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quinta-feira, 27 de julho de 2023

Goleada palmeirense no ABC contra o Botafogo pelo Brasileiro sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Foram quase três meses de parada e ninguém se lembrava mais, porém na semana passada o Campeonato Brasileiro sub-20 voltou a ser disputado na sua fase de quartas de final. Na terça-feira retomei as coberturas no torneio com o duelo entre Palmeiras e Botafogo do Rio no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André.

O jogo seria realizado originalmente no Allianz Parque, só que mudou de local. Aliás, a diretoria alviverde está com um fetiche monstro em colocar os compromissos da base na tradicional casa do Ramalhão. Hoje é uma das piores opções pensando no trajeto e no valor gasto. Saudade da época em que atuavam em Barueri.

Foi um aperto chegar no Brunão. O trem ainda foi de boa, o que pegou foi o ônibus que leva da Estação Santo André até o estádio. Mudaram todos os pontos iniciais e agora ele fica fora do terminal. Fazia calor e o ponto estava apinhado de gente. Piorando o cenário, o busão que pintou não tinha ar-condicionado. Não foi uma experiência legal voltar a usar o glorioso Vila Luzita desse jeito.


SE Palmeiras (sub-20) - São Paulo/SP


Botafogo de F e R (sub-20) - Rio de Janeiro/RJ


O capitão palmeirense, o botafoguense e o quarteto de arbitragem

Quando entrei na cancha os times já se aqueciam no gramado. No Engenhão pintou um empate em 3 a 3 e um novo resultado igual levaria a decisão da vaga na semi aos pênaltis. Quem vencesse, claro, estaria entre os quatro melhores. Tudo bem que o Bota foi bem na ida, mas eu sinceramente achava que o Palmeiras era favorito. Nem bem a partida começou e eu tive a confirmação.

Logo aos quatro minutos Luighi foi lançado em profundidade, seguiu pelo campo de defesa visitante e tocou na saída de Heitor. O Bota sentiu o golpe e suas investidas eram tímidas. Kevin era o principal nome paulista. Aos 19 o verde teve um escanteio pela esquerda. O camisa 11 bateu com imenso estilo e marcou um raríssimo gol olímpico. Na minha memória, foi apenas o quarto que vi em estádios até hoje.

Michel quase anotou o terceiro aos 21 e Léo teve bom momento aos 33. O fato do intervalo ter chegado com o triunfo local parcial por 2 a 0 foi uma vitória para o Bota. O clube do Rio de Janeiro não conseguiu repetir o bom futebol mostrado no Engenhão. No tempo final precisariam mudar tudo caso quisessem ter melhor sorte. Mudaram, mas só um pouco.


Luighi tocando na saída de Heitor e colocando o Palmeiras em vantagem logo aos quatro minutos






O Botafogo sentiu o golpe e tomou pressão paulista no primeiro tempo


Detalhe do belíssimo gol olímpico de Kevin, deixando o alviverde perto da semi

A primeira boa chance dos 45 minutos finais foi botafoguense, aos seis. Antônio acertou um belo tiro da entrada da área e Kaíque defendeu. Acabou que a reação parou por aí e o Palmeiras retomou as rédeas da peleja. Kevin e Luighi por pouco não fizeram aos 18 e aos 19, e aos 30 saiu o terceiro com Juninho, que tinha acabado de entrar, aproveitando rebote de Heitor em finalização de Estêvão.

A classificação palmeirense estava garantida. Estêvão teve duas oportunidades seguidas. Aos 33 Heitor salvou um gol certo e aos 34 ele chutou por cima. A presença entre os quatro melhores da competição foi confirmada de novo com Juninho, aos 46, em novo desvio do arqueiro carioca.



O Palmeiras seguiu superior na etapa final e criou bons momentos


A comemoração pelo terceiro gol palmeirense


Juninho (19) chuta e fecha a goleada local no Brasileiro sub-20


O placar eletrônico do Bruno José Daniel com o resultado final da peleja

Fim de papo no ABC: Palmeiras 4-0 Botafogo/RJ. Pela quarta vez o alviverde está na semi do Brasileiro sub-20 e agora vai em busca do terceiro título, o segundo seguido. Não há dúvida que independente do adversário, a equipe é favorita. Não existe base igual no país.

