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quinta-feira, 7 de março de 2024

Sem sustos, Ska Brasil vence o Jabuca e se afasta do Z2 da Série A4

Texto e fotos: Fernando Martinez


A sessão noturna de quarta-feira foi genial. Direto do Estádio Gabriel Marques da Silva, em Santana de Parnaíba, tivemos um duelo de ameaçados: Ska Brasil x Jabaquara. Ambos estavam nas últimas posições semana passada, mas na rodada do sábado ganharam e saíram do Z2. Joguinho que os dois não podiam perder.

O Ska Brasil é uma reencarnação do antigo Osasco FC, então posso dizer que vi três vezes esse confronto, em 2002, 2004 e 2005. Nas três, o Leão da Caneleira venceu. Na primeira delas, o Jabuca fez 7 a 0 jogando no Rochdale, abrindo a campanha do título da Série B3. Aliás, legal demais ver o onze santista disputando um torneio de "primeira divisão". O que não pode acontecer em hipótese alguma é o retorno à Segundona, a partir deste ano a quinta divisão.


FC Ska Brasil - Santana de Parnaíba/SP


Jabaquara AC - Santos/SP


Os capitães dos times junto com o árbitro Flávio Roberto Ribeiro, os assistentes Raffael Arderi e Bruno Henrique Moura e o quarto árbitro Caíque Tiago Miquilini

Junto com a dupla Milton e Victor, segui até o simpático e nada funcional estádio enfrentando aquele glorioso trânsito da Castello Branco, sempre um horror. Chegamos no laço, em cima da pinta. Tudo sob controle. Falando do jogo, se eu apostasse, teria colocado grana na vitória do Ska. Por motivos óbvios fui acompanhar o ataque parnaibano. Não me arrependi. Só deu Ska Brasil.

Tirando uns dois ou três ataques jabaquarenses nos 90 minutos, o Leão nada fez. É, só que no primeiro tempo a falha no último toque irritou a torcida dos donos da casa. Foram pelo menos quatro oportunidades claras para os mandantes abrirem o placar, todas desperdiçadas. Nesse esquema, não teve jeito. No intervalo o marcador estava zerado.

Segui no ataque da casa durante a etapa final e logo aos quatro minutos a sorte da partida mudou. Guilherme Vieira arriscou finalização da entrada da área. O goleiro Luigy meteu aquele golpe de vista maroto... e deu errado. A bola morreu calmamente no seu canto direito. Ska Brasil 1 a 0.

O Jabaquara saiu em busca do empate de forma um tanto quanto desordenada. Emplacou uma pressão insípida e teve apenas uma cabeçada que levou perigo. O antigo Osasco FC seguiu melhor, enfileirando bons momentos. A insistência foi grande, porém o segundo saiu apenas aos 48, com Emanuel recebendo bom lançamento na esquerda e tocando com classe na saída do camisa 1.





Fotos legais do primeiro tempo de Ska Brasil x Jabaquara



Chute de Guilherme Vieira e o golpe de vista errado do goleiro Luigy. Era o primeiro gol do Ska





O onze local seguiu melhor. Na última foto, o toque de Emanuel para definir a vitória

O Ska Brasil 2-0 Jabaquara afastou o clube da Grande São Paulo na zona de rebaixamento. Agora com 10 pontos, estão na 11ª posição. O Leão da Caneleira está em antepenúltimo com oito, mesma pontuação do América, mas à frente por ter uma vitória a mais. O campeonato do rubro-amarelo é contra o rebaixamento.

A média de gols segue baixa em 2024. Mesmo assim está legal acompanhar os quatro campeonatos profissionais do estado de São Paulo. A agenda volta no final de semana com A1 e A2 na pauta livre do JP.

Até lá!

