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quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Vitória do União Suzano na Paulista Cup sub-15 contra o Nacional

Texto e fotos: Fernando Martinez


Terminado Portuguesa x Ituano pelo Paulista Feminino sub-20, saí correndo do Canindé na companhia do decano Milton Haddad rumo ao quarteirão ao lado, mais precisamente para o Campo do Serra Morena. Lá, União Suzano e Nacional se enfrentaram pela Paulista Cup sub-15.

Na verdade, os dois já haviam se encontrado antes pelo sub-17, mas chegamos para o jogo de fundo. Não tinha como perder a chance de ver uma peleja dessas de mão beijada. A edição 2025 da competição conta com 72 clubes divididos em 15 grupos. Nacional e União Suzano fazem parte do Grupo 2, ao lado de Votoraty e Centro Olímpico.

Não deu tempo de fazer as fotos oficiais, porém conseguimos pegar praticamente toda a partida. O Campo do Serra Morena recebeu um público legal, que acompanhou um primeiro tempo bem morno. O Nacional criou duas boas chances, enquanto o USAC teve uma. O placar seguia zerado quando chegou o intervalo.

Foi justamente no descanso que percebi quem era o representante da Paulista Cup: o inenarrável Rodrigo Colucci. Aproveitamos a deixa e ficamos ao lado do jovem ícone durante a etapa final. A partida melhorou e as duas equipes criaram muito mais, levando perigo para as defesas.




Lances do primeiro tempo no Serra Morena





No segundo, o USAC chegou ao triunfo

No fim, Henrique, goleiro nacionalista, acabou sendo o protagonista, mas de forma negativa. Ele falhou em dois lances que decretaram a derrota do seu time. No primeiro, Levi chutou da entrada da área e ele pulou atrasado. Depois, Victor cabeceou fraco no canto direito e ele aceitou. No fim, a vitória suzanense foi merecida.

Tivemos uma sorte do tamanho do mundo ao chegarmos no ponto de ônibus, na abandonada Avenida Bom Jardim, e o demorado 271P passar em menos de três minutos. Assim, logo estava na Linha Amarela e, pouco depois, no QG da Zona Oeste. Retomei a agenda de pelejas na quinta, em um duelo do Paulista Feminino.

Até lá!

Ficha Técnica: União Suzano 2-0 Nacional

Local: Campo do Serra Morena (São Paulo); Árbitro: Felipe Soares; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Isaac, Bernardo, Ryan, Vinícius e Danilo; Gols: Levi 24 e Victor 26 do 2º.
União Suzano: Gabriel Maiellaro (Pedro Zanoni); Rian (Pedro Ferrari), Gabriel Leite (Miguel), Isaac (Lucas) e Ademir (Gabriel Cândido); Breno (André), Henry (Bernardo), Rafael (Milton) e Heitor (Guilherme); Levi (Victor) e Dimitry (Leonardo). Técnico: Eduardo Piovezani.
Nacional: Henrique; Vinícius (Matheus), Augusto, Daniel e Luan; Jorge (Kauê), Fernando, Antônio (Thomas) e Enrico (Flávio); Ryan (Cauã) e João Vítor (Danilo). Técnico: Fabrício Candiani.

Após 101 dias, Paulista Feminino sub-20 retorna e Lusa perde para o Ituano

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois de inacreditáveis 101 dias (!), o Campeonato Paulista Feminino sub-20 finalmente voltou, e eu fui acompanhar a abertura do segundo turno no Estádio Oswaldo Teixeira Duarte. A Portuguesa recebeu o Ituano de olho em uma vaga na zona de classificação do Grupo 2.

O primeiro turno terminou em 25 de maio, e só na última quarta-feira a bola voltou a rolar. Se muitos reclamam do calendário do futebol masculino, imagina se soubessem a bagunça que é no feminino. Não dá para aceitar um campeonato parado por quase quatro meses. E não é só o sub-20 que sofre com isso pois a categoria adulta também enfrenta o mesmo problema.


