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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Virada pela Copa Paulista marca retorno do Juventus ao Pacaembu

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois de ser campeão da Série A2 e retornar ao principal campeonato do estado, o Juventus voltou à ativa para mais uma disputa da Copa Paulista. Para o primeiro compromisso como mandante, os grenás simplesmente receberam o Paulista de Jundiaí no recauchutado Estádio Paulo Machado de Carvalho (a linha editorial do JP me impede de falar o bisonho nome atual do estádio).

Bom, antes de qualquer coisa, precisamos falar que esse jogo não deveria nem ter sido realizado. Qualquer mudança de local deve ser feita com 10 dias de antecedência, mas a transferência da Arena Javari para o Pacaembu aconteceu menos de três dias antes do apito inicial. Já vimos casos em que a FPF deu WO, sem cerimônia, para equipes que não tinham estádios liberados nas suas respectivas estreias. Resumindo: esse Juventus x Paulista não deveria ter acontecido e os três pontos deveriam ser do Galo da Japi.

Se dependesse da SAF, o jogo teria acontecido na ARENA Javari mesmo com o estádio ainda em reformas. Como querer nem sempre é poder, a PM barrou a ideia. Aliás, vale mencionar que a SAF após o título da A2 parece ter salvo-conduto para fazer o que quiser, e tudo o que eles falam vira verdade absoluta para a massa que segue o clube. Pior é que destruíram boa parte da Javari sem o aval do órgão responsável pelos tombamentos na capital.

Que a Javari precisava ser modernizada era óbvio. Com apenas um portão aberto e mais de 3 mil pessoas presentes, o local era uma arapuca, com alto risco de acontecer uma situação bem complicada. Mas destruir tudo na calada da noite não me parece o melhor caminho. E outra, após tantos anos com a torcida grená bradando em alto e bom som que era contra as arenas modernas o que a SAF faz? Rebatiza o estádio de ARENA Javari, com direito a um bizarro ROOFTOP. É um tapa na cara de quem viveu o verdadeiro espírito do futebol ali por tanto tempo.

Voltando ao jogo, pouca gente percebeu que ele foi histórico para o Juventus. Tirando os duelos do Moleque Travesso contra os cinco grandes do estado, foram apenas 11 vezes que tivemos o escrete grená jogando contra outras equipes no campo inaugurado em 1940. Oito entre 1941 e 1952, uma em 1966 e outras duas em 1979, em derrotas para Ponte Preta e Guarani. O jogo de domingo marcou a quebra de um hiato de 47 anos. A última vitória contra um time que não fosse um dos grandes foi há 60 anos, quando derrotou a Portuguesa Santista por 2 a 0 pelo Torneio João Mendonça Falcão. De 13 de junho de 1979 para cá foram 76 confrontos contra os cinco grandes, o último em 24 de janeiro de 2007, na goleada sofrida para o Corinthians por 4 a 1. O último triunfo contra os figurões? Dia 8 de junho de 1995: 1 a 0 sobre o Palmeiras.


Equipes entrando em campo no gramado sintético do Pacaembu




A foto oficial do Juventus retornando ao Pacaembu depois de 19 anos, o Paulista e os capitães, além do quarteto de arbitragem composto por Gabriel Henrique Meira Bispo, Enderson Emanoel Turbiani da Silva, Welber Venancio da Silva e Humberto Jose Junior

Na estreia da Copa Paulista — que teve uma peleja realizada no Pacaembu apenas pela segunda vez em toda a história, a primeira desde Corinthians 1-0 Portuguesa, em 2019 — o Juventus derrotou o Osasco Sporting pela contagem mínima, enquanto os jundiaienses superaram o Primavera pelo mesmo marcador. A promessa era de 90 minutos bastante animados.

A rapaziada grená compareceu em bom número ao estádio, assim como a torcida do Paulista. Aliás, os tricolores tiveram mais motivos para se animar durante a etapa inicial. O time jogou bem, neutralizou as investidas juventinas e levou perigo à meta defendida pelo goleiro Passarelli. O 0 a 0 era um resultado até certo ponto injusto quando Luís Gustavo inaugurou o placar em chute cruzado aos 46 minutos.