Ficha Técnica: Ska Brasil 2-0 Jabaquara

Local: Estádio Gabriel Marques da Silva (Santana de Parnaíba); Árbitro: Flávio Roberto Ribeiro; Público: 160 pagantes; Renda: R$ 1.385,00; Cartões amarelos: Renato Marola, Zé Mendes, Mateus Petri, Samuel Soares, Tiaguinho, Matheus Ney, Caio e Edmilson Abel; Gols: Guilherme Vieira 4 e Emanuel 48 do 2º.
Ska Brasil: Lucas Bergantin; Renato Marola, Luiz Eduardo, Zé Mendes e Mateus Petri; Sérgio Dias (Felipe Urbano), Victor Zaga e Sávio (Arthur Macaé); Rafael Lucas (Vicente), Ueslei Júnior (Emanuel) e Guilherme Vieira (Alan). Técnico: Edmilson Abel.
Jabaquara: Luigy; Dogão, Caio (Duarte) e Rodrigo; Gabriel Nascimento (Gabú), Fabinho, Antônio (Samuel Teixeira) e Samuel Soares (Digão); Matheus Ney, Palinha (Gustavo) e Tiaguinho. Técnico: Adriano Piemonte.

Nacional faz golaço e derrota o vice-líder São-Carlense na capital

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na quarta-feira o Campeonato Paulista da Série A4 reservou uma rodada dupla muito legal na Grande São Paulo. Abrindo a jornada, o primeiro confronto entre Nacional e Grêmio São-Carlense na história. O duelo, válido pela 11ª rodada e disputado no Estádio Nicolau Alayon, era crucial para as intenções ferroviárias.

Vindo de quatro compromissos sem vitória, o Nacional se aproximou perigosamente da zona de rebaixamento e estava na hora de voltar a vencer. Jogando contra o vice-líder e ajeitado time do São-Carlense, era a oportunidade perfeita de ganhar uma partida importante e tentar buscar um lugarzinho no G8. Até então, eram apenas duas vitórias em nove pelejas.


Nacional AC - São Paulo/SP


GD São-Carlense - São Carlos/SP


O árbitro Rafael Gomes Felix da Silva, os assistentes Viviane Pereira Lopes e Renan Gonçalves Braz, o quarto árbitro Alester Clauli da Costa Tambelli e os capitães dos times

Essa foi a primeira vez que o onze paulistano enfrentou o novato clube de São Carlos. O Grêmio Desportivo São-Carlense foi fundado em 2016 tentando resgatar as memórias do falecido GE Sãocarlense, de 1976, que chegou inclusive a disputar a primeirona estadual. Por ser novo, foi apenas a quinta partida deles na minha lista.

Como curiosidade, o antigo Sãocarlense, falecido em 2004, foi adversário do Naça em 16 oportunidades por diferentes divisões de acesso entre 1977 e 2003. Foram sete triunfos paulistanos, cinco empates e quatro vitórias do escrete do interior. Fui em dois (2001 e 2003) e não tenho nenhuma memória deles.

Teve quórum alto apesar de ser quarta-feira. Entre os cerca de 150 pagantes, os amigos Pucci, Milton, Caio, Nílton e o glorioso Jurandyr - ou Jandir como o pessoal mais íntimo o chama - marcaram presença. Também estava lá o ex-técnico Muricy Ramalho, alvo de inúmeras fotos e abordagens durante os 90 minutos. Pena que o primeiro tempo não tenha sido bom.

A peleja foi bastante fraca na etapa inicial. O Nacional chegou com perigo duas vezes dentro da área visitante e só. O São-Carlense pouco fez e não mostrou o futebol que o deixou na segunda posição do campeonato. Cenário com poucas emoções em que o bate-papo na arquibancada foi bem mais animado do que aquilo que rolou dentro das quatro linhas.

Já no segundo tempo tudo mudou. O jogo melhorou bastante, muito por conta da pintura de Talisca aos cinco minutos. O camisa 9 do Nacional recebeu na intermediária, teve espaço suficiente e arriscou de longe. Ele acertou um chute sensacional e colocou a pelota no ângulo direito de Gustavo Belli. Um golaço.

