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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Corinthians acorda no segundo tempo e goleia o Santa Fé

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo jogo do sábado no Estádio Alfredo Schurig foi válido pelo Campeonato Paulista sub-17 e era um daqueles que a gente não tinha como perder. Afinal, foi a primeira visita do Santa Fé FC à capital em torneios da FPF. Jogar contra o Corinthians foi um dos pontos altos da ainda curta história da longínqua equipe do interior do estado.

Eu tive a chance de ir a Santa Fé do Sul na Copinha e o lugar é longe demais. Distante quase 630 quilômetros da capital, parece que a gente nunca vai chegar. Quanto ao time em si, ele ainda não tinha se apresentado na maior cidade do estado. Conversei com um diretor do clube e ele estava feliz pela oportunidade de enfrentar um grande já na segunda fase do torneio. É a chance que eles esperavam por toda a primeira fase. O clube terminou a disputa do Grupo 1 na quarta colocação, enquanto o alvinegro foi segundo no Grupo 12.




Apenas os onze titulares nas fotos de Corinthians e Santa Fé, como deveria ser em todos os jogos. Abaixo, os capitães e o quarteto de arbitragem

O Corinthians vem fazendo uma grande campanha no Brasileiro da categoria e certamente é um dos candidatos ao título. Só que tem uma coisa complicada na disputa simultânea das duas competições: a manutenção do foco. Pessoas que trabalham no time garantem que é difícil fazer a molecada se concentrar no estadual da mesma forma, e o primeiro tempo na Fazendinha foi uma mostra disso.

O alvinegro foi bem e mandou na peleja, mas jogou sem tanta inspiração e sem aquela intensidade que toda competição deve ter. Miguel Moscardo, um dos destaques do elenco, abriu o marcador aos três minutos e só. Os avantes chegaram a perder algumas chances, mas estava difícil acertarem a meta defendida por João Gabriel. No intervalo, o placar mostrava triunfo parcial pela contagem mínima.

Não consegui ficar na numerada na companhia dos amigos, pois não me deixaram tirar fotos dali. Um absurdo. É a síndrome do pequeno poder em seu grau máximo. Permaneci no gramado de olho no ataque mandante e o panorama foi completamente outro. O alvinegro teve uma atuação de gala. Lucão, aos três, acertou um belíssimo chute de fora da área e ampliou. Miguel Moscardo fez outro e Rhyan Ladeira fez dois, ambos em tiros de longe. Se o time tivesse melhor pontaria, teria marcado pelo menos mais três ou quatro vezes.


O jogo marcou a primeira apresentação do Santa Fé na capital paulista




De cabeça, Miguel Moscardo abriu o placar no Parque




Apesar da pressão, o Corinthians terminou os primeiros 40 minutos com a vantagem pela contagem mínima


Lucão comemorando seu belíssimo gol no começo da etapa final




O Santa Fé não foi capaz de parar o bom ataque paulistano




Bola dentro do gol no quarto e quinto gol corintianos. Na última foto, a comemoração de Rhyan Ladeira


Boa goleada corintiana na Fazendinha em cima do Santa Fé

O Corinthians 5-0 Santa Fé foi pouco diante do tamanho do domínio do onze paulistano na etapa final. Com sete pontos em três jogos, o Timão é líder isolado do Grupo 20, quatro à frente de São José e do próprio Santa Fé. O outro time da chave é o Desportivo Brasil, figurinha carimbada em chaves com o alvinegro.

