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segunda-feira, 26 de maio de 2025

Comercial surpreende e derrota o Meia Noite no sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo jogo do sábado valeu pela abertura do segundo turno do Grupo 3 do Campeonato Paulista sub-17. Novamente no simpático Estádio Galileu de Andrade Lopes, o Meia Noite, de Patrocínio Paulista, recebeu o Comercial de Ribeirão Preto.

Diferente do infantil, o Meia Noite não estava mais invicto no juvenil. O clube iniciou a campanha com três vitórias, mas perdeu os dois últimos jogos para Francana e I9. O Bafo começou mal, somando apenas um ponto nas quatro primeiras rodadas. Na última, enfim, veio a primeira vitória: 2 a 1 sobre a equipe de Franca.


Esporte Clube Meia Noite SAF (sub-17) - Patrocínio Paulista/SP


Comercial Futebol Clube (sub-17) - Ribeirão Preto/SP


Quarteto de arbitragem com os capitães


Bandeiras tremulando no Estádio Galileu de Andrade Lopes

O sol seguia brilhando forte no céu azul do interior, e a temperatura já estava bem alta. Mesmo assim, decidi voltar ao gramado e me apertar na única sombra disponível, perto do gol dos fundos do estádio. Pena que, diferente da preliminar, o duelo foi bem fraco.

Na etapa inicial, pouco aconteceu. Por sorte, o clube visitante abriu o placar com Lucas nos minutos finais... e só. Mais uma vez, voltei ao salão do complexo para acompanhar o segundo tempo. Antes, passei pela bonita sala de troféus do EC Meia Noite. Boa parte da história de 66 anos do clube está guardada por lá.


O grande salão que fica ao lado do gramado


A sala de troféus do EC Meia Noite

Outra coisa que fiz questão no intervalo foi comprar uma camisa oficial do clube. É muito legal ver quando um time tem uniforme para vender. Não custa dar essa opção para quem se interessar. Pena que muitos não façam isso. Aliás, alguns até parecem que ficam ofendidos quando perguntamos se há camisas para vender, tamanha a má vontade que demonstram.

Com o amigo Bruno sendo acossado por um estranho transeunte durante todo o segundo tempo, sob o olhar incrédulo de quem estava ao redor, vimos mais 40 minutos abaixo da média. O Meia Noite pressionou em busca do empate, mas foi no esquema meia-bomba e os atletas não conseguiram transformar a pressão em gol. No fim, uma derrota inesperada que pode complicar o sonho de classificação para a segunda fase.










Detalhes de Meia Noite x Comercial-RP pelo sub-17


Resultado final do jogo do estadual juvenil

Ficamos mais um bom tempo no estádio, já que o próximo jogo seria apenas no começo da noite. Tiramos as fotos de praxe dentro e fora de campo e depois decidimos passa na Igreja Matriz, a responsável direta pelo batismo do Meia Noite. Como acontece em praticamente todas as cidades do interior, ela é bastante interessante, ainda mais levando em conta o contexto futebolístico.


A igreja matriz de Patrocínio Paulista. Suas badaladas em 1959 batizaram o Meia Noite

Após a sacra visita, no caminho para a sessão noturna, decidimos dar uma volta por algumas cidades da região. De todas as opções, visitamos duas que já tiveram times profissionais no passado. Em uma delas, fomos presenteados com uma grata surpresa.

Até lá!

Ficha Técnica: Meia Noite 0-1 Comercial-RP

Local: Estádio Galileu de Andrade Lopes (Patrocínio Paulista); Árbitro: Matheus Alves Pereira; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Enzo, Vitinho Veloso, Silote, Danilo, Artur, Victor, Lucas, Guilherme e Lucas del Vecchio; Gol: Lucas 32 do 1º.
Meia Noite: João Santos; Matheus (Kauã Borges), Neto, Enzo (Ray) e Vítor (Lucca); Vitinho Veloso, João Silva, Válter e Hugo (Cwarin); Gabriel (Nicolas) e Oliveira (Bryan). Técnico: Lucas del Vecchio.
Comercial-RP: Alírio; Victor, José Eduardo, Artur e Danilo; Rafael, Lucas, João (Wallace) e Silote (Guilherme); Diogo Santana (Pedro) e Matheus Mazzonetto (Enzo Massoli). Técnico: Glauco dos Santos.

