Procure no nosso arquivo

terça-feira, 25 de agosto de 2026

JP in Rio (2 de 4): Finalmente, São Januário

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois de ver a vitória do Fluminense contra o Remo pela Série A, a noite de sábado no Rio de Janeiro foi bastante especial. Consegui finalmente assistir a um jogo na casa do Vasco da Gama, o Estádio de São Januário. Pela Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, as vascaínas receberam a AD Taubaté podendo até perder por um gol de diferença para conquistarem o acesso para a elite em 2027.

Todo mundo sabe a importância de São Januário para a história do futebol carioca e brasileiro. É um local quase centenário - a inauguração aconteceu em 21 de abril de 1927 - e chegou a ser o maior estádio das Américas e do Brasil. O estádio foi palco de títulos da seleção brasileira e também recebeu vários eventos além do futebol, como desfile de escolas de samba, lutas de boxe, apresentações de corais regidos por Villa-Lobos e diversos discursos de Getúlio Vargas. Foi lá que o então presidente anunciou a criação da CLT e do salário mínimo em 1940 e da Justiça do Trabalho no ano seguinte. O lugar respira história.



A belíssima fachada de São Januário e o detalhe do escudo do Vasco da Gama

Desde que foi anunciado o projeto de reforma do estádio e a consequente demolição parcial de alguns pedaços do complexo, eu coloquei na cabeça que precisava ir lá de qualquer jeito. Era um absurdo não ter São Januário na minha lista particular, e não tinha dado certo até então. Felizmente, dei uma enorme sorte de rolar esse jogo decisivo pela A2 nacional em uma viagem que inicialmente não contava com nenhuma partida ali.

Localizada no bairro de São Cristóvão, a casa vascaína não fica longe do Maracanã, então não levou muito tempo para o Uber fazer o caminho a partir do ex-maior do mundo. Por ser um jogo de futebol feminino, o público não era dos maiores e isso facilitou demais a entrada. Confesso que me emocionei ao entrar no estádio. O local me pareceu muito bem cuidado e, como os ingressos vendidos foram apenas para as sociais, a visão foi espetacular.


Placa da inauguração do estádio, que completará 100 anos em 2027



Vista da parte coberta e da tribuna de São Januário


Busto de Vasco da Gama, o "heroico português", na entrada das sociais

Quando pisei nas cadeiras, a peleja contava com cinco minutos. O público era muito bom para assistir ao grande momento da campanha alvinegra na A2 nacional. Com uma primeira fase impecável e uma performance invicta de 13 vitórias e dois empates, o Vasco da Gama derrotou a AD Taubaté por 2 a 0 fora de casa no jogo de ida e podia até perder por um gol de diferença para retornar à elite após 10 anos. Sem exagero algum, uma desclassificação aconteceria apenas na base da catástrofe.

Bem melhor em campo do que as visitantes, o Vasco resolveu a parada antes dos 30 minutos da primeira etapa com dois gols de Lourdes, camisa 9. As paulistas precisavam de nada menos do que quatro gols para levar a decisão aos pênaltis. Nem o mais ferrenho torcedor alvi-azul acreditava nisso. A peleja passou então a ser uma grande contagem regressiva para o apito final.

Nos últimos 45 minutos, as locais perderam pelo menos cinco boas oportunidades para ampliarem a vantagem. As meninas da AD Taubaté ainda conseguiram anotar o gol de honra enquanto a torcida já comemorava o esperado acesso. No fim, triunfo vascaíno por 2 a 1 e vaga na Série A1 de 2027 confirmada. Foi muito bonita e bastante merecida a festa pelo acesso. Minas Brasília, Atlético Piauiense e Itabirito também estarão na elite ano que vem, os dois últimos pela primeira vez na história.