Portuguesa SAF (feminino sub-20) - São Paulo/SP


Ituano Futebol Clube (feminino sub-20) - Itu/SP


Quarteto de arbitragem e capitães dos times

Por isso, a verdade é uma só: tirando um ou outro, ninguém se importa de verdade com a categoria. Repito isso há anos. Começa pelas entidades que comandam o esporte, passa por “especialistas” que só se preocupam com o que acontece fora das quatro linhas pensando em reconhecimento pessoal e segue com os(as) influencers que preferem os comes e bebes das festas e a criação de conteúdos de qualidade duvidosa para as redes. Só isso.

Pouca gente está realmente preocupada com os problemas sérios que as mulheres enfrentam no futebol, do sub-15 ao profissional. Na boa, não faz sentido algum uma competição ter um hiato desse tamanho. Isso acontece porque o calendário é uma colcha de retalhos, organizado sem nenhum cuidado. Quando o futebol feminino ganhou mais divulgação, achei que os vícios do masculino não seriam repetidos. O que acontece é ainda pior e duvido que mude.

Enfim, fui ao Canindé debaixo do sol forte do início de setembro e, ao chegar, vi que o espaço destinado à gloriosa feirinha da madrugada – projeto que nunca saiu do papel – estava sendo desmontado. Passei por lá e a sensação de despedida de todo o complexo é cada vez maior.

A Lusa estava em quarto lugar no grupo, com a mesma pontuação do Ituano, mas à frente pelo saldo de gols. Ambas lutam com o São Bento por duas vagas no mata-mata. Planejava acompanhar o ataque mandante, mas decidi ficar no gol da esquerda apenas pelo conforto da sombra. Acabei premiado já que vi o primeiro gol do jogo sair com menos de 15 segundos na minha frente. O rubro-negro deu a saída, a bola foi lançada pela direita e cruzada na área. Cecília cabeceou firme e abriu o placar.

A partida foi equilibrada, sem tantos momentos de perigo. O Ituano mostrava mais qualidade e, aos 32 minutos, fez o segundo com um belíssimo chute colocado de Paola, no ângulo direito de Grazi. Cada time ainda carimbou a trave uma vez, e o intervalo chegou com vantagem visitante.

No segundo tempo, subi para as cabines e acompanhei a Portuguesa voltar muito melhor. Logo no início, Nicole marcou, mas o assistente anulou por impedimento. A pressão era grande e, aos 18, Nenê acertou um golaço de muito longe. O empate animou as donas da casa, mas a pontaria falhou. O Ituano resistiu bem e conquistou três pontos preciosos na briga pela classificação.




No primeiro ataque do Ituano, gol de Cecília. Não deve ter dado 15 segundos de partida


Boa saída da goleira Grazi, da Portuguesa



Paola, de longe, acertou um belo chute e colocou no ângulo direito, marcando o segundo do rubro-negro


Tento lusitano anulado por impedimento no começo da etapa final




A Portuguesa lutou muito em busca do empate

A Ferroviária segue líder do grupo com 12 pontos, seguida por Palmeiras (10), Ituano (6), São Bento (4) e a Portuguesa, lanterna com apenas três. Restam três rodadas, e a decisão será no detalhe.

Saí correndo do Canindé com o amigo decano Milton Haddad, já que tinha jogo da Paulista Cup Sub-15 ali do lado. Esquema assim não dá para perder.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Portuguesa 1-2 Ituano

Local: Estádio Oswaldo Teixeira Duarte (São Paulo); Árbitra: Jessica Aparecida Milani; Público: 65 presentes; Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Yaia, Julia Fialho e Paola; Gols: Cecília 1 e Paola 32 do 1º, Nenê 18 do 2º.
Portuguesa: Grazi; Emily, Rafa, Mourã e Fiorio (Estela); Nenê, Nega (Alice) e Gabis (Larissinha); Laís, Nicole e Queiroz. Técnica: Daniela Alves.
Ituano: Giovanna; Giulia (Gal), Tarcylla, Maria Lacerda e Julia Fialho; Cecília, Damarys, Bruna Japa (Emanuelli) e Yaia (Esther); Paola e Adrielly (Alicia). Técnico: Thiago Guilherme.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Tricolor vence duelo fraco na Fazendinha e vira líder no sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo jogo do sábado foi uma reedição da final do Campeonato Paulista sub-17 de 2023: Corinthians x São Paulo no Estádio Alfredo Schurig. Tudo indicava que seria um jogão, ainda mais porque o alvinegro tem um bom time no juvenil, mas não foi bem isso que aconteceu.