JP em Patrocínio Paulista com o Meia Noite na programação

Texto e fotos: Fernando Martinez


Quando saiu a tabela dos Paulistas sub-15 e sub-17, a estreia de várias equipes chamou atenção. Entre os novatos, um dos destaques era incluir na Lista o genial Esporte Clube Meia Noite, de Patrocínio Paulista. A segunda caravana da coragem de 2025 foi planejada justamente para vê-lo em ação no Estádio Galileu de Andrade Lopes. No sábado cedo, deu tudo certo e acompanhamos o duelo contra o Comercial de Ribeirão Preto.

O clube completou 66 anos em 2025. Fundado em 21 de abril de 1959 por amigos que conversavam em um bar, faltava um nome para a nova agremiação. Foi quando o relógio da Igreja Matriz bateu meia-noite que surgiu o nome. Disputava apenas torneios regionais até virar SAF em 2024. Reformaram o estádio, que hoje tem capacidade para 1.500 pessoas (praticamente 10% da população local, de 15 mil habitantes), e conseguiram a aprovação da FPF. A ideia é também sediar jogos da Copinha em 2026.


Entrada da cidade de Patrocínio Paulista, casa do Meia Noite



Entrada do Estádio Galileu de Andrade Lopes

Apesar do ótimo primeiro turno, principalmente no Paulista sub-15, e da vaga na segunda fase praticamente assegurada, não dava para esperar os meninos jogarem perto de casa. Passamos a madrugada de sexta para sábado em um confortável hotel em Franca e, depois de um café reforçado, o line-up da viagem – eu, Caio, Bruno e Victor – seguiu para Patrocínio Paulista.

A cidade é uma graça e, como já esperávamos, estava deserta. Só vimos movimento perto do estádio, localizado em frente ao cemitério municipal. Quando bati os olhos na fachada e na entrada principal, pensei como é bom quando os planos dão certo. O Meia Noite foi o time 828 a entrar na Lista e o Galileu de Andrade Lopes, o 245º estádio diferente onde assisti a uma partida.


Esporte Clube Meia Noite SAF (sub-15) - Patrocínio Paulista/SP


Comercial Futebol Clube (sub-15) - Ribeirão Preto/SP

Me credenciei rapidamente e fui ao gramado. Apesar de o calor não ser insuportável, o sol brilhava forte no céu azul do interior. Sorte que havia uma sombra providencial no gol do fundo e assim fiquei protegido do astro-rei. O duelo abriu o segundo turno do Grupo 3, que também conta com Francana, Batatais, Bandeirante de Brodowski e I9. O Meia Noite estava invicto com 13 pontos em cinco jogos, enquanto o Bafo somava dez, com três vitórias, um empate e apenas uma derrota.

O equilíbrio da tabela não se refletiu nos minutos iniciais. Logo no primeiro ataque, Tauã abriu o placar para o Comercial. Aos 17, Enzo fez o segundo. O Bafo criou boas chances para ampliar, e o Meia Noite não conseguia equilibrar a ação. As poucas chegadas dos donos da casa pararam no goleiro Pedro Belini. Com 0 a 2 no placar, veio o intervalo.

Saí do gramado e fui dar uma volta pelo Galileu de Andrade Lopes. O estádio tem tudo novo e é um ótimo lugar para ver futebol. O problema, como em nove de cada dez campos que visito, é a falta de cobertura. O bom público presente sofreu com o sol durante a rodada dupla. Por sorte, consegui um espaço com sombra no salão coberto do complexo, perto da entrada principal. De lá, junto com a dupla Bruno e Victor, acompanhei o segundo tempo.

