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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Santos vence o União São João em raro amistoso no sumido Pacaembu

Texto e fotos: Fernando Martinez


Em meio à maratona televisiva da Copa do Mundo e à minha total ausência dos gramados desde que o Mundial da Concacaf começou, no sábado de manhã retomei provisoriamente a agenda com um joguinho bem legal no abandonado Estádio Paulo Machado de Carvalho. O Santos, sem o seu camisa 10, que não atua em gramados sintéticos e está esquentando o banco nos EUA, recebeu o União São João em um sensacional amistoso, algo raro hoje em dia.

Essa foi apenas a segunda partida no Pacaembu em 2026. A primeira desde a final da Copinha, em janeiro. O estádio agora não é mais do futebol e só tem eventos insossos sendo realizados em suas dependências. Um triste fim, com um sem-número de responsáveis, nenhum deles devidamente mencionado por quem deveria falar sobre o assunto. Vale registrar que o prédio que ocupará o local do falecido Tobogã segue em obras, ainda sem previsão de término. Uma vergonha.


Times entrando em campo para o amistoso



O União São João posado e a foto oficial dos capitães com o quarteto de arbitragem.


Detalhe da antiga arquibancada amarela sem o tradicional alambrado


Falando em Santos e Copa do Mundo, vale registrar a placa que fala sobre o número de gols marcados pelo Rei Pelé no Pacaembu. Em tempos de um lamentável revisionismo sobre os feitos do Rei do Futebol, sempre bom lembrar quem foi o maior de todos

Ah, o detalhe mais estranho foi ver o campo sem o alambrado. Depois das obras, ele existia somente na curva das antigas arquibancadas Verde e Amarela, mas, no sábado, não estava mais lá. Apenas algumas grades ocupavam o lugar. Ficou legal nas fotos, mas é mais uma bizarria na extensa lista de atrocidades cometidas pela dona do local. Quem entregou o estádio para esse pessoal deve estar feliz.

A previsão era de 18 graus e céu nublado. Na hora H, fez 25 e o sol apareceu, com direito a muito céu azul. Passei um calor do cacete, mas tudo bem. Como sempre, me credenciei direitinho e estava na beira do gramado para as fotos posadas. Pedi, e o onze de Araras posou sem crise. Já com o Santos, sem chance. Tem time que é de uma frescura sem tamanho nessa hora. Dizem que "fazer foto atrapalha o aquecimento". Ahã.

O duelo colocou frente a frente um time de Série A e uma equipe da A3. Apesar disso, o primeiro tempo foi bem equilibrado. Sem seus principais nomes, o Peixe produziu pouco, e os visitantes conseguiram se segurar sem muita dificuldade. No segundo tempo, a história foi bastante diferente.

O Alvinegro recomeçou a peleja a milhão e, no primeiro ataque, abriu a contagem com um belo chute de Moisés pela esquerda, quase sem ângulo. O jogo seguiu na base do ataque contra defesa, porém o marcador só foi ampliado aos 36 minutos, com tento de João Ananias. Pouco depois, Juninho, ex-Robinho Júnior, fechou a contagem ao converter um pênalti. Um 3 a 0 categórico.








Detalhes do primeiro tempo do amistoso entre Santos e União São João



Moisés fazendo boa jogada pela esquerda e depois comemorando o primeiro gol da manhã





Momentos da etapa final no Paulo Machado de Carvalho



Aqui o segundo gol santista, marcado por João Ananias



Juninho, ex-Robinho Júnior, fechou o triunfo do Peixe em gol de pênalti

Sem ter muito tempo a perder, saí rapidinho do Pacaembu. Tinha um Canadá x Marrocos às duas da tarde e, como em toda Copa do Mundo, não tinha como perder. Futebol in loco de novo? Não tenho a menor ideia.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Santos 3-0 União São João

Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (São Paulo); Árbitro: Guilherme Francisco Rosário; Público: 10.054 pagantes; Renda: R$ 202.970,00; Gols: Moisés 1, João Ananias 36 e Juninho (pênalti) 40 do 2º.
Santos: Gabriel Brazão (Diógenes) (João Pedro); Gabriel Menino (Davizinho), Lucas Veríssimo (Willian Arão), Luan Peres (Adonis Frias) e Escobar (João Ananias); João Schmidt (Samuel Pierri) (Nicola Profeta), Gustavo Henrique (Christian Oliva), Rollheiser (Pepê Fermino) (Vinicius Fabri); Miguelito (Juninho), Barreal (Moisés) e Rony (Gabigol). Técnico: Cuca.
União São João: João Souto; Ronaldo (Bobô), Felipe Torres, Fernando Brito e Tallys (Luan); Ruan, Wagner (Eliel), Léo Souza (Maycon) e Rafael Costa (Miguel); Maikynho e Bruninho (Warlei). Técnico: Thiago Oliveira.


terça-feira, 9 de junho de 2026

Entre filas e festa, uma noite histórica da seleção feminina em Itaquera

Texto e fotos: Fernando Martinez


No último sábado a minha programação ficou toda bagunçada em virtude do aniversário de um ano do meu sobrinho. Não tinha como não ir e, como a celebração foi na hora do almoço, não tive como ver nada nem de manhã, nem à tarde. Por sorte, teve um jogo perto de onde foi a festa. Só que não foi um jogo qualquer, e sim um duelo entre Brasil e Estados Unidos pelas seleções femininas na Neo Química Arena.

Sempre quis ver a seleção norte-americana em campo, não por afinidade, e sim por ser a maior campeã mundial da categoria. O maior problema seria ir como torcedor, já que não daria para ir como imprensa. Há muito tempo não marcava presença na casa corintiana nas arquibancadas e confesso que estou descostumado com isso. O torcedor não é tratado com respeito e me cansa ver tanta bagunça em situações que não deveriam ser assim.

Tive que dar uma volta imensa até chegar ao meu portão e várias filas enormes eram a realidade antes de passar pela catraca. Tudo era permeado por muita desinformação e pessoas incapazes de responder até mesmo à pergunta mais fácil. Paciência. Foi uma correria, mas cheguei ao meu lugar a tempo de ver as duas seleções entrando em campo.

Esse foi o meu 15º jogo da seleção feminina. Desde o 10 a 0 sobre o Equador no Pan de 2007 até o triunfo por 3 a 1 no amistoso contra o Japão no ano passado, foram 14 apresentações da equipe na minha lista. Os Estados Unidos eu não tinha visto nem nas categorias de base. E poderia ser uma tarde histórica, já que, com um triunfo, seria a primeira vez que as brasileiras venceriam o rival da América do Norte em duas oportunidades consecutivas na história com seus elencos principais.

A torcida entendeu a mensagem e foi em peso a Itaquera. Diferentemente do que os machistinhas de redes sociais acham, muita gente gosta de futebol feminino e mais de 30 mil pessoas foram ao estádio acompanhar o confronto. Antes do apito inicial, muita animação de todos os presentes. Com menos de um minuto, a alegria deu lugar a um pequeno susto quando Sophia Wilson abriu o marcador. Mas o susto se transformou em muita festa pouco mais de dez minutos depois, com os gols da dupla palmeirense Tainá Maranhão e Bia Zaneratto. Era a virada do Brasil.

Na sequência do primeiro tempo houve bastante equilíbrio. Nos minutos finais, Tainá Maranhão quase fez o terceiro e depois Lelê salvou a pátria brasileira com duas defesas sensacionais em finalizações de Sophia Wilson. No intervalo fui dar uma volta nas dependências da Arena e uma coisa precisa ser dita: se a entrada é ruim, muito por conta de quem está lá para auxiliar as pessoas, a infraestrutura é de longe a melhor para quem vai ao estádio. Não tem nem comparação.

Depois de comprar minha pipoquinha retornei ao meu assento e vi uma etapa final muito boa. Chances para as duas seleções, com Bia Zaneratto tendo duas boas oportunidades e Claire Hutton mandando uma na trave. Com o passar do tempo, os Estados Unidos foram chegando com mais perigo, enquanto o Brasil se defendia com maestria. Aos 45 minutos, Gio Garbelini teve a chance mais clara das brasileiras, mas a tentativa de cavadinha deu errado e Mandy McGlynn fez a defesa.