Detalhes do bom primeiro tempo em São Januário






O Vasco da Gama criou bons momentos na segunda etapa, mas não ampliou o marcador


O 2 a 1 confirmou o acesso vascaíno para a A1 do Brasileiro Feminino



A festa pelo esperado acesso do clube do Rio de Janeiro depois da vitória

Ainda fiquei um bom tempo acompanhando a comemoração das atletas com a torcida, prestando atenção em cada detalhe das sociais de São Januário. Não sei se voltarei lá tão cedo, ainda mais sabendo que boa parte pode ser demolida em breve. O fato é que fiquei muito feliz por ter conseguido acompanhar um jogo em um lugar tão especial para o futebol do país. Valeu demais a pena.

Dos quatro grandes, vi Fluminense e Vasco no sábado. Os outros dois eu deixei para ver mais perto do fim da viagem. Teve nova sessão pela Série A do Brasileiro na noite de segunda-feira.

Até lá!

Ficha Técnica: Vasco da Gama 2-1 AD Taubaté

Local: São Januário (Rio de Janeiro/RJ); Árbitra: Jenifer Alves de Freitas/RJ; Público: 804 pagantes; Renda: R$ 7.756,50; Cartões amarelos: Rubens Franco, Arce, Luana Marques, Alessandra, Pimentinha e Melyssa Tulha; Gols: Lourdes 14 e 26 do 1º, Alessandra 40 do 2º.
Vasco da Gama: Maria Alyce; Liz Barreto, Vilmara (Rayane), Lidy e Fernanda; Juh Morais (Ju Santos), Vick (Layza Brum), Tefah e Nayara (Arce); Carolzinha e Lourdes (Helô). Técnico: Rubens Franco.
AD Taubaté: Yolanda; Carol Franco (Júlia Becker), Jissele (Alessandra), Jérika e Pimentinha; Andresa Ferreira, Luana Marques (Emilly Vitória), Andressa Soares (Ingrid Buzzini) e Melyssa Tulha; Lodi e Kakau (Bia). Técnico: Arismar Júnior.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

JP in Rio (1 de 4): Pó de arroz, casa cheia e uma vitória inédita no Maracanã

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois de quase um ano sem pisar fora do estado de São Paulo, no sábado passado comecei uma viagem ao Rio de Janeiro. Não teve apenas futebol na pauta, mas a programação esportiva foi bem legal, apesar de não ter times pequenos envolvidos. O começo foi com um jogo do nada perdido pelo Campeonato Brasileiro. No Maracanã, acompanhei o interessante duelo entre Fluminense e Remo.

A ida até o Rio foi corrida e o cronograma deu uma atrasada. A ideia era chegar meia hora antes do apito inicial no ex-maior do mundo, porém só entrei no estádio com a bola rolando. Quando cheguei, notei algo parecido com areia ou uma espécie de pó em quantidade industrial pelas arquibancadas e, sem conhecer nada do pré-jogo do Tricolor das Laranjeiras, não sabia que nada mais era do que pó de arroz lançado pela torcida quando a equipe entra em campo.

O que mais tinha ali era gente com pó de arroz espalhado pelo cabelo, pela pele e pelas roupas, tudo branquinho, branquinho. Isso sem contar as cadeiras e o chão. No fim, acabou sendo uma enorme sorte não estar lá na hora do lançamento e ser brindado com o pó branco incrustado até a alma, praticamente até o fim dos dias. Super apoio as tradições, mas, se rolar uma próxima vez, a ideia é ficar em um setor sem tanta poeira. Além disso, era o setor das organizadas e tudo estava um aperto só. Má escolha.


Não é o mesmo estádio da Copa de 1950, mas é sempre legal ter a chance de ver um jogo no Maracanã


Visão geral do ex-maior do mundo para o duelo entre cariocas e paraenses

Quando entrei, fui subindo, subindo, subindo até encontrar um lugar menos apinhado. A classificação do Flu na Libertadores e a boa fase na Série A animaram a rapaziada, e o setor atrás do gol estava entupido. Foram mais de 30 mil pagantes. Vale registrar que foi a primeira vez que fiquei ali na arquibancada desde a decisão da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 e a primeira vez que vi um duelo de dois clubes brasileiros no estádio.

