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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Corinthians domina e bate o XV de Jaú no Paulista sub-15

Texto e fotos: Fernando Martinez


Foi uma dureza levantar da cama no sábado, mas o dever chamava. Comecei os trabalhos cedinho para acompanhar o retorno do futebol infantil e juvenil no estado. O primeiro jogo do dia foi válido pelo Campeonato Paulista sub-15, na minha estreia no Estádio Alfredo Schurig pelo torneio em 2025. Em campo, o Corinthians recebeu o XV de Jaú.

Eu já estava meio lesado ao acordar, e o cenário piorou quando precisei correr para pegar o metrô e depois dar um pique insano até o ônibus na Estação Carrão. Quando cheguei ao Parque São Jorge, ainda estava recuperando o fôlego. Estar fora de forma não ajuda muito, mas tudo bem: aqui é tudo pelo social.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-15) - São Paulo/SP


Esporte Clube XV de Novembro (sub-15) - Jaú/SP


Capitães e quarteto de arbitragem da partida que abriu a rodada do sábado

O duelo valia pela quarta rodada da segunda fase do Grupo 25. O alvinegro liderava com nove pontos em nove disputados, enquanto o Galo da Comarca estava na lanterna, com apenas um. A chave ainda contava com Ituano e Manthiqueira, respectivamente com quatro e três pontos antes da rodada. No confronto do primeiro turno, realizado no Zezinho Magalhães, o Corinthians venceu por 3 a 0.

O favoritismo corintiano se confirmou cedo: com apenas 11 minutos, o clube paulistano já vencia por 2 a 0, gols de Caio Manuel e Moscardo. O XV de Jaú teve uma única chance, enquanto os donos da casa criaram várias oportunidades, mas o placar não mudou até o intervalo.

No tempo final, fui para a arquibancada acompanhar o que rolava no gramado com o amigo Nílton. De lá, vimos o escrete mosqueteiro desfilar sem ser incomodado. O grande problema foi o excesso de gols perdidos. Os comandados de Eduardo Vergueiro marcaram apenas mais um, com Léo Rodrigues aos 15, e a vitória ficou mesmo nos 3 a 0. No outro jogo do grupo, o Ituano derrotou o Manthiqueira.



Detalhe do gol de Caio Manuel, o primeiro da manhã



Moscardo completou cruzamento da esquerda e ampliou a vantagem corintiana




Detalhes do primeiro tempo na Fazendinha




No segundo tempo o Corinthians criou várias chances, mas só marcou mais um gol


Placar final de mais uma vitória alvinegra na segunda fase do Paulista sub-15

Se no infantil tudo deu certo, na partida de fundo, desta vez pelo sub-17, o roteiro foi oposto. Ninguém esperava uma atuação tão ruim...

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 3-0 XV de Jaú

Local: Estádio Alfredo Schurig (São Paulo); Árbitro: Rafael Nogueira Monteiro; Público: 343 presentes; Renda: Portões abertos; Gols: Caio Manuel 3 e Moscardo 11 do 1º, Léo Rodrigues 15 do 2º.
Corinthians: Matheus; Medina (Léo Rodrigues), Caio Manuel, Marcello (Pablo) e Rafael Luiz (Keirrison); Kaio Wisley, Léo Saraiva (Rafa Gusukuma) e Igor Macedo (Marco Antônio); Nagashima, Morelli (Gui Matheus) e Moscardo (Thiago Coelho). Técnico: Eduardo Vergueiro.
XV de Jaú: Cristian; Rafael (Aranha), Guilherme, Fylipe e Válter (Caio); Adry (Ga), Bento (Gabriel), Leozin (Kaio) e Henrique (Gustavo); Lucas e Luiz Eduardo (Felipe). Técnico: Carlos Barboza de Oliveira.

domingo, 5 de janeiro de 2025

Sem sustos, XV de Jaú estreia bem com triunfo em cima do Picos

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo dia de coberturas do Jogos Perdidos na Copa São Paulo de Futebol Júnior marcou meu retorno à aprazível cidade de Jaú após três anos. Um grande prazer voltar a ver uma rodada dupla no belíssimo Estádio Zezinho Magalhães, um dos mais bonitos do estado. Abrindo a jornada, o duelo entre XV de Jaú e Picos, iniciando as disputas do Grupo 11.

A caravana da coragem teve uma substituição no sábado: saiu o homem-abelha Renato e entrou o amigo Bruno, maior fã dos ingleses Queen em território brasileiro. Além dele, claro, a dupla Caio e Estevan seguiu firme e forte, todos derretendo sob o fortíssimo calor do interior paulista em mais um verão barra pesada.

