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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Adquira o livro que conta a história completa da Copinha!

Texto: Fernando Martinez


"Copa São Paulo de Futebol Júnior - A História da Copinha"





Segue à venda o livro "Copa São Paulo de Futebol Júnior - A História da Copinha" que teve minha pesquisa e lançamento da Campo de Ação e da FPF com parceria da Gazeta Press. A obra tem 342 páginas, reúne todos os resultados dos jogos de 1969 a 2024, fotos exclusivas e estatísticas de todos os clubes que já disputaram a competição. O valor é 200 reais mais o frete.

Nunca existiu uma obra assim sobre a mais tradicional competição de base do Brasil. Nem parecido. E se bobear não teve algo parecido nem pensando em torneios profissionais. Algo inédito pensando em literatura esportiva no país. Vale muito a pena. Se eu fosse você, não perderia essa oportunidade. 

Contatos: jogos.perdidos@gmail.com

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Jogos Perdidos visitando Ituverava e Igarapava

Texto e fotos: Fernando Martinez


Entre os dois jogos da manhã e o do fim da tarde, havia um grande intervalo na nossa agenda no sábado passado, em meio à segunda caravana da coragem do ano. Como sempre faço, fui verificar quais cidades da região já tiveram times no futebol profissional. Entre quatro ou cinco opções, optamos por visitar duas, começando por Ituverava.

A cidade tem pouco menos de 40 mil habitantes, fica a 413 quilômetros da capital e foi lar da tradicional Associação Atlética Ituveravense. O clube nasceu em 1926 e marcou presença nas divisões de acesso de São Paulo em 11 oportunidades. A primeira foi na terceirona de 1966, ano em que dividiu o título com a Inter de Limeira após uma vitória de 3 a 1 para cada lado. A última aparição ocorreu na quarta divisão de 1990. O rubro-negro se despediu dos gramados em 16 de setembro daquele ano, com uma derrota por 3 a 0 para o Cravinhos.


Escudo da saudosa Ituveravense



Fachada da sede social da AA Ituveravense


O gigantesco salão nobre do clube. Uma verdadeira volta ao passado


Entrada do Estádio Municipal de Ituverava

Não foi difícil encontrar o Estádio Municipal de Ituverava. Infelizmente, ele estava fechado e não conseguimos entrar. Só que a Ituveravense teve como sua principal casa o Estádio da Rua Victor Venerando da Fonseca, popularmente conhecido como "campo da Ituveravense", que não visitamos. Fomos então à sede social, que permanece ativa. Um funcionário contou que a AAI não joga mais nem os campeonatos amadores da região e se mantém por meio de eventos e festas. O salão nobre é uma verdadeira viagem ao passado.

Satisfeitos por visitar mais um clube histórico do estado, pegamos a estrada e seguimos até a bela Igarapava, casa do Igarapava Esporte Clube e que tem cerca de 30 mil habitantes. Não sabíamos se o estádio do Galo da Comarca (não é só o XV de Jaú que tem esse apelido) ainda existia, e foi uma grata surpresa encontrá-lo em plena atividade.

O IEC foi fundado em 1919 e disputou por 10 vezes as divisões de acesso, estreando em 1961 e jogando pela última vez em 1994. O clube chegou ao hexagonal final da Série B2 e fez seu último jogo em 6 de novembro daquele ano, sendo goleado pelo XV de Caraguá por 4 a 1 fora de casa. Já são 31 anos sem a presença do alvirrubro.


Entrada da cidade de Igarapava



Fachada do simpático Estádio Garibaldi Pereira, em Igarapava


O belo visual que temos quando entramos no estádio

Chegamos à porta do estádio e vimos uma grande movimentação. Claro que entramos para ver o que era. Descobrimos que iria começar a final do Campeonato Municipal de Futebol de Campo da cidade, reunindo União e o genial Mercearia da Gi (!). Um ótimo público lotou as arquibancadas que um dia viram o futebol profissional do Igarapava EC. É claro que ficamos para assistir a parte da partida.

Antes do jogo, houve uma animada apresentação de banda marcial tocando clássicos como "La Bamba" (!), entre outros. Teve entrada das equipes, discurso do secretário de esportes e bastante atraso. Depois de todo o cerimonial, a bola rolou. Nada de jogadores fora de forma e sim um pessoal que poderia estar disputando a Segundona. Vimos um jogo movimentado. O glorioso Mercearia da Gi não tomou conhecimento do União e abriu 3 a 0 ainda no primeiro tempo, praticamente assegurando o título. Na etapa final, fechou a conta com mais um gol.


Arquibancada principal do Garibaldi Pereira


Agora a visão da arquibancada principal





Detalhes da final do campeonato municipal de Igarapava entre o união local e o glorioso Mercearia da Gi

Seria mais legal se fosse o Igarapava em campo? Sem dúvida. Mas valeu mesmo assim. Pelo que apuramos com os presentes, o IEC mantém atualmente uma equipe de veteranos. Foi muito legal ver o Garibaldi Pereira cheio, com a torcida animada acompanhando a partida. Me peguei imaginando como era assistir ao Galo da Comarca nos tempos de profissionalismo.

Após as duas visitas, retomamos a programação oficial e seguimos rumo à divisa de São Paulo com Minas Gerais. Fazia muito tempo que eu não acompanhava o Módulo II Mineiro in loco e tive o prazer de voltar com um duelo absurdamente tradicional em um local que nunca imaginei conhecer.

Até lá!

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

20 anos de Jogos Perdidos


1º de novembro de 2024. Há exatos 20 anos publicamos nossa primeira postagem, algo simples num endereço que deixou de existir há muito tempo. A ideia do blog surgiu quando eu e o Emerson Ortunho juntamos as forças. Eu tinha um blog da minha banda e também postava fotos dos jogos que assistia (só as imagens mesmo) em uma plataforma para os amigos acessarem. Em uma conversa com o Emerson, pensamos em unir as duas coisas, texto e foto, e falar por alto sobre as partidas. Ele teve a missão de achar uma hospedagem e foram quase duas semanas de procura até encontrarmos o glorioso BIGBLOGGER. Ficamos lá até fevereiro de 2005 e em março hospedamos o JP no saudoso zip.net do UOL. Nosso período de ouro foi lá. Em agosto de 2011 mudamos de casa para o blogspot, local em que estamos até hoje. Fizemos sem dúvida um sem número de coisas, como todos puderam ver na contagem regressiva. Não existe acervo futebolístico assim na grande rede. Toda a nossa história está nos arquivos, algo sem paralelo no mundo virtual.