No mesmo dia, o elenco completo do sub-17 viajou para disputar o XVI Mundial de Clubes Sub-18, torneio que o Timão venceu em 2010, 2011 e 2015. Com isso, por duas rodadas do estadual e do Brasileiro, o Corinthians será representado por atletas do sub-16 e até do sub-15.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-17) - São Paulo/SP


São Paulo Futebol Clube (sub-17) - São Paulo/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Essa situação acabou com qualquer expectativa de equilíbrio antes mesmo da bola rolar. Não que o São Paulo tenha usado força máxima, mas quem entrou em campo era muito superior à molecada corintiana. Nesse duelo, tive a companhia do Milton, do Bruno “Freddie Mercury” Filandra e do casal Douglas Ramón e Danile, ambos camuflados no meio da torcida local.

O primeiro tempo foi tenebroso. Horroroso. Terrível. Nada aconteceu. O Corinthians não produziu nada porque os garotos estavam atuando juntos pela primeira vez. O São Paulo também não mostrou nada, e a peleja deu muito sono. Os 40 minutos iniciais merecem nota 2 só por desencargo.

Na etapa final, fui para a arquibancada e percebi que o público era maior que o normal. Com certeza havia bastante são-paulino ali, mesmo com a determinação de torcida única, que vale para todo tipo de jogo na capital. Eu sinceramente não vejo problema nisso, desde que todo mundo respeite o espaço em que estiver.

A partida seguiu fraca, com cara de 0 a 0, até os 22 minutos, quando os visitantes abriram a contagem. Após escanteio da direita, a bola sobrou na entrada da área para Geovanne, que acertou um belo chute de esquerda no canto de Rafael Juwer. Aos 33, João Costa ampliou a vantagem tricolor completando um cruzamento da esquerda. O Corinthians era dominado e só conseguiu descontar aos 41, com Marcos Vinícius, mas já era tarde.







Lances do fraquíssimo primeiro tempo na Fazendinha





Na etapa final a partida melhorou muito por causa da atuação do São Paulo


Boa vitória do Tricolor pelo sub-17 no Parque São Jorge

Com a vitória por 2 a 1, o São Paulo assumiu a liderança isolada do Grupo 29 com seis pontos. O Timão caiu para o terceiro lugar com três, atrás da Ferroviária pelos critérios de desempate. Como o alvinegro vai encarar os araraquarenses novamente com seu time C, as chances de complicar a classificação são enormes. O Real Soccer segue na lanterna, zerado.

Teriam mais dois jogos no sábado, um à tarde e outro à noite, mas desisti de ambos e fui descansar no QG da Zona Oeste. No domingo teve nova sessão matinal com a definição de um dos finalistas do Brasileiro Feminino. Sem novidades no Canindé.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 1-2 São Paulo

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Danilo Ricardo Salgado; Público: 443 presentes; Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: PH e Davi; Gols: Geovanne 22, João Costa 33 e Marcos Vinícius 41 do 2º.
Corinthians: Rafael Juwer; Cauã Souza (Sales), Keirrisom, Guilherme Freitas (Nathan William) e João Pedro (Ronaldo Henrique); Guarnieri, Kawe Klayver (Miller Henrique), Piracicaba e Kevin Fernando; Augusto e PH (Marcos Vinícius). Técnico: Mílton Gomes.
São Paulo: Carlos; João Bispo (Cainan), Thiago (Daniel), Alisson e Geovanne; Renan (Léo), Nicolas Kauan (Tiaguinho), Edmar e Nicolas Pereira (Vítor Heleno); Félix (João Costa) e Davi (Calci). Técnico: Mário Ramalho.

