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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

XV de Piracicaba goleia o Alecrim e consegue a sua maior vitória na Copinha

Texto e fotos: Fernando Martinez


A fase inicial da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2023 chegou ao final na quarta-feira e consegui emplacar uma rodada tripla (a ideia era ser quádrupla) na região. Comecei os trabalhos, para variar, no Estádio Nicolau Alayon, sede do Grupo 32, com o confronto entre Alecrim e XV de Piracicaba.

Nunca em 28 anos que acompanho a Copinha de perto eu tinha assistido os seis jogos de um mesmo grupo na primeira fase. Sempre busco ver o maior número de sedes possíveis, então vou alternando. Porém como a tabela feita pelo departamento técnico da FPF foi absurdamente horrorosa, este ano consegui a proeza simplesmente porque não tinha mais nada perto nos dias em que o Grupo 32 esteve em ação. É aquilo, o dia em que a entidade tiver a maioria dos seus funcionários gostando de futebol já será um grande avanço.


Alecrim FC (sub-20) - Natal/RN


EC XV de Novembro (sub-20) - Piracicaba/SP


Capitães dos times com o árbitro Rafael Gomes Felix da Silva, os assistentes Donizeti de Jesus Pereira Domingues Junior e Risser Jarussi Corrêa e o quarto árbitro Daniel Carfora Sottile

O duelo que abriu a jornada reuniu o XV, provável classificado, contra o já eliminado escrete potiguar. Mesmo tendo feito uma boa apresentação contra o Nacional na derrota de virada por 2 a 1 no domingo, o alviverde sabia que a missão contra o Nhô Quim seria complicada. O alvinegro jogava por um empate para se garantir na segunda fase. De novo um bom público foi esteve na Comendador Souza e quem foi viu uma atuação avassaladora e histórica dos paulistas.

O Alecrim assustou aos nove minutos com chute do glorioso Bulldog, homenageado com uma música dos Beatles muito antes de nascer, e boa defesa de Michel. O XV deu o troco quatro minutos depois e abriu a contagem com bom tiro colocado de Anthony. Aos 20, Gabriel Santos cobrou falta no travessão. Antes do intervalo Paulo e Anthony, de novo, quase ampliaram. Domínio total do Nhô Quim apesar do magro 1 a 0.


O Nicolau Alayon com belo público para Alecrim x XV de Piracicaba





Lances do animado primeiro tempo na Comendador Souza

Se na etapa inicial o XV criou e não marcou, na final tudo se resolveu. Gabriel Simples chegou perto do segundo antes da primeira volta do ponteiro e, aos sete, ele saiu com Eric. Simples fez o terceiro de cabeça aos 12. O Alecrim sucumbiu e virou presa fácil. Aos 21 Eric surgiu cara-a-cara com o arqueiro e fez o quarto. O quinto aconteceu aos 40 com Anthony, em belo chute da entrada da área.


O segundo gol do XV, marcado por Eric de cabeça


Bom chute do camisa 10 Caíke


Rara chegada do time potiguar no fim da partida


Placar final da maior vitória do Nhô Quim na história da Copinha

O Alecrim 0-5 XV de Piracicaba, além de colocar o alvinegro entre os 64 melhores da Copinha, marcou história. Foi a maior vitória do escrete interiorano no torneio em todos os tempos, superando o 4 a 2 em cima do Capivariano em 2019. Recorde quebrado com sobras no Nacional. Não é sempre que a gente acompanha algo assim ao vivo.

Para fechar a chave, no jogo de fundo o Nacional precisava de um pequeno milagre contra o Juventude. Aí o esquema do "escrever a história" se repetiu no belo estádio da Zona Oeste paulistana.

Até lá!

Ficha Técnica: Alecrim 0-5 XV de Piracicaba

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Bulldog, Anthony; Gols: Anthony 13 do 1º, Eric 7, Gabriel Simples 12, 21 e Anthony 40 do 2º.
Alecrim: Marcão (Jota); Allan, Witauã, Gabriel (Netinho) e André; Yure José (Pedro), Lucas e Arthur Pedro; Baeca (Boquinha), Vitinho (Antony) e Bulldog (Uallas Bahia). Técnico: Adriano Galdino.
XV de Piracicaba: Michel; André Martini, Paulo, Flávio e Gabriel Santos (Osman); Lucas Uliani (Tabai), Guilherme Ramos (Davi Moraes) e Caíke (Eduardo); Anthony, Ezequiel (Gabriel Simples) e Eric (Bruno). Técnico: Leandro Samarone.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Virada nacionalista no Nicolau Alayon contra o eliminado Alecrim

Texto e fotos: Fernando Martinez


Se no sábado a FPF colocou um monte de jogos da região em horários parecidos, no domingo foi uma piada. Apenas quatro grupos, UM deles na região. Sem outra alternativa, fui até o Estádio Nicolau Alayon ver a segunda rodada do Grupo 32. Abrindo os trabalhos, um daqueles duelos que só a Copa São Paulo de Futebol Júnior pode nos proporcionar: Nacional x Alecrim.

