Procure no nosso arquivo

Mostrando postagens com marcador (Copa Ouro APF). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador (Copa Ouro APF). Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de maio de 2025

Colorado atropela e São Paulo de Avaré vira o 825º da Lista

Texto e fotos: Fernando Martinez


A sexta-feira começou com um Jogo Perdido de verdade — daqueles com “JP” maiúsculo. Direto do Centro Esportivo de Pirituba, fui cobrir o genial e insólito duelo entre o Colorado de Caieiras e o surpreendente São Paulo de Avaré, o 825º time da minha Lista, pela última rodada da primeira fase da Copa Ouro sub-20 da APF.

O clube avareense foi fundado em 1946 e teve um total de 13 participações esporádicas em várias divisões de acesso entre 1954 e 1991. Desde então, nunca mais pintou em campeonatos da FPF. Para nossa surpresa, o time apareceu na lista de participantes da Copa Ouro, e eu precisava vê-lo ao vivo. Ficamos sabendo que o pessoal tem interesse em retomar o trajeto da equipe na Federação e que está arrumando a casa para retornar. Já estamos na torcida.


Colorado Caieiras Futebol Clube Ltda. (sub-20) - Caieiras/SP


São Paulo Futebol Clube (sub-20) - Avaré/SP


Capitães e trio de arbitragem

O campo de Pirituba tem longa história e foi palco de diversos jogos da então Taça São Paulo de Futebol Juvenil na primeira metade dos anos 1970. Foi lá, inclusive, que aconteceu a grande decisão de 1971 entre Botafogo e Fluminense — então representantes do estado da Guanabara. Estive lá no ano passado para ver a Paulista Cup Feminina da categoria sub-17, e agora foi a primeira vez numa peleja masculina.

Não costumo mais acompanhar os torneios da Associação Paulista de Futebol e creio que isso seguirá assim por um tempo. Descobri que agora, para cobrir do gramado, fotógrafos precisam de uma carteirinha especial da entidade. Detalhe: ela custa a bagatela de 130 reais (!). Com a carteirinha da ARFOC, hoje consigo me credenciar na Libertadores e na Sul-Americana, mas para a poderosa Copa Ouro da gloriosa APF, não tem como. Nessas condições, não volto mais.


Visão geral do Centro Esportivo de Pirituba


Aqui a arquibancada descoberta do belo campo da Zona Norte da capital


O sol estava forte, mas as árvores do local salvaram. É bem legal assistir jogo ali

Ainda consegui as fotos posadas antes de ser expulso de campo pelo mal-educado representante da Associação. Paciência. Lá do alto, vi um jogo de um time só. Ambos buscavam a vitória, e quem vencesse se garantiria na segunda fase da competição. Porém, o Colorado não deu a menor chance ao São Paulo.

Fiquei num banco de praça logo na entrada do complexo esportivo, junto com os amigos Caio, Renato e o inoxidável e esbelto Rodrigo Colucci. Na primeira etapa, foram quatro gols e uma série de chances desperdiçadas. Um verdadeiro massacre. Se não fosse o goleiro Gabriel, o triunfo parcial teria sido ainda maior. No segundo tempo, a pressão diminuiu. Mesmo assim, o São Paulo nada fez, e o Colorado só ampliou a vantagem nos minutos finais.








Detalhes de Colorado x São Paulo de Avaré. Foto do campo só nos primeiros 30 segundos

O triunfo por 6 a 0 colocou o clube de Caieiras na segunda fase da Copa Ouro sub-20 como vice-líder do Grupo C, com campanha de três vitórias e apenas uma derrota. O São Paulo de Avaré ganhou duas vezes e perdeu outras duas, ficando em terceiro. Foi uma campanha razoável, e torço para que isso mantenha a animação do pessoal em reativar o time. Qualquer equipe das antigas que possa retornar é uma grande notícia.

Só que a rodada ainda não tinha terminado: seguimos de Pirituba até o Pari para ver a sessão da tarde com um confronto de fundadores da FPF, pelo genial Paulista sub-20 da Série A.

Até lá!