Momentos da grande vitória brasileira contra os Estados Unidos


O 2 a 1 foi a segunda vitória seguida da seleção verde e amarela contra a maior campeã mundial

Apesar do sufoco nos acréscimos, a seleção conseguiu segurar a pressão e conquistou uma baita vitória, apenas a quinta em 36 jogos realizados contra os Estados Unidos. Não acho que o Brasil seja um dos favoritos ao título na Copa do Mundo do ano que vem, mas, por jogar em casa e contar com o bom trabalho de Arthur Elias, acredito que possa ir longe.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Brasil 2-1 Estados Unidos

Local: Neo Química Arena (São Paulo); Árbitra: María Eugenia Gilsoriano/ESP; Público: 30.851 pagantes (31.336 presentes); Renda: R$ 1.689.402,50; Cartões Amarelos: Tainá Maranhão, Gio Garbelini, Lorena, Arthur Elias e Trinity Rodman; Gols: Sophia Wilson 1, Tainá Maranhão 10 e Bia Zaneratto 13 do 1º.
Brasil: Letícia (Lorena); Isabela, Isa Haas, Mariza e Thaís Ferreira (Rafaelle); Kerolin (Aline Gomes), Angelina (Yaya) e Duda Sampaio; Tainá Maranhão (Ludmila), Dudinha (Amanda Gutierres) e Bia Zaneratto (Gio Garbelini). Técnico: Arthur Elias.
Estados Unidos: Mandy McGlynn, Emily Fox, Emily Sonnett, Tierna Davidson e Gisele Thompson (Avery Patterson); Claire Hutton (Jaedyn Shaw), Lily Yohannes (Rose Lavelle) e Lindsey Heaps; Trinity Rodman (Emma Sears), Sophia Wilson (Ally Sentnor) e Alyssa Thompson (Michelle Cooper). Técnica: Emma Hayes.

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Somente o JP registrou: Meia Noite derrota o Urawa em Louveira

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na terça-feira tivemos o prazer de ver um insólito jogo na cidade de Louveira, perdidaço mesmo. Só que na quinta-feira a alternatividade atingiu níveis estratosféricos com uma peleja que entrou no Top 10 das mais perdidas da vida. De novo no Estádio José Silveira Nunes, ficaram frente a frente os elencos sub-15 do Meia Noite de Patrocínio Paulista e do Urawa Red Diamonds do Japão. Nem no saudoso Elifoot era possível algo tão randômico assim.

Como disse na matéria do duelo dos japoneses contra a Ponte Preta, a equipe do Urawa veio ao Brasil para passar um período treinando em Louveira a convite de um empresário de Itatiba. O detalhe mais curioso da tarde foi que o duelo marcou o primeiro compromisso internacional da história do Meia Noite. O clube se filiou este ano na FPF e viu a chance de estrear contra um adversário estrangeiro. Somente o Jogos Perdidos cobriu esse confronto histórico.


Os capitães do Meia Noite e do Urawa Red Diamonds trocando camisas antes da peleja


Esporte Clube Meia Noite SAF (sub-15) - Patrocínio Paulista/SP


Urawa Red Diamonds (sub-15) - Saitama/JAP


Os capitães e o árbitro do amistoso internacional em Louveira

A caravana da quinta-feira teve a direção do amigo Caio, a presença de Renato "Bee-man" Rocha — ambos também presentes contra a Ponte — e, vendo pela primeira vez o Urawa, a dupla Pucci e Rodrigo Colucci, o maior galã da Lapa. Saímos mais cedo para emendar um almoço no Pizza Hut da estrada. Para minha decepção, aguentei pouco e não consegui acompanhar o farto apetite dos amigos.