Há um bom tempo sigo sozinho na jornada e assim como os demais fizeram, já pensei em parar mais de uma vez. Não parei por acreditar na marca e no trabalho destes 20 anos. Fiz dezenas e dezenas de amigos e conhecidos nas minhas andanças. Muita gente nos segue aqui no Instagram e também no Twitter. A cada jogo em que vou, a cada foto que faço, a cada aperto de mão ou bate-papo com alguém que encontrei e a cada comentário lido nas redes sociais, consigo o combustível para não desistir. Como já falei algumas vezes, não sei até quando ficarei nessa, mas por enquanto ainda seguirei firme e forte. Nessas, chegamos a assombrosos 20 anos, um absurdo de tempo em um mundo tão efêmero quanto a internet. Vamos celebrar!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Chegou o Super Guia JP da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2024


Neste começo de ano tenho o prazer de anunciar que acaba de sair do forno o Super Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2024. São 380 páginas com conteúdo em boa parte exclusivo sobre a maior competição de base do país.


O Super Guia Jogos Perdidos reúne informações históricas sobre os 111 participantes da Copinha-24 que disputaram pelo menos uma edição do torneio desde a sua criação e também dados sobre os 17 estreantes. Além das inúmeras informações sobre a edição 2024 da Copa São Paulo, o Super Guia reúne as fichas técnicas de todas as 255 partidas da Copinha de 2023, que teve o Palmeiras bicampeão, em um levantamento único e histórico.





O Super Guia JP chega em versão digital com valor de R$ 20. Para adquirir basta fazer um pix para a chave (e-mail) jogos.perdidos@gmail.com e enviar o comprovante no mesmo endereço. Será disponibilizado então um link exclusivo para o comprador visualizar o material.

Junto com o amigo Gabriel Pitor passei os dois últimos meses compilando as informações e montando essa publicação à altura da importância que a Copinha tem para o futebol brasileiro. Pelo ineditismo e por todo o esforço que tivemos, vale demais a pena. Espero que gostem. :)

Fernando

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2023 (atualizado)

Texto: Fernando Martinez


Bastante gente já baixou o Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2023 e o feedback tem sido positivo demais. Mas aí o Santana do Amapá desistiu e, na segunda-feira, a FPF colocou o América de São José do Rio Preto em seu lugar. Para não deixar todo mundo com informações defasadas na mão, montamos uma segunda versão atualizadíssima com a presença do alvirrubro. Além disso fizemos um pente fino e ajeitamos mais duas informações.


(clique na capa para baixar a versão definitiva do Guia Jogos Perdidos da Copinha)


Agora sim, é a versão definitiva do Guia Jogos Perdidos! Baixem sem moderação. Ah, e quem quiser continuar ajudando com o nosso trabalho, o nosso pix é jogos.perdidos@gmail.com

Até a próxima!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2023

Texto: Fernando Martinez


Hoje, 2 de janeiro de 2023, começa a 53ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, a maior e mais famosa competição de base do país. Como vem se tornando uma tradição, tenho o orgulho de publicar nas páginas do Jogos Perdidos a quarta edição do Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo.

Os três primeiros guias foram exclusivos aqui do blog, mas em 2023 a coisa ficou ainda melhor. Quis transformar o trabalho em algo visualmente interessante com a chance de impressão rápida do material. Contando com o belo trabalho do amigo Gabriel Pitor, o Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2023 virou um pdf caprichado com informações históricas de todos os clubes (contando o Santana do Amapá, que anunciou a desistência no sábado) que já disputaram pelo menos uma edição do torneio em todos os tempos. Revisamos várias vezes, mas alguns erros obviamente podem aparecer. Caso encontrem, podem avisar que corrigiremos para a próxima edição.


(clique na imagem para fazer download do Guia Jogos Perdidos da Copinha 2023)

É fato que não há um trabalho estatístico parecido sobre a Copinha. Fruto de mais de 20 anos de pesquisas em museus, bibliotecas e arquivos empoeirados, o Guia Jogos Perdidos é uma grande homenagem a um campeonato de extrema importância que tem a sua memória tratada com descaso há muito tempo. A pesquisa já era para ter virado um livro, mas a esperança é que isso aconteça nesse ano, independentemente da forma.

Espero que gostem do trabalho feito de forma intensa desde o mês de novembro, data em que os times foram divulgados. Podem usar à vontade, dando sempre o crédito, claro. Ah, e o Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2023 é gratuito, mas caso queiram colaborar financeiramente com qualquer valor, o nosso pix é jogos.perdidos@gmail.com. Qualquer contribuição será muito bem-vinda! 😊

Boa leitura a todos!

PS: Caso queiram visualizar o Guia Jogos Perdidos da Copa São Paulo 2023 pelo Issu, podem clicar AQUI.

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Jogos Perdidos, 18 anos!

Texto e foto: Fernando Martinez


O Jogos Perdidos alcançou a maioridade, quem diria?

Neste 1° de novembro de 2022 o JP chega aos 18 anos com muita luta, esforço pessoal e responsabilidade com a história. Começamos com oito, hoje somos oficialmente quatro, mas efetivamente eu que seguro a onda sozinho na grande rede. O blog está meio largado na atual temporada por uma série de fatores, mas vai voltar com força muito em breve. Se o formato é antigo, paciência. Essa é a forma ideal para deixarmos a história registrada. Mesmo assim, nosso forte hoje é o Twitter. Se não nos segue lá, fica o convite.

Mesmo verdadeiros dinossauros da internet, de novembro de 2021 para cá teve matéria na Folha de São Paulo e fui cobrir jogo no Acre à convite da Globo em fevereiro... isso não é pouco. Além disso teve viagem monstro na Copinha em janeiro e ampliamos nossos horizontes com cobertura até em Andradina em maio. Tudo para cobrir o maior número de partidas possíveis. Fora o sem número de jogos de futebol feminino, categorias de base e o recorde pessoal de partidas vistas no mesmo ano (um total de 255 até aqui). Ninguém cobre isso in loco como o JP.


Não é fácil, não é moleza e não é brincadeira, como alguns mal-amados pensam. Fazer o que faço depende de muita entrega e muita paciência. Tomo chuva, passo calor, passo perrengue, mas é tudo muito gratificante no fim das contas. Além disso, ganhei um número absurdo de amigos ao longo desses 18 longos anos. Pessoal da arquibancada, de clubes, da arbitragem e das federações. Orgulho demais de ter todos por perto e de ver tanta gente ainda interessada no que faço.

Até quando vai durar? Não sei. Já pensei em largar mão mais de uma vez, mas por enquanto ainda não. Por mais difícil que seja, a responsabilidade de carregar esse nome tão importante (sem falsa modéstia) para clubes de menor investimento e campeonatos que poucos acompanham é muito grande. A internet de 2022 é bem diferente da internet de 2004, mas o que não mudou foi que, se não fosse o Jogos Perdidos, centenas e centenas de partidas seriam apenas linhas em sites de federações ou arquivos de departamentos técnicos, sem imagens, sem contexto, sem vida.