Ficha Técnica: Colorado 6-0 São Paulo de Avaré

Local: Centro Esportivo de Pirituba (São Paulo); Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Igor Brito, Carlão e Kauã Botelho; Gols: Matheus Almeida 2, Ferrugem 14, Dodô 31 e José Silva 41 do 1º, Vinícius Gianetto 31 e 42 do 2º.
Colorado: Caio Lorenti; José Silva (Ricardinho), Rodrigo Rocha, Matheus Mello (Douglas) e Chico (João); Dodô (Kauã Botelho), Luiz Henrique (Du), Igor Brito (Carlão) e Ferrugem (Bolívia); Fabrício (Ray) e Matheus Almeida (Vinícius Gianetto).
São Paulo: Gabriel; Raí (Cauã Balera), Luís (João), Leonardo (Cauã) e Hendrick; Diogo, Vítor, Gustavo (Victor Borges) (João Assato) e Carlos; Marcos (Joaquim) e Kauã.

sexta-feira, 22 de abril de 2022

São Caetano campeão da Copa Ouro sub-15 2022

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois do título do Itapevi na preliminar, o Estádio Anacleto Campanella recebeu a final da Copa Ouro sub-15 da APF entre São Caetano e Jabaquara, duelo com cara de terceira divisão paulista do começo dos anos 90. Detalhe: a presença de torcida foi maciça, certamente com muito mais gente do que o Azulão levou nos seus compromissos na Série A2.

O protocolo para o início dessa nova decisão começou logo após a entrega dos troféus da preliminar e tinha bastante gente fazendo as fotos oficiais. Confesso que nunca imaginei ver tanto fotógrafo em um jogo qualquer da APF, pena que não no esquema “jornalismo” e sim vendendo foto diretamente aos atletas. Como dá grana, tem vários aproveitando esse filão.




São Caetano e Jabaquara nas imagens oficiais da decisão da Copa Ouro sub-15 e os capitães com o quarteto de arbitragem

Por causa do calor eu fiquei ao lado do banco do Jabuca durante os primeiros momentos. Tinha dado uma melhorada na minha média pessoal de 0x0 no ano, mas nesse joguinho do sub-15 deu ruim pela segunda vez em cinco dias. O Azulão e o Leão da Caneleira foram mal e não fizeram uma boa peleja. Os santistas apenas se defenderam, enquanto os locais até criaram seus lances, porém com pouca inspiração. O clima estava bem legal com a incansável animação dos presentes, pena que as equipes não tenham correspondido.






Momentos do primeiro tempo de São Caetano x Jabaquara, jogo com cara de terceirona dos anos 90

Com o placar em branco no tempo regulamentar, o caneco foi decidido na cobrança de pênaltis. Foi legal poder fazer as imagens bem perto da ação, diferente do que acontece em torneios da FPF. O São Caetano acertou os quatro que cobrou e o Jabuca anotou somente um dos três chutes. No fim, São Caetano 0x0 (4x1) Jabaquara e o título do clube local.




Dois lances da segunda etapa e o pênalti decisivo que deu o título ao São Caetano


Elenco, comissão técnica, dirigentes e um monte de gente não identificada na foto oficial do título do Azulão

Teve festa da rapaziada do Azulão dentro de campo e da torcida que ocupou a arquibancada. Assim como na preliminar, teve entrega de prêmios individuais e da taça ao grande campeão. Deixo os parabéns para a organização da APF já de olho nas próximas competições da entidade. Eles estão melhorando bem com o passar do tempo.

Retornei à capital ao lado do velho amigo Milton Haddad e, mesmo sendo feriado, cheguei até que rápido no QG da Zona Oeste. A próxima parada será também no ABC com Série D do Brasileiro.

Até a próxima!

_____________

Ficha Técnica: São Caetano 0x0 (4x1) Jabaquara

Em breve
_________________________

Itapevi FC campeão da Copa Ouro sub-17 2022

Texto e fotos: Fernando Martinez


O feriado do dia 21 de abril tinha como programação original ficar em casa, de boa, sem nada para fazer. De última hora pintou uma rodadinha dupla com entrega de taça e ficou difícil demais não acompanhar de perto. Falo das decisões das Copas Ouro sub-15 e sub-17 da Associação Paulista de Futebol. O primeiro jogo, válido pelo sub-17, foi um genial encontro entre Jabaquara e Itapevi FC, que está prestes a mudar de nome. O palco foi o Estádio Anacleto Campanella.

Tive a companhia do decano Milton Haddad na jornada. Por ser a APF, não tinha aquele monte de fiscal cobrando as regras, me instalei em uma das cabines do complexo Lauro Gomes, e levei o velho amigo de carona. O sol estava forte e o público compareceu em peso, então nada melhor do que ficar ali na boa.




As fotos oficiais da decisão da Copa Ouro sub-17 no Anacleto Campanella

O Itapevi Futebol Clube nasceu em abril de 2004 como Associação Atlética Cubatense. A equipe de Cubatão apareceu aqui algumas vezes durante a Segundona de 2005 (inclusive na histórica matéria da derrota contra o Jabaquara na Caneleira na nossa estreia na TV, via Esporte Espetacular). Ao fim daquele ano o time encerrou suas atividades no litoral.

