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domingo, 5 de junho de 2005

Brasileiro Série B: Portuguesa 1-1 Santo André

Fala povo!

Hoje vamos com a primeira parte dos jogos do final-de-semana. Entre sexta e sábado fui em 4 partidas, algumas bem péssimas e uma em especial mais do que histórica: Um marco para o Clube dos Doentes. Mas esse fica para o próximo post. Para começar, ontem (sexta-feira), eu e o Mílton fomos mais uma vez ao Canindé. Tudo para acompanhar a belíssima campanha lusa e a ótima campanha andreense, no clássico entre líder e vice-líder da Série B do Brasileiro: Portuguesa e Santo André.


O jogador da Lusa, Cléber, se prepara para cobrar escanteio no primeiro tempo do jogo. Foto: Fernando Martinez.

O jogo foi bem parecido com os jogos da Portuguesa nos campeonatos da Série B de 2003 e 2004: Ela não se acertou por nenhum momento em campo. Não criou tantas chances perigosas e seus jogadores pareciam que entraram com muito sono em campo.

Logo no primeito tempo, na sua única grande chance, o Santo André fez 1 a 0 e só. No segundo tempo, logo de cara eles perderam mais um gol feito, e depois disso só deu Lusa na posse de bola, mas sem chutes ao gol. Nesse momento o Mílton profetizou: "Gol da Portuguesa, só de pênalti ou de falta. Só na bola parada !!". Dito e feito: Quando o jogo já estava beeem no finalzinho, o jogador Cléber, que por sinal não jogou nada ontem, cobrou uma falta com extrema perfeição e marcou... 1 a 1 ! Invencibilidade da Lusa no Canindé e do Santo André no Campeonato mantidas.


Mais um bom ataque lusitano desperdiçado. Foto: Fernando Martinez. [130209]


Escanteio para a Portuguesa no primeiro tempo do jogo. Foto: Fernando Martinez.

Vale registrar que esse foi o jogo número 100 que eu assisti da Portuguesa! Foi o segundo time que eu ultrapassei a barreira dos 100 jogos vistos (O primeiro é o Juventus, com 116). Em breve, o Corinthians será o terceiro a alcançar essa marca.

É isso, logo mais tem os posts de sábado e a nossa rodada tripla, com direito ao maior recorde da história do Clube dos Doentes sendo batido com louvor!

Abraços e até

Fernando

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