Procure no nosso arquivo

Mostrando postagens com marcador Cruzeiro/DF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cruzeiro/DF. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cruzeiro/DF vira o jogo e vence o Ceará pelo Grupo P da Copinha

Fala, pessoal!

Fechando a cobertura da primeira rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior aqui no JP, o segundo jogo da quinta-feira em São José dos Campos foi o real motivo da minha ida até o Estádio Martins Pereira. Afinal de contas, curtir ao vivo um duelo entre o Ceará e o Cruzeiro do Distrito Federal não é coisa que vemos todos os dias.

Contando com a simpatia do pessoal da comissão técnica das duas agremiações, fiz as fotos posadas na boa:


Ceará SC (sub-18) - Fortaleza/CE. Foto: Fernando Martinez.


Cruzeiro FC (sub-18) - Cruzeiro/DF. Foto: Fernando Martinez.

Um leitor mais ligado às tradições do futebol brasileiro poderia prever que o Vovô seria o favorito absoluto para a partida, já que a equipe joga a primeira divisão nacional, enquanto o time de Brasília disputa apenas o segundo nível do seu estado. Mas com o apito inicial, vimos uma situação bastante diferente.


Investida cearense pela direita no começo da partida. Foto: Fernando Martinez.

O Cruzeiro começou o jogo mostrando um bom futebol e assustou bastante a zaga cearense, mas esse domínio não foi transformado em gols. Para piorar, a equipe sofreu dois gols nas duas primeiras investidas ofensivas do alvinegro. Aos 9 minutos o jogador Epitácio acertou um belíssimo sem pulo após cruzamento da direita. E aos 15, Daniel recebeu bom passe em profundidade, driblou o goleiro e tocou calmamente para fazer o segundo.


Cruzamento que originou o primeiro gol do alvi-negro. Foto: Fernando Martinez.


Boa saída do arqueiro do onze brasiliense. Foto: Fernando Martinez.

A equipe azul e branca sentiu esses dois golpes, e viu o Ceará administrar o jogo durante todo o resto do primeiro tempo. Enquanto o forte sol desaparecia para dar lugar a um tempo nublado com um ventinho refrescante, o jogo chegou ao intervalo com a vitória parcial dos cearenses.


Zagueiro do Cruzeiro sofrendo forte marcação de atacante do Ceará. Foto: Fernando Martinez.

Fui para as tribunas de imprensa conversar com os amigos que já estavam na boa por lá. Vale registrar que todos estavam fazendo um almoço de rei, com pipoca murcha e guaraná sem gás. Produtos de primeiríssima linha, como sempre manda a tradição JP de se alimentar. Nesse meio tempo, conheci integrantes da diretoria do Cruzeiro, todos bastante simpáticos e muito confiantes em que a equipe pudesse fazer um bom segundo tempo.


Saída de bola para o time azul no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

E confirmando as previsões dos amigos brasilienses, o Cruzeiro voltou com um ímpeto avassalador, e obrigou o Ceará a permanecer todo o tempo no seu campo de defesa. Aos 10 minutos, e contando com uma enorme colaboração do goleiro alvinegro, o Cruzeiro diminuiu. O arqueiro bateu roupa após bola alçada na área e soltou a bola nos pés de Hugo, que chutou forte e fez o seu.

Com o empate não se mostrando tão impossível assim, a equipe continuou sua blitz contra a zaga cearense. Aos 19 minutos finalmente chegou a igualdade, conquistado numa perfeita cobrança de falta de Peninha. Mas o Ceará não esboçava nenhuma resistência, e todos nas cabines sentiam que a virada estava próxima.

Dito e feito. Aos 33 minutos, e depois de perder várias chances em sequência, Jeffinho recebeu bom passe da esquerdam entrou na área e tocou de leve, por cima do goleiro. Era a virada do Cruzeiro, para a enorme festa dentro e fora de campo do pessoal da equipe. Para fechar o segundo tempo de gala, ainda deu tempo de sair o quarto gol. Aliás, foi uma verdadeira pintura o tento marcado por Anjinho. Ele carregou a pelota pela direita, entrou na área e deu um toque maravilhoso por cobertura.


Detalhe do terceiro gol do Cruzeiro, virando o jogo em cima do Ceará. Foto: Fernando Martinez.

Sem mais nenhuma alteração no marcador, o jogo terminou com o placar de Ceará 2-4 Cruzeiro/DF. De todos os times que vimos na primeira rodada, os brasilienses chamaram bastante a atenção, com um ataque rápido e muita força de vontade. Podem ir longe na competição.


Jogadores cruzeirenses agradecendo aos céus a grande vitória. Foto: Fernando Martinez.