O Meia Noite voltou animado e encurralou o Comercial. Foi a vez de Pedro Belini brilhar, com grandes defesas. A pressão deu resultado aos 12, quando João Pedro descontou. A partir daí, o Bafo não passava do meio-campo. A torcida empurrou, os jogadores se animaram, mas o empate não vinha. Só no fim aconteceu, em um incrível gol olímpico de Edu. Foram muitos anos sem ver um gol assim, e de duas temporadas para cá eles têm surgido com mais frequência.





Momentos do início de Meia Noite x Comercial pelo Paulista sub-15


Comemoração pelo primeiro gol do Bafo





Na etapa final, o Meia Noite correu atrás do empate


Com um gol olímpico, os locais chegaram ao 2 a 2


Placar final em Patrocínio Paulista pelo estadual infantil

O 2 a 2 fez justiça ao que as equipes apresentaram, e a galera nas arquibancadas saiu satisfeita. Mas a jornada ainda não tinha acabado. Assim que os meninos do Sub-15 deixaram o gramado, foi a vez da molecada do Sub-17 entrar em cena.

Até lá!

Ficha Técnica: Meia Noite 2-2 Comercial-RP

Local: Estádio Galileu de Andrade Lopes (Patrocínio Paulista); Árbitro: Maike Júnior Silva; Público e Renda: Portões abertos; Gols: Tauã 2 e Enzo 17 do 1º, João Pedro 12 e Edu 25 do 2º.
Meia Noite: João Pedro; Pedro Henrique (Gustavo), Lucas (Kayo Vinícius), Vítor Hugo (Bruno) e Cauã; Matheus (Durigan), Egláudio (Kaiky), Edu e João Pedro; Kamau e Derick dos Santos. Técnico: José Laurindo de Sousa.
Comercial-RP: Pedro Belini; Marcelo Lessa (Miguel Rassi), Davi Stefaneli, Lucas e Jô (Nicollas); Tauã, Nicolas (Fernando), Matheus e Robozinho; Enzo (Henry Daniel) e Kauã Gaspar. Técnico: Glauco dos Santos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Bafo, de amarelo, surpreende o Juventus na Rua Javari

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na quarta-feira emplaquei minha estreia no Estádio Conde Rodolfo Crespi em 2023 com um joguinho que tem a cara daqueles famosos Paulistões dos anos 70/80: Juventus x Comercial de Ribeirão Preto pela oitava rodada do Campeonato Paulista da Série A2. Confronto bem legal que eu não acompanhava in loco desde o longínquo ano de 2010.

Depois do 3 a 0 em cima do Noroeste na quinta rodada, os grenás não ganharam mais. Ficaram no 0 a 0 com o XV de Piracicaba, perderam do São Caetano e conseguiram um ótimo empate contra a Ponte Preta no domingo. O Bafo, recém promovido da Série A3, vinha de derrota em casa para o Taubaté. Já tinha visto o alvinegro este ano no péssimo empate sem gols contra o Oeste na Arena Barueri pela quinta rodada.


CA Juventus - São Paulo/SP


Comercial FC - Ribeirão Preto/SP


Quarteto de arbitragem na Javari com Guilherme Francisco Maciel Rosário, Guilherme Francisco Maciel da Silva E Rosário, Enderson Emanoel Turbiani da Silva e Gabriel Petrini Rodrigues Cruz, além dos dois capitães

O público de menos de 500 pagantes deixou o clima parecido com o que eu via na casa juventina nos anos 90. Entre os presentes, o Milton, como sempre, e a dupla seu Natal e o glorioso Jurandyr, dando aquele migué no trabalho. Todo mundo teve o prazer de ver o Comercial jogando com meias pretas e calção e camisa amarela. Foi a primeira e provavelmente a única vez que fizeram isso em 2023. Tem gente que acha bizarro (e é), porém eu curto estar presente em momentos assim.