Ambos foram derrotados na estreia - o Naça tomou um 2 a 1 do XV de Piracicaba enquanto o Alecrim foi goleado pelo Juventude por 5 a 1 - e tinham que vencer para não se despedirem da competição. Por tudo que vi nos primeiros compromissos, achava os paulistas favoritos.




As fotos oficiais do inusitado duelo entre Nacional e Alecrim. O quarteto de arbitragem da partida teve o árbitro Caíque Tiago de Oliveira Miquilini, os assistentes Adilson Anderson Rosa de Carvalho e Cláudio Rafael Ribeiro e o quarto árbitro Giovanni Domenico Canneto Venturini

Um rol de amigos se fez presente na jornada, como o casal Monique e Mário, o homem-FATV Sérgio e o apresentador do Suzano Connection, futuro programa da TV a cabo, Nilton. Também estava lá o Alexandre Giebrescht, amigo que não via desde antes da pandemia, e seus dois filhos. Todo mundo esperando uma boa apresentação do Nacional.

Só que, para desânimo da maior parte da torcida presente na Comendador Souza, o Alecrim começou melhor. Talisson quase abriu o marcador aos oito minutos em lance que o goleiro Ângelo, do Nacional, por pouco não tomou um frangaço. A boa atuação do clube nordestino deu resultado aos 25 quando Witauã completou de cabeça uma bola alçada da direita, colocando no canto direito.

O Nacional estava mortinho e aí ganhou um presente da zaga visitante aos 33 minutos com um pênalti que caiu do céu. Higor bateu bem e deixou tudo igual. Apesar de não merecer, a partida ficou 1 a 1 e foi assim que o intervalo chegou.



Tímidas chegadas do Nacional pela esquerda no começo do jogo



Detalhe do gol de pênalti de Higor e da comemoração nacionalista



Mais dois momentos da primeira etapa na Comendador Souza

O segundo tempo começou igual ao primeiro, com o Alecrim dominando. O time só não fez o segundo pois o último toque falhou feio. O Naça, como quem não quer nada, se aproveitou e virou o placar aos 28. Guilherme Nazaré recebeu um belo lançamento na direita, dominou, invadiu e área e chutou forte, colocando a bola no meio das pernas de Marcão.



O chute de Guilherme Nazaré que originou o segundo gol paulistano e a comemoração com a torcida presente no Alayon



O Alecrim foi melhor na maior parte do duelo, mas no fim o Nacional que ficou com os três pontos


Placar final da sofrida vitória dos ferroviários. Agora precisam vencer na última rodada para se classificarem

Os potiguares não desanimaram e foram com tudo na busca pelo novo empate. A equipe criou e, nos acréscimos, teve a meu ver uma penalidade não marcada pelo árbitro. Depois Netinho quase fez no último lance. Não deu. O Nacional 2-1 Alecrim manteve os ferroviários com chance de vaga na próxima fase e eliminou o bravo time do Rio Grande do Norte.

Se a preliminar foi um jogo animado, o duelo de fundo deixou a desejar. Os vencedores da primeira rodada não deixaram os presentes felizes com o que viram.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 2-1 Alecrim

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Caique Tiago de Oliveira Miquilini; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Alexsander, Guilherme Nazaré, Vinícius Araújo, Davi Menino, Alexandre Diego, André, Cezar Oliveira (AT do Alecrim); Gols: Witauã 25 e Higor (pênalti) 35 do 1º, Guilherme Nazaré 28 do 2º.
Nacional: Ângelo; Guilherme Nazaré, Alexsander, Felipe Donizeti e Isaque; Vinícius Araújo (Diogo Mateus), Leonardo Pinheiros (Pedro Paranhos), Kauã Pacheco (Gustavo Meireles) e Higor (Pedro Arcanjo); Rafael Ursino (Alexandre Diego) e Carlos Henrique (Davi Menino). Técnico: Édson Kruss.
Alecrim: Marcão; Allan, Witauã, Yure José (Pedro) e André (Boquinha); Lucas (Vitinho), Peu, Thalisson e Arthur Pedro (Gabriel); Baeca e Bulldog (Uallas Bahia) (Netinho). Técnico: Adriano Galdino.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Juventude estreia com boa goleada em cima do Alecrim

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois da derrota nacionalista na estreia do Grupo 32 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, chegou a vez da partida de fundo no Estádio Nicolau Alayon, fechando a jornada inicial da chave. Em campo, um dos famosos duelos que apenas a Copinha pode proporcionar entre Juventude de Caxias do Sul e o genial Alecrim, um dos preferidos da casa.