Corinthians atropela Marília e chega à 10ª vitória seguida no sub-15

Texto e fotos: Fernando Martinez


A preguiça anda grande por aqui e a prometida rodada quádrupla de sábado acabou virando dupla. O dia marcou meu retorno ao Estádio Alfredo Schurig para abrir os trabalhos no Campeonato Paulista sub-15. Em campo, o favoritaço Corinthians recebeu o Marília em busca da segunda vitória na terceira fase.

Na estreia do Grupo 29, o alvinegro atropelou o União Suzano fora de casa por 6 a 0, fechando o set sem dificuldades. Contra o MAC, que havia levado 4 a 1 da Ferroviária em seus domínios, era difícil imaginar outro cenário que não fosse um novo triunfo.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-15) - São Paulo/SP


Marília Atlético Clube (sub-15) - Marília/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Estive nessa com o Milton, frequentador assíduo do Parque São Jorge. O decano amigo está sendo visto como um corintiano convicto e já é reconhecido pelo pessoal do portão e pelos seguranças. Daqui a pouco vão até presenteá-lo com uma camisa do escrete mosqueteiro, tamanha a assiduidade nos compromissos na Fazendinha.

O sol estava forte e não quis ficar no campo, então subi para a arquibancada fazer companhia ao jovem mancebo. De lá, vimos um primeiro tempo dominado de ponta a ponta pelos donos da casa. Mas, apesar do controle total, o Corinthians não conseguiu balançar as redes. A molecada cansou de desperdiçar chances e passou os 35 minutos em branco.

Na segunda etapa, o panorama se manteve. O time seguia melhor, mas o gol insistia em não sair. Quando eu já começava a me preocupar com a possibilidade de ver meu segundo 0 a 0 seguido, Morelli, de cabeça, abriu o placar. Ele acertou o cabeceio meio sem jeito e a bola encobriu o goleiro do MAC.

Faltando dez minutos para o fim, o marcador seguia o mesmo. Aí o ataque finalmente acordou. Aos 26, Breno marcou contra após cruzamento da direita. Léo Rodrigues fez o terceiro mesmo errando o chute, aos 30. Moscardo, de pênalti, ampliou para 4 a 0 aos 34 e, nos acréscimos, Rafael Luz tentou cruzar, mas a bola desviou no zagueiro e morreu no fundo da rede, fechando o placar.







O Corinthians deslanchou apenas no tempo final e acabou goleando o Marília. Na última foto, o gol de pênalti de Moscardo


O 5 a 0 contra o MAC foi a décima vitória seguida do sub-15 do Corinthians no estadual

A vitória por 5 a 0 foi a décima seguida do sub-15 corintiano no estadual. Nos dez jogos, o time marcou impressionantes 36 gols e não sofreu nenhum. O Palmeiras continua sendo favorito em todas as competições de base, mas o infantil alvinegro é, sem dúvida, uma equipe muito bem montada.

O sub-17 também tem qualidade, mas quando joga com o time C, complica. O duelo de fundo na Fazendinha mostrou isso claramente.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 5-0 Marília

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Leonel Marcos Fialho da Silva; Público: 443 presentes; Renda: Portões abertos; Gols: Morelli 13, Breno (contra) 26, Léo Rodrigues 30, Moscardo (pênalti) 34 e Rafael Luz 40 do 2º.
Corinthians: Matheus; Nagashima, Caio Manuel, Marcello (Arthur Couto) e Rafael Luz; Lucas Lopes (Arthur Afro), Igor Macedo (Kaio Wisley), Léo Saraiva (Thiago Coelho) e Léo Rodrigues (Rhyan Ladeira); Moscardo (Gui Matheus) e Morelli (Luan Banhado). Técnico: Eduardo Vergueiro.
Marília: Enzo; Thiago (João Miguel), Igor (Henrique), Breno e Davi Miguel (João); Davi Cardoso (Lucas), Luís Henrique (Joaquim), Bryan (Eduardo) e Davi Barbiéri; Matheus e Ryan (Benício). Técnico: Vinicius Fernandes.

domingo, 31 de agosto de 2025

Nacional empata sem gols e dá adeus à Série B do Paulista sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na sexta-feira começou a definição dos semifinalistas da Série B do Campeonato Paulista sub-20. Lá fui eu passar nervoso e acompanhar a tentativa do Nacional de ficar entre os quatro melhores. Para isso, o escrete paulistano precisava vencer o Paulinense por dois gols de diferença, missão que, conhecendo a história do clube, eu sabia que seria complicadíssima.