O primeiro tempo na Javari foi bem mais ou menos. O Juventus buscou aquela blitz esperta e não teve sucesso. O maior lance local foi aos 29 em tiro de Renan Barcelos e boa defesa de Jeferson Souza. O Comercial fez pouco, mas levou perigo em boa chegada de Jeferson Lima que terminou no travessão e intervenção bem boa de André Dias no rebote. Pouco para 45 minutos.


Ataque comercialino pela direita



Dois grandes momentos do goleiro André Dias, do Juventus



Mais duas chegadas do Comercial antes do intervalo

Felizmente tudo melhorou na etapa final. O jogo subiu em qualidade e empolgou os presentes. Logo aos quatro minutos Renan Barcelos cruzou na área e Wendel marcou de cabeça. O Moleque Travesso respondeu com pressão intensa na sequência. Aos 18 um dos defensores comercialinos colocou a mão na bola dentro da área. Bruno Moraes bateu bem o pênalti e empatou.

Nos minutos seguintes o ímpeto grená aumentou e a equipe chegou perto de virar o placar. O Comercial parecia entregue e não conseguia passar do meio-campo. A melhor chance foi um gol perdido de forma inacreditável em toque por cobertura que caprichosamente encontrou o travessão. Como o dia não era dos paulistanos, em contra-ataque preciso aos 37, Sacomam falhou em cruzamento da esquerda e a pelota caiu nos pés de Wendel. Ele dominou e tocou fraquinho no canto direito de André Luís, recolocando o time amarelo (!) e preto em vantagem.


Bruno Moraes deixou tudo igual em pênalti no segundo tempo




O Juventus jogou bem e quase marcou o segundo gol. Na última foto, ele não saiu por milagre... a bola bateu na trave

O Juventus 1-2 Comercial foi um duro golpe para os grenás, que não contavam com essa derrota, a segunda consecutiva em casa e a quarta apresentação seguida sem um resultado positivo. O clube está em nono lugar com nove pontos. O Bafo está na sexta posição com 11.

Sem tempo de papear à toa, saí junto com o Milton do estádio com rumo à Estação Mooca da CPTM. Tinha sessão noturna também pela A2 com um dos candidatos ao rebaixamento e outro que ocupa o G8 desde as primeiras rodadas.

Até lá!

Ficha Técnica: Juventus 1-2 Comercial

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitro: Guilherme Francisco Rosário; Público: 439 pagantes; Renda: R$ 9.315,00; Cartões amarelos: Betinho, Bruno Moraes, Rhuan, Lineker, Victor Bolt, Brayan; Gols: Wendel 4, Bruno Moraes (pênalti) 17 e Wendel 36 do 2º.
Juventus: André Dias; Rhuan, Gilberto Alemão, Diego Sacomam e Luan Gama (Denis Neves); Adilson Goiano (Everton Sena), Betinho e Jeferson Lima (Gustavo Índio); Bruno Moraes, Cesinha (Dudu) e Thiaguinho (Zé Oliveira). Técnico: Ito Roque.
Comercial: Jefferson Souza; Luis Roberto, Maycon Douglas, Thiago Moura (Luiz Eduardo) e Renan Barcelos (Rafael Ibiapino); Victor Bolt (Romário), Lineker (Guilherme Pitbull) e Alan Mineiro; Brayan, Túlio (Wagner) e Wendel. Técnico: Gustavo Marciano.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Jogo fraquíssimo e empate sem gols entre Oeste e Comercial

Texto e fotos: Fernando Martinez


Terminada a Copinha, agora temos divisões de acesso em São Paulo como foco até começo de abril pelo menos. Iniciei essa fase menos corrida e com bastante intervalo entre os jogos na manhã do sábado com outra apresentação do Oeste na Arena Barueri pelo Campeonato Paulista da Série A2. O rubro-negro recebeu o Comercial, recém promovido da A3.