Vida longa ao Jogos Perdidos!

sábado, 20 de agosto de 2022

Posts de Janeiro no ar!

Fala, pessoal!


Seguindo com o processo "recuperação de posts", finalmente entrou no ar a série de matérias do último mês de janeiro. Sim, faz uma eternidade, mas agora toda a cobertura monstro na última edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior está devidamente registrada.

O dia a dia tá corrido, os compromissos profissionais tomam conta da agenda, mas aos poucos tudo vai se ajeitando aqui no JP. Quem quiser acompanhar o ritmo de coberturas on line é só acessar no perfil no Twitter (www.twitter.com/jogosperdidos). Ali não tem crise e nem atraso.

Abraços!

Fernando

terça-feira, 26 de julho de 2022

Finalmente! Os posts de abril estão no ar!

Fala, pessoal!


Sim, o Jogos Perdidos está em uma época mais descompromissada e com isso bem desatualizado. Compromissos profissionais e uma sequência insana de todos fazem isso com a gente. Mas hoje, 26 de julho, entraram no ar todos os posts do mês de abril. Como diria o outro, antes tarde do que nunca. Imagino que em breve os de maio também estarão por aqui. Aos poucos tudo vai se ajeitando.

Mas as coberturas continuam a todo vapor. Quem quiser, pode acompanhar o dia a dia no nosso perfil no Twitter (www.twitter.com/jogosperdidos), o local em que mais estamos ativos nos dias atuais.

Abraços a todos!

Fernando

domingo, 26 de junho de 2022

Jogos Perdidos no Esporte Espetacular (de novo)

Fala, pessoal!

Acabei de ver a matéria que passou hoje cedo no Esporte Espetacular. Genial demais! Transmitiu exatamente a ideia do que faço por aqui e fugiu do clichê "maluco que só vê jogo ruim" que tanto nos acompanhou desde que nascemos em 2004. Passamos por poucas e boas e hoje o grupo de oito fundadores se transformou no trabalho de um homem só, mas tudo bem. Da minha parte sigo acreditando no projeto e até quando tiver condições, estarei andando pelos estádios da vida. Também foi legal me ver na telinha da Globo exatamente 17 anos depois da primeira matéria, ainda na época que éramos um grupo.

Viva o Jogos Perdidos!

Fernando

PS: O JP tá meio fora do ar, falha minha. Mas as coberturas continuam no Twitter. Estamos reformulando algumas coisas e tudo logo logo volta ao normal por aqui. :)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

JP na Amazônia (parte 1 de 2): Sim, o Acre!

Texto e fotos: Fernando Martinez


Foram quase dois anos sem pisar em um aeroporto e, pior, sem nem ter ideia de quando isso aconteceria. Se dependesse de mim, esse período teria sido ainda maior, mas, do nada, surgiu a chance de cruzar os céus do país e visitar um lugar que nunca imaginei: Rio Branco, capital do Acre. Sim, o Acre!

Em janeiro, durante a cobertura monstro da Copa São Paulo, a produção da Globo entrou em contato comigo para uma matéria sobre o meu trabalho. Não deu certo. Mas, no começo de fevereiro, o repórter Alex Sabino fez uma grande reportagem comigo na Folha de São Paulo. Foi minha segunda vez no jornal, a primeira sozinho.

Quando a matéria saiu, o feedback foi super positivo e, de novo, o pessoal da Globo me procurou. Só que, dessa vez, a proposta era ainda mais ousada: eu poderia escolher qualquer jogo da primeira fase da Copa do Brasil e viajaria com tudo pago junto com a equipe de reportagem para cobrir a partida. Daquele tipo de proposta que a gente até desconfia de tão genial.

Analisei a tabela e fiquei entre duas opções: Tuntum x Cruzeiro, no interior do Maranhão, ou Humaitá x Brasiliense, na capital do Acre. Já de cara queria a segunda opção e, felizmente, foi a escolhida pela produção. Ir até Tuntum exigiria uma logística complicada, incluindo um trajeto de mais de 300 km de carro. Muito mais fácil pegar um voo direto e ir até o Acre.

Aos poucos, os detalhes foram acertados e, no domingo, durante Juventus 2x3 Audax, começamos as gravações. Como o jogo era na quarta, viajei com o produtor Felipe Ruiz, o repórter Luiz Teixeira e o cinegrafista Thiago para a capital acreana. Foi a viagem de avião mais longa da minha vida. Nem bem tinha chegado no tímido Aeroporto Internacional de Rio Branco – Plácido de Castro e já senti na pele o opressor calor amazônico.



Juro que nunca tinha imaginado que um dia estaria no Acre. Não é algo que acontece todo dia



Detalhe do Rio Acre e a visão da janela do hotel em que me hospedei

Fomos para o hotel, próximo ao centro, e, antes de seguir para a segunda parte da matéria, paramos no Mercado Velho para almoçar à beira do Rio Acre. Uma visão que, sinceramente, nunca imaginei ter. Eu nem sei como consegui comer com tanto calor, de verdade. Suava de forma inacreditável, mas, mesmo assim, fiz algumas fotos da região, pois não faço ideia se um dia voltarei lá.

De barriga cheia, seguimos para a gloriosa Vila do Incra, em Porto Acre, onde fica o “centro de treinamento” (com muitas aspas) do SC Humaitá. No caminho, cruzamos alguns trechos esburacados da AC-010 e, uma hora depois, chegamos ao destino. Porto Acre virou cidade em 1993, quando se desmembrou de Rio Branco. Antes disso, era Puerto Alonso, território boliviano até o fim do século XIX.

No “CT”, acompanhamos a preparação da equipe para sua estreia histórica na Copa do Brasil. Fomos super bem recebidos pelo pessoal do Humaitá, em especial pelo fundador e primeiro presidente do clube, o glorioso José Lima de Oliveira, o Zezinho. Hoje, ele é uma espécie de “faz-tudo” e também o guardião da memória do clube. Em uma humilde casa atrás do campo de treino, ele guarda os troféus conquistados pelo Tourão em seus quase 19 anos de história. Nada chique, nada cheio de pompa, mas preservado com muito carinho.