Dormimos em Araraquara, tomamos aquele café federal e seguimos para Jaú, que fica bem perto. Como a peleja seria apenas às 17h, ainda passamos no hotel onde as delegações estavam hospedadas para o amigo Caio enriquecer sua coleção de camisas. Depois, fizemos uma boquinha em um shopping da cidade. Com a barriga cheia, pegamos o caminho do estádio.


Esporte Clube XV de Novembro (sub-20) - Jaú/SP


Sociedade Esportiva de Picos (sub-20) - Picos/PI


Quarteto de arbitragem e os dois capitães


Cabine no Zezinho Magalhães reservada pro pessoal do jornal A Gazeta Esportiva. Fui até ver se o Thomaz Mazzoni estava, mas não o encontrei


Visão geral do campo e a arquibancada coberta do Zezinho Magalhães

Em 2022, a rodada dupla não teve time novo, diferente deste ano. Mas não foi na preliminar, já que eu já tinha visto o Picos em 2014, jogando em São Bernardo do Campo, e no ano passado, no Ibrachina. Mas isso nem importa no fim das contas. O lance da Copinha é justamente ter a chance de ver duelos impossíveis de acontecer no profissional.

Sendo devorado pelos mosquitos, fiquei em campo para acompanhar o ataque jauense na primeira etapa. E foi um confronto de ataque contra defesa. O XV ocupou o campo adversário, mas marcou apenas uma vez, em conclusão de Kaká no meio da área após cruzamento da direita.

O primeiro tempo foi marcado por um lance desesperador. Aos 38 minutos, Kauan e Veyson bateram cabeça, e o segundo teve uma assustadora convulsão que demorou a terminar. Estava perto do lance e nunca tinha visto algo assim. Um horror. A partida ficou paralisada, e o atleta foi levado ao hospital. Felizmente, saiu de campo consciente.

No segundo tempo, decidi não ser mais alimento de mosquito e fui andar pelas cabines. Quando a bola rolou, o XV de Jaú seguiu muito melhor e, empurrado pela torcida que, como sempre, esteve em grande número no Zezinho Magalhães, marcou mais duas vezes, com Iago e Guilherme Said.




Lances do começo do jogo em Jaú



Detalhe da jogada do primeiro gol da tarde





O Picos pouco fez e viu os donos da casa ocuparem seu campo de defesa durante todo o jogo


O momento mais tenso da tarde. Dois jogadores do Picos bateram cabeça e um deles, Veyson, teve uma crise convulsiva muito forte. Uma cena terrível de se ver. Felizmente ele ficou bem


Placar final da boa vitória do Galo da Comarca

O bom triunfo do Galo da Comarca por 3 a 0 encaminhou a vaga na segunda fase da Copa São Paulo. No jogo de fundo, era a vez de colocar o segundo time novo na Lista em 2025. Um clube que tinha perdido no ano passado e que eu achava que não teria mais chances de assistir. Felizmente, recuperei rápido.

Até lá!

Ficha Técnica: XV de Jaú 3-0 Picos

Local: Estádio Zezinho Magalhães (Jaú); Árbitro: Talita Ximenes de Freitas; Público e Renda: Portões abertos; Cartão amarelo: Kevyn; Gols: Kaká 11 do 1º, Iago 13 e Guilherme Said 46 do 2º.
XV de Jaú: Dacove; Quintero (Ygor Gabriel), Carlos, Iago e Daniel; Luiz Gabriel (Tchê Tchê), Kaká (João Queiroz), Tavares e Kevyn (Anthony); Juan (Guilherme Said) e Marquinhos (David). Técnico: Isaque Pereira.
Picos: Vítor; Caio, João, João Emanuel e Veyson (Eric Carvalho); Cauã Marley (Caixa) (Samuel), Kauan (Willian Sousa), Eliel (Guilherme) e Raí; Jeovan e Felipe Silva (Jefferson dos Santos). Técnico: Felipe Pereira.

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Nacional faz melhor jogo em 2023 e se mantém vivo na Segundona

Texto e fotos: Fernando Martinez


A quarta-feira reservou aquela que poderia ter sido a última cobertura do Jogos Perdidos na edição 2023 do Campeonato Paulista sub-23 da Segunda Divisão. O Nacional recebeu o XV de Jaú no Estádio Nicolau Alayon precisando vencer. Se perdesse e o União São João derrotasse o Joseense, estaria eliminado do torneio. Partida de vida ou morte para o time ferroviário.

O duelo foi o 44º entre as duas equipes em torneios oficiais desde 1952. Na história, eram 22 vitórias paulistanas, 11 do XV e 10 empates. Os confrontos se concentram entre 1952 e 1967, depois no fim dos anos 1990 e começo dos 2000. Eu tinha visto dois deles: um 4 a 0 a favor do Naça pela Copa Estado de São Paulo de 2002 e um triunfo jauense por 2 a 1 na A3 de 2009.