O confronto foi entre o 4º e o 18º colocados no Brasileiro, com 23 rodadas disputadas. É, mas o Flu teve trabalho para derrotar o clube paraense. No primeiro jogo entre eles pelo nacional no Maracanã desde 1978 (!), a torcida sofreu com as finalizações ruins dos locais. O escrete carioca ocupou o campo de defesa remista durante a maior parte do tempo, porém foram justamente os visitantes que ficaram em vantagem com o gol de Jajá aos 31.

A pressão do Flu foi ainda maior na segunda etapa. Espremido entre a massa dos torcedores, acompanhei o onze local criar um sem número de oportunidades. O Remo suportou a pressão até os 21, quando Hulk acertou boa cabeçada, a bola tocou na trave, quicou na pequena área e, com um baita efeito, foi morrer no fundo do gol. A pressão estava absurda e Kevin Serna virou o marcador de cabeça aos 37. Resultado merecido.




Detalhes de Fluminense x Remo, lá do alto, pela Série A


De longe, Hulk comemora o gol de empate



No fim, o Flu conseguiu a virada


Como em São Paulo não tem bandeira há décadas, é legal demais vê-las em ação quando saímos de casa

O 2 a 1 manteve o Flu na quarta colocação, com 41 pontos, e o Remo em 18º, com 23. Faltam agora 14 jogos para cada um. Torço pela permanência do clube paraense na primeira divisão em 2027. Ah, vale registrar que essa foi a primeira vez que vi o time profissional do Fluminense vencer uma partida. Eram cinco empates e quatro derrotas até então.

O duelo do Maracanã chegou ao fim, mas a rodada não. A sessão noturna do sábado serviu para colocar na Lista um estádio que queria visitar há muito, muito tempo. Finalmente pude assistir a uma partida na linda casa do Vasco da Gama.

Até lá!

Ficha Técnica: Fluminense 2-1 Remo

Local: Maracanã (Rio de Janeiro/RJ); Árbitro: João Vítor Gobi/SP; Público: 30.215 pagantes; Renda: R$ 1.525.343,50; Cartões amarelos: Hércules e Yago Pikachu; Gols: Jajá 31 do 1º, Hulk 21 e Kevin Serna 37 do 2º
Fluminense: Fábio; Samuel Xavier (Júlio Fidelis), Ignácio, Thiago Silva e Renê; Martinelli e Hércules (Nonato); Canobbio (Kevin Serna), PH Ganso e Soteldo (Riquelme); Hulk (Germán Cano). Treinador: Marcão.
Remo: Marcelo Rangel; Yago Pikachu, Marllon (Patrick), Tchamba e Marlon; Zé Welison e Zé Ricardo (Leonel Picco); Marcelinho (Galeano), Vitor Bueno (David Braga) e Jajá (Alef Manga); Taliari. Treinador: Léo Condé.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Na Arena Barueri, Palmeiras bate Juventude e garante terceiro lugar

Texto e fotos: Fernando Martinez


Com muito calor, o domingo reservou uma cobertura sempre bem-vinda do Campeonato Brasileiro Feminino nas páginas do JP. Sem a dor nas costas que me atrapalhou na maior parte do mês, caí da cama cedinho e fui até a Arena Barueri conferir de perto Palmeiras x Juventude, confronto válido pela penúltima rodada da primeira fase.

O alviverde, já classificado para as quartas de final, estava na terceira posição antes da rodada, enquanto o Juventude ocupava a 15ª posição, com apenas 10 pontos. Apesar da campanha ruim, a equipe gaúcha deve se manter na elite em 2027, pois não acredito que a dupla Vitória e América/MG, ambas com sete pontos, consiga ultrapassá-la. Não cair é uma grande conquista.

Eu decidi ir nesse jogo pois descobri, no começo do torneio, graças ao aplicativo Futbology, que faltavam quatro equipes para ver todas da Série A1 do nacional feminino com seus elencos principais: Juventude, Mixto, Fluminense e Botafogo. O Mixto eu consegui ver no Canindé contra o Corinthians. O Juventude saiu da lista de pendências em Barueri (aliás, tinha visto o clube em ação somente uma vez, no Brasileiro sub-20 de 2022, contra o Avaí/Kindermann). Já a dupla carioca eu só vi na base. Talvez consiga ver o Flu ainda este ano, enquanto o Bota vai ficar em aberto, pois ele deve ser rebaixado.