Detalhe da simpática arquibancada de madeira da Vila do Incra e o Humaitá treinando antes do grande jogo



A humilde casa que serve de base para o Humaitá. Na segunda foto, José Lima de Oliveira segura o principal troféu da história do clube acreano


Quem vê a foto não tem ideia do calor que estava fazendo. É, o clima amazônico não é nada fácil

Passamos um bom tempo ali captando imagens e entrevistando várias pessoas, eu incluído. Quando a tarde chegou ao fim, pegamos o caminho de volta e, sob o céu da Amazônia, retornamos à capital. Já era noite quando chegamos ao hotel e, pacificamente, resolvi descansar. O dia seguinte seria cheio, e eu precisava estar com a bateria carregada.

No próximo post, conto como foi o grande dia.

Até lá!

© 2026

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Breve!

 Fala, rapaziada.

Estamos em atraso com os posts da Copinha, mas já já eles entram no ar. Teve tanto jogo que encavalou tudo. A produção está a mil e em breve todos estarão por aqui. Não se desesperem. :)

Atualização (10/03/22): Os posts estão sendo publicados, finalmente! Basta correrem a página que aos poucos tudo está sendo normalizado. Uhuú

Fernando

sábado, 1 de janeiro de 2022

Guia JP da Copa São Paulo 2022 (Parte 4 de 4)

Texto e pesquisa: Fernando Martinez


Fechando o Guia JP da Copa São Paulo 2022, a terceira edição do mais completo levantamento sobre o torneio, agora seguem os Grupos 25 a 32. Aqui estão nada menos do que o Inter de Porto Alegre, atual campeão, o Palmeiras, o atual pentacampeão paulista sub-20, e o Flamengo.

No mais, espero que tenham gostado do guia. Quer fazer alguma crítica, sugestão, dúvida ou algo do tipo? Basta entrarem em contato com a gente. Ano que vem tem mais! 😊


Grupo 25 | Mogi das Cruzes

Número de vezes que foi sede: 6 (2000, 2016-2020)
Número de jogos que recebeu: 48
Número de estádios utilizados: 1 (Francisco Ribeiro Nogueira, 48 jogos)

História dos confrontos entre os times do Grupo 25:
25/01/74 Portuguesa 1x2 Internacional (Pacaembu)
06/01/79 Portuguesa 2x0 Internacional (Canindé)
14/12/80 Internacional 2x0 Portuguesa (Pacaembu)
14/01/88 Internacional 1x2 Portuguesa (Canindé)
18/01/89 Internacional 1x0 Portuguesa (Pacaembu)
19/01/93 Portuguesa 1x0 Internacional (Canindé)
10/01/96 Internacional 2x0 Portuguesa (Décio Vitta)
11/01/98 Portuguesa 1x2 Internacional (Antônio Soares de Oliveira)

Portuguesa

Número de participações: 49
Primeira/Última participação: 1971/2020
Melhor colocação: Campeão em 1991 e 2002

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 10º lugar com 327 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 201 (90-57-54)
Gols pró-Gols contra (saldo): 340-253 (87)

Total de cidades em que jogou: 22
Estádio em que mais jogou: Canindé (São Paulo), 70 jogos

Maior vitória: 8x0 Mixto (06/01/02, Antônio Fernandes) e 8x0 Atlético/RR (10/01/10, Antônio Soares de Oliveira)
Maior derrota: 0x6 Botafogo/RJ (12/12/70, CEE Pirituba)

Maior sequência de vitórias: 9 (entre 05/01/91 e 26/01/91)
Maior série invicta: 20 jogos (entre 07/01/01 e 15/01/04)
Maior sequência de derrotas: 3 (quatro vezes: entre 14/12/80 e 06/12/81, entre 17/01/95 e 10/01/96, entre 07/01/16 e 06/01/17 e entre 14/01/19 e 07/01/20)
Maior série sem vencer: 6 jogos (duas vezes: entre 11/01/95 e 13/01/96 e entre 03/01/16 e 08/01/17)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 13 (7-6)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 36-33-25/148-123
Retrospecto contra times do Rio Grande do Sul (V-E-D/GP-GC): 5-1-8/19-22
Retrospecto contra times de Roraima (V-E-D/GP-GC): 2-0-0/13-2

Internacional

Número de participações: 48
Primeira/Última participação: 1972/2020
Melhor colocação: Campeão em 1974, 1978, 1980, 1998 e 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 3º lugar com 409 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 230 (118-55-57)
Gols pró-Gols contra (saldo): 419-239 (180)

Total de cidades em que jogou: 39
Estádio em que mais jogou: Pacaembu (São Paulo), 28 jogos

Maior vitória: 12x0 Comerciário/MA (10/01/07, Vila Porto)
Maior derrota: 0x5 Guarani (13/01/19, Adail Nunes da Silva)

Maior sequência de vitórias: 6 (entre 06/01/80 e 20/01/80)
Maior série invicta: 18 jogos (entre 07/01/07 e 03/01/10)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 12/01/03 e 11/01/04)
Maior série sem vencer: 8 jogos (entre 13/01/02 e 05/01/05)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 22 (12-10)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 63-34-36/245-154
Retrospecto contra times de Roraima (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

São Raimundo/RR

Número de participações: 8
Primeira/Última participação: 2013/2020
Melhor colocação: 47º lugar em 2016

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 115º lugar com 23 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 25 (6-5-14)
Gols pró-Gols contra (saldo): 27-49 (-22)

Total de cidades em que jogou: 8
Estádio em que mais jogou: Vereador José Pereira (Sumaré), Sindicato dos Metalúrgicos (Tatuí), Martins Pereira (São José dos Campos), Nicolau Alayon (São Paulo), Jorge Ismael de Biasi (Novo Horizonte), Luís Augusto de Oliveira (São Carlos), Arena Barueri (Barueri) e Francisco Marques Figueira (Suzano), 3 jogos

Maior vitória: 4x1 Novoperário/MS (07/01/17, Jorge Ismael de Biasi) e 4x1 Confiança (10/01/18, Luís Augusto de Oliveira)
Maior derrota: 0x7 Grêmio (03/01/19, Arena Barueri)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 4 jogos (entre 09/01/15 e 07/01/16)
Maior sequência de derrotas: 3 (três vezes: entre 11/01/14 e 06/01/15, entre 10/01/16 e 05/01/17 e entre 03/01/19 e 10/01/19)
Maior série sem vencer: 4 jogos (entre 08/01/14 e 06/01/15)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 1-1-7/7-20
Retrospecto contra times do Rio Grande do Sul (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/1-10

União Mogi

Número de participações: 6
Primeira/Última participação: 2000/2020
Melhor colocação: 35º lugar em 2000

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 158º lugar com 13 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 19 (3-4-12)
Gols pró-Gols contra (saldo): 13-43 (-30)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Francisco Ribeiro Nogueira (Mogi das Cruzes), 19 jogos