Não demorou para desembarcarem na Grande São Paulo, primeiro adotando o nome de AA Montana Itapevi no sub-20 da Segunda Divisão de 2009 e depois Itapevi FC no sub-20 e na Segundona de 2012. Também foi o único ano em que jogou, pois parou e não voltou mais em competições da FPF. Acabou retornando em campeonatos de base de várias associações, como a APF. Mas eles vão retornar aos torneios da Federação Paulista no sub-20... só que em outra cidade.

Sai o Itapevi FC e entra o Sharjah Brasil FC da cidade de Alumínio. Sim, eles pegaram o boné e mudaram de endereço, agora indo parar na cidade que fica próxima de Sorocaba. Desde o fim da AA Alumínio nos anos 70, creio que ninguém usou o Estádio Senador José Ermínio de Moraes com regularidade. É a quarta encarnação da agremiação e se tudo der certo, espero ver um joguinho lá. O que eu sei é que a decisão do sub-17 foi uma das últimas partidas com o nome da cidade da Grande São Paulo. Imperdível.

Falando da decisão, o Jabuca chegou com um bom retrospecto e eu achava sinceramente que eles tinham um leve favoritismo. A impressão se foi logo no começo, pois o Itapevi dominou as ações e não sofreu praticamente em nenhum momento. O Leão da Caneleira não foi capaz de segurar o ímpeto da molecada azul e vermelha. No primeiro tempo, Mayren abriu o marcador a favor do clube azul e vermelho aos 17 minutos.






O belo colorido dos uniformes de Itapevi FC e Jabaquara no primeiro tempo da decisão


Comemoração do primeiro gol do Itapevi FC

Na etapa final fui fazer companhia ao Milton nas cabines e de lá vi João Victor definir a conquista itapeviense com o segundo gol aos 15 minutos. O Jabaquara até buscou ao menos anotar um golzinho de honra, porém não foi capaz de vencer a boa atuação dos defensores adversários. No fim, Jabaquara 0-2 Itapevi e título para a equipe que deixará a Grande São Paulo em breve.




No segundo tempo o Itapevi FC ampliou a vantagem e o Jabaquara pouco fez




Festa do Itapevi FC, futuro Sharjah Brasil FC, pelo título da Copa Ouro sub-17 da APF

Voltei ao campo para fazer as fotos da festa e da entrega de prêmios individuais aos atletas que disputaram o sub-17 da Copa Ouro da APF. Lá estava o presidente da entidade, o gente boa Prisco Palumbo. A entrega foi rápida, pois tinha outra final na sequência, agora pelo sub-15.

Até lá!

_____________

Ficha Técnica: Jabaquara 0-2 Itapevi FC

Em breve
_________________________

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

JP com a base do Atlético Amazonense no CEE Pelezão

Texto e fotos: Fernando Martinez


A ideia dessa semana era iniciar os trabalhos na tarde de quarta-feira com um jogo da Copa do Brasil sub-17. Só que uma gripe monstra me deixou baleado e resolvi me poupar para um Jogo Perdido - com JP maiúsculo mesmo - na quinta de manhã. Fazia tempo que não emplacava uma sessão futebolística tão alternativa como a que fiz. Na pauta, um duelo inédito pela sempre legal Copa Ouro sub-19 da APF, a Associação Paulista de Futebol, com direito a time novo e estádio novo na Lista.

Tossindo igual cachorro velho, peguei um ônibus no Largo da Batata e segui até o Alto da Lapa. Meu destino era o Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelezão. Lá, pela terceira rodada da primeira fase do certame, Grêmio Osasco e Atlético Amazonense, isso, um time do Amazonas, se enfrentaram em duelo do Grupo B. Não é a primeira vez que um clube de fora do estado disputa esse certame da APF. Você viu aqui no JP o Paraná Clube (!) na edição 2011 da competição atuando contra o Juventus.


Fachada do CEE Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão


Estátua do Pelé na entrada do clube. Certamente uma das mais assustadoras que já vi em toda a minha vida


Detalhe do campo sintético de futebol cercado por árvores

Chegar no Pelezão é de boa. Não levou mais do que 20 minutos o trajeto entre Pinheiros e a Rua Belmonte. Ainda deu tempo para fazer aquele café da manhã maroto antes de seguir pro clube. O local é referência e conta com quadras de tênis de saibro e cimento, piscinas, quadras de basquete, muita área verde e o campo de grama sintética onde a peleja foi disputada. O genial é que esse foi o 196º estádio - vamos chamar assim, na base da licença poética - em que assisti um jogo de futebol em todos os tempos.

Quando pisei no gramado com o clima nubladaço e quase ninguém nas redondezas me dei conta real da alternatividade da coisa e do tempo que estava sem fazer algo assim. Não é todo momento que temos a chance de colocar na Lista um time tão insólito. A Associação SC Atlético Amazonense foi fundada no começo do ano e disputou os certames estaduais das categorias sub-15, sub-17, sub-19 e sub-21. Se não fez nada de marcante vale registrar os 12x1 aplicados na Escola de Futebol do Cruzeiro pelo sub-17. O projeto é de entrarem no profissional em breve.