Palmeiras e Juventude posados antes do jogo válido pela penúltima rodada da primeira fase do Brasileiro Feminino


A árbitra Samia Kelle de Amorim Alves (RJ), as assistentes Veridiana Contiliani Bisco (SP) e Izabele de Oliveira (SP) e a quarta árbitra, também paulista, Jessica Aparecida Milani

Livre, pelo menos por enquanto, da dor que vem me acompanhando desde o começo de agosto, decidi que faria o caminho a pé da Estação Jardim Belval até o estádio. Só que a tenebrosa Via Mobilidade estragou os planos, e fui obrigado a ir de táxi em virtude da operação tartaruga feita pela concessionária. Tudo bem, acontece nas melhores famílias. No fim, cheguei cedo, de boa e com tempo de fazer todos os trâmites sem pressa.

Fui acompanhar o ataque local no primeiro tempo e não me arrependi. O Palmeiras ocupou o campo de defesa do Juventude, e o que se viu foi um monte de chances de gol para as mandantes. A goleira Thaís Amorim fez pelo menos três ótimas defesas, mas não foi capaz de impedir o gol de Gláucia. A camisa 9 acertou um belo chute da direita e encobriu a arqueira. Não sei se ela chutou direto ou cruzou. O que sei é que foi um golaço.

Na etapa final, o astro-rei deixou o campo sem nenhuma sombra, então fui acompanhar o restante do duelo nas tribunas da Arena. Lá do alto, vi o Juventude chegar mais vezes dentro da área palmeirense, nenhuma com sucesso. Quem se destacou foi a atacante Bia Zaneratto. Aos 17, ela finalizou e Thaís Amorim falhou. Aos 24, ela completou um cruzamento da direita e anotou o terceiro. Mais oportunidades foram criadas sem que o marcador fosse alterado novamente.




O Palmeiras tomou as rédeas da partida desde os primeiros momentos



Detalhe do gol e a comemoração de Gláucia no primeiro gol da manhã




Apesar da pressão, o alviverde ficou apenas no 1 a 0 na etapa inicial




No segundo tempo, seguiu a pressão mandante


Bia Zaneratto completando de cabeça para as redes no terceiro gol do Palmeiras

O tranquilo resultado positivo manteve e confirmou a terceira posição para as alviverdes, independentemente do que acontecer na última rodada. O clube tem 35 pontos e não conseguirá ficar à frente de Corinthians e São Paulo, os dois primeiros, nem ser ultrapassado pela Ferroviária. O Juventude segue em 15º e com poucas chances de ser rebaixado.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Palmeiras 3-0 Juventude

Local: Arena Barueri (Barueri); Árbitra: Samia Kelle de Amorim Alves/RJ; Público: 274 presentes; Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Brena Carolina e Núbia; Gols: Gláucia 17 do 1º, Bia Zaneratto 17 e 24 do 2º.
Palmeiras: Matascha; Ana Guzmán, Poliana, Giovanna Campiolo e Andressinha (Melanie Chirinos); Brena Carolina, Espinales (Duda Santos) e Bia Zaneratto; Tainá Maranhão (Ana Flávia), Emily Assis (Ana Guimarães) e Gláucia (Nicoly). Técnica: Rosana Augusto.
Juventude: Thaís Amorim; Bell Silva, Grazi, Joiceane Scatola e Carla Cruz; Limpia Fretes, Carol Ladaga (Paloma Lemos), Leka (Laurinha) e Baião (Tefinha); Maíza Piovezan (Loirão) e Marussi (Núbia). Técnico: Luciano Brandalise.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

São Paulo confirma a melhor campanha no Paulista Feminino sub-15

Texto e fotos: Fernando Martinez


Seguindo com a minha retomada de coberturas aqui no JP, no sábado à tarde fui até Osasco acompanhar de perto a última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista Feminino sub-15. No Estádio José Liberatti, o já classificado São Paulo recebeu o novato, e lanterna, Mirassol para confirmar a melhor campanha do Grupo 2.

