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quinta-feira, 9 de junho de 2005

A História pré-JP, volume 5: A fantástica viagem ao Rio em 2004 (parte 2 de 3)

E aí povo!

Continuando a gloriosa saga do JOGOS PERDIDOS ao Rio de Janeiro no ano passado, hoje tem a segunda parte da nossa viagem. Agora é a vez do segundo jogo em que estivemos presentes. Foi a segunda partida na rodada dupla que aconteceu em Édson Passos, estádio do América: Exclusivo, de dentro do campo, vimos o clássico entre Nova Iguaçu e Ceres.


Esse é o ingresso oficial dos dois jogos que vimos no campo do América. Não há ingresso do jogo entre Arraial do Cabo e Goytacaz porque era uma rodada dupla. Detalhe que entramos de graça, mas fizemos questão de comprar o ingresso só pela história!

Nessa partida, o Clube já estava na sua formação completa dentro do campo. Como quem não queria nada, o Mílton e o Estevan foram se enfiando em tudo o que era canto do estádio para chegar junto conosco. Genial foi que os fiscais da FERJ só ficaram chatos na primeira partida, nessa segunda eles 'liberaram geral' e um monte de gente também entrou na dança e acompanhou a partida junto com a gente. O Estevan estava com a sua câmera também, então nós fizemos várias fotos exclusivas, e para variar, mostramos aqui as duas fotos dos times posados (como sempre):


Nova Iguaçu FC - Nova Iguaçu/RJ (em 10.04.2004). Foto: Fernando Martinez.


Ceres FC - Rio de Janeiro/RJ (em 10.04.2004). Foto: Fernando Martinez.

Assim como o Arraial do Cabo, o Ceres até ali não tinha feito nenhum ponto, e o Nova Iguaçu era líder do grupo. Mas diferente da preliminar, quando achamos uma coisa e acabou acontecendo outra, nesse segundo jogo a lógica prevaleceu. O Nova Iguaçu não tomou conhecimento da equipe do Ceres. Se bem que, no primeiro tempo ainda teve alguma emoção. O Nova Iguaçu fez 1 a 0 aos 21' e o Ceres ainda conseguiu empatar o jogo aos 31' e levar a partida empatada para o intervalo. A pergunta era: "Será que o Ceres consegue aprontar alguma por aqui?" A resposta foi simples e objetiva: NÃO.


Ataque do Nova Iguaçu ainda no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

Aproveitando o intervalo, fomos até a lanchonete super-equipada do Édson Passos, já que eram 4 da tarde e estávamos sem comer e beber nada desde às 7 da matina. Obviamente a lanchonete contava com alimentos super-nutritivos como coxinhas, bolinhas de queijo, quibes e salgadinhos naturais (!). Mas o que salvou, pelo menos momentaneamente, a nossa fome foi um belo sanduba de queijo, o popular queijo-quente.

Com a grana curta não deu pra comer muito, mas pelo menos agora a gente podia ficar tranqüilo por alguns minutos. Voltando pro campo, o jogo ainda não tinha começado, então deu tempo para tirar mais algumas fotos especiais do Clube.


Eu, Jurandyr e o Mílton dentro do gol do Édson Passos, numa foto só para mostrar que estávamos lá mesmo. Foto: Estevan Mazzuia.

Já o jogo no segundo tempo foi um massacre. Foi um jogo de um time só. Logicamente, o Nova Iguaçu. Mesmo jogando com o glorioso Ado (aquele mesmo que perdeu o pênalti do Bangu na final do Brasileiro de 85) no auge dos seus 44 anos, o Ceres não fez nada de bom. Seu goleiro era péssimo e a zaga pior ainda. Ficou fácil para o time da baixada golear a equipe da Zona Oeste carioca por 5 a 1. Foi legal, porque nesse segundo tempo ficamos ao lado do pessoal do Nova Iguaçu e depois um pouquinho com o povo do Ceres. Conseguimos informações interessantíssimas desses clubes, e fizemos amizade com um pessoal gente finíssima.


Um dos atacantes do Nova Iguaçu cruza dentro da área...


... e outro completa: Era mais um gol do time laranja. Foto: Fernando Martinez. [180411]


Ataque perdido pelo Nova Iguaçu, no segundo tempo do jogo. Foto: Fernando Martinez.

Rodada dupla confirmada, agora só faltava a gente ter uma noção legal de como iríamos fazer para assistir e chegar ao terceiro jogo do dia. Nas conversas que tivemos, a galera nos assustou um pouco com frases do tipo: "Vocês vão para esse lugar, à noite, e com possibilidade de chuva? Vocês vão morrer!", "Ninguém faz esse caminho e fica vivo!". Todas frases bem amigáveis e que nos deixaram sem nenhuma preocupação...

E o pior de tudo é que tínhamos que sair muito rápido, para poder chegar a tempo no nosso novo destino. Com isso, não comemos mais. Só posso garantir que esse terceiro jogo foi interessantíssimo, mas ao mesmo tempo, foi um sofrimento por causa do sono e da fome. Tudo isso estará na parte 3 da nossa saga, na exclusiva série CONTOS DO FUTEBOL. Fiquem ligados!

Até mais...

Fernando

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