Chegamos ao estádio e, desta vez, não teve muito atraso. As duas equipes já estavam a postos e a arbitragem também. A única diferença foi a ausência do pessoal da prefeitura local. Também tivemos o pontapé inicial dado pelo Renato, o Homem-Abelha. Cerca de cinquenta pessoas, se muito, acompanharam a peleja.

O Meia Noite, atualmente na segunda fase do Paulista sub-15, fez uma atuação sólida contra os asiáticos. Perdeu duas chances claras até abrir o placar com um gol de Derick. O Urawa chegou a marcar duas vezes, mas o assistente — nada mais do que um integrante da comissão técnica com uma camiseta na mão — anulou ambos os tentos por impedimento.

Na etapa final, fui dar uma volta ao redor do campo e relembrar as calorentas rodadas duplas que acompanhei ali nas Copinhas de 2010 e 2013, esta última com direito a uma baita insolação. O sol estava forte, mas nada absurdo como no mês de janeiro. Dentro das quatro linhas, o Urawa buscou o empate desde os primeiros movimentos, sem sucesso. A molecada japonesa perdeu pelo menos duas oportunidades que, se bobear, até eu no estado físico atual faria.

O Meia Noite colocou as manguinhas de fora e anotou o segundo gol numa pintura de Edu Bernardes. Ele avançou pela esquerda, tirou do zagueiro e colocou no ângulo esquerdo do arqueiro visitante. O Urawa sentiu o gol e foi a vez dos locais desperdiçarem bons momentos. No fim, o triunfo por 2 a 0 ficou de bom tamanho. Uma honra o JP ter sido o único veículo de imprensa a registrar o fato.


O Meia Noite começou seu primeiro amistoso internacional assustando o onze japonês



Detalhe do primeiro gol brasileiro em Louveira, marcado por Derick, camisa 19




Mais lances do primeiro tempo no José Silveira Nunes



Na etapa final, o Meia Noite seguiu mais perigoso



Edu Bernardes acertou um belo chute no ângulo esquerdo e marcou o segundo tento local





No fim, o Meia Noite saiu de campo com a vitória em seu primeiro compromisso internacional na história

O melódico Rodrigo Colucci ainda tentou aquele famoso escambo, trocando camisas com a rapaziada do Urawa, mas não teve sucesso. Foi difícil conversar com o pessoal, pois, além de não entenderem o português, também não falavam inglês. Como o amigo ainda não se aventurou a aprender a língua do país oriental, ficou sem levar uma peça original para casa.

Foi isso. Pegamos o caminho de volta até a capital sem trânsito e não demorou para estar no QG da Zona Oeste. Foram duas viagens em três dias… e, na sexta, ainda emendei outra: a abertura do mata-mata do Paulista sub-20 da Série B, onde acompanhei outra apresentação do Nacional.

Até lá!

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Ponte Preta supera o Urawa Red Diamonds em amistoso perdidaço

Texto e fotos: Fernando Martinez


A gente está acostumado a ver jogos de campeonatos com tabelas pré-definidas, o que permite decidir a programação com certa antecedência. Só que, de vez em quando, surgem partidas do nada, sem aviso, sem cerimônia e que, em alguns casos, já nascem históricas antes mesmo de acontecerem. Foi o caso da sessão vespertina da última terça-feira.

Depois de 12 anos, voltei de forma inesperada à cidade de Louveira, local que eu imaginava não ver futebol outra vez. A visita ao Estádio José Silveira Nunes foi obrigatória, pois o duelo que aconteceu ali beirou o surreal: Ponte Preta x Urawa Red Diamonds, pela categoria sub-15. Não tinha como perder a chance de colocar o escrete japonês na Lista.


Entrada da cidade de Louveira


Fachada do Estádio José Silveira Nunes

Descobrimos que o Urawa estava no país graças às andanças do amigo Caio no Instagram. Renato “Bee” Rocha, o homem-abelha, foi atrás de mais informações e descobriu que o onze asiático veio ao Brasil treinar em Louveira por cerca de duas semanas. Um empresário de Itatiba convidou a equipe, e eles vieram para cá. Tudo bem que era sub-15 e não o time principal, mas valia do mesmo jeito.