Maior vitória: 2x0 Treze (08/01/00, Francisco Ribeiro Nogueira)
Maior derrota: 1x6 Red Bull (05/01/16, Francisco Ribeiro Nogueira)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 3 jogos (entre 04/01/19 e 10/01/19)
Maior sequência de derrotas: 5 (entre 12/01/00 e 04/01/17)
Maior série sem vencer: 5 jogos (três vezes: entre 12/01/00 e 04/01/17, entre 08/01/17 e 04/01/19 e entre 10/01/19 e 08/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 0-2-4/3-12
Retrospecto contra times do Rio Grande do Sul (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/0-7
Retrospecto contra times de Roraima (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou


Grupo 26 | Guarulhos

Número de vezes que foi sede: 19 (1994, 1998-2000, 2006-2020)
Número de jogos que recebeu: 134
Número de estádios utilizados: 1 (Antônio Soares de Oliveira, 134 jogos)

História dos confrontos entre os times do Grupo 26:
04/01/17 Guarulhos 2x1 Flamengo/SP (Antônio Soares de Oliveira)
06/01/17 Flamengo/SP 1x4 Avaí (Antônio Soares de Oliveira)
08/01/17 Guarulhos 1x4 Avaí (Antônio Soares de Oliveira)
06/01/18 Flamengo/SP 1x2 Guarulhos (Antônio Soares de Oliveira)
06/01/19 Flamengo/SP 2x0 Guarulhos (Antônio Soares de Oliveira)
03/01/20 Flamengo/SP 3x0 Guarulhos (Antônio Soares de Oliveira)

Flamengo/SP

Número de participações: 16
Primeira/Última participação: 1999/2020
Melhor colocação: 9º lugar em 2014

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 59º lugar com 69 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 54 (22-3-29)
Gols pró-Gols contra (saldo): 92-108 (-16)

Total de cidades em que jogou: 6
Estádio em que mais jogou: Antônio Soares de Oliveira (Guarulhos), 49 jogos

Maior vitória: 9x0 Imagine/TO (05/01/14, Antônio Soares de Oliveira)
Maior derrota: 0x8 Palmeiras (09/01/99, Antônio Soares de Oliveira)

Maior sequência de vitórias: 4 (entre 05/01/14 e 14/01/14)
Maior série invicta: 4 jogos (entre 05/01/14 e 14/01/14)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 10/01/10 e 12/01/11)
Maior série sem vencer: 4 jogos (entre 10/01/10 e 12/01/11)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 7-1-13/32-56
Retrospecto contra times de Santa Catarina (V-E-D/GP-GC): 0-1-1/2-5
Retrospecto contra times do Amapá (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Avaí

Número de participações: 15
Primeira/Última participação: 2003/2020
Melhor colocação: 4º lugar em 2009

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 31º lugar com 118 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 66 (34-16-16)
Gols pró-Gols contra (saldo): 133-92 (41)

Total de cidades em que jogou: 23
Estádio em que mais jogou: José Silveira Nunes (Louveira), 6 jogos

Maior vitória: 7x0 Inter de Limeira (03/01/19, Rua Javari)
Maior derrota: 0x5 São Paulo (09/01/10, Alfredo Chiavegatto)

Maior sequência de vitórias: 5 (duas vezes: entre 07/01/09 e 20/01/09 e entre 04/01/17 e 13/01/17)
Maior série invicta: 8 jogos (duas vezes: entre 07/01/09 e 06/01/10 e entre 09/01/19 e 16/01/20)
Maior sequência de derrotas: 2 (duas vezes: entre 09/01/10 e 05/01/12 e entre 09/01/13 e 12/01/13)
Maior série sem vencer: 7 jogos (entre 23/01/09 e 11/01/12)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 6 (3-3)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 18-10-7/64-45
Retrospecto contra times do Amapá (V-E-D/GP-GC): 1-0-0/6-1

Guarulhos

Número de participações: 6
Primeira/Última participação: 1998/2020
Melhor colocação: 28º lugar em 1998

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 147º lugar com 15 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 19 (4-3-12)
Gols pró-Gols contra (saldo): 16-42 (-26)

Total de cidades em que jogou: 2
Estádio em que mais jogou: Antônio Soares de Oliveira (Guarulhos), 18 jogos

Maior vitória: 2x0 Madureira (09/01/19, Antônio Soares de Oliveira)
Maior derrota: 0x4 São Paulo (12/01/00, Antônio Soares de Oliveira), 0x4 Goiás (03/01/18, Antônio Soares de Oliveira) e 0x4 Santa Cruz (06/01/20, Antônio Soares de Oliveira)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 2 jogos (duas vezes: entre 05/01/00 e 08/01/00 e entre 06/01/18 e 09/01/18)
Maior sequência de derrotas: 3 (três vezes: entre 06/01/17 e 03/01/18, entre 12/01/18 e 06/01/19 e entre 03/01/20 e 09/01/20)
Maior série sem vencer: 4 jogos (duas vezes: entre 11/01/98 e 12/01/00 e entre 09/01/18 e 06/01/19)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 2-0-5/4-16
Retrospecto contra times de Santa Catarina (V-E-D/GP-GC): 0-0-1/1-4
Retrospecto contra times do Amapá (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Santana/AP

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2010
Melhor colocação: 92º lugar em 2010

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 425º lugar com zero ponto

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (0-0-3)
Gols pró-Gols contra (saldo): 0-19 (-19)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Ítalo Mário Limongi (Indaiatuba), 3 jogos

Maior vitória: Nunca venceu
Maior derrota: 0x14 Santo André (09/01/20, Ítalo Mário Limongi)

Maior sequência de vitórias: Nunca venceu
Maior série invicta: 0
Maior sequência de derrotas: 3 (entre 04/01/10 e 09/01/10)
Maior série sem vencer: 3 jogos (entre 04/01/10 e 09/01/10)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/0-18
Retrospecto contra times de Santa Catarina (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou


Grupo 27 | Mauá

Número de vezes que foi sede: 3 (1985-1986, 2020)
Número de jogos que recebeu: 18
Número de estádios utilizados: 1 (Pedro Benedetti)

História dos confrontos entre os times do Grupo 27:
Nunca se enfrentaram

Atlético/GO

Número de participações: 11
Primeira/Última participação: 1994/2020
Melhor colocação: 19º lugar em 1994 e 1996

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 68º lugar com 49 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 37 (13-10-14)
Gols pró-Gols contra (saldo): 51-55 (-4)

Total de cidades em que jogou: 14
Estádio em que mais jogou: Estádio Santa Cruz (Ribeirão Preto), 6 jogos