No jogo de ida, o Nacional sofreu sua primeira derrota dentro de campo (a outra havia sido por WO) com um gol contra aos 51 do segundo tempo. No Estádio Nicolau Alayon, o novato time de Paulínia precisava apenas de um empate, enquanto um triunfo nacionalista por um gol levaria a decisão para os pênaltis.


Nacional Atlético Clube (sub-20) - São Paulo/SP


Sporting Club Paulinense (sub-20) - Paulínia/SP


Capitães dos times e quarteto de arbitragem

Cheguei ao campo da Rua Comendador Souza já pressentindo que os locais tinham uma enorme, gigantesca chance de serem eliminados, apesar da ótima campanha até aqui. Os duelos contra o Cosmopolitano já não tinham sido nada empolgantes e, mesmo com as duas vitórias por 1 a 0 (tanto em Cosmópolis quanto na capital, ambas com cobertura do JP), o futebol apresentado esteve longe de ser brilhante.

Estive nessa com a dupla alfabética Milton e Nilton e o futuro doutor Victor Minhoto. Acompanhamos o ataque dos donos da casa e o que posso dizer é que quem torcia pela classificação passou raiva. O Nacional teve mais posse de bola, porém não soube o que fazer com ela e, pior, não demonstrou o senso de urgência que a partida pedia.

Não saiu um único chute certo no gol durante todo o jogo. Na etapa inicial, a melhor chance foi uma jogada pela direita finalizada com um tiro cruzado sem nenhuma direção, que saiu pela linha de fundo. E só. O Paulinense, mais preocupado em se defender, praticamente não passou do meio-campo.

Na segunda etapa, a peleja seguiu nesse cenário árido de emoções e irritante. Sem jogadores para organizar o meio, o Nacional abusou de levantar bolas na área adversária, mas todos os cruzamentos form inofensivos. Conforme o relógio avançava, a certeza era de que nada iria acontecer. Nos acréscimos, ironicamente, as duas melhores chances foram do Paulinense, a primeira em uma defesa espetacular de Paulo Sérgio à queima-roupa.









O Nacional teve uma pressão meia-boca e não criou nenhuma chance de perigo durante todo o jogo


O 0 a 0 eliminou o Nacional da Série B do Paulista sub-20

Quando o árbitro apitou pela última vez, o 0 a 0 confirmou a eliminação do Nacional e a vaga do Paulinense na semifinal. Apesar da boa campanha geral e do quinto lugar na classificação, o escrete ferroviário não correspondeu na hora H. Em 2026, seguirá na Segundona sub-20, onde não deveria estar, mas caiu por conta das más campanhas nos anos 2020. O Paulinense agora enfrenta o América de Rio Preto em busca do acesso. No outro duelo, Porto e Joseense brigam pela outra vaga. Os vencedores sobem para a elite.

Sem poder voltar de trem graças à brilhante, só que não, decisão do governador em acabar com o serviço 710 da CPTM, peguei o ônibus de volta ao QG da Zona Oeste. Apesar da preguiça que tomou conta do meu ser nas últimas semanas, no sábado teve rodada dupla por aqui.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-0 Paulinense

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Camilo Morais Zarpelão; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Guilherme, Biazon, Dayrison, Ryan e Luís Eduardo; Cartão vermelho: Dayrison 29 do 2º.
Nacional: Paulo Sérgio; Roger (Estevam), Antônio, Guilherme e Callel (Jhuan); Fellipe (Marcos), Gustavo (Willian), Felipe Lima (João Pedro) e Sérgio (Biazon); Luís Henrique e Davi (Kléber). Técnico: Edson Krusschevscky.
Paulinense: Pagé; Ryan (Luís Eduardo), Pedro, Juninho e Mychel (Francisco); Diogo, João Pedro (Luan), Dayrison e Giovanni (Eduardo Brito); Ribamar (Breno Lage) e Caio Cezar (Ezequiel). Técnico: Willian Renzulli.