Procure no nosso arquivo

Mostrando postagens com marcador Macaé/RJ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Macaé/RJ. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Azulão segue sua via-crucis na Série C e fica no zero com o Macaé

Opa,

Depois de um sábado sensacional, o domingo de futebol foi bem fraquinho. Também, atualmente ir ver o São Caetano em campo é indício quase certo de sofrimento. Em mais um capítulo da sua via-crucis no Campeonato Brasileiro da Série C, o Azulão recebeu o Macaé no Estádio Anacleto Campanella.


AD São Caetano - São Caetano do Sul/SP. Foto: Fernando Martinez.

Em dez jogos disputados até então, o time do ABC venceu apenas dois (ida e volta contra o Guarani), empatou outros dois e perdeu seis, retrospecto que faz o time não sair da zona de rebaixamento há muito tempo. Para piorar, o time consegue a proeza de ter o pior ataque do certame com apenas cinco gols marcados.


Macaé EC - Macaé/RJ. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times e trio catarinense para a peleja com Edmundo Alves do Nascimento, Eder Alexandre e Alex dos Santos. Foto: Fernando Martinez.

Apesar da expectativa ruim, o primeiro tempo até que foi movimentado. A peleja teve três momentos diferentes: até os 15 minutos o Azulão jogou melhor e levou bastante perigo ao gol defendido por Daniel. Teve até bicicleta que passou perto da trave.


Marcação firme do Macaé. Foto: Fernando Martinez.


Lateral prestes a lançar a bola dentro da área fluminense. Foto: Fernando Martinez.


Bicicleta estilosa no ataque do Azulão. Foto: Fernando Martinez.

Dos 16 aos 30 minutos só deu Macaé. O goleiro Saulo fez simplesmente quatro defesas brilhantes, a mais bonita delas num tirambaço á queima-roupa, e impediu que a equipe fluminense saísse na frente do placar. Dos 31 até o fim da etapa inicial, o escrete do ABC voltou a ter o domínio das ações mas não marcou.


Uma das várias ótimas defesas do goleiro Saulo. Foto: Fernando Martinez.


Mais uma boa intervenção do arqueiro local. Foto: Fernando Martinez.


Atletas apostando corrida no ataque paulista. Foto: Fernando Martinez.

No tempo final infelizmente tudo piorou. A peleja caiu demais de rendimento e o maior destaque ficou por conta da lenda Zé Galinha, o mais presente vendedor de amendoins da região, oferecendo seus produtos em francês e falando sobre sua bela filha Desiree Balalaika Lavoisier. Um gênio. Além disso, o São Caetano conseguiu desperdiçar um gol mesmo sem goleiro. Proeza do camisa 20 Róbson.


O segundo tempo foi ruim e poucas vezes os times chegaram ao ataque. Foto: Fernando Martinez.


Jogador do Macaé intercepta ataque local. Foto: Fernando Martinez.

O tempo passou e o placar final ficou em São Caetano 0-0 Macaé. Péssimo resultado para o Azulão, que continua na zona de rebaixamento e doidinho para jogar a quarta divisão em 2015, e para o time visitante, que continua fora do G4.

Até a próxima!

Fernando

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Paulista e Macaé empatam sem gols pela Série D em Jundiaí

Olá pessoal!

Está em pleno vapor a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D. E somente um clube de São Paulo ainda está vivo em busca de uma vaga na Série C de 2010. Domingo então fui pela Rodovia Anhanguera até a cidade de Jundiaí, aonde Paulista e Macaé fariam o jogo de ida dessa fase. A partida aconteceu no tradicional estádio jundiaiense, o Jaime Cintra. Mesmo já tendo visto o time do Rio de Janeiro na gloriosa viagem para Angra dos Reis em 2004, a partida era interessantíssima.

Representando o JP, tive a companhia do seu Natal e do David. O amigo Rodrigo Colucci também deu as caras para o jogão da "esperança" paulista na Série D 2009. Após uma viagem sem percalços e com muito bate-papo, chegamos em Jundiaí cedo e sem correria. Já fui então garantir minha liberação para entrar no campo de jogo e garantir as fotos oficiais da partida:


Paulista FC - Jundiaí/SP. Foto: Fernando Martinez.


Macaé EFC - Macaé/RJ. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times e trio de arbitragem da partida. Foto: Fernando Martinez.

Nessa fase da Série D sobraram 20 times. Essas equipes jogam um mata-mata para definir os 10 times que vão para a terceira fase do campeonato. E como a regra é a mesma da Copa do Brasil - gol fora vale o dobro no critério de desempate - fazer é importante, mas não tomar gols em casa talvez seja o maior desafio. O Paulista estava de olho e o jogo prometia bastante, pois o Macaé vem fazendo ótima campanha.


