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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

JP in Rio (3 de 4): De volta ao Engenhão após dez anos

Texto e fotos: Fernando Martinez


A pequena turnê pelo Rio de Janeiro teve muitos passeios turísticos, quase todos em locais onde nunca tinha ido. Na segunda-feira pintou visita na Confeitaria Colombo e no Gabinete Português. Tudo com frio e uma garoa que não parou por um momento sequer. O dia terminou com meu retorno ao Estádio Nílton Santos após 10 anos. Na pauta, Botafogo x Athletico/PR pelo Campeonato Brasileiro.

Minha primeira vez no antigo Estádio Olímpico João Havelange foi em 18 de julho de 2007, em uma goleada monstra da seleção feminina sobre o Equador por 10 a 0 nos Jogos Pan-Americanos. Naquele mesmo dia emplaquei mais dois jogos do torneio masculino. Voltei ao estádio somente em 2016, já como Estádio Nílton Santos, para uma rodada dupla olímpica: Honduras x Portugal e Argentina x Argélia. Minha última visita não foi com futebol, e sim com atletismo, na histórica noite em que Usain Bolt ficou com o terceiro ouro seguido nos 100 metros rasos. Dez anos depois, já era hora de retornar.


Pouco movimento nas redondezas do estádio antes do jogo



Estátuas de Nílton Santos e Garrincha na entrada do Engenhão. Também estão ali imagens de Zagallo e Jairzinho



Há 10 anos não visitava o Engenhão. Não lembrava direito como o estádio é sensacional

O percurso até a casa botafoguense foi percorrido de metrô e trem, bem na hora que a rapaziada voltava para casa depois de um dia de labuta. Estava cheio? Sim, mas nada absurdo como a Estação Sé às 18 horas. Sem correria, estava nas redondezas do Engenhão por volta das 19h15 (o jogo começava às 20). Foi a primeira vez que vi uma partida entre clubes no local. Por sorte, a chuva e o frio — para os padrões do Rio de Janeiro — afastaram o público e apenas 7 mil pessoas marcaram presença. Aliás, vale dizer que, dos quatro jogos da Série A que vi fora do estado de São Paulo, esse foi o terceiro que contou com a presença do time da Estrela Solitária. Em 2004 estive em um Grêmio x Botafogo no Olímpico e, em 2012, acompanhei nos Aflitos o duelo botafoguense contra o Náutico.





Foi de longe, mas vale registrar as imagens dos times posados e dos capitães com o quarteto de arbitragem

A galera local estava ressabiada com a peleja. Ocupando a 11ª posição, digamos que o Bota está deixando a desejar. Jogando contra o terceiro colocado, a missão não seria fácil. Quando a bola começou a rolar, não demorou para a suspeita se confirmar, já que o Furacão chegou tranquilo aos 2 a 0 em apenas 13 minutos. O segundo gol foi anotado por Viveros, um dos destaques do nacional até agora. O alvinegro tentou responder e não teve nenhum sucesso na empreitada. Os torcedores não estavam felizes.

Na segunda etapa, o Botafogo teve mais posse de bola e chegou a emplacar algumas finalizações, todas para fora. O Athletico cozinhava o galo e ampliou sua vantagem aos 33 com outro gol de Viveros, artilheiro do nacional. Foi a deixa para parte da torcida pegar o caminho de casa. Quem ficou estava revoltado, xingando jogadores, comissão técnica e dirigentes, além dos parentes de primeiro a quarto grau de cada um deles. Aos 39, Santi Rodriguez anotou o primeiro tento dos cariocas. Daria tempo para um milagre?

A pressão foi grande e o camisa 23 fez o segundo dele e do Bota aos 47. Faltavam quatro minutos e um eventual empate teria contornos épicos. O Botafogo tentou e teria sido muito legal ver o 3 a 3... mas não deu. Com o triunfo, o Furacão manteve o terceiro lugar, agora com 44 pontos, sete abaixo do líder Palmeiras. O escrete carioca segue em 11º, com 30. Faltam 14 rodadas para o término da Série A, edição 2026.