Falando em semi, na sexta-feira vai rolar a decisão de quem será o adversário palmeirense na penúltima fase do torneio. Estaremos no Parque São Jorge para conferir.

Até lá!

Ficha Técnica: Palmeiras 4-0 Botafogo/RJ

Local: Estádio Bruno José Daniel (Santo André); Árbitro: Thiago Lourenco de Mattos/SP; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Pedro Felipe, Léo, Iago Renato, Serafim, Ryan; Gols: Luighi 4 e Kevin 19 do 1º, Juninho 30 e 46 do 2º.
Palmeiras: Kaique; Edney (Gilberto), Pedro Felipe, Michel (Vítor Reis) e Ian; Léo (Figueiredo), Luighi (Juninho), Pedro Lima e Allan (Estêvão); Thalys (Patrick) e Kevin. Técnico: Lucas Andrade.
Botafogo/RJ: Heitor; Ryan, Kawan, Serafim e Gregory (Devid Richard); Felipe, Diego Abreu (Iago Renato), Kauê e Sapata; Antônio (Maycon) e Rhuan (João Guilherme). Técnico: Thiago de Camillis.


sábado, 29 de abril de 2023

Corinthians faz 1 a 0 no Bota e mantém os 100% em casa no Brasileiro sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na quinta-feira a pauta livre do Jogos Perdidos me levou até o Estádio Alfredo Schurig acompanhar o duelo entre Corinthians e Botafogo do Rio, confronto sempre legal de acompanhar de perto. A peleja foi válida pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro sub-20, a penúltima da primeira fase.

O Corinthians tinha 14 pontos e estava na vice-liderança do Grupo A, atrás apenas do Flamengo. Já o alvinegro da estrela solitária somava sete pontos e queria chegar perto da zona de classificação. Depois do encontro na Fazendinha, cada um terá apenas mais um compromisso, O Timão, que ostentava a marca de 100% de aproveitamento como mandante, queria manter a ótima performance.


SC Corinthians P (sub-20) - São Paulo/SP


Botafogo de F e R (sub-20) - Rio de Janeiro/RJ


Capitães com o quarteto de arbitragem paulista na Fazendinha composto por Fabiano Monteiro dos Santos, Alberto Poletto Masseira, Ítalo Magno de Paula Andrade e Guilherme Nunes de Santana

A dupla Milton e Pucci colocou a mão no bolso e pagou o caro ingresso, sem direito a meia entrada. Aliás, só o Corinthians faz isso de cobrar até pensamento de quem quer acompanhar as partidas no Parque São Jorge, além de não disponibilizar venda de ingressos físicos nas bilheterias. Um absurdo que ninguém fala, infelizmente.

Enfim, fui ao gramado e fiquei acompanhando o ataque local durante a primeira etapa. Logo aos seis minutos, os donos da casa abriram o marcador. Em cruzamento de Léo Mana pela direita, a bola atravessou a área e chegou em Wesley. O camisa 11 dominou com classe e colocou no canto de Heitor Lima.

Com a desvantagem, o Bota passou a atuar melhor e conseguiu o empate aos 19 minutos, só que o árbitro anulou o tento alegando que a pelota saiu de campo antes do cruzamento na área. Os visitantes criavam, mas não eram efetivos. O Corinthians voltou a assustar aos 35 em finalização de Breno Bidon que passou perto.



Detalhe do gol e a comemoração corintiana no começo da partida no Parque São Jorge


Ataque alvinegro pela esquerda


Heitor Lima voando em boa finalização dos donos da casa


A chuva pintou na casa corintiana durante a etapa inicial

Na etapa final eu fiquei as cabines. Não fiquei na arquibancada junto com os amigos presentes para evitar problemas com os seguranças sem noção que, sem sentido algum, nos impedem de tirar fotos de lá. Paciência. Lá do alto vi o Corinthians retornar com tudo e enfileirar bons momentos.

Felipe Augusto quase fez aos 13 de cabeça, Breno Bidon chutou bem aos 20 e Vinicius Cressi obrigou o goleiro botafoguense a fazer grande defesa aos 24. Apesar das oportunidades criadas, os paulistas não ampliaram o placar. O Bota seguiu sem fazer muito, porém nos acréscimos acertou a trave por duas vezes, quase estragando a boa campanha corintiana jogando em São Paulo.