O primeiro tempo não foi tão bom e terminou com o Paulista em vantagem


Detalhe das antigas arquibancadas verde e amarela sem o alambrado de sempre

No tempo final o calor apertou e eu segui com meu fiel guarda-chuva acompanhando o ataque mandante. Bastante criticado, o gramado sintético do Pacaembu é bem ruim e o bafo que sobe dele é um horror. Não vou entrar no mérito, mas a atual concessionária realmente destruiu o lugar como palco para a prática do futebol. Um crime com vários envolvidos.

Falando da partida, o Juventus se encontrou e chegou ao empate em belo chute de Keven aos 11 minutos. A partir daí o que se viu foi bastante equilíbrio e a quase certeza de que o duelo terminaria empatado. Já nos acréscimos, Matheus Santos quis dar uma pequena ajuda aos amigos e desviou de forma surreal um cruzamento da direita, tirou a bola do goleiro Vagner e fez um belíssimo gol contra. Era a virada grená. O triunfo se consolidou dois minutos depois, com belo gol de Paulinho em um contra-ataque de almanaque.



Na etapa final, o Juventus voltou melhor


Keven se preparando para deixar tudo igual no marcador


Boa chance para o Moleque Travesso



O cruzamento que originou a virada grená e a lamentação do goleiro Vagner com o gol contra de Matheus Santos




Fechando o placar, Paulinho fez grande gol de contra-ataque, comemorou para as lentes do JP e depois fez graça com o guarda-chuva de um fotógrafo

O Juventus virou líder isolado do Grupo 3 da esvaziada Copa Paulista, com seis pontos. O Primavera ganhou do Osasco e está em segundo, com três, mesma pontuação do Galo da Japi. Os míseros 16 times estão divididos em quatro chaves e os dois primeiros de cada uma estarão nas quartas de final. Aliás, a Copa está cada vez mais sem graça. Fazer os times esperarem meses para jogarem apenas seis vezes na primeira fase é um absurdo. Mas esse é papo para outro post.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Juventus 3-1 Paulista

Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (São Paulo); Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo; Público: 2.597 pagantes; Renda: R$ 71.905,00; Cartões amarelos: Fernando, John Egito, Rodriguinho, Paulinho, Luís Gustavo, Ícaro e Gabriel Reis; Gols: Luís Gustavo 46 do 1º, Keven 11, Matheus Santos (contra) 45 e Paulinho 47 do 2º.
Juventus: Passarelli; Lucas Lopes (Daniel Guedes), Fernando, Thomás Kayck e Matheus Leal (Eduardo); Ferreira, John Egito (Rodriguinho) e Keven (Freitas); Edinho, Paulinho e Romário. Técnico: Thiago Carvalho.
Paulista: Vágner; Matheus Santos, Eduardo Grasson (Gabriel Reis), Luís Felipe e Matheus Rodrigues; Evandro, Lucas Vital e Lucas Batatinha (Anderson Magrão); Luís Gustavo (Danilinho), Ícaro (Osman) e Luis Míguel (Yuri Borges). Técnico: Vinícius Munhoz.

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Vitória magra do Juventus contra a Inter de Limeira no sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


A penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Paulista Sub-20 da Série A foi disputada na quarta-feira, e eu decidi sair do casulo. Acabei indo até o Estádio Conde Rodolfo Crespi para o duelo entre Juventus e Internacional de Limeira pelo Grupo 1. Não era o meu plano A, mas foi o que deu para arrumar.

O Juventus vem fazendo boa campanha no estadual, mas o sistema ofensivo deixa bastante a desejar. Por sorte, a defesa funciona bem, e isso garantiu a classificação antecipada. A Inter tem uma performance mediana, mas que deve ser suficiente para levar o clube ao mata-mata. O Leão chegou à Rua Javari com a marca de três jogos sem vitória.