Maior vitória: 4x0 Assisense (09/01/20, Antônio Viana da Silva)
Maior derrota: 0x5 Botafogo/SP (05/01/11, Santa Cruz)

Maior sequência de vitórias: 2 (três vezes: entre 05/01/17 e 07/01/17, entre 06/01/18 e 09/01/18 e entre 09/01/20 e 11/01/20)
Maior série invicta: 6 jogos (entre 09/01/19 e 13/01/20)
Maior sequência de derrotas: 3 (duas vezes: entre 10/01/99 e 05/01/11 e entre 10/01/15 e 04/01/16)
Maior série sem vencer: 4 jogos (entre 07/01/99 e 05/01/11)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 2 (0-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 7-6-6/27-27
Retrospecto contra times do Rio de Janeiro (V-E-D/GP-GC): 0-1-0/1-1

Volta Redonda

Número de participações: 5
Primeira/Última participação: 1994/2020
Melhor colocação: 7º lugar em 2019

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 98º lugar com 29 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 21 (8-5-8)
Gols pró-Gols contra (saldo): 20-30 (-10)

Total de cidades em que jogou: 7
Estádio em que mais jogou: Canindé (São Paulo), 5 jogos

Maior vitória: 3x0 Galvez (09/01/20, Ernesto Rocco)
Maior derrota: 0x7 São Paulo (10/01/94, Rua Javari)

Maior sequência de vitórias: 4 (entre 10/01/19 e 16/01/19)
Maior série invicta: 6 jogos (entre 10/01/19 e 03/01/20)
Maior sequência de derrotas: 3 (entre 08/01/94 e 12/01/94)
Maior série sem vencer: 8 jogos (entre 08/01/94 e 07/01/18)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 1 (0-1)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 2-2-4/6-16
Retrospecto contra times de Goiás (V-E-D/GP-GC): 1-0-0/1-0

Mauá FC

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2020
Melhor colocação: 77º lugar em 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 245º lugar com quatro pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (1-1-1)
Gols pró-Gols contra (saldo): 4-5 (-1)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Pedro Benedetti (Mauá), 3 jogos

Maior vitória: 1x0 Nova Andradina (06/01/20, Pedro Benedetti)
Maior derrota: 1x3 Atlético Cearense (03/01/20, Pedro Benedetti)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 2 jogos (entre 06/01/20 e 09/01/20)
Maior sequência de derrotas: 1 (nunca perdeu dois jogos seguidos)
Maior série sem vencer: 1 (nunca ficou dois jogos seguidos sem vencer)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times de Goiás (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times do Rio de Janeiro (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Mauaense

Posição na tábua de classificação 1969/2020: Estreante


Grupo 28 | Diadema

Número de vezes que foi sede: 4 (2017-2020)
Número de jogos que recebeu: 34
Número de estádios utilizados: 1 (Distrital do Inamar, 34 jogos)

História dos confrontos entre os times do Grupo 28:
Nunca se enfrentaram

Palmeiras

Número de participações: 51
Primeira/Última participação: 1969/2020
Melhor colocação: Vice-campeão em 1970 e 2003

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 5º lugar com 379 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 213 (111-46-56)
Gols pró-Gols contra (saldo): 430-237 (193)

Total de cidades em que jogou: 23
Estádio em que mais jogou: Palestra Itália (São Paulo), 34 jogos

Maior vitória: 8x0 Flamengo/SP (09/01/99, Antônio Soares de Oliveira)
Maior derrota: 0x4 Botafogo/RJ (30/01/71, CEE Pirituba)

Maior sequência de vitórias: 6 (entre 04/01/04 e 20/01/04)
Maior série invicta: 16 jogos (entre 05/01/03 e 09/01/05)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 12/01/91 e 13/01/92)
Maior série sem vencer: 9 jogos (entre 09/12/81 e 09/12/82)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 10 (3-7)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 38-27-30/166-113
Retrospecto contra times de Rondônia (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times do Rio Grande do Norte (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Água Santa

Número de participações: 5
Primeira/Última participação: 2016/2020
Melhor colocação: 19º lugar em 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 74º lugar com 41 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 24 (12-5-7)
Gols pró-Gols contra (saldo): 41-25 (16)

Total de cidades em que jogou: 2
Estádio em que mais jogou: Distrital do Inamar (Diadema), 20 jogos

Maior vitória: 4x1 Jacobina (03/01/19, Distrital do Inamar)
Maior derrota: 2x4 Aquidauanense (06/01/19, Distrital do Inamar)

Maior sequência de vitórias: 3 (duas vezes: entre 02/01/16 e 06/01/16 e entre 07/01/20 e 12/01/20)
Maior série invicta: 4 jogos (duas vezes: entre 11/01/17 e 05/01/18 e entre 04/01/20 e 12/01/20)
Maior sequência de derrotas: 2 (entre 06/01/19 e 10/01/19)
Maior série sem vencer: 5 jogos (entre 06/01/19 e 04/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 3 (1-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 3-0-0/8-2
Retrospecto contra times de Rondônia (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times do Rio Grande do Norte (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Real Ariquemes/RO

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2019
Melhor colocação: 86º lugar em 2019

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 266º lugar com três pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (1-0-2)
Gols pró-Gols contra (saldo): 2-3 (-1)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Dario Rodrigues Leite (Guaratinguetá), 3 jogos

Maior vitória: 1x0 Bragantino (09/01/19, Dario Rodrigues Leite)
Maior derrota: 0x1 Juventude (03/01/19, Dario Rodrigues Leite)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 1 (nunca ficou dois jogos seguidos sem perder)
Maior sequência de derrotas: 2 (entre 03/01/19 e 06/01/19)
Maior série sem vencer: 2 jogos (entre 03/01/19 e 06/01/19)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 1-0-1/2-2
Retrospecto contra times do Rio Grande do Norte (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

ASSU/RN

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2012
Melhor colocação: 92º lugar em 2012

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 401º lugar com zero ponto

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (0-0-3)
Gols pró-Gols contra (saldo): 2-13 (-11)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Major José Levi Sobrinho (Limeira), 3 jogos

Maior vitória: Nunca venceu
Maior derrota: 0x6 Santos (08/01/12, Major José Levi Sobrinho)

Maior sequência de vitórias: Nunca venceu
Maior série invicta: 0
Maior sequência de derrotas: 3 (entre 05/01/12 e 11/01/12)
Maior série sem vencer: 3 jogos (entre 05/01/12 e 11/01/12)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/1-9
Retrospecto contra times de Rondônia (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou


Grupo 29 | Barueri

Número de vezes que foi sede: 23 (1994, 1998-2009, 2011-2020)
Número de jogos que recebeu: 193
Número de estádios utilizados: 4 (Arena Barueri, 111 jogos; Orlando Baptista Novelli, 69 jogos; EM Vila Porto 10 jogos; Alphaville Tênis Clube, 3 jogos)