O São-Carlense se mandou em busca do empate e encurralou os locais em vários momentos. O goleiro Maurício, que dá arrepios na torcida, foi acionado e mostrou serviço em dois tiros de longe. Diferente de outros compromissos, a zaga nacionalista teve sucesso em segurar a pressão do adversário. Nos acréscimos o Naça chegou a ampliar sua vantagem, mas a assistente número 1 anulou o tento por impedimento. Na hora achei que a posição era legal, opinião que confirmei depois assistindo a transmissão.




Lances do fraco primeiro tempo na Comendador Souza


Falta a favor dos donos da casa no começo da etapa final


Talisca comemorando o seu golaço aos cinco do segundo tempo




No fim, ótima vitória nacionalista contra o então vice-líder

Acabou que, por sorte, o gol anulado não fez falta. O Nacional 1-0 São-Carlense fez o clube da capital subir para a nona posição com 12 pontos, dois abaixo do Rio Branco, o oitavo colocado. Os visitantes agora estão na terceira posição com os mesmos 19. Faltam cinco rodadas para o término da primeira fase.

Boa parte dos amigos se mandou e sobrou apenas o Milton na jornada noturna. Encontramos o Victor, recém-chegado a São Paulo novamente após décadas retornando ao mundo universitário (assim como o que vos escreve), e fomos em outro duelo da antiga Segundona.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 1-0 São-Carlense

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva; Público: 154 pagantes; Renda: R$ 1.900,00; Cartões amarelos: Vynicius, Maurício e Gustavo Belli; Gol: Talisca 5 do 2º.
Nacional: Maurício; Luan; Matheus Serraglia, Pedro Estevam e Fabão (Vynicius); Biel (Matheus Moreno), Digão e Nicollas (Murilo); Paolo (Gustavo), Victor Teister (Ryan Carlos) e Talisca. Técnico: Diego Souza.
São-Carlense: Gustavo Belli; Eduardo Ribeiro, Welton (Diego), João Victor e Severo; Vitor Ferezin (Felipe Estrella), Jesus e Cauã Andrade (Luís Felipe); Emerson (Capixaba), Vinícius (Gabriel Argentino) e Fabrício. Técnico: Rafael Sundermann.

segunda-feira, 4 de março de 2024

São Caetano quebra a invencibilidade do Marília na A3

Texto e fotos: Fernando Martinez


A agenda futebolística do último sábado estava repleta de opções. Pensei muito e no fim decidi ir até o Estádio Anacleto Campanella pela segunda semana seguida. Em campo, jogo de contrastes pela 11ª rodada do Campeonato Paulista da Série A3. O São Caetano ocupando a zona de rebaixamento contra o Marília, ainda invicto e dentro do G8.

Para variar, estava um bafo do cão na Grande São Paulo e cheguei no Anacleto já derretendo. Foi minha primeira ida de ônibus ao estádio depois que a prefeitura zerou a tarifa dos coletivos. Se não tem mais o sossego de um veículo quase vazio (estava apinhado), agora pelo menos economizamos, situação sempre importante em tempos de vacas magras.

Diferente do sábado anterior, a torcida compareceu em peso ao Lauro Gomes e incentivou os locais. O Azulão venceu a primeira contra a Matonense e no meio de semana fez jogo duro com o líder São Bernardo, perdendo pela contagem mínima. O MAC estava com quatro vitórias, seis empates e ocupando o sexto lugar. Era aquele tipo de duelo para o vice-campeão da Libertadores de 2002 conseguir um gás na reta final.


AD São Caetano - São Caetano do Sul/SP


Marília AC - Marília/SP


Os capitães junto com o quarteto de arbitragem composto por Ronald Horns Araujo, Gabriel Rodrigues Santos, Vinicius Santana da Silva e Wilson Adalberto Silva

E não é que que o Azulão começou com tudo? Logo aos quatro minutos Sávio recebeu lançamento longo, ganhou da marcação e finalizou na saída do goleiro. Belo gol e festa grande da rapaziada presente no Anacleto. O MAC respondeu com bons ataques, só que a conclusão não foi das melhores. Os visitantes desperdiçaram dois grandes momentos na pequena área.