Lances do bom jogo entre Botafogo e Athletico/PR


O Bota marcou duas vezes no fim, mas não conseguiu chegar ao empate


Teve briga depois do apito final e jogador ativando o protocolo anti-racismo

Demorei para sair do estádio e poucas pessoas perambulavam pela região quando deixei o Engenhão. Deu tempo de fazer uma boquinha antes de pegar o trem na Estação Engenho de Dentro, que incrivelmente segue no mesmo estado de conservação que estava em 2007, quando fui lá pela primeira vez. Dali fiz uma temerosa baldeação na Estação Maracanã e retomei o caminho até o QG no Rio. Ainda tinha mais um jogo para fechar a cobertura JP dos quatro grandes do estado.

Até lá!

Ficha Técnica: Botafogo/RJ 2-3 Athletico/PR

Local: Estádio Nilton Santos (Rio de Janeiro/RJ); Árbitro: André Luiz Policarpo Bento/MG; Público: 7.086 pagantes; Renda: R$ 178.760,00; Cartões amarelos: Kauan Toledo, Edenilson e Dantas; Gols: João Cruz 10 e Kevin Viveros 13 do 1º, Kevin Viveros 33, Santi Rodríguez 39 e 47 do 2º.
Botafogo/RJ: Gabriel Batista; Vitinho, Ferraresi, Justino e Alex Telles; Allan (Huguinho), Medina (Kadir) e Montoro (Matheus Martins); Kauan Toledo (Júnior Santos), Edenilson (Santi Rodríguez) e Danilo Pereira. Técnico: Rodrigo Bellão.
Athletico/PR: Santos; Dantas, Aguirre e Arthur Dias; Benavídez, Jádson, Luiz Gustavo (Portilla), João Cruz (Dudu) e Mendoza; Leozinho (Vargas) e Kevin Viveros (Renan Peixoto). Técnico: Odair Hellmann.

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Furacão surpreende e faz 3 a 1 no ex-líder Palmeiras no Brasileiro sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


Menos de dois meses após decidirem a Copa do Brasil sub-17, na tarde de segunda-feira hoje Palmeiras e Athletico voltaram a se enfrentar, desta vez pela 7ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da categoria. O jogo, de novo, foi na Arena Barueri. Depois do fraco 0 a 0 que vi ali no domingo entre Oeste e Ponte Preta, esperava uma apresentação melhor.

O Palmeiras, líder isolado da chave, vinha de 14 compromissos invictos na temporada contando apenas competições nacionais. Foi campeão da Copa do Brasil com sete triunfos e um empate e no nacional contava seis vitórias seguidas. Sem dúvida é a melhor base do país. Mas o Furacão, que foi goleado na decisão da Copa, queria devolver a derrota.


SE Palmeiras (sub-17) - São Paulo/SP


C Athletico Paranaense (sub-17) - Curitiba/PR


Capitães das duas equipes junto com o quarteto de arbitragem

Depois de tanto tempo com a Arena fechada e jogos disputados em Santo André, voltar a Barueri foi um grande prazer. É mais fácil ir até lá e, em época de desemprego, gastar menos é essencial. Fui sozinho nessa e acabei vendo uma partida muito boa em que o onze visitante teve uma atuação exemplar.

O Palmeiras começou a peleja com aquela blitz velha de guerra. Encurralou o adversário e aos 10 Ramon abriu a contagem em chute que morreu no canto esquerdo de Maksym. Só que o alviverde ficou nisso e aí os atleticanos tomaram conta das ações. Jogando melhor, o rubro-negro deixou tudo igual com João Gomes e bela finalização de primeira.

O 1 a 1 permaneceu até o intervalo, porém na etapa final o verde não conseguiu frear o ímpeto do escrete paranaense. Logo aos três minutos a zaga deu um chutão em direção ao atacante Sorriso. O goleiro César saiu da área e furou de forma espetacular. A bola sobrou livre e o camisa 9 só teve o trabalho de completar com a meta totalmente aberta.