Fundado em 1915, gosto do clube esmeraldino desde o biênio 1985/1986, quando foram bicampeões estaduais e levantaram a principal taça do estado pela última vez. Sem chance de vê-los no profissional, vi na base em 2014, quando disputaram o torneio pela primeira vez sediados na Vila Belmiro. Na ocasião, foram derrotados pelo Criciúma por 3 a 1. Era a única cobertura da agremiação até então.

O Alecrim chegou em 2023 credenciado pelo título potiguar sub-20 após grande vitória em cima do América por 4 a 2 na decisão. Ninguém em sã consciência espera uma super campanha, mas pelo menos passar de fase seria um grande feito. Jogando contra o Juventude, semifinalista do gaúcho sub-20 ano passado, um pontinho era certeza de bom resultado.




Na base da carona, fiz as fotos oficiais de longe. Tudo bem, na próxima rodada estarei devidamente credenciado

É, só que a bola não foi tão carinhosa com a molecada do Rio Grande do Norte. Os gaúchos não deram moleza e golearam sem muita dificuldade. A atuação do Juventude foi muito superior e o marcador foi definido praticamente no tempo inicial com três gols e uma performance precisa, sem sustos.

Antes do relógio chegar no primeiro minuto, Caíque criou uma boa oportunidade. Ele mesmo abriu a contagem aos oito minutos em rebote de Marcão, goleiro do Alecrim. O segundo saiu aos 30 em pênalti bem convertido por Kauê no canto esquerdo. Onze minutos depois, o Juve chegou aos 3 a 0 em tiro de longe de Nathan.



O Alecrim sofreu com o bom ataque do Juventude



O gol de pênalti de Kauê e a comemoração dos jogadores

Na segunda etapa eu desisti de ficar apertado na muvuca da arquibancada e fui ver o jogo das cabines. Cabines que tinham de tudo, menos imprensa, já que aspones e gente que nem sabia o que estava fazendo ali eram maioria. O Juventude retornou ao gramado pensando em segurar a vantagem e finalmente o Alecrim se aventurou no campo de ataque. Thalisson, aos 28, marcou o gol de honra dos potiguares. Os gaúchos acordaram nos acréscimos e fecharam a fatura com Henrique aos 45 e Lucca aos 48.



O Juventude seguiu melhor na etapa final, mas aos 28 minutos Thalisson diminuiu. A segunda foto foi tirada um segundo antes do gol


Placar modernoso no Nacional. A plaquinha tem até o nome dos jogadores, chique demais


Lucca fechando a goleada a favor da equipe gaúcha

Fim de papo no Nacional: Juventude 5-1 Alecrim. O triunfo colocou o alviverde na liderança do Grupo 32 à frente do XV de Piracicaba no saldo de gols. Na próxima rodada os dois se enfrentam, enquanto os dois derrotados na estreia jogam o futuro na competição.

Embora esteja quebrado, na sexta-feira vou armar nova viagem ao interior para ver um dos times mais legais da edição 2023 da Copinha de novo na base do “pago quando puder”. Além disso, retornarei a um estádio que não visitava desde 2009.

Até lá!


Ficha Técnica: Juventude 5-1 Alecrim

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Aparecido Pereira Bueno; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Gehring, Léo Souza, Luizão, Natan, Yure José, Allan, Uallas Bahia, Netinho; Gols: Caíque 8, Kauê (pênalti) 30, Natan 41 do 1º, Thalisson 28, Henrique 45 e Lucca 48 do 2º.
Juventude: Luizão; Léo Souza (Karan), Abner (Yuri), Kauê (Clébio) e Da Rocha; Gehring, Felipe Rangel (Dudu Tobias), Natan (Lucca) e Guilherme Teixeira (Henrique); Caíque e Pedrinho. Técnico: Filipe Dias.
Alecrim: Marcão; Allan, Witauã e Yure José (André); Lucas, Boquinha (Antony), Peu (Bulldog), Thalisson e Arthur Pedro; Baeca e Uallas Bahia (Netinho). Técnico: Adriano Galdino.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Criciúma derrota o sensacional Alecrim pelo Grupo V da Copinha

Fala, pessoal!