Deixei a Fazendinha na companhia da dupla Bruno/Milton e peguei o caminho do QG da Zona Oeste. Cortei a sessão vespertina para ficar de boa, já que tinha concurso na manhã do domingo. Como devo visitar a família na semana, o futebol por aqui deve dar uma pausa por alguns dias.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Corinthians 5-0 Santa Fé

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Diego Lopes dos Santos; Público e Renda: Portões abertos; Cartão amarelo: Rhyan Ladeira; Gols: Miguel Moscardo 3 do 1º, Lucão 3, Miguel Moscardo 18, Rhyan Ladeira 26 e 29 do 2º.
Corinthians: Matheus Alemão; Kevin Fernando, Lucão (Felipe Aguirra), Nathan e Wendel (Pedro Nogueira); Lucas Splichal (Piracicaba), Sales (Tupã) e Gabriel Cordeiro; Matheus Rocha (Rhyan Ladeira), Igor Macedo (Léo Amistá) e Miguel Moscardo (Jerry Vinícius). Técnico: Guilherme Nascimento.
Santa Fé: João Gabriel; Paulo (Jhoy), Gonçalves, Juan e Eduardo; Viquinho (Índio), Brito (Guireli), Pedro (Octávio) e Gabriel (Ryan); Arthur e Ichiro (João). Técnico: Bruno Bazzanini.

Pinda FC não vê a cor da bola e leva 6 a 0 do Corinthians

Texto e fotos: Fernando Martinez


No sábado cedo caí da cama para uma rodada dupla do estadual infantil/juvenil imperdível no Estádio Alfredo Schurig. Os trabalhos foram iniciados com um joguinho bem legal do Campeonato Paulista sub-15, em sua segunda fase: Corinthians x Pinda FC. Fazia tempo, mais precisamente três meses e alguns dias, que não pintava uma rodada assim por essas bandas.




Equipes completas para as fotos oficiais. Abaixo, o quarteto de arbitragem e os capitães

Na primeira fase, o alvinegro do Parque São Jorge terminou na segunda colocação do Grupo 12, um ponto atrás do Ibrachina. Foram dez vitórias e duas derrotas, somando 30 pontos. O Pinda FC foi o líder do Grupo 8 com performance invicta de oito vitórias e quatro empates. A invencibilidade foi para o espaço na estreia na segunda fase, com a derrota em casa para o Valinhos Hyper. O Timão somava duas vitórias em dois jogos.

A previsão apontava que faria um calor de 34 graus no sábado e teríamos uma manhã quentíssima, mas, felizmente, não foi isso que aconteceu. A jornada foi disputada na sombra e sem o bafo que sempre atrapalha todo mundo. Quem estava quente era o time corintiano, pois logo aos cinco minutos abriu o placar em bonito gol de Gabriel, que completou cruzamento vindo da direita. Guga Bom ampliou aos 25. O Pinda FC, time que não via ao vivo desde 2024, pouco fez.

Na segunda etapa, fui fazer companhia ao decano Milton nas numeradas, pois há muito não o encontrava. Entre assuntos importantes e outros nem tanto assim, vimos o Corinthians ampliar seu domínio e não dar praticamente nenhuma chance ao adversário. Pedrito, Guga Bom e João Miguel, duas vezes, deram números finais ao confronto. O 6 a 0 mostrou bem o que foi a peleja na Fazendinha.



Logo aos cinco minutos, Gabriel abriu a goleada corintiana






Mais lances do tempo inicial na Fazendinha



Guga Bom fez o segundo tento alvinegro



A etapa final seguiu com o Corinthians muito melhor em campo


Detalhe do gol de cabeça de Pedrito


No fim, goleada do clube do Parque São Jorge pelo sub-15

O jogo de fundo marcou a primeira visita à capital do time filiado à FPF que fica mais distante daqui na atualidade. Sim, eu já tinha visto eles in loco em duas oportunidades, porém não tinha como perder essa partida por nada.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 6-0 Pinda FC

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Diego Lopes dos Santos; Público e Renda: Portões abertos; Gols: Gabriel 5 e Guga Bom 25 do 1º, Pedrito 22, Guga Bom 26, João Miguel 32 e 36 do 2º.
Corinthians: Renan; Léo Toledo (Carrieri), Murilo (Marcos Paulo), João Otávio e Leo Abachioni (Duarte); Juan Felipe (Matheus Araújo), Guga Bom (Kauan) e João Miguel; Gui Brasil (Renan Verni), Rafa Japa e Gabriel (Pedrito). Técnico: Eduardo Vergueiro.
Pinda FC: João Rico; Raul Leal (José Matheus), Davi Ferreira, Michel Almeida e João Andrade; João Pedro (Gustavo Castro), Lucas Brasil (Enzo Borri), Yan Lucas (Arthur Dias) e Marcos Gonzaga (Paulo Renato); Vítor Quadros (Murilo Salles) e Henrique Santos (Victor Hugo). Técnico: Lucas Silva.