Aos 19, em rápido contra-ataque pela direita, Sorriso foi lançado na esquerda. Ele invadiu a área e tocou tranquilamente no canto esquerdo de César. Os locais tentaram fazer o segundo, mas não tiveram força suficiente para chegar às redes. Raro ver o Palmeiras sofrer tanto e ser dominado como foi em Barueri.




O passe, o chute a bola entrando no gol atleticano no primeiro gol da tarde


O Palmeiras dominou por pouco tempo após o 1 a 0. Não demorou para o Athletico se encontrar






Na etapa final o domínio paranaense se intensificou e o 3 a 1 foi um triunfo merecido, quebrando a invencibilidade do Palmeiras

O Palmeiras 1-3 Athlético/PR tirou o verde da ponta do Grupo B, posição agora ocupada pelo São Paulo por ter um saldo de gols melhor. O Furacão é o terceiro com 16 e o Santos completa o G4 com 12. Serão duas rodadas antes do fim da primeira fase e o torneio agora vai ser interrompido até o começo de setembro.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Palmeiras 1-3 Athetico/PR

Local: Arena Barueri (Barueri); Árbitro: Thiago Lourenco de Mattos/SP; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Benedetti, Fábio Lucas, Guilherme Back, Sorriso, João Gomes; Cartão vermelho: Benedetti 43 do 2º; Gols: Ramon 10 e João Gomes 25 do 1º, Sorriso 3 e 19 do 2º.
Palmeiras: Cesar; Kauã Moraes (Luís Saboia), Benedetti, Fellipe Jack e Kauan Vítor; Ramon (Juan), Coutinho e Uberaba (Felipe Goto); Luis Arthur (Heittor), Márcio Vitor (Igor) e Kidani (Pedrinho). Técnico: Rafael Paiva.
Athletico: Maksym; Fábio Lucas, Dayvisson e Arthur Dias; João Gomes, Lucas Marezi, Lucas Carvalho (Luiz Felipe), João Cruz e João Vitor (Gabriel Carioca); Guilherme Back e Sorriso (Felipinho). Técnico: Rodrigo Bellão.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Casa cheia em Araras na eliminação do União São João

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois que o Velo Clube goleou o Taquarussu por 7x0 e conquistou uma das vagas do Grupo 12 da Copa São Paulo de Futebol Júnior na segunda fase, a outra foi decidida no jogo de fundo. Direto do Estádio Herminio Ometto, um duelo com cheirinho daquelas Séries B de Brasileiro fantasmas e sem glamour dos anos 90: União São João x Athlético/PR.

O público, com saudade de ver futebol em Araras, encheu o estádio. Foi bonito ver a festa dos torcedores do União. A gente sabe que Copinha sempre lota, então espero que essa animação permaneça com uma eventual presença da equipe na Segundona. A rapaziada estava animada com a chance de classificação. Depois de ser derrotado pelo Velo e ganhar dos tocantinenses, o União dependia de uma vitória em cima do Furacão, este jogando pelo empate mesmo tendo empatado sem gols contra o Taquarussu, uma zebraça.

O jogo começou às 13h15 e foi uma bênção não ter a presença do sol. Melhor coisa do mundo ter sido presenteado com uma temperatura amena e um vento que chegou a ser frio em vários momentos. Foi tão surreal que fui obrigado a me esconder atrás de uma placa de publicidade, pois tinha esquecido a blusa no carro. (Tudo bem que na sequência da rodada isso me complicou, mas falarei disso nos próximos posts)




As duas equipes posadas para as imagens oficiais e o quarteto de arbitragem com os capitães

Resolvi acompanhar o ataque do União e logo aos quatro minutos os avantes quase abriram a contagem. Murilo foi lançado em profundidade e avançou sozinho pelo campo de defesa do Athlético. Só que ele demorou para finalizar e deu tempo de a zaga fazer o corte. Aos 14 o Furacão abriu o marcador contando com uma ajuda monstro do goleiro Daniel.