Armamos a caravana de terça-feira, além dos dois amigos já citados, contando também com o Mário, maior entusiasta de vídeos oriundos do Sudeste Asiático no Brasil. O ponto de partida foi, como sempre, o glorioso Posto Shell, perto da Estação São Paulo-Morumbi da Linha Amarela do metrô paulistano. Sem pressa, chegamos ao simpático estádio faltando meia hora para o apito inicial.

Meia hora no papel. Quando entramos nas dependências do José Silveira Nunes, apenas a molecada nipônica estava aquecendo. A arbitragem e a Macaca ainda não haviam chegado. Pintou um certo medo de tudo ir por água abaixo. Por volta das 15 horas, eis que a delegação campineira e o homem do apito apareceram ao mesmo tempo. Por se tratar de um amistoso, digamos que havia uma certa licença poética no ar.


Associação Atlética Ponte Preta (sub-15) - Campinas/SP


Urawa Red Diamonds (sub-15) - Saitama/JAP


O árbitro com os dois capitães antes do surreal amistoso


A arquibancada está em um estado pior do que estava em 2013 e as cabines de imprensa deixaram de existir

Renato “Bee” Rocha foi consultado para definir a duração do jogo (!). Ele sugeriu dois tempos de 40 ou de 35 minutos, e escolheram a primeira opção. Às 15h15, integrantes da prefeitura de Louveira, o secretário de Esportes e o árbitro conversavam animadamente dentro de campo, sem sinal da bola rolar. Como tínhamos uma sessão noturna pela frente, o eterno “Gene Simmons da Alegria” (saudades, Copa do Mundo) colocou ordem na casa, apressou todo mundo e finalmente a ação começou pontualmente (#sqn) às 15h27.

Líder de sua chave no Paulista sub-15, a Ponte Preta teve trabalho contra o Urawa Red Diamonds. A Macaca sofreu o primeiro gol logo no início, mas teve forças para virar a peleja rapidamente. Os japoneses empataram e, antes do intervalo, o alvinegro campineiro retomou a vantagem. O primeiro tempo foi eletrizante, com direito a gol anulado dos sul-americanos e chances claras para ambos os lados.

No intervalo, fui dar uma volta pela arquibancada. Constatei que as cabines de imprensa não existem mais e que o local está precisando de um bom retoque de pintura. Minha primeira partida ali foi em 2005, um São Caetano 3x3 Chapadinha do Maranhão pela Copinha daquele ano. Voltei em 2006 para um jogo do sub-20, depois em 2010 e 2013 pela Copa São Paulo, e ainda em uma rodada dupla do sub-15/sub-17 do falecido Red Bull Brasil contra o também extinto Mogi Mirim. Desde que o antigo RBB deixou de usar o campo, ele nunca mais recebeu jogos de torneios da FPF.

Da arquibancada vi o começo da etapa final e, depois, retornei ao gramado. Toda a emoção dos primeiros 40 minutos se perdeu em jogadas pouco inspiradas e muitos erros de passe. O Urawa teve duas grandes oportunidades de empatar, em finalizações próximas da pequena área. A Ponte, já com seu time reserva, pouco fez. No fim, prevaleceu o placar da etapa inicial: Ponte Preta 3x2 Urawa Red Diamonds.


Detalhe do primeiro gol ponte-pretano em Louveira





Lances do primeiro tempo



Belo gol de cabeça da Ponte Preta, mas anulado pelo assistente, que nada mais era do que um integrante da comissão técnica do Urawa com uma camiseta na mão



Aqui o terceiro gol da Ponte Preta






Detalhes do segundo tempo, bem mais fraco do que o primeiro, de Ponte Preta x Urawa Red Diamonds

Enquanto o Mário deixou a caravana para entrevistar Túlio Tanaka, atleta naturalizado japonês que disputou a Copa do Mundo de 2010, nós pegamos a estrada, já que ainda havia uma cobertura à noite. Mas o duelo surreal entre brasileiros e asiáticos já ganhou lugar de destaque na minha Lista (e na quinta ainda terá outro ainda mais inusitado).

Até a próxima!