Nacional e XV de Jaú também possuem um laço especial pois caíram juntos da elite para a segunda divisão em 1959. O glorioso Galo da Comarca voltou a subir em 1976, o Naça nunca mais (embora tenha disputado o Paulistinha de 1974). Duas trajetórias que somam 203 anos de história. Pouca tradição no campo da Rua Comendador Souza.


Nacional AC - São Paulo/SP


EC XV de Novembro - Jaú/SP


Capitães das equipes junto com o árbitro Vinicius Furlan, os assistentes Anderson Jose de Moraes Coelho e Mauro André de Freitas e o quarto árbitro Ricardo Bittencourt da Silva

Esta foi a terceira apresentação do clube da capital na terceira fase, e nas outras duas foram dois empates (0 a 0 contra o União São João e 1 a 1 contra o Joseense). Acabou que a despedida da atual fase foi provavelmente a melhor atuação nacionalista em toda a competição. A primeira etapa dos comandados de Jaílson Pita foi muito acima da média e o XV sofreu na maior parte do tempo.

O Naça começou emplacando uma forte pressão e criou bons momentos. Desse jeito não demorou para que o marcador fosse inaugurado. Aos 11 minutos, a bola foi cruzada rasteiro da direita e Fabão completou no segundo pau. Mesmo na frente, os donos da casa seguiram melhores. O XV nada fazia, e na primeira oportunidade deixou tudo igual. A pelota foi alçada na área em cobrança de falta. Mikael, totalmente livre, empatou.

Só que os ferroviários não desanimaram e seguiram jogando bem. A boa atuação foi premiada aos 39 quando Vitinho recebeu um belíssimo lançamento em profundidade de John. Ele se livrou do defensor e tocou na saída do arqueiro Romário. O 2 a 1 era o placar merecidíssimo quando a peleja chegou ao intervalo.




O cruzamento, o gol e a comemoração nacionalista no primeiro gol da tarde


O XV de Jaú sofreu com a boa atuação local na etapa inicial


Detalhe do segundo gol do Nacional, recolocando a equipe em vantagem no marcador

O XV retornou ao gramado na segunda etapa querendo tomar as rédeas do jogo, porém ficou apenas na vontade. O Nacional se segurou sem dificuldade e o time verde e amarelo pouco produziu. Os locais ainda tiveram chance de ampliar a vantagem em bons contra-ataques. O bom público presente no Alayon respirou aliviado quando o árbitro apitou pela última vez na tarde.




O XV de Jaú até tentou, mas o Nacional segurou bem a vantagem obtida nos primeiros 45 minutos


Placar final de uma importante vitória que faz o Nacional depender de si para chegar no mata-mata da Segundona


A torcida do Galo da Comarca compareceu na Comendador Souza

O Nacional 2-1 XV de Jaú foi um enorme resultado do onze paulistano, agora na segunda posição da chave com oito pontos, um atrás do União São João. O clube depende apenas de si e tem que vencer os ararenses no próximo compromisso. Na verdade, podem até empatar se o XV não derrotar o Joseense em casa. Vai ser uma rodada cheia de emoção, sem dúvida.

Na quinta teve nova cobertura, agora com jogo bem legal do Paulista sub-20 com uma equipe que não via ao vivo há mais de 10 anos. Duelo imperdível no ABC.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 2-1 XV de Jaú

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Vinícius Furlan; Público: 217 pagantes; Renda: R$ 2.870,00; Cartões amarelos: Digão, Diogo Bolt, Felipe Torres, Alan Leite, Everton Duarte (TG-XV); Gols: Fabão 11, Mikael 25 e Vitinho 39 do 1º.
Nacional: Maurício; Léo, Luís Henrique, Alê e Fabão; Diogo Bolt, Vitinho (Gabriel), Digão e Nicollas (Ursino); John e Vinícius (Bahia). Técnico: Jaílson Pita.
XV de Jaú: Romário; Léo Machado, Mikael, Felipe Torres e Daniel (Deivison); Humberto, Bryan (Alan Leite), Luís Otávio (Willian Monteiro) e Lucas Black; Breno (Vini Soares) e Geovany (Ruan). Técnico: Marcos Campagnollo.

sábado, 8 de janeiro de 2022

XV de Jaú e Mixto não saem do zero no Zezinho Magalhães

Texto e fotos: Fernando Martinez


Saímos de Iacanga depois da primeira parada da quinta-feira sem acompanhar o duelo principal pois o cronograma monstro do Jogos Perdidos reservava uma rodada dupla genial em um local que eu tinha vontade de visitar desde criança. Falo do belo Estádio Zezinho Magalhães. Como Jaú foi a sede do Grupo 10 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, fiz questão de armar alguma rodada com a casa do Galo da Comarca, mesmo sem time novo.

