre; Luan (Lucas Santos), Alê, Carlinhos, Alyson (Ronaldo) e Iago; Márcio Junior (Garrinsha) e Gabriel Barcos (Gustavo França). Técnico: Renato Peixe.
Marília: Passarelli; Dênis Leite (Deivinho), Luizão, Glauco Nabor e Breno Lorran; Matheus Silva, Albert, Anderson Brito (Rapchan) e João Lucas (Murilo); Orlando Junior (Erik Bessa) e Madalena (Bosco). Técnico: Guilherme Alves.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Portuguesa campeã da Copa Paulista 2020

Texto e fotos: Fernando Martinez


Quarta-feira foi um dia especial para a torcida da Portuguesa. Após anos de campanhas horríveis e muita humilhação, finalmente puderam comemorar a volta do time a um calendário nacional com a conquista da Copa Paulista. Foi um título bastante merecido e que veio depois do segundo triunfo contra o Marília no Estádio Oswaldo Teixeira Duarte.

O Canindé estava vazio, cortesia da pandemia que parece não ter fim. Independente disso, quem acompanhou a partida ao vivo e em cores pela internet e pela televisão comemorou como se estivesse lá. Se os grandes e boa parte dos fãs de futebol praticamente não dão nenhuma importância para a Copa, a massa lusitana que sofre desde o criminoso rebaixamento de 2013 viu no certame uma espécie de redenção. Um pequeno oásis de alegria em meio a uma situação (ainda) complicada.

Tudo foi possível com dois ingredientes básicos: bom trabalho e organização. Os comandantes da agremiação centenária perceberam que a edição 2020 seria sui generis, um torneio de exceção, de tiro curto e com participantes não tão fortes como em anos anteriores. Os lusos aproveitaram a deixa e chegaram na decisão com uma campanha avassaladora: doze jogos, nove vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Tirando o revés contra o Água Santa - que por pouco não encerrou prematuramente a trajetória lusitana - apresentações sólidas e seguras.





Ah, que saudade de fazer as fotos oficiais numa decisão. Mas tudo bem, o que vale é que temos os registros no JP mesmo de longe

Na semi, o empate por 1x1 no ABC e o tranquilo triunfo por 3x0 em casa contra o São Bernardo FC recolocou a Portuguesa no cenário nacional em 2021. Acontece que a Copa do Brasil não era o foco, e sim a Série D do Brasileiro. Sem o título, nada feito. Aí a sorte deu as caras e o XV de Piracicaba, o outro grande favorito, foi eliminado pelo Marília. O receio de pegar o Nhô Quim na final ficou no papel. O MAC com certeza seria um difícil oponente, mas todos se encheram ainda mais de confiança.

O duelo de ida teve triunfo paulistano por 2x1. Um empate bastaria dentro de casa. Cheguei cedo no palco da peleja e encontrei ali os amigos Mário, Cristiano Fukuyama e Edson de Lima, o maior conhecedor do futebol feminino no estado. A expectativa era grande e ninguém ali, exceto os dirigentes do clube alvi-azul, cogitava outro resultado se não o título.

Dentro de campo, nenhuma surpresa. A primeira etapa foi toda da Lusa. As chances criadas deixaram claro que os locais não deixariam a zebra passear na cancha rubro-verde. Maykinho criou dois bons momentos com duas grandes defesas de Igor Castro. O Marília pouco atacou e somente Diogo Calixto, em lance isolado, levou perigo. A pressão deu resultado aos 37 minutos quando Adilson Bahia abriu o placar em cobrança de pênalti e ampliou a vantagem.






A favorita Portuguesa foi dona do primeiro tempo da decisão. Não deu sopa para o azar e chegou ao 1x0 em gol de pênalti de Adilson Bahia

A gente já sabia que a missão mariliense seria quase impossível, o que não impediu que as duas equipes fizessem um segundo tempo aberto e bem agradável de assistir. A Portuguesa foi perigosa e o Marília não se entregou em nenhum minuto. Diego Jussani aos cinco e Adílson Bahia aos oito finalizaram na trave. Aos 13, Giovani driblou dois marcadores e mirou certeiro no canto... 2x0. Na saída de bola o MAC diminuiu com bonito gol de Léo Couto. Ele mesmo quase empatou na sequência e Dheimison defendeu com precisão. Raphael Luz respondeu com estilo e fez 3x1 aos 20 minutos. Os visitantes não abaixaram a cabeça, marcaram o segundo com Diogo Calixto aos 37 e Caíque aos 43 por pouco não deixou tudo igual.






No tempo final a peleja ficou ainda mais animada e, mesmo sofrendo dois gols, a Lusa não correu maiores riscos por ter vencido o duelo de ida. O título ficou em ótimas mãos

O Portuguesa 3-2 Marília foi justo e recolocou o escrete rubro-verde no Brasileiro da Série B após quatro anos. Em 2017 a preparação foi horrorosa e a eliminação veio na primeira fase. Em 2021 esperamos que os erros sejam corrigidos e que possam entrar na disputa de forma competitiva. Além disso a sala de troféus do Canindé ganha novo item. Ao MAC, a certeza de que fizeram uma belíssima campanha e a presença inédita na Copa do Brasil.




O Marília foi vice mas merece todos os parabéns. Nem o torcedor mais fanático esperava a classificação para um certame nacional depois de tanto tempo. Já a Portuguesa comemora demais o retorno à Série D. Quem sabe não tenha sido o ponto de partida do esperado retorno...

A comemoração dos atletas e da comissão técnica no gramado foi enorme, porém como disse aqui na matéria da decisão da A3 entre São Bernardo e Velo Clube, a falta de torcida no estádio deixa tudo com gosto esquisito. Se estivéssemos vivendo dentro da normalidade, imaginem como teria sido a festa na arquibancada. Independente disso, as medalhas e taças foram entregues e eu fui ao campo - de máscara e com aquele banho de álcool em gel, claro - tirar uma foto com o troféu.

Essa foi a última cobertura do Jogos Perdidos antes do Natal. Só que o ano não acabou e antes do réveillon tem final do sub-20 e fase decisiva do nacional da categoria por aqui.

Até lá!

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Ficha Técnica: Portuguesa 3-2 Marília

Local: Estádio Oswaldo Teixeira Duarte (São Paulo); Árbitro: José Cláudio Rocha Filho; Público e renda: Portões fechados; Cartões amarelos: Geovani, Maykinho, Joãozinho, Júnior Santos, Léo Couto, Arthur Gaúcho, Diogo Calixto; Gols: Bahia (pênalti) 37 do 1º, Geovani 13, Léo Couto 14, Raphael Luz 20 e Diogo Calixto 38 do 2º.
Portuguesa: Dheimison; Feijão, Jussani, William Magrão e Vinicius; Caíque, Walfrido (Fabricio), Raphael Luz (Raphael Toledo) e Maykinho (Lucas Douglas); Bahia e Geovani (Joãozinho). Técnico: Gegê (AT).
Marília: Igor Castro; Denis Leite (Bruno Oliveira), Geninho, Arthur Gaúcho (Lucas Lino) e Diogo Calixto; Felipe Cordeiro (Dionathan), Júnior Santos e Léo Couto (Eric Di Maria); Luan Gama, Orlando Júnior e Gustavo Nescau. Técnico: Guilherme Alves.
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