Após lançamento, o camisa 1 tentou dar um peixinho na tentativa de afastar a bola na entrada da área, errou grosseiramente o cabeceio, e Mercado, sem usar a sua mão invisível, aproveitou e tocou para o gol vazio. Aos 22 Ayoub chutou do bico da área e a finalização encontrou a trave. O goleiro local se redimiu da bobeira no gol sofrido aos 26, quando fez nada menos do que três defesas em sequência, em finalizações de Mercado, Emersonn e Vitor do Carmo.






Detalhes do primeiro tempo de União São João x Athletico/PR

Na etapa final fui captar algumas fotos de um ângulo diferente na arquibancada e ficar junto com os amigos. O jogo caiu de produção e o União não foi capaz de assustar. O Athletico segurou bem a vantagem e assustou nos contra-ataques. Falando da temperatura, ela continuou baixa e uma chuva fina passou a nos fazer companhia. Entre um assunto e outro, o primeiro lance digno de registro saiu só aos 31, quando Renan Viana completou de cabeça e Daniel defendeu.






Da arquibancada, imagens do tempo final. Destaque para o estádio lotado


A vitória do time paranaense eliminou o União, para a tristeza da torcida

Daniel foi bem novamente aos 34, porém aos 42 não impediu o segundo gol atleticano. Iago cobrou falta pela esquerda, o goleiro soltou e Dourado completou. O sonho da classificação ficou para 2023 com o placar final de União São João 0-2 Athletico/PR. A situação do Grupo 12 ficou assim: o Furacão pega o América Mineiro enquanto o Velo enfrenta a surpresa Falcon do Sergipe.

Falando nisso, a caravana da coragem estava longe de encerrar o dia com o fim da rodada dupla do Hermínio Ometto. Saímos dali no gás pois a decisão do Grupo 11 estava na mira. Teve mais um time novo na Lista.

Até lá!

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Ficha Técnica: União São João 0x2 Athletico/PR

Em breve
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segunda-feira, 14 de junho de 2021

Corinthians ataca durante 90 minutos, mas é derrotado pelo Furacão no sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


Pelo menos até o final do mês de julho a agenda futebolística vai ser bem mirrada. No sábado acompanhei meu segundo e último jogo da semana no Estádio Alfredo Schurig, mesmo palco da cobertura de quinta-feira no nacional de aspirantes. Corinthians e Athletico/PR se enfrentaram pela sexta rodada da fase inicial do Campeonato Brasileiro sub-17. Um duelo complicado do mosqueteiro, então sexto colocado do Grupo B, contra o líder.

O alvinegro vinha de vitória, porém a campanha não tem sido uma coisa assim tão brilhante. Na real a atual geração juvenil corintiana não é nenhuma maravilha e pelo menos dentro de campo os resultados parecem que não serão tão bons. Apesar das dificuldades, ainda há a chance de classificação para as quartas de final do nacional. Já o time paranaense, atual vice-campeão, tem plenas condições de ir longe.


Visão geral do Parque São Jorge antes do jogo do último sábado



O elenco corintiano posado para a foto oficial e os capitães com o quarteto de arbitragem

Falei aqui na matéria da partida do sub-23 contra o Santos que o credenciamento de imprensa no Parque São Jorge está sendo feito no portão mais longe para quem está a pé. Entendi o recado, andei cerca de dez minutos e notei que não tinha ninguém credenciando por ali. Resultado: fui obrigado a dar a volta no estádio, de novo, e me credenciar no lugar de sempre. Viva a (des)organização. O padrão é: se tem como dificultar ao invés de facilitar, vamos fazer.

Estava um sol belíssimo e o céu azul foi a tônica da tarde. Tudo debaixo de um frio enorme, o clima perfeito de fim do outono. Nessa temperatura super agradável, o Corinthians atacou durante 90 minutos, além dos acréscimos. Os atletas da casa ocuparam o setor defensivo visitante e criaram um sem-número de oportunidades. O único problema, e infelizmente o mais importante, foi o nível das finalizações. Os atletas simplesmente não conseguiram marcar.