sábado, 29 de agosto de 2026

Nacional cria, cria, cria... e fica no empate com o Penapolense

Texto e fotos: Fernando Martinez


Com muito calor na capital do estado, sexta-feira foi dia de acompanhar outra vez o Nacional Atlético Clube na Série B do Campeonato Paulista sub-20. O time ferroviário abriu a fase de oitavas de final recebendo o Penapolense no Estádio Nicolau Alayon. Jogo complicado para o escrete paulistano. O Naça chegou à fase com a 11ª melhor campanha, enquanto o CAP fez a sexta. Por conta disso, o onze do interior terá chance de fechar a disputa por uma vaga nas quartas jogando em casa no segundo confronto. No aproveitamento, o Penapolense tinha uma performance muito melhor: 76,7% contra 53,3%.




De forma exclusiva, as imagens de Nacional e Penapolense, além da equipe de arbitragem com os capitães

Para esse jogo tive a companhia do sumidaço Luigi, amigo que não encontrava desde janeiro (!). Nós dois achávamos que o Nacional passaria maus bocados, porém, quando a bola começou a rolar, o que se viu foi um domínio dos locais. Não que o Naça tenha tido uma brilhante atuação na etapa inicial, mas é fato que foi superior ao adversário.

O problema, como sempre, foi a falta de pontaria dos atacantes da casa. E, na base do "quem não faz, toma", na única chance que teve, o Penapolense abriu o placar. A bola foi cruzada na área e bateu na trave por duas vezes. No rebote, Gustavo Batista encheu o pé e colocou o CAP na frente. O intervalo chegou com a injusta vantagem mínima para os visitantes.

No segundo tempo, o cenário se intensificou e a pressão local aumentou. O Nacional criou um monte de situações de perigo, todas elas ou saindo pela linha de fundo ou com boa defesa de Caíque Lopes. O Penapolense passou do meio de campo somente em uma oportunidade. O relógio passava, o desespero aumentava e o marcador seguia mostrando uma enorme injustiça para o onze ferroviário.

Para alívio da torcida da casa, aos 35, o árbitro marcou pênalti. Luís Henrique cobrou sem sustos e deixou tudo igual. Daí até o apito final, o que se viu foi uma pressão ainda maior. No último lance, Caíque Lopes fez milagre em bola chutada de fora da área e, nessa defesa, o 1 a 1 se confirmou. O Naça poderia ter saído de campo com uma vitória relativamente sossegada, porém agora vai jogar em Penápolis precisando vencer. Um empate leva a decisão aos penais.




O Nacional foi melhor do que o Penapolense em boa parte do primeiro tempo


Na primeira chance que criou, o onze visitante abriu o placar. Aqui, a comemoração do gol



No segundo tempo, o Nacional enfileirou chances de gol




Apesar da pressão, o empate saiu apenas na reta final da partida em pênalti bem cobrado por Luís Henrique

Saí da Comendador Souza para pegar o caminho do QG da Zona Oeste com o amigo Luigi, que estava prestes a começar a sua primeira viagem interestadual. Esse tipo de coisa é justamente o que dá graça na vida.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Nacional 1-1 Penapolense