Comecei a acompanhar o futebol de forma consciente por volta de 1985. Graças à revista Placar comecei a me informar sobre os vários campeonatos estaduais e nacionais da época. Não demorou para que começasse a montar uma lista de times "preferidos" espalhados pelo país. E após 28 anos, uma das equipes dessa lista finalmente voltou ao estado para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior

Falo do sensacional Alecrim Futebol Clube, time fundado em 1915 e que disputa a Copinha pela primeira vez em todos os tempos. O time profissional esteve pela última vez na região no distante 2 de outubro de 1986, quando perdeu para o Palmeiras por 3x0. Desde então, nunca mais tivemos a oportunidade de curtir um joguinho do Periquito.


Alecrim FC (sub20) - Natal/RN. Foto: Fernando Martinez.

Graças a isso, armamos uma mini-caravana até Santos, cidade que não via um jogo da Copinha desde 2001, com o seu Natal e o Mílton. Aliás, o litoral não tinha nenhum grupo desde 2005, quando São Vicente foi a sede. Na disputa do Grupo V, o onze potiguar enfrentou o Criciúma, atual vice-campeão da Copa do Brasil sub20 mas que possui como melhor resultado na Copinha apenas um sétimo lugar em 1995.


Criciúma EC (sub20) - Criciúma/SC. Foto: Fernando Martinez.

Na jornada inicial do grupo, o Alecrim, quinto time potiguar a representar o estado no torneio, tomou uma sonora goleada do Peixe por 8x0 e o time catarinense venceu o Capital/DF por 2x0. Cheguei cedo no Estádio Urbano Caldeira e logo estava autorizado a captar as imagens de dentro do campo. Na companhia do amigo Estevan Mazzuia, foi a primeira vez que pisei no histórico gramado.


Capitães dos times e quarteto de arbitragem. Foto: Fernando Martinez.

Apesar da torcida pelo Alecrim, imaginava que o Criciúma era favorito. A equipe catarinense até começou melhor, só que a pressão era apenas superficial e não aconteceu nenhuma oportunidade clara de gol. Depois de se defender na maior parte do tempo, após o trigésimo minuto o time potiguar passou a se aventurar no ataque, porém sem sucesso.


Zaga do Criciúma marcando sob pressão. Foto: Fernando Martinez.


Ataque do Tigre pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

O marcador ao término do tempo inicial era de 0x0 e como o calor estava completamente absurdo, fomos recarregar a bateria direto no barril de Gatorade oferecido aos clubes. Sem exagero, acho que viramos uns 10 copos da bebida em menos de 10 minutos.


Bom ataque do Alecrim ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Entre um copo e outro, os times voltaram a campo para o tempo final. O Alecrim mudou sua postura e jogou muito melhor do que seu adversário durante a maior parte dos 45 minutos. Pena que o toque final era falho e o gol teimava em não sair. O cheirinho do placar em branco ficava cada vez mais forte.


Atacante potiguar tentando alcançar a pelota. Foto: Fernando Martinez.

Por pura superstição resolvemos deixar de acompanhar o ataque do Tigre e mudamos de lado, indo para o ataque potiguar. A estratégia deu certo e aos 28 minutos Douglas abriu o marcador para o Criciúma com um belíssimo gol por cobertura. O gol atiçou os ânimos do Alecrim e dois minutos depois o árbitro marcou pênalti para a equipe.


Cobrança de pênalti de Paulo Victor para o Alecrim. Foto: Fernando Martinez.

Paulo Victor foi para a batida e o goleiro David acabou fazendo grande defesa, mandando a pelota pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio, a bola sobrou para o camisa 2 Rafael que chutou forte para deixar tudo igual. Animados com o bom momento, os esmeraldinos partiram com tudo pra cima da zaga adversária mas cometeram um erro fatal. Permitiram o contra-ataque do Criciúma.


Comemoração dos atletas do time esmeraldino com o belo gol de empate de Rafael. Foto: Fernando Martinez.


De pênalti, Bruno Lopes fechou o marcador na Vila Belmiro. Foto: Fernando Martinez.

Em dois ótimos avanços do ataque catarinense, o camisa 9 Bruno Lopes, com gols aos 38 e aos 45 minutos em cobrança de penalidade máxima, fechou o marcador: Alecrim 1-3 Criciúma. Independente da segunda derrota na Copinha, o trabalho do atual campeão potiguar sub20 merece todos os elogios. Aproveitando, deixamos um abraço ao simpático e muito prestativo assessor de imprensa do clube, Gabriel Peres.

Depois de incluir o Verdão na Lista o jogo de fundo teve outro time novo na pauta, agora do Distrito Federal. Quem conta essa história é o amigo Estevan.

Até a próxima!

Fernando