História dos confrontos entre os times do Grupo 29:
09/01/18 Oeste 0x2 Flamengo/RJ (Arena Barueri)

Flamengo/RJ

Número de participações: 34
Primeira/Última participação: 1977/2020
Melhor colocação: Campeão em 1990, 2011, 2016 e 2018

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 13º lugar com 277 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 159 (81-34-44)
Gols pró-Gols contra (saldo): 323-183 (140)

Total de cidades em que jogou: 26
Estádio em que mais jogou: Pacaembu (São Paulo), 12 jogos

Maior vitória: 11x1 Ypiranga/PE (09/01/08, Barão de Serra Negra)
Maior derrota: 0x4 Cruzeiro (24/01/98, Quintino de Lima)

Maior sequência de vitórias: 8 (entre 09/01/18 e 03/01/19)
Maior série invicta: 22 jogos (entre 03/01/10 e 15/01/14)
Maior sequência de derrotas: 4 (três vezes: entre 18/01/91 e 08/01/94, entre 21/01/98 e 09/01/99 e entre 11/01/19 e 10/01/20)
Maior série sem vencer: 4 jogos (cinco vezes: entre 30/11/82 e 09/12/82, entre 18/01/91 e 08/01/94, entre 21/01/98 e 09/01/99, entre 03/01/12 e 05/01/13 e entre 11/01/19 e 10/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 10 (8-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 45-19-26/160-100
Retrospecto contra times do Espírito Santo (V-E-D/GP-GC): 0-0-1/0-1
Retrospecto contra times do Ceará (V-E-D/GP-GC): 0-0-1/4-5

Oeste

Número de participações: 3
Primeira/Última participação: 2018/2020
Melhor colocação: 4º lugar em 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 108º lugar com 25 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 15 (7-4-4)
Gols pró-Gols contra (saldo): 25-15 (-10)

Total de cidades em que jogou: 2
Estádio em que mais jogou: Arena Barueri (Barueri), 14 jogos

Maior vitória: 6x0 Sergipe (03/01/20, Arena Barueri)
Maior derrota: 0x2 Flamengo/RJ (09/01/18, Arena Barueri)

Maior sequência de vitórias: 2 (duas vezes: entre 03/01/19 e 06/01/19 e 03/01/20 e 07/01/20)
Maior série invicta: 4 jogos (entre 12/01/20 e 18/01/20)
Maior sequência de derrotas: 1 (nunca perdeu dois jogos seguidos)
Maior série sem vencer: 2 jogos (duas vezes: entre 10/01/19 e 12/01/19 e entre 14/01/20 e 16/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 3 (2-1)

Retrospecto contra times do Rio de Janeiro (V-E-D/GP-GC): 0-0-1/0-2
Retrospecto contra times do Espírito Santo (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times do Ceará (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Floresta/CE

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2017
Melhor colocação: 87º lugar em 2017

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 278º lugar com três pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (1-0-2)
Gols pró-Gols contra (saldo): 6-10 (-4)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Arena Barueri (Barueri), 3 jogos

Maior vitória: 5x4 Audax (06/01/17, Arena Barueri)
Maior derrota: 1x5 Rio Branco/AC (08/01/17, Arena Barueri)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 1 (nunca ficou dois jogos seguidos sem perder)
Maior sequência de derrotas: 1 (nunca perdeu dois jogos seguidos)
Maior série sem vencer: 1 (nunca ficou dois jogos seguidos sem vencer)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 1-0-1/5-5
Retrospecto contra times do Rio de Janeiro (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times do Espírito Santo (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Forte Rio Bananal/ES

Posição na tábua de classificação 1969/2020: Estreante


Grupo 30 | São Paulo (Arena Ibrachina)

Número de vezes que foi sede: 51 (1969-2020)
Número de jogos que recebeu: 1.100*
Número de estádios utilizados (*não foi possível encontrar o local de três destes jogos): 19 (Nicolau Alayon, 292 jogos; Pacaembu, 218 jogos; Rua Javari, 139 jogos; Canindé, 129 jogos; Palestra Itália, 64 jogos; Parque São Jorge, 59 jogos; CEE Pirituba, 39 jogos; CT do São Paulo, 39 jogos; Ícaro de Castro Melo, 27 jogos; CEE Ibirapuera, 20 jogos; Distrital da Aclimação, 17 jogos; Campo da ADPM, 14 jogos; CEPEUSP, 13 jogos; Morumbi, 11 jogos; CEE Vicente Ítalo Feola, 6 jogos; Campo da Nitro-Química, 3 jogos; CT do Palmeiras, 3 jogos; CMTC Clube, 2 jogos; Arena Corinthians, 1 jogo; CE da Penha, 1 jogo)

História dos confrontos entre os times do Grupo 30:
Nunca se enfrentaram

Náutico

Número de participações: 14
Primeira/Última participação: 1990/2020
Melhor colocação: 19º lugar em 2017

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 69º lugar com 46 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 48 (10-16-22)
Gols pró-Gols contra (saldo): 56-76 (-20)

Total de cidades em que jogou: 16
Estádio em que mais jogou: Tenente Carriço (Penápolis), 6 jogos

Maior vitória: 5x1 Marília (05/01/19, Benito Agnelo Castellano)
Maior derrota: 0x4 Santos (09/01/00, Espanha) e 0x4 Palmeiras (06/01/01, Novelli Júnior)

Maior sequência de vitórias: 3 (entre 05/01/17 e 09/01/17)
Maior série invicta: 5 jogos (entre 05/01/17 e 03/01/18)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 13/01/01 e 12/01/03)
Maior série sem vencer: 20 jogos (entre 05/01/90 e 11/01/04)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 2 (0-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 9-11-10/38-47
Retrospecto contra times de Minas Gerais (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Inter de Limeira

Número de participações: 12
Primeira/Última participação: 1991/2020
Melhor colocação: 3º lugar em 2003

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 60º lugar com 69 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 49 (20-9-20)
Gols pró-Gols contra (saldo): 74-90 (-16)

Total de cidades em que jogou: 7
Estádio em que mais jogou: Major José Levi Sobrinho (Limeira), 32 jogos

Maior vitória: 5x1 Juventus (15/01/03, Major José Levi Sobrinho)
Maior derrota: 0x7 Avaí (03/01/19, Rua Javari)