No intervalo o placar mostrava a vantagem parcial do onze mandante e aí encontrei o decano Mílton, relembrando os tempos de Saad jogando ali aos sábados à tarde nos anos 70/80. Ele ficou no alambrado e eu dentro de campo, agora conferindo de perto o ataque do Marília, em um papo que durou os 45 minutos finais.

O MAC voltou com tudo em busca do empate e de novo mostrou poderio ofensivo. A melhor delas em tiro à queima-roupa e ótima defesa de João Gabriel. O escrete maqueano tentou muito e a igualdade não saiu. Melhor para o São Caetano. Jogando com uma raça acima da média, diferente do que vimos nos últimos anos, o clube teve um pênalti a seu favor nos minutos finais. Márcio Jonatan não deu sopa ao azar e converteu.







Lances de São Caetano x Marília no Anacleto Campanella


Uma das grandes defesas de João Gabriel na etapa final



O São Caetano jogou com muita raça, diferente de anos anteriores


Márcio Jonatan fechou o marcador em pênalti no fim da partida

É, a invencibilidade do alvi-azul virou pó com o São Caetano 2-0 Marília. O Azulão saiu da zona de rebaixamento com o triunfo, mas, obviamente, segue ameaçadíssimo faltando quatro rodadas. Agora, que a equipe melhorou, isso é inegável. Quem sabe consigam se salvar. O MAC segue na sexta posição, cinco pontos acima do primeiro time fora do G8. Detalhe: foi meu terceiro duelo entre os dois e todos tiveram o mesmo placar. Os outros dois foram válidos pela Série A2 de 2014 e de 2016.

Foi isso, retornei à capital com o Milton, de novo com o ônibus cheio e aquele maroto custo zero. Voltei ao QG da Zona Oeste e abortei a rodada de domingo pois não estava na pegada de desembolsar 22 reais para ver um São Bernardo FC x Água Santa. Volto no meio de semana com A4 na pauta.

Até lá!

Ficha Técnica: São Caetano 2-0 Marília

Local: Estádio Anacleto Campanella (São Caetano do Sul); Árbitro: Ronald Horns Araujo; Público: 639 pagantes; Renda: R$ 3.110,00; Cartões amarelos: Marlon Bica, Maykon, Túlio, Romário e Rogério Zimmerman; Gols: Sávio 5 do 1º, Márcio Jonatan (pênalti) 41 do 2º.
São Caetano: João Gabriel; Alex Jhone, Kanu, Diego e Daniel Lobato (Douglas DG); Marlon Bica, Jean Filder (Márcio Jonatan), Lucas dos Santos (Rafael) e David Braw (Enzo Adriano); Sávio (Kadir) e Foca. Técnico: Rogério Zimmerman.
Marília: David Becker; Luizão, Luiz Henrique, Guilherme Teixeira e Danilo Rufino (Mateus Muller); Gabriel Rapchan (Romário), Júnior Santos (Túlio) e Michel Borges; Aslen (Franklin), João Marcos (Macena) e Wallisson Bahia. Técnico: Cléber Gaúcho.

domingo, 3 de março de 2024

Corinthians classificado na Copa do Brasil sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na sexta-feira começou o mês de março e com ele chegou o meu jogo de número 3.900 em todos os tempos. Comemorei a marca com a minha primeira visita ao Estádio Alfredo Schurig em 2024. No histórico gramado da Fazendinha, o Corinthians recebeu o Criciúma na estreia de ambos na Copa do Brasil sub-17.

Classificado para o torneio nacional - mais uma vez organizado de forma porca e cheia de descaso pela pior gestão da CBF em sua história - por conta de ter sido o campeão paulista da categoria em 2023, o alvinegro volta à competição após dois anos. Em 2022 foi eliminado nas oitavas pelo Sport.