Dessa vez não rolou o percurso metrô + trem pois o Raul, o maior anfitrião de Brasília, também deu as caras e deu uma carona para mim e a dupla Milton e Bruno. De carro o trajeto é percorrido em um tempo bem menor e chegamos na Arena sem nenhum problema. De novo os amigos foram até as tribunas e eu peguei o caminho do gramado.


Oeste FC - Barueri/SP


Comercial FC - Ribeirão Preto/SP


Os capitães de Oeste e Comercial, o árbitro Michel de Camargo, os assistentes Anderson Jose de Moraes Coelho e Denis Matheus Afonso Ferreira e o quarto árbitro Giovanni Domenico Canneto Venturini

O Oeste vinha de três jogos sem vencer e o Bafo da primeira vitória, contra a Briosa no meio de semana. O confronto tinha boa expectativa, transmissão na TV aberta... pena que ele definitivamente não correspondeu. As equipes maltrataram a bola sem nenhuma piedade, sem nenhuma compaixão. Foi triste acompanhar o que (não) rolou no gramado.

Na etapa inicial ainda teve alguma coisa de bom. O clube do interior começou melhor, levou certo perigo à defesa local e os donos da casa tinham dificuldades de armar as jogadas. Aos 26 minutos, o Bafo até chegou a ficar em vantagem, porém a arbitragem marcou falta no goleiro Gledson. o Bafo quase abriu o placar. Em jogada de Alan Mineiro, Thiago Moura desviou de cabeça e mandou na trave. Aos 40, o Oeste respondeu em chute perigoso de Paulinho.





Momentos do primeiro tempo entre Oeste e Comercial

Não foi assim uma Brastemp, mas quebrou o galho. Agora, no tempo final... que horror. Foram 53 minutos de um péssimo futebol, sem nada digno de registro. O que valeu foi ficar batendo papo com o pessoal nas cabines, pois dentro das quatro linhas realmente nada aconteceu. Oeste e Comercial poderiam ter jogado por 72 horas que o gol não sairia de jeito nenhum.





Aqui, destalhes da tenebrosa etapa final na Arena Barueri

Eis que depois de tantas coberturas na Copa São Paulo com pelo menos um golzinho, eu vi meu primeiro jogo em branco em 2023: Oeste 0-0 Comercial. Empate ruim para ambos em partida que ganha nota 1.6, com todos ficando de recuperação cheios de vergonha e sem chance de conselho de classe. O Rubrão ficou na oitava posição e o Bafo caiu para 12º.

Mesmo desanimadíssimo com uma peleja tão fraca, saí do estádio e confirmei minha ida na sessão da tarde junto com o Milton e o Bruno. O inoxidável Raul nos deixou na Estação Jardim Belval e de lá seguimos de trem até Osasco. Teve time antigo com nome novo na pauta livre do JP.

Até lá!

Ficha Técnica: Oeste 0-0 Comercial

Local: Arena Barueri (Arena Barueri); Árbitro: Michel de Camargo; Público: 343 pagantes; Renda: R$ 3.430,00; Portões abertos; Cartões amarelos: Reifit, Lucas Rodrigues, Thiago Moura, Rafael Ibiapino.
Oeste: Gledson; Lucas Rodrigues (Danilo), Léo Gobo, Diego Jussani e Di Maria; Paulinho, Reifit (Ítalo), Bonifácio (Diogo) e Motta (Bruno Gonçalves); Marcelo Toscano (Tite) e Guilherme Portuga. Técnico: Sérgio Alecsandro.
Comercial: Jeferson Souza; Luís Roberto, Maycon Douglas, Thiago Moura e Brayan; Romário, Guilherme Pitbull, Alan Mineiro (Victor Bolt) e Túlio (Lucas Serafini); Wendel (Lineker) e Kadu Barone (Rafael Ibiapino). Técnico: Gustavo Mariano.