Clube Atlético Juventus (sub-20) - São Paulo/SP


Associação Atlética Internacional (sub-20) - Limeira/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

O Milton, para variar, foi até a casa grená, assim como o ex-correspondente mineiro do JP e futuro doutor Victor Minhoto. Além dos dois, o faz-tudo Chicão, figurinha carimbada nas salas de reunião da FPF, marcou presença. Vimos um jogo que, se não foi brilhante, longe disso, pelo menos quebrou o galho.

Os juventinos foram melhores no primeiro tempo e criaram bons momentos. A maior parte deles, claro, não se transformou em gol. A rede da Inter balançou apenas uma vez, aos 34 minutos, quando Felipe Oliveira aproveitou bola escorada da esquerda e completou do meio da área.

Na etapa final, a partida melhorou, pois a Inter acordou. Não demorou muito para que os visitantes conseguissem um pênalti a seu favor. Thomaz tentou colocar no ângulo direito, mas a bola foi parar na arquibancada grená. Uma chance assim não se pode perder.

O Juventus se animou depois do gol perdido e, outra vez, criou boas chances. Pena que a famosa inoperância ofensiva voltou a ser destaque negativo. A Inter também teve seus momentos, mas não conseguiu aproveitar. Essa troca de gols desperdiçados fez com que o resultado do primeiro tempo se confirmasse.





Lances do Juventus x Inter de Limeira pelo Paulista sub-20



Aqui o primeiro gol grená na Rua Javari, marcado por Felipe Oliveira


Thomaz teve a chance do empate, mas mandou o pênalti na arquibancada



Os times criaram bons momentos durante o tempo final


Resultado final de nova vitória juventina no Paulista sub-20

A vitória pela contagem mínima serviu para o Moleque Travesso se manter no G4 do Grupo 1 com 29 pontos. A Inter de Limeira permaneceu com 17 e precisa vencer o Aguaí, que tem chances remotas de avançar, em casa para se classificar sem depender de outros resultados. Itapirense e Velo Clube também estão na luta.

Retornei ao QG da Zona Oeste de boa, e a programação esportiva do Jogos Perdidos vai voltar no sábado. Não sei se com rodada tripla ou jornada única, mas muito especial pela Série D do Brasileiro.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Juventus 1-0 Inter de Limeira

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitro: Aparecido Pereira Bueno; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Mateus, Paulo, Samuel, Nathan, Caio Rafael, Daniel e Rafinha; Cartão vermelho: Samuel 40 do 2º; Gol: Felipe Oliveira 34 do 1º.
Juventus: Kawe; Felipe, Mateus (Thiago), Felipe Oliveira e Enrico; João Emanuel, Kauan (Murilo), Ítalo e Henrique; Paulo (Roger) e Kante (Gistavo Barreto). Técnico: Jeferson Alberto.
Inter de Limeira: Nabil; Gabriel Paes, Samuel (Kauan), Dutra e Samuel; Nathan (Davi Pierri), Léo Lopes (Rafinha), Caio Rafael (Tiago Prado) e Daniel (João Victor); Thomaz e Pedro Santos. Técnico: Bruno Saymon.

domingo, 20 de julho de 2025

Vitória da Ferroviária no duelo grená pelo Paulista sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


O Campeonato Paulista sub-20 da Série A está chegando perto do final da primeira fase e, na sexta-feira, fui acompanhar meu primeiro jogo no Estádio Conde Rodolfo Crespi na atual edição do certame. Foi uma boa oportunidade para ver o duelo grená entre Juventus e Ferroviária, válido pela 12ª rodada do Grupo A. Curiosamente, foi a terceira vez que vi esse confronto nos últimos quatro anos.