Felipe Augusto criou o primeiro bom momento paulista aos sete minutos quando acertou a trave em precisa cabeçada. Na sequência Pedrinho foi derrubado na área e o árbitro não deu pênalti. Aos 16, Mycael fez grande defesa em tiro de Felipe Augusto. O atleta corintiano foi o maior nome da etapa inicial e foi responsável por outras duas investidas, ambas defendidas pelo arqueiro visitante.

O escrete mosqueteiro continuou atacando. Aos 29 Wesley acertou a trave em cruzamento de Pedrinho e no rebote um zagueiro salvou em cima da linha belo arremate de Felipe Augusto. O Athletico foi atacar pela primeira vez aos 40 pelo lado esquerdo. Marcos Vinícius recebeu de Lucca Prior e foi derrubado dentro da área. Emersonn - assim mesmo com dois "enes" - bateu no canto esquerdo e inaugurou a contagem.





Durante o primeiro tempo, praticamente só o Corinthians atacou. O Athletico chegou perto da área local poucas vezes



Quando o Furacão chegou, saiu na frente. Marcos Vinícius foi derrubado dentro da área e Emersonn cobrou o pênalti com precisão

Na segunda etapa os alvinegros permaneceram atacando direto e os atleticanos se defenderam com precisão. O número de lances reais diminuiu. Difícil até se lembrar de uma investida realmente perigosa dos avantes locais. O Furacão ficou na boa vendo o relógio correr. Nos minutos finais rolou aquele abafa velho de guerra sem nenhuma defesa relevante de Mycael. Como desgraça pouca é bobagem, nos acréscimos o Athletico fechou a fatura em bela jogada individual de Felipe Chiqueti e chute fatal no canto.





Os paulistas diminuíram o ritmo no tempo final e criaram poucas chances de perigo


A animada comemoração atleticana pelo segundo gol no apagar das luzes na Fazendinha

O resultado de Corinthians 0-2 Athletico/PR não foi o que os paulistas esperavam. Nem tem como falar que foi injusto pois o que vale é bola na rede. Criar um monte de chances e não as aproveitar não adianta muita coisa. O Furacão criou duas e fez. O rubro-negro manteve a liderança, agora somando 15 pontos. O Timão caiu para o sétimo lugar com oito. Faltando três rodadas, o alvinegro precisa melhorar bastante caso queira estar entre os oito da próxima fase.

Voltei ao QG tremendo de frio e esperando uma noite tranquila. Não foi muito por conta de cachorro do vizinho hipster chorando a noite toda e uma festa de grandes proporções na rua do lado. Com a pandemia ainda pegando fogo, tem gente que não entende o que estamos vivendo. O futebol deve voltar no meio da semana com um torneio que não acompanhamos com frequência faz tempo.

Até lá!

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Ficha Técnica: Corinthians 0x2 Athletico/PR

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: João Vitor Gobi/SP; Público e renda: Portões fechados; Cartões amarelos: Caio Moraes, Léo Maná, Juan Torres; Cartão vermelho: Gregory Plachta (TG-A) 49 do 2º; Gols: Emersonn (pênalti) 41 do 2º, Felipe Chiqueti 48 do 2º.
Corinthians: Kauê Vinícius; Léo Maná, Vinícius Cressi, Thomas Argentino e Vítor Meer (Adryan); Thomas Rafael (Pedro Afonso), Caio Moraes (Murilo Puliero), Guilherme Biro e Pedrinho (Alysson Paulistinha); Felipe Augusto (Kayke) e Wesley (Léo Agostinho). Técnico: Gustavo Almeida.
Athletico/PR: Mycael; João Vítor, Dourado, Carlos Eduardo e Arthur Zanella (Kevyson); Murilo, Marcos Vinicius (Felipe Chiqueti) e Lucca Prior (Juan Torres); Diego Caito, Athyrson (Islan) e Emersonn. Técnico: Fernando Seabra.
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