Atacante do Paulista correndo atrás do zagueiro do Macaé. Foto: Fernando Martinez.


Zagueiro do Macaé marcando forte ataque do Galo pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

Por causa do sol, fiquei de um lado só durante os 90 minutos. Acompanhei então o ataque do Galo no primeiro tempo. Mas no frigir dos ovos, o jogo foi bem abaixo do esperado nesse tempo inicial. Os atacantes das duas equipes não estavam num dia inspirado, e a partida não teve emoções mais fortes nos primeiros 45 minutos iniciais.


Chegada do time do Paulista pela esquerda do seu ataque. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo fui me refrescar do forte calor na simpática sala de imprensa do Jaime Cintra. Sanduíches e refrigerantes providenciais para conseguir segurar a bronca por mais 45 minutos. E conversando com os amigos da imprensa de Jundiaí, todos concordavam que o principal mesmo era não sofrer gol nessa segunda etapa.


Zaga do Macaé sobe mais alto para afastar o perigo. Foto: Fernando Martinez.


Chegada do ataque do Macaé no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

A partida então começou um pouco melhor no segundo tempo. O Paulista tentava chegar mais forte, mas deixava o contra-ataque aberto para o time do estado do Rio. Aos poucos o Galo foi chegando mais forte e as chances começaram a pintar. A equipe chegava bem pelas laterais, sempre com a zaga colocando para a linha de fundo. Mas esse bom número de escanteios não foi bem aproveitado pelo time da casa.


Falta para o Macaé perto da área do Paulista. Foto: Fernando Martinez.

As três melhores chances de gol da partida então vieram em sequência. As duas primeiras foram do Paulista. Na primeira, Amauri apareceu sozinho na frente do goleiro Lugão mas chutou em cima dele, perdendo gol feito. Logo depois, Cléber acertou a bola na trave do Macaé. E no contra-ataque, o zagueiro carioca Amauri apareceu cara-a-cara com o goleiro Felipe Alves. Mas na hora do chute, a zaga do Galo apareceu e desarmou o defensor na hora "H".


Escanteio para o time visitante no tempo final da partida. Foto: Fernando Martinez.

Após essas chances, o jogo ficou novamente em banho-maria, sem nenhuma chance de alguém abrir o marcador. Final de jogo: Paulista 0-0 Macaé. O empate não foi de todo mal para os paulistas, pois precisam empatar com gols para se classificar. Ao Macaé, resta a força de jogar em casa e o time conta com o bom retrospecto no Rio para conseguir a vaga.

Saindo do estádio, aproveitamos para fazer uma boquinha na ótima lanchonete que fica na frente do Jaime Cintra. E durante toda a viagem de volta, percebemos que o David não estava nos seus melhores dias... mas fase é fase. E nesse meio-de-semana teve rodada digna da antiga série "Especial do Mês" que era bastante comum aqui no JP.

Até lá...

Fernando

sexta-feira, 10 de junho de 2005

A História pré-JP, volume 6: A fantástica viagem ao Rio de Janeiro em 2004 (parte 3 de 3)

Opa,

Apesar de ninguém mais comentar aqui, hoje continuo com mais uma das fantásticas sagas do JOGOS PERDIDOS: A nossa viagem ao Rio no sábado de aleluia de 2004. Vocês leram no final da parte 2, todos os comentários sinceros das pessoas em Édson Passos, quando souberam aonde a gente iria ver um jogo no sábado à noite. Realmente confesso que foi uma doideira sem tamanho, mas fomos assim mesmo. O lugar destino do Clube, para ver o terceiro jogo em sequência, era a cidade de Angra dos Reis. Tudo indo pela Rio-Santos, à noite e com chuva (na hora em que saímos do estádio, a chuva começou). Afinal de contas, tudo vale a pena para ter como fundo dos "Embalos de Sábado à Noite", um jogo entre Angra dos Reis e Macaé.


Ingresso do jogo entre Angra dos Reis e Macaé. Apesar do sofrimento, valeu demais. Afinal, quem já viu algum jogo em Angra num sábado à noite?

A viagem de ida foi até que suportável, apesar da já dominante fome e do fato que o Jurandyr se recusava a parar. Nem para nossas necessidades obrigatórias e nem para bebermos ou beliscarmos alguma coisinha num posto de beira de estrada. Mas a emoção de chegar a um local que nunca tínhamos ido e assistir a um jogo num sábado à noite, foi essencial para que a gente adiasse a vontade de comer para logo depois da partida.