Detalhes do segundo tempo de Corinthians x Botafogo

O Corinthians 1-0 Botafogo/RJ manteve o alvinegro de Parque São Jorge na vice-liderança da chave atrás do rubro-negro da Gávea. Ambos já se garantiram nas quartas de final do Brasileiro sub-20. A rodada decisiva será semana que vem, mas a segunda fase vai rolar apenas no final de julho (!) por conta da Copa do Mundo da categoria. Ô calendário zoado.

Voltei ao QG com a animada dupla e antes de chegarmos no metrô fizemos aquela parada básica em uma boa (e cara) padaria da região abastecer o bucho com ótimos pães de queijo pois estava na hora de fazer uma boquinha. Futebol de novo pintou na sexta-feira com o glorioso retorno do Barcelona Capela na pauta do JP.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 1-0 Botafogo/RJ

Local: Estádio Alfredo Schurig (São Paulo); Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos/SP; Público: não divulgado; Renda: não divulgada; Cartões amarelos: Breno Bidon, Gabriel Moscardo, Vitor Meer, Felipe Augusto, Léo Mana, Ramon Vargas; Gol: Wesley 6 do 1º.
Corinthians: Felipe Longo; Léo Mana, Renato, Cressi e Vítor Meer; Gabriel Moscardo (Thomas Argentino), Breno Bidon, Ryan e Pedrinho (Kayke); Felipe Augusto (Arthur Sousa) e Wesley (Higor). Técnico: Danilo Andrade.
Botafogo/RJ: Heitor Lima; Ryan Salles, Kawan Thomaz, Vinícius Serafim e Ramon Vargas (David Richard); Felipe Vieira, Rafael Lobato (Alexandre), Kauê Pessanha (Maranhão) e Vítor Hugo Sapata; Lucas Vargas e Antônio Carlos (Maycon Vítor). Técnico: Thiago de Camillis.

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Duelo carioca no Alayon com classificação do Botafogo

Texto e fotos: Fernando Martinez


No domingo seguimos na rota da Copa São Paulo de Futebol Júnior em sua 52ª edição com um genial encontro carioca no Estádio Nicolau Alayon pelas oitavas de final. O Botafogo pegou o surpreendente Resende para definir qual dos dois estaria nas quartas. Joguinho simplesmente imperdível.

O Fogo chegou nas oitavas na base do bumba-meu-boi. Foi líder do Grupo 14, mas chegou a ser derrotado pelo glorioso Petrolina de Pernambuco. No mata-mata, dois empates contra São José de Porto Alegre e Taubaté e classificação apenas nos pênaltis. Campanha meia-bomba, porém, o que vale é que ter chegado entre os 16 só pela quarta vez desde 2010.

No Resende o papo é outro. A equipe ficou na vice-liderança do Grupo 15, cinco pontos atrás do Corinthians. Na segunda fase eliminou o Fortaleza nos pênaltis e depois fez história ao despachar o maior campeão da Copinha na história, o próprio Corinthians, com um gol nos acréscimos. Sim, foi uma campanha lamentável do mosqueteiro, independentemente disso não podemos tirar o grande mérito do clube do Vale do Paraíba.




Times posados para o primeiro duelo carioca na história da Copinha na Comendador Souza. Depois, quarteto de arbitragem e capitães

Vale registrar que essa foi a primeira vez que times do Rio de Janeiro se enfrentaram no campo do Nacional em 53 anos de competição. Por mais estranho que pareça, são poucos os duelos entre agremiações do estado vizinho na história. No Guia JP da Copa São Paulo de 2023 teremos essa estatística (e vária outras que vou preparar no decorrer do ano).

Bastante gente foi à Comendador Souza conferir o confronto. Entre os amigos, um enorme quórum: o suzanense Nílton, o jovem decano Milton, Luigi, Raul, Sérgio, Pucci e a fênix Seu Natal, que eu não encontrava desde a Copinha de 2020. Todo mundo dando aquela força ao Resende em nome da alternatividade. Sempre.