Já satisfeitos com mais 180 minutos de futebol, voltamos para a capital paulista sem problemas, e novamente já planejando as jornadas do final-de-semana. A chegada em São Paulo ainda reservou uma genial discussão matemática sobre os custos da viagem que levou 40 minutos para ser esclarecida. Foi um daqueles papos que merecia ter sido filmado. Genial!

Até a próxima!

Fernando

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

JP na Segundona do Distrito Federal (Parte 1)

Salve amigos!

Aproveitando o feriado da Independência na Capital Federal, pude acompanhar, na companhia de minha namorada, Kelly Ferreira, partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão, entre Capital C.F. e Cruzeiro F.C, no Estádio Antônio Otoni Filho, também conhecido como “CAVE”, na cidade satélite de Guará. Vale lembrar que o local já havia sido visitado por nosso amigo Orlando, em 2007, em jogo do mesmo Capital.

Antes de mais nada, agradeço todo o apoio dispensado pela Federação local, nas pessoas do Sr. Paulinho, e do delegado da partida, Sr. Luiz. Como de costume, seguem as fotos oficiais da partida.


Capital C. F. - Guará/DF. Foto: Estevan Mazzuia.


Cruzeiro F. C. - Cruzeiro/DF. Foto: Estevan Mazzuia.


Trio de arbitragem da partida composto pelo árbitro Francisco Alves e assistentes Ciro Chaban e Edivaldo Freire junto com os capitães dos times. Foto: Estevan Mazzuia.

Nos dez primeiros minutos da partida as duas equipes preocuparam-se com o reconhecimento do adversário. Apenas a equipe visitante conseguiu algumas investidas mais incisivas. Aos 12 minutos, o Cruzeiro teve uma grande chance, após cruzamento da direita na pequena área, aliviado pela defesa azul.


Zagueiro do Capital espanta o perigo na primeira grande chance da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

O domínio visitante seguiu até a metade da primeira etapa quando a equipe teve um pênalti a seu favor, após Michel ser derrubado na área pelo arqueiro Gusthavo. Na cobrança, o próprio Michel bateu a esquerda da meta para a festa da equipe local.


Pênalti desperdiçado pelo Cruzeiro. Foto: Estevan Mazzuia.

Após uma bem recebida parada técnica sob o forte calor candango, a partida foi reiniciada, e o Cruzeiro teve Rafael Rodrigues expulso por derrubar Geraldo próximo à entrada da área. Em vantagem numérica, o Capital passou a jogar com mais confiança e teve uma boa chance aos 31 minutos, quando Cassius cobrou falta na trave de Fernando.


Fernando observa a trajetória da bola, que explodiria em suas traves. Foto: Estevan Mazzuia.

A equipe anfitriã logo voltaria a sofrer com a pressão do visitante. Aos 34 minutos, após jogada pela esquerda, Gusthavo ficou todo arrepiado ao ver a pelota cruzar a frente da meta por ele defendida. Para sua sorte não avia ninguém de branco para concluir para as redes. Aos 38 minutos, Michel recebeu na área e bateu colocada na saída de Gusthavo mas a bola foi para fora.


Na primeira etapa, o Cruzeiro concentrou o jogo no ataque. Foto: Estevan Mazzuia.

No ultimo lance de perigo da primeira etapa, Gusthavo mandou para escanteio um chute de Tiago. Na seqüência, o cruzeiro levou perigo ao arco celeste em dois tiros de canto seguidos. Entretanto as equipes foram para os vestiários sem que o placar fosse mexido.


Detalhes do abafa final cruzeirense, no primeiro tempo. Fotos: Estevan Mazzuia.

Aproveitamos a pausa para uma providencial subida às tribunas, com direito a saborearmos apetitosos picolés e sorvetes locais. A primeira grande chance da etapa final ocorreu na conclusão de Joellan que, da entrada da área acertou o travessão de Gusthavo, preocupando novamente os donos da casa. Mas aos 21 minutos, José Márcio fez pênalti e deixou a equipe visitante com nove jogadores em campo. Cassius cobrou e abriu o placar para o onze Celeste.


Detalhe do (único) gol da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Se os visitantes, com dois jogadores a menos, não tinham mais condições de ousar na partida, a equipe visitante não demonstrou qualidade técnica para criar novas oportunidades. Assim, acabaram segurando a vantagem mínima, e o segundo tempo se arrastou concentrado no meio de campo, debaixo do forte calor, e ao som dos motores dos karts que corriam em circuito adjacente ao estádio.


Já com dois jogadores a menos, um raro ataque cruzeirense na segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

Final de jogo com o resultado de Capital 1x0 Cruzeiro. Placar que, se não foi compatível com a técnica apresentada no gramado, corresponde ao equilíbrio emocional dos atletas, muitas vezes preponderante em um esporte onde o ponto (gol) marcado é obtido quase sempre com muito sacrifício.

Foi isso!

Abraços

Estevan