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Wallacy, Edson Kruss, Vítor Emanuel e Gustavo; Gols: Gustavo Batista 32 do 1º e Luís Henrique (pênalti) 36 do 2º.
Nacional: Guilherme; Enzo Ferraro, João Medeiros, Felipe Machado (Werik) e Yago Panham; Wallacy, Davi (Lucas Costa), Ryan Matos (Nathan) e William Hora (Gustavo Ferreira); Luís Henrique e Ruan Santos (Bruno Maciel). Técnico: Édson Kruss.
Penapolense: Caíque Lopes; Yago (Gustavo), Vítor Emanuel, Raul e Gustavo Moraes (Peterson) (Gabriel Henrique); Santini, Pablo Telles, Anthony (Gustavo Peres) e Murilo; Gustavo Batista e Bruno Guilherme. Técnico: Carlos Penteado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

4444 jogos e um Paulista Feminino cada vez mais vazio

Texto e fotos: Fernando Martinez


Encerrada a turnê 2026 pelo Rio de Janeiro, na quarta-feira foi hora de retomar as coberturas por essas bandas. Pela primeira vez no ano fui acompanhar um jogo do Campeonato Paulista Feminino na sua esvaziada e super sem graça edição atual. Pela última rodada da primeira fase, o Corinthians recebeu a AD Taubaté no Estádio Alfredo Schurig com todo o favoritismo ao seu lado. Cabalisticamente falando, este foi o 4444º jogo da minha vida.

Embora a FPF encha a boca para dizer como o “Paulistão F” é legal, é fato claro e cristalino que o torneio vem se esvaziando nos últimos anos. Não há como negar. O estadual mais importante do país distribui uma grana legal, mas se tornou um mero tapa-buraco entre o apertado cronograma que reúne o Brasileirão e as Datas FIFA. Na primeira fase não existe absolutamente nenhuma comoção ou interesse coletivo.

O regulamento é direcionado para que os seis times da elite estejam na próxima fase. Tanto que, ao invés dos quatro classificados de 2025, em 2026 inventaram uma repescagem (me recuso a usar o termo que a FPF escolheu) e vaga para os seis primeiros. É, o lance é que ninguém em sã consciência acha que AD Taubaté ou Mirassol teriam alguma condição de se intrometer na fase final.

Além disso, o que já era ruim em 2025, campeonato com míseros oito participantes, ficou ainda pior em 2026. No ano passado, a fase inicial era disputada em turno e returno. Na atual temporada, são jogos em turno único. Não tem como achar minimamente razoável. Se a gente levar em conta o cenário dos últimos 20 anos, a comparação fica ainda mais triste.

Em 2007 tivemos 20 participantes. De 2008 a 2018, várias edições com mais de 14 times, chegando a 19 em 2011 e 18 em 2010 e 2012. Em 2020 seriam 16, mas a pandemia derrubou o número de equipes para 12. Em 2021 seguiu em 12 e em 2022 foram 13. A partir daí, só queda: 11 em 2024 e oito em 2025 e 2026. O número foi bruscamente reduzido, pois, de acordo com a entidade, oito foi o número exato de equipes que cumpriram o Regulamento de Licenciamento de Clubes, estruturado pela própria entidade. Criaram regras e excluíram diversos times de acordo com essas regras.

A intenção até poderia ser boa, mas a decisão elitizou o futebol paulista, o mais forte do país. Se ainda tivessem criado uma divisão de acesso para abrigar os times removidos do estadual e também dando chances para a injeção de novos clubes interessados em fazer parte do mecanismo de acesso (A/C Orlando), tudo bem, eu sinceramente entenderia. Mas limar esse pessoal sem nenhuma contrapartida, na minha humilde opinião, é um absurdo.

Essa situação é tão esquisita que o Realidade Jovem, alijado da disputa local em 2026, jogou a A3 do Brasileiro da categoria e ficou com uma das vagas na A2 em 2027. Ou seja, o time não pode jogar dentro do seu estado, mas é liberado para atuar em uma competição nacional, isso sem contar também a participação na Copa do Brasil. Queria muito saber o que a FPF faria se 20 times aparecessem ano que vem cumprindo todos os requisitos do Regulamento de Licenciamento. Duvido categoricamente que todos jogariam. Fica a ideia de que alguém definiu que seriam oito os participantes e pronto, criaram normas para limitar nesse número. Sendo alguém que acompanha a categoria há muito tempo, não consigo achar legal.