Depois de pegar as fotos oficiais não quis ficar no gramado pois, graças à transmissão ao vivo pela TV, estava uma muvuca enorme de profissionais ao redor do campo. Fui com os amigos até o lado direito das câmeras. O Alayon estava repleto de botafoguenses animadíssimos que cantaram desde o começo, e eles viram 90 minutos bem mais complicados do que o esperado.

Na etapa inicial o Bota foi melhor e criou bons momentos. Wendel Lessa aos cinco foi o primeiro a chegar perto de abrir o placar. Na sequência Lucas Barreto salvou o gol do Resende em tiro de Brendon. No escanteio, Peixoto também levou perigo. A partir daí, os resendenses foram dominados. Maranhão aos 16 e aos 36 foi bem e Sales praticou grande defesa. Tigrão, aos 44, teve oportunidade clara em chute à queima-roupa da pequena área que Sales defendeu no milagre.





Lances do primeiro tempo de Botafogo x Resende

Após o intervalo a partida voltou com tudo e com seis minutos os dois já tinham estufado as redes. Primeiro foi o Resende, aos dois, com Léo Pedro aproveitando rebote de Barreto em tiro de João Felipe. O Bota nem deu chance do adversário comemorar muito, pois aos seis empatou. Raí cruzou na área e Maranhão cabeceou sem dó e deixou tudo igual. A partir daí, a peleja ficou sem graça e com pouca emoção.

O negócio ficou tão murcho que o lance mais interessante foi a contusão do árbitro Guilherme Santana aos 39 minutos. Ele caiu do nada, foi atendido e retornou à ação. Sem nada de novo, o tempo regulamentar se esgotou e a decisão ficou para a marca de cal. Eu pensei em fazer as fotos de perto, mas na hora em que estava no caminho do gramado São Pedro ligou a torneira e uma chuva torrencial pintou. Só consegui sair correndo até a parte coberta e encontrar uma cabine sem ninguém.



Maranhão cabeceando para deixar tudo igual e saindo para comemorar seu gol



Dois ataques botafoguenses na parte final da peleja

O dilúvio complicou a situação dos batedores, do pessoal da TV e dos fotógrafos que estavam em volta do gramado. Nesse cenário de filme de catástrofe, Raí e Léo Pedro marcaram respectivamente para Bota e Resende. Sales defendeu o penal de Wendel Lessa e Brendon mandou pela linha de fundo. Reydson, Kauê e Maranhão anotaram a favor do clube da Estrela Solitária enquanto Douglas, Medina e Halls, o homem-bala, fizeram a favor do Resende. Kawan abriu as alternadas e fez 4x3 para o Bota. Feth poderia ter deixado tudo igual, só que seu tiro bateu na trave. Botafogo classificado.

No fim, o Botafogo 1-1 Resende (4-3) levou o alvinegro às quartas de final pela quarta vez em 33 participações na história da Copa São Paulo. O adversário será o América Mineiro. O Resende fica com um gostinho amargo pela eliminação e ao mesmo tempo a certeza de que escreveram capítulo importante na sua história. Ter a honra de eliminar o maior campeão do torneio não é coisa que muitos conseguiram.



O pênalti de Kawan, fazendo 4x3 a favor do Bota e Feth, do Resende, mandando na trave



A alucinante festa da torcida do Fogão com os atletas no Nacional

Com tudo encerrado, a chuva não deu trégua. Fiquei nas cabines junto com os amigos por quase uma hora e meia até que finalmente ela deu uma maneirada. Após ver tantos jogos sozinho na pandemia, estar com a rapaziada e bater aquele papo maroto sempre faz bem. Voltei aos gramados na segunda-feira com um duelo de surpresas na Arena Barueri.

Até lá!

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Ficha Técnica: Botafogo/RJ 1x1 Resende (4x3)

Em breve
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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Palmeiras toma susto mas vence o Botafogo do Rio no sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Se na Série B o Botafogo está rateando e o futuro parece não ser o melhor, no Campeonato Brasileiro sub-20 a situação é diferente. Com seis rodadas disputadas o time carioca estava em quarto lugar antes da sétima rodada e chegou no Allianz Parque com o intuito de fazer um jogo igual contra o Palmeiras, quinto colocado. Mesmo caindo de sono por conta das madrugadas olímpicas, emplaquei nova cobertura.