Grêmio Esportivo Osasco (sub-19) - Osasco/SP


Associação SC Atlético Amazonense (sub-19)


Capitães e trio de arbitragem

Os amazonenses tinham disputado dois compromissos até então pela Copa: fizeram 2x0 na liga de Futebol de Sorocaba e tomaram 4x1 do Barueri Esporte Forte/Oeste. Já o GEO, velho conhecido de nossas páginas, um triunfo por 4x0 em cima do time "B" do Nacional, chamado nesse certame de Nacional AC/SPR Ferroviário. Depois de acompanhar o aquecimento da molecada, as primeiras gotas começaram a cair e a chuva pintou forte. Com isso, fui obrigado a acompanhar toda a peleja do meio-campo, embaixo da cabine do Regra 3, no caso, Danielle, zagueira da Portuguesa.

No puído relvado sintético do Pelezão rolou um jogo muito bom e bem movimentado. Além disso tivemos várias chances e gols. O primeiro grande momento local foi aos nove minutos num chute de longe de Gabriel. Dois minutos depois, ele mesmo fez o primeiro num bom tiro de longe. O Atlético tentava e mostrava disposição, porém não conseguia dar combate aos rápidos atletas locais


Atlético iniciando um ataque no começo da peleja


Corte de cabeça da zaga paulista


Detalhe do gramado sintético do Pelezão com o seu círculo central totalmente desgrudado

Aos 25, Gabriel, o mais xingado pelo técnico osasquense. teve uma ótima oportunidade cara-a-cara com o goleiro Cleyton Fernando (!), mas o camisa 12 defendeu bem. Aos 34, o zagueiro Matheus Oliveira falhou e a pelota sobrou para Emersom. O camisa 11 tentou por cobertura e o arqueiro fez mais uma boa intervenção. Aos 44 saiu o segundo com Bruno Kaique. Ele recebeu passe na direita e chutou bem fraquinho. A bola passou por todo mundo e morreu mansamente no canto direito.

No tempo final o GEO continuou melhor e Gabriel, o destaque da manhã, ampliou aos quatro. Ele foi lançado pela direita e chutou forte no alto. A bola ainda bateu na trave antes de morrer no fundo do gol amazonense. Com os 3x0 o GEO sossegou o facho e com isso o Atlético passou a criar mais. O onze visitante chegou a criar boas oportunidades, mas marcou apenas uma vez. Lucas Mota, camisa 10 da equipe, arriscou de longe e fez um golaço aos 27 minutos.


Atleta amazonense se esticando todo tentando o domínio


Bruno Kaique se desvencilhando da marcação adversária


Um dos vários bons momentos do GEO no tempo final


Jogadores apostando corrida no relvado do Pelezão

Sem mais momentos agudos ofensivamente falando, a partida ficou em Grêmio Osasco 3-1 Atlético Amazonense. Ótimos 90 minutos numa jornada que hoje em dia não é tão comum de acontecer. Ainda debaixo de chuva peguei o caminho de volta à Pinheiros pois um dia de labuta de aguardava, Por conta da correria profissional não sei quando será meu próximo jogo. Nem posso reclamar, pois pelo menos estou saindo do fundo do poço.

Até a próxima!

_________________________

Ficha Técnica: Grêmio Osasco 3-1 Atlético Amazonense

Competição: Copa Ouro sub-19 (APF); Local: Centro Educacional e Esportivo Edson Arantes do Nascimento/Pelezão (São Paulo); Árbitro: Mateus da Silva Costa; Público e renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Bruno Kaique, Roberth, Mateus Prado, Danilo (GEO), Cleyton Levy, Antônio, Lucas Rodrigues, Luciano, Marco Vinicius, Lucas Mota, Matheus Oliveira (Atl); Cartão vermelho: Danilo (GEO); Gols: Gabriel 11, Bruno Kaique 43 do 1º, Gabriel 4 e Lucas Mota 26 do 2º.
Grêmio Osasco: Rodrigo (Isaque), Mateus Prado, Matheus Barbosa, Amarildo, Danilo, Thiago, Guilherme, Roberth (Wedson), Gabriel (Wesley), Bruno Kaique e Emersom (Hugo).
Atlético Amazonense: Cleyton Fernando (Lucas Oliveira), Cleyton Levy, Anthony, Matheus Oliveira (Luciano Silva), Lucas Souza (Lucas Rodrigues), Eduardo (Romário), Everton (Jonathas), Luiz Henrique, Darlilson (André), Lucas Mota e Antônio (Marco Vinicius).
_____________