Se o gramado do Parque São Jorge está bom, a iluminação segue no esquema meia-boca. Apenas cerca de metade dos refletores estão ligados e em algumas partes do campo simplesmente não tem como tirar foto por conta da escuridão. Paciência. Pelo menos as posadas eu consigo fazer. Aliás, vale registrar que foto oficial do Criciúma com seu tradicional uniforme eu não fazia desde 2013, quando eliminaram coincidentemente o mosqueteiro paulistano da Copa do Brasil sub-20 em Barueri.


SC Corinthians P (sub-17) - São Paulo/SP


Criciúma EC (sub-17) - Criciúma/SC


Capitães e quarteto de arbitragem


O novo presidente do Corinthians deu uma passadinha no Alfredo Schurig para colocar o Criciúma na Lista

Quando a bola rolou, logo aos dez segundos (!) o Timão criou o primeiro bom momento, mas Gui Negão chutou por cima. Aos sete, Luiz Fernando cruzou da direita e Kauã acertou um belo voleio, abrindo a contagem. Os alvinegros seguiram melhores e criaram mais três grandes chances antes do intervalo.

Na etapa final, comigo já nas cabines da Fazendinha, o Corinthians seguiu melhor. Luiz Fernando e Gui Negão tiveram as melhores oportunidades de ampliar. Quando o Criciúma começou a colocar as manguinhas de fora, saiu o segundo. Nicollas deu um belíssimo passe de calcanhar para Denner. Ele cruzou rasteiro da esquerda e Rodrigão completou.

Parecia tudo definido, só que os catarinenses descontaram em cobrança de pênalti de Felipe aos 48. No lance seguinte, o goleiro corintiano Arthur Rampineli fez milagre em chute à queima-roupa e salvou a pátria local.


O Corinthians começou o jogo com tudo, não dando espaço ao onze catarinense





O gol corintiano em quatro momentos: o passe, o chute, a rede estufando e a comemoração de Kauã



O 1 a 0 ficou barato para o Criciúma na etapa inicial




Lances do segundo tempo na Fazendinha


Felipe descontou nos acréscimos e quase o Criciúma empatou na sequência


Placar final no Parque São Jorge e a classificação corintiana

Com um sufoco inesperado no fim, o Corinthians 2-1 Criciúma garantiu os paulistas na próxima fase da Copa do Brasil sub-17. Nas oitavas vai enfrentar o Internacional, que eliminou o Grêmio em duelo gaúcho. Aliás, foi-se o tempo em que a CBF fazia uma primeira fase mesclando times de todas as regiões. Hoje, assim como é na FPF, o esquema é organizar campeonato baseado na lei do mínimo esforço.

Na saída, encontrei o trio Pucci, Nilton e Milton, e seguimos o caminho até a Estação Carrão. No sábado tinha um monte de opção e decidi ir ver um joguinho legal da A3 no ABC.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 2-1 Criciúma

Local: Estádio Alfredo Schurig (São Paulo); Árbitro: Guilherme Francisco Rosario/SP; Público e renda: portões abertos; Cartões amarelos: Gui Negão, Pedrinho e Alexandre; Gols: Kauã 7 do 1º, Rodrigão 39 e Felipe (pênalti) 48 do 2º.
Corinthians: Arthur; Lucas Souza (João Victor), Lorenzo (Cauã), Yago e Miguel (Denner); Caraguá, Luiz Fernando (Molina), Vitinho e Dieguinho (Rodrigão); Gui Negão e Kauã (Nicollas). Técnico: Raphael Laruccia.
Criciúma: Lucas; Matheus (Vinícius), Pedro Melo (João), Pedro Castro e Cauã; Vytor Gabriel, Riquelme (Romarinho), Guilherme (Japa) e Alexandre (Léo Lima); Cadu (Felipe) e Pedrinho. Técnico: Roberto Volpato.