O caminho entre Iacanga e Jaú tem por volta de 100 quilômetros. Levamos mais tempo do que o previsto pois pegamos um temporal insano no meio do caminho, daqueles que obrigam a gente quase se arrastar na estrada. O medo era que essa chuva também estivesse no nosso destino, situação que iria atrapalhar bastante a chegada e minha missão de pegar as fotos oficiais.

Perdemos 20 minutos nessa loucura. Felizmente não foi o suficiente para atrasar a jornada. Entramos na bela cidade fundada em 1853 e logo estávamos no portão principal. Como o portão de imprensa é o mesmo do torcedor, pintou aquela sempre absurda discussão com a PM a respeito do meu guarda-chuva e do banquinho. Não adianta, é sempre assim. Quando entrei no Zezinho Magalhães pintou aquele choque ao ver que o lugar realmente é sensacional. A primeira impressão que temos é a melhor possível.

Inaugurado em 1973 em amistoso do XV contra o Juventus, o "Jauzão" tem capacidade atual de pouco menos de 13 mil torcedores, mas o tamanho da construção é colossal. O terreno de todo o complexo é enorme e além das dependências para torcida e imprensa, no lado oposto estão os vestiários, as sedes dos departamentos profissional e amador, sala de musculação e alojamentos. Uma praça de esportes de respeito.

Cresci nos anos 80 vendo o XV na primeira divisão e adorava acompanhar as pelejas no Zezinho Magalhães pela TV. O time verde e amarelo sempre foi um adversário complicado de pegar na sua casa. No fim dos anos 90, já longe da elite, morei em Bauru e nunca tive a chance de pegar a gloriosa Rodovia João Ribeiro de Barros, a SP-225, e ver um joguinho ali.



Visão geral do belíssimo Zezinho Magalhães e o genial placar não-eletrônico que fica próximo dos bancos de reserva

Quando o Jogos Perdidos nasceu, lá em 2004, fizemos muitas viagens pelo interior, mas também não consegui ver nada em Jaú. Na nossa história, foram apenas três coberturas na casa do Galo: empate de 3x3 contra a Francana na A3 de 2006, vitória por 3x0 contra o Oeste, então de Itápolis, na A2 de 2007 e goleada contra a Francana, de novo, na A3 de 2010.

Doze anos após a última matéria, chegou a minha vez de contar tudo sobre uma apresentação do Galo da Comarca no seu estádio. Em meio à programação insana da edição 2022 da Copinha, iniciei os trabalhos por lá com o duelo entre o XV de Novembro de Jaú e o genial Mixto de Cuiabá, time que não via ao vivo desde 2001. Duelo que poderia muito bem ter acontecido em qualquer Taça de Prata no começo da década de 80. Vale lembrar que o Alvinegro da Getúlio Vargas é o atual campeão do mato-grossense sub-20 e por isso se garantiu para a disputa de sua quinta Copinha, a primeira em 16 anos.




Fotos oficiais de XV de Jaú e Mixto. Foi apenas a primeira vez que fiz a imagem do time do Mato Grosso, já que não os via desde 2001. Abaixo, o quarteto de arbitragem e os capitães

Na rodada inicial, os dois foram derrotados - o XV pelo Castanhal e o Mixto pelo Grêmio - e a vitória era necessária para o sonho da classificação não virar água antes da jornada final. Fiz as fotos oficiais debaixo das últimas gotas de chuva e quando a peleja começou felizmente São Pedro fechou a torneira.






Momentos do primeiro tempo de XV de Jaú x Mixto

Tinha menos gente nas arquibancadas do que na estreia. O revés contra o Castanhal e o dilúvio provavelmente afastou a rapaziada. Quem foi se irritou facilmente com a tímida atuação dos donos da casa. É, não foi um jogo bom. Na etapa inicial a melhor chance foi do Mixto em cobrança de falta de Carioca.

No tempo final pouco mudou e embora XV e Mixto tenham chegado perto do gol adversário, a emoção passou longe da bela cancha. Eu confesso que mesmo odiando 0x0 nem liguei, pois estava tão pilhado de estar vendo uma partida ali que o placar era o que menos importava.






No tempo final, os times não melhoraram muito o cenário e vi meu terceiro 0x0 no ano

Ao fim dos 90 minutos, o XV de Jaú 0-0 Mixto só não decepcionou o que vos escreve, mas todo mundo que estava no Zezinho Magalhães ficou bem irritado. O empate complicou a situação dos dois pensando em uma vaga na segunda fase. Só uma combinação de resultados colocará um deles entre os 64 melhores colocados.

Boa parte dos presentes foi embora e não viu o jogo de fundo. Eu fiquei, claro.

Até lá!

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Ficha Técnica: XV de Jaú 0x0 Mixto

Em breve
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