Clube Atlético Juventus (sub-20) - São Paulo/SP


Ferroviária Futebol S/A (sub-20) - Araraquara/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Os juniores do Moleque Travesso estão fazendo uma boa campanha e ocupam as primeiras posições da chave desde as rodadas iniciais. O grande problema é que o time tem uma enorme dificuldade em marcar gols: foram apenas 12 em 11 apresentações. Sim, a defesa sofreu somente três, mas esse desequilíbrio pode ser fatal na fase eliminatória.

O bom público que foi até a Rua Javari viu uma peleja em que os donos da casa não mostraram muita coisa de positivo e tiveram uma apresentação abaixo da média. A Ferroviária jogou melhor e, aos 24 minutos, abriu a contagem com um pênalti cobrado por Pedro Estevam. Os locais até tentaram assustar e tiveram alguns bons momentos, só que o empate insistiu em não sair.

Fiquei do lado oposto à parte coberta no primeiro tempo e, no segundo, fui fazer companhia para a dupla alfabética Milton e Nilton. A frente fria que estava prevista para chegar à noite apareceu horas antes e eu, de bermuda e camiseta, dancei. Passei um frio lascado vendo a parte final da partida.

O Juventus chegou perto da igualdade, porém não foi capaz de chegar às redes. A Ferroviária se segurou bem, com propriedade, e nos acréscimos teve outro pênalti a seu favor. Foi a vez de Pereira bater e definir o resultado final na Rua Javari.





O Juventus x Ferroviária de sexta foi o terceiro no Paulista sub-20 que acompanhei nos últimos quatro anos



Pedro Estevam abrindo a contagem a favor da Ferroviária




O Juventus tentou o empate no tempo final, mas não conseguiu transformar os ataques em gols


Nos acréscimos, também de pênalti, Pereira deu números finais ao duelo


Placar final da vitória do onze de Araraquara na Rua Javari

Faltando três rodadas para o término da primeira fase, as duas equipes já estão classificadas para o mata-mata e agora jogam para saber quais serão os adversários na segunda fase. Já escrevi aqui e repito: em meio a tantos vacilos, a FPF acertou em cheio na fórmula do Paulista Sub-20 em 2025.

Retornei congelando ao QG da Zona Oeste, já pensando na rodada de sábado. Teve jornada dupla, com sessão matutina e vespertina, decisão na Segundona e goleada das meninas Sub-17 em Itaquaquecetuba.

Até lá!

Ficha Técnica: Juventus 0-2 Ferroviária

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitra: Fernanda dos Santos de Souza; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Henrique Miranda, Thiagão, Zuccaro, Filipi, Vini e João Victor; Cartão vermelho: Felipe Santos 45 do 1º; Gols: Pedro Estevam (pênalti) 24 do 1º e Pereira (pênalti) 46 do 2º.
Juventus: Kawe Garcia; Felipe Santos, Vítor Lima, Felipe Oliveira e Enrico (Vinícius); Ítalo (João Emanuel), Kauan Santos (Pellegrini), Jota Pê (Thiago Felicci) e Henrique Miranda (Diego Augusto); Paulo André (Leonardo) e Nicolas Almeida (Roger Vidal). Técnico: Galeo Locatelli.
Ferroviária: Igor; Nicolas (Coutinho), Gadu, Marcão e Eduardo (Neto); Meireles, Zuccaro (Matão), Schilling (Vini) e Filipi (Angel); Pedro Estevam (Pereira) e Thiagão (João Victor). Técnico: Jean Carlo.

terça-feira, 2 de abril de 2024

Velo sai na frente do Juventus na luta pelo acesso

Texto e fotos: Fernando Martinez


Reta final do Campeonato Paulista da Série A2 e mesmo em um domingo de Páscoa não tinha como perder o início da segunda semifinal. O Juventus recebeu o Velo Clube no Estádio Conde Rodolfo Crespi e queria fazer valer o fator campo. Na primeira fase, também na Javari, os grenás venceram pela contagem mínima.

O Juventus chegou aqui depois de dois empates contra a boa equipe da Ferroviária e vitória nos pênaltis. Já o Velo derrotou o forte São José duas vezes. Aliás, as quartas da A2 derrubaram os quatro primeiros colocados, todos eliminados em casa no duelo de volta. Isso nunca tinha acontecido antes e só comprova o equilíbrio total do torneio.