O estadual infantil das meninas teve 15 clubes participando da disputa: oito no Grupo 1 e sete no Grupo 2. Os times jogaram em turno único dentro da chave, e os quatro melhores de cada grupo avançaram às quartas de final. O São Paulo, como sempre, é um dos favoritos ao título e tinha campanha de quatro vitórias e um empate até então. O Mirassol, que faz sua estreia na categoria em 2026, também empatou uma vez, mas perdeu seus outros quatro compromissos.




As imagens de São Paulo, Mirassol e das capitãs com a arbitragem do confronto em Osasco

Aliás, vale dizer que a graça dos torneios femininos da FPF está nas categorias de base. Isso porque a entidade simplesmente matou o Paulista adulto, transformando um campeonato que era referência no país em um mero preenchedor de buraco. Não tenho a menor vontade de acompanhar mais o estadual, tamanho o desinteresse que ele desperta depois das várias mudanças para pior promovidas pela federação. Triste.

Como nos velhos tempos, encontrei a dupla Luigi & Milton na Estação Osasco e, de lá, fomos de táxi até o Rochdale. Por ser um jogo com número baixo de torcedores, consegui colocar os amigos na tribuna, sem aperto e na boa. Nós três fomos ver pela primeira vez a equipe interiorana em ação com seu elenco feminino.

Quando a bola começou a rolar, deu o esperado. O São Paulo fez um daqueles "ataques contra defesa" e, mesmo com aquela certa má-vontade que estamos acostumados a ver, foram vários os momentos de perigo. Na etapa inicial, Laura Garcia e Fefe chegaram às redes. No tempo final, fui assistir à peleja junto com a dupla, e o Tricolor se manteve melhor em campo. Kakau ampliou aos 13 e Ourique, no último minuto, deu números finais ao duelo.







O São Paulo foi melhor do que o Mirassol na maior parte do jogo no Rochdale


Fefe chutando e ampliando a vantagem são-paulina




Na etapa final, as meninas do Tricolor confirmaram mais uma vitória no Paulista Feminino sub-15

O triunfo por 4 a 0 manteve a equipe do Morumbi com a melhor campanha da primeira fase do Paulista Feminino sub-15. O adversário das quartas de final será o Audax, que terminou na quarta colocação do Grupo 1. Os demais confrontos serão: Santo André x Centro Olímpico, Corinthians x Teal Rising e Ferroviária x SESI. A próxima fase começa a ser disputada no dia 29.

Consegui voltar rapidinho para o QG da Zona Oeste e passar o restante do sábado na paz. No domingo cedo, retornei à ativa, com o Brasileiro Feminino na pauta livre do JP.

Até lá!

Ficha Técnica: São Paulo 4-0 Mirassol

Local: Estádio Prefeito José Liberatti (Osasco); Árbitro: Éberton Aparecido Monteiro; Público e Renda: Portões abertos; Gols: Laura Garcia 12 e Fefe 23 do 1º, Kakau 13 e Ourique 34 do 2º.
São Paulo: Maria Luiza (Larissa); Juliana, Laura Garcia, Ana Clara (Paola) e Vi (Rennya); Lorenna (Lydi), Nicoly, Kakau (Manuela) e Isa Chella (Rafinha); Ourique e Fefe (Laura Domingues). Técnico: Felipe Estevam.
Mirassol: Maria Cecília (Alice); Laura Monteiro, Mariane, Laura Queiroz e Bianca; Maria Clara (Maria), Mirella (Mirelly) (Julinha), Vitorinha e Manu; Pato e Aninha (Laura Costa). Técnico: Letícia Barros.

Obs.: No Paulista sub-15 não há distribuição de cartões. Aos 28 do segundo tempo, Mirelly, atleta camisa 18 do Mirassol, levou punição disciplinar pela segunda vez na partida e acabou sendo substituída pela camisa 19 Julinha.