O jogo marcou a primeira cobertura do JP do esvaziadíssimo Paulista Feminino



Corinthians e AD Taubaté posando para as imagens oficiais antes do duelo válido pela última rodada da primeira fase


O árbitro Vinícius Nunes dos Santos, os assistentes Leonardo Tadeu Pedro e Pablo Lemos Fillet, o quarto árbitro Pietro Dimitrof Stefanelli e as capitãs

Enfim, voltando ao jogo de quarta-feira, o Corinthians, em crise com sua péssima diretoria, que trata o FF com absoluto desrespeito, e com sua técnica, recebeu a AD Taubaté sabendo que dificilmente não jogaria a repescagem. Precisava vencer, enquanto as visitantes só entrariam entre as seis na base do milagre. O milagre até ficou palpável aos nove minutos com o gol de Jissele, que abriu a contagem, mas a alegria visitante não durou muito. Antes do intervalo chegar, as corintianas já tinham virado o placar com Ariel Godói e Vic Albuquerque.

Na etapa final, que assisti das numeradas da Fazendinha, não teve susto. A questionadíssima Emily Lima colocou em campo algumas titulares e a equipe deu conta do recado. Sem fazer muito esforço, as mandantes chegaram fácil aos 6 a 1, isso sem contar as diversas oportunidades desperdiçadas. Quando tudo parecia encerrado, a arbitragem deu um pênalti para o alviazul. Quem cobrou foi a goleira Yolanda, que colocou no canto direito e fez o segundo tento visitante. Foi apenas a segunda vez que vi um gol de goleira in loco.



O Corinthians começou a partida meio desligado


Depois de tomar o primeiro gol, as alvinegras acordaram e Ariel Godói deixou tudo igual em boa cabeçada



O empate fez o Corinthians partir com tudo em busca da virada




Vic Albuquerque enfim conseguiu virar o placar em outro gol de cabeça



Mais dois lances da etapa inicial na Fazendinha




No tempo final, com as mudanças de Emily Lima, o Corinthians melhorou



Tamires fez o quarto gol corintiano


Yolanda anotou o segundo tento do onze visitante. Raro ver gol de goleira no futebol feminino


A goleada fez as alvinegras terminarem a primeira fase na terceira colocação

As alvinegras terminaram a primeira fase do Paulista Feminino com 13 pontos, ocupando a terceira colocação. Na repescagem, vão duelar contra o Red Bull Bragantino. O outro confronto será entre São Paulo e Santos. Ferroviária e Palmeiras, que ficaram nas duas primeiras posições, já estão na semi. O “legal” é que os duelos só acontecerão no mês de novembro (!). Aliás, outro absurdo sem tamanho é o calendário da categoria. Reclamam do calendário dos homens, mas o das mulheres é anos-luz pior. É, ninguém parece se importar com isso.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Corinthians 6-2 AD Taubaté

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Vinicius Nunes dos Santos; Público: 3.075 pagantes (291 presentes); Renda: R$ 33.709,00; Cartões amarelos: Paola Garcia, Erika e Aleh Marques; Gols: Jissele 9, Ariel Godói 15 e Vic Albuquerque 37 do 1º, Jhonson 21, Tamires 28, Ariel Godói 37, 44 e Yolanda 50 do 2º.
Corinthians: Lelê; Ivana Fuso (Gi Fernandes), Erika, Leticia Teles, Duda Mineira, Paola Garcia, Rhaizza (Tamires), Vic Albuquerque (Gabi Zanotti), Jaqueline (Jhonson), Gisela Robledo (Belén Aquino) e Ariel Godói. Técnico: Emily Lima.
AD Taubaté: Yolanda; Carol Franco, Jissele (Jérika), Aleh Marques (Júlia Becker) e Pimentinha; Alessandra, Andresa Ferreira (Victória), Melyssa Tulha e Ingrid Buzzini (Luana Marques); Bia (Lodi) e Índia (Kakau). Técnico: Arismar Júnior.