Ano passado os dois também se enfrentaram na casa alviverde na última rodada da primeira fase. O alvinegro jogava pelo empate e o escrete paulistano precisava vencer. Foi uma peleja sofrida e, com um gol no fim, o Palmeiras se garantiu nas quartas quando foi enfim eliminado pelo Atlético Mineiro. O Bota queria em 2021 melhor sorte atuando na capital bandeirante.


De novo os fotógrafos em campo não fizeram as fotos posadas, situação comum na pandemia, e a gente fica só com a imagem do quarteto de arbitragem com os capitães

Como desisti de acompanhar os jogos no Allianz no nível do gramado, cheguei a logo fui para as cabines e dali fiquei de boa. Acabou que a expectativa se confirmou e foi uma bela partida. Logo aos cinco minutos a estrela de Gabriel Silva, o maior destaque do sub-20 palmeirense, brilhou e os donos da casa marcaram pela primeira vez. Aos doze, em vacilo enorme do goleiro botafoguense, Jonathan roubou a bola e ampliou: 2x0.

Parecia que o Bota estava entregue, só que aos 15 diminuiu com Vitinho. Três gols em quinze minutos, nada mal. Aos 20 e 21 o alvinegro atacou duas vezes com perigo e por pouco o empate não saiu. Aos 28, em grande troca de passes do setor ofensivo local, Jhonatan finalizou por cobertura e quase encobriu o goleiro Lucas Barreto. Foi assim que os primeiros 45 minutos terminaram.






O primeiro tempo de Palmeiras x Botafogo do Rio foi bastante movimentado e com boas chances de gol

Na etapa final o Bota se lançou ao ataque e durante metade do tempo foi melhor do que o adversário. Aos 28 Raí teve a chance de deixar tudo igual em cobrança de pênalti e não desperdiçou. Wesley Carvalho fez algumas alterações buscando aquele golpe de sorte em busca do terceiro gol mandante. Aos 37 ele saiu, porém foi anulado pela arbitragem. Só que aos 39 não teve jeito e Henri, que tinha entrado quatro minutos antes, escorou cruzamento da direita e decretou o triunfo paulista.


Ataque visitante pela esquerda no segundo tempo


Raí deixando tudo igual em 2x2 em cobrança de pênalti


Após sofrer o segundo gol, o alviverde se mandou ao ataque tentando ficar de novo em vantagem


Lance o terceiro tento paulista em cabeçada certeira de Henri


Gabriel Silva, o maior destaque palmeirense, em chance imensa para marcar o quarto tento local

O Palmeiras 3-2 Botafogo/RJ colocou o onze paulista na terceira posição com 16 pontos ganhos, três atrás do líder São Paulo e empatados com o vice-líder Grêmio. O Bota está em sexto e segue forte na busca das quartas. Além dele, mais três clubes estão com 13 pontos: Vasco da Gama, Athletico/PR e Flamengo. Faltam doze rodadas até a definição dos oito classificados.

O nacional sub-20 volta as páginas do JP na terça-feira com jogo da oitava rodada. Tem nova visita ao Parque São Jorge para ver a fraca campanha corintiana de perto.

Até lá!

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Ficha Técnica: Palmeiras 3x2 Botafogo/RJ

Local: Allianz Parque (São Paulo); Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli/SP; Público e renda: Portões fechados; Cartões amarelos: Marino, Fabinho, Naves, Guilherme Liberato, Reydson; Gols: Gabriel Silva 5, Jhonatan 12 e Vitinho 15 do 1º, Raí (pênalti) 28 e Henri 39 do 2º.
Palmeiras: Mateus; Garcia, Naves (Henri), Michel e Vanderlan (Vitor Hugo); Fabinho (Yago Santos), Vitinho e Jhonatan (Pedro Acácio); Gabriel Silva, Newton (Kevin) e Marino (Ruan Santos). Técnico: Wesley Carvalho.
Botafogo/RJ: Lucas Barreto; Vitor Marinho, Henrique Luro, Pedro Lucas e Reydson (Juan); Wendel Lessa, Guilherme Liberato (Rikelmi) e Raí (Marquinhos); Kauê, Gabriel Henrique (Gabriel Conceição) e Vitinho. Técnico: Ricardo Resende.
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