Chegamos às cinco pras sete, e a partida estava marcada para as sete horas. Entrando no Estádio Jair Carneiro de Brito, percebemos que a partida ainda não tinha começado. Tudo por causa do atraso do policiamento. Logo, eu e o Estevan fomos no portão que separa o gramado da arquibancada para tentar tirar nossas fotos exclusivas.

O problema é que, como disse na primeira parte, os fiscais da FERJ são extremamente estúpidos, e não deixaram a gente nem se aproximar para perto da entrada do campo. Eles alegaram que não poderíamos entrar porque o jogo já iria começar. Bom, isso eram sete em ponto, e o jogo acabou começando só às sete e vinte. Ou seja, poderíamos ter tirado as fotos na boa. Por isso acabamos não tirando as tradicionais fotos dos times posados.


Jurandyr e Mílton se divertindo na arquibancada, enquanto a gente tentava entrar no campo. Foto: Estevan Mazzuia.

Depois disso, tentamos pelo menos ficar um pouquinho lá dentro, só para tirar algumas fotos de perto. Obviamente, de tão imbecis, só deixaram um entrar. A tarefa árdua acabou ficando com o Estevan, e só ele foi autorizado a permanecer dentro do campo. Eu fiquei no túnel que dava entrada para o campo, com os membros das duas comissões técnicas ao meu lado. Já que eles também não puderam ficar no banco de reservas. Quanta imbecilidade!!!


Ataque do Angra dos Reis no primeiro tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

Depois de ficarmos devidamente em nossos lugares, pudemos acompanhar um bom jogo de futebol. Apesar do insuportável calor, a partida foi bastante disputada, com o Angra mostrando ter uma equipe muito mais entrosada e com maior qualidade também. Até ali, o Angra estava invicto no torneio. E logo aos 20' do 1º tempo, fez 1 a 0 numa bola lançada em profundidade.


Jogador do Macaé reclamando de uma falta marcada a favor da equipe do Angra dos Reis. Foto: Estevan Mazzuia.


Confusão no atendimento de um jogador. Jogo quente em Angra! Foto: Estevan Mazzuia.

No segundo tempo o panorama foi o mesmo: O Estevan zanzando dentro do campo, eu apertado no túnel do vestiário, o Jurandyr e o Mílton sofrendo e reclamando do calor e o time do Angra dos Reis mandando no jogo. Aos 35' do segundo tempo o Angra fez 2 a 0 e sacramentou sua vitória.

Depois disso foi só tristeza. O Jurandyr estava desesperado para chegar no Rio e não parou em NENHUM local até que a gente tomasse conta da direção na marra. Fizemos a proeza de parar numa pizzaria na beira da Rio-Santos, às 10 e meia da noite, com chuva e todos com a grana meio em falta. Não sei se foi por causa de ter ficado 15 horas sem ter uma refeição decente, mas posso garantir que a pizza que degustamos estava incrível. Para sentirem o naipe da pizzaria, a segunda pizza que pedimos, de muzzarela, estava banhada em guaraná. E nem assim reclamamos do fato.

Na estrada nos deparamos com Kombis desgovernadas, caminhões voando baixo pela faixa da esquerda, muita ladainha dita pelo Jurandyr e um tiroteio em plena Linha Vermelha. No Rio, todo mundo já estava pra lá de Bagdá, e mesmo assim o Jandir nos proporcionou momentos incríveis ao errar o caminho várias vezes, se perdendo pela Cidade Maravilhosa.

Nesse caminho passamos por Madureira, na saída de uma festa na Portela, passamos pela Zona Oeste, pela Linha Amarela, quase chegamos em Jacarépaguá, passamos por 3 blitzes policiais (uma delas com armas apontadas para nós). Até fecharmos a noite em grande estilo, com ele errando de novo o caminho, e a gente passando às 2 da manhã na ponte Rio-Niterói. Mas valeu, eu e o Estevan ficamos na casa de um amigo dele, extremamente cordial. O Jurandyr e o Mílton foram para um hotel, afinal de contas, dormir no carro não vira.

Agora, fica a pergunta: "O que a gente ia fazer no domingo?". Em primeiro momento, veríamos o quarto jogo do fiml-de-semana: Mesquita e Rio Branco de Campos. Mas o mesmo foi antecipado para sábado. Como ficamos sem opção, acabamos fazendo um tour completo pelo Rio no domingo de Páscoa.

A saga dos jogos acabou, mas vocês terão todas as fotos de lugares (relacionados a futebol, é claro) que fomos no domingo na parte Bônus desse capítulo especial do Contos do Futebol! Fiquem ligados, fomos em muitos lugares interessantes!

Até mais!

Fernando