O Moleque Travesso está fora da principal divisão do estado desde 2008, mas foi habitué durante várias décadas desde os anos 30. Com o Velo, outro papo. O rubro-verde esteve na elite apenas uma vez, em 1979. Subiu, caiu no mesmo ano e nunca mais chegou perto. É a melhor chance que o time tem em muito tempo.


CA Juventus - São Paulo/SP


AE Velo Clube R - Rio Claro/SP


O árbitro Salim Fende Chavez, os assistentes Leandro Matos Feitosa e Leonardo Tadeu Pedro e o quarto árbitro Thiago Lourenço de Mattos com os capitães de Juventus e Velo

Alguns apostavam que não, mas a Javari esteve outra vez lotada. 4.307 pessoas pagaram ingresso e lotaram as dependências da casa grená. Aliás, me pego pensando em uma coisa: nos anos 70 chegou a ter jogo com 12, 13 mil pessoas. Se com quatro mil o estádio fica em uma condição insalubre, não consigo imaginar como deveria ser antigamente. Perdidos na muvuca, vários amigos: Milton, Nilton, Estevan e Syller, o homem-televisão.

A grande parte dos presentes desanimou logo no começo, pois o Velo Clube abriu o placar no terceiro minuto. Lucas Dani desarmou um atleta local e cruzou pata Caio Mancha. O atacante tocou de leve e colocou no fundo da rede. O Juventus buscou não se abater com o tento sofrido, só que criou pouco. A melhor oportunidade foi em cobrança de falta de Guthierres. Nos contra-ataques, o rubro-verde foi perigoso.




O gol de Caio Mancha em três momentos





Mais momentos do primeiro tempo na Rua Javari

Na etapa final o Moleque Travesso até teve mais posse, porém não foi uma pressão efetiva. Teve gol, corretamente anulado pela arbitragem, e chance boa de Léo Castro e Guthierres, ele de novo, e só. O Velo soube se segurar direitinho e praticamente não sofreu sustos.





O Juventus ficou com a bola, mas assustou pouco no tempo final. Na segunda foto chegou a empatar, mas o gol foi anulado


O Velo deu um gigantesco passo para voltar à elite do estado após 45 anos de ausência

A rapaziada da Mooca ficou triste com o resultado de Juventus 0-1 Velo Clube. O onze interiorano agora por um empate no Benitão para voltar à elite após 45 anos. Os grenás têm que derrotar o adversário por dois tentos de diferença. Se devolverem o marcador, teremos pênaltis. Se eu fosse de apostar, colocaria 80/20 no acesso velista.

Como era Páscoa, saí da Javari e fui me encontrar com a família, algo que não fazia na data há cerca de 15 anos. Sempre é bom juntar o pessoal. Futebol de novo teremos na quarta-feira com o início de um período com vários times novos na Lista, algo que não acontece há bastante tempo.

Até lá!

Ficha Técnica: Juventus 0-1 Velo Clube

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitro: Salim Fende Chavez; Público: 4.307 pagantes; Renda: R$ 151.460,00; Cartões amarelos: Léo Campos e Lucas Cezane; Gol: Caio Mancha 3 do 1º.
Juventus: Caio; Arthur (Marcel), Guilherme Mattis, Rayne e Caxambu (César); Borges (Jair), Liberato e Guthierres; Thiago Rubim (Andrey), Justino (Marlon) e Léo Castro. Técnico: Sérgio Soares.
Velo Clube: Gabriel Félix; Gabriel Mancha, Rafael Goiano, Lucas Cezane (Julio Vaz) e Léo Campos; Norton, Martinelli (Anderson Recife) e Felipinho; Mizael (Samuel Pizzi), Caio Mancha (Mayco) e Lucas Duni (Guilherme Garré). Técnico: Guilherme Alves.