Maior sequência de vitórias: 5 (entre 05/01/03 e 19/01/03)
Maior série invicta: 6 jogos (entre 22/01/91 e 19/01/03)
Maior sequência de derrotas: 3 (duas vezes: entre 04/01/04 e 11/01/04 e entre 03/01/20 e 09/01/20)
Maior série sem vencer: 7 jogos (entre 11/01/15 e 06/01/19)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 1 (1-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 7-5-9/26-41
Retrospecto contra times de Pernambuco (V-E-D/GP-GC): 2-0-0/4-2
Retrospecto contra times de Minas Gerais (V-E-D/GP-GC): 0-0-1/0-1

Ibrachina

Posição na tábua de classificação 1969/2020: Estreante

Serranense/MG

Posição na tábua de classificação 1969/2020: Estreante


Grupo 31 | São Paulo (Rua Javari)

Número de vezes que foi sede: 51 (1969-2020)
Número de jogos que recebeu: 1.100*
Número de estádios utilizados (*não foi possível encontrar o local de três destes jogos): 19 (Nicolau Alayon, 292 jogos; Pacaembu, 218 jogos; Rua Javari, 139 jogos; Canindé, 129 jogos; Palestra Itália, 64 jogos; Parque São Jorge, 59 jogos; CEE Pirituba, 39 jogos; CT do São Paulo, 39 jogos; Ícaro de Castro Melo, 27 jogos; CEE Ibirapuera, 20 jogos; Distrital da Aclimação, 17 jogos; Campo da ADPM, 14 jogos; CEPEUSP, 13 jogos; Morumbi, 11 jogos; CEE Vicente Ítalo Feola, 6 jogos; Campo da Nitro-Química, 3 jogos; CT do Palmeiras, 3 jogos; CMTC Clube, 2 jogos; Arena Corinthians, 1 jogo; CE da Penha, 1 jogo)

História dos confrontos entre os times do Grupo 31:
14/01/01 Portuguesa Santista 0x3 Juventus (Estádio Espanha)

Juventus

Número de participações: 51
Primeira/Última participação: 1969/2020
Melhor colocação: Campeão em 1985

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 11º lugar com 314 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 196 (91-41-64)
Gols pró-Gols contra (saldo): 320-231 (89)

Total de cidades em que jogou: 22
Estádio em que mais jogou: Rua Javari (São Paulo), 70 jogos

Maior vitória: 12x0 São Raimundo/AM (09/01/00, Francisco Marques Figueira)
Maior derrota: 0x5 São Paulo (15/01/09, Augusto Schmidt Filho)

Maior sequência de vitórias: 7 (entre 13/01/99 e 23/01/00)
Maior série invicta: 11 jogos (entre 08/01/05 e 10/01/07)
Maior sequência de derrotas: 7 (entre 11/01/72 e 14/01/76)
Maior série sem vencer: 7 jogos (três vezes: entre 11/01/72 e 14/01/76, entre 31/01/90 e 12/01/92 e entre 20/01/95 e 12/01/97)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 12 (5-7)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 37-21-29/115-111
Retrospecto contra times de Alagoas (V-E-D/GP-GC): 1-0-0/4-1
Retrospecto contra times da Bahia (V-E-D/GP-GC): 2-0-2/5-5

CRB

Número de participações: 10
Primeira/Última participação: 2004/2020
Melhor colocação: 14º lugar em 2004

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 77º lugar com 38 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 35 (11-5-19)
Gols pró-Gols contra (saldo): 43-71 (-28)

Total de cidades em que jogou: 11
Estádio em que mais jogou: Ítalo Mário Limongi (Indaiatuba), 6 jogos

Maior vitória: 6x0 Fortaleza (05/01/14, Ítalo Mário Limongi)
Maior derrota: 0x6 Madureira (12/01/05, Domenico Paolo Metidiéri)

Maior sequência de vitórias: 3 (entre 04/01/04 e 11/01/04)
Maior série invicta: 4 jogos (entre 03/01/20 e 11/01/20)
Maior sequência de derrotas: 7 (entre 15/01/16 e 09/01/19)
Maior série sem vencer: 8 jogos (entre 11/01/16 e 09/01/09)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 1 (1-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 4-3-9/15-33
Retrospecto contra times da Bahia (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/3-8

Portuguesa Santista

Número de participações: 3
Primeira/Última participação: 1972/2005
Melhor colocação: 21º lugar em 1972

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 300º lugar com três pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 8 (1-0-7)
Gols pró-Gols contra (saldo):4-18 (-14)

Total de cidades em que jogou: 3
Estádio em que mais jogou: Estádio Espanha (Santos) e Euclides de Almeida (Cotia), 3 jogos

Maior vitória: 2x1 Sergipe (10/01/01, Estádio Espanha)
Maior derrota: 0x5 Internacional (12/01/05, Euclides de Almeida)

Maior sequência de vitórias: 1 (nunca venceu dois jogos seguidos)
Maior série invicta: 1 (nunca ficou dois jogos seguidos sem perder)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 14/01/01 e 12/01/05)
Maior série sem vencer: 4 jogos (entre 14/01/01 e 12/01/05)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 0-0-4/0-7
Retrospecto contra times de Alagoas (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou
Retrospecto contra times da Bahia (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Canaã/BA

Número de participações: 1
Primeira/Última participação: 2020
Melhor colocação: 112º lugar em 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 373º lugar com zero ponto

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 3 (0-0-3)
Gols pró-Gols contra (saldo): 3-6 (-3)

Total de cidades em que jogou: 1
Estádio em que mais jogou: Nicolau Alayon (São Paulo), 3 jogos

Maior vitória: Nunca venceu
Maior derrota: 1x2 Ceará (04/01/20, Nicolau Alayon), 1x2 Nacional (07/01/20, Nicolau Alayon) e 1x2 São Caetano (10/01/20, Nicolau Alayon)

Maior sequência de vitórias: Nunca venceu
Maior série invicta: 0
Maior sequência de derrotas: 3 (entre 04/01/20 e 10/01/20)
Maior série sem vencer: 3 jogos (entre 04/01/20 e 10/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 0-0-2/2-4
Retrospecto contra times de Alagoas (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou


Grupo 32 | São Paulo (Nicolau Alayon)

Número de vezes que foi sede: 51 (1969-2020)
Número de jogos que recebeu: 1.100*
Número de estádios utilizados (*não foi possível encontrar o local de três destes jogos): 19 (Nicolau Alayon, 292 jogos; Pacaembu, 218 jogos; Rua Javari, 139 jogos; Canindé, 129 jogos; Palestra Itália, 64 jogos; Parque São Jorge, 59 jogos; CEE Pirituba, 39 jogos; CT do São Paulo, 39 jogos; Ícaro de Castro Melo, 27 jogos; CEE Ibirapuera, 20 jogos; Distrital da Aclimação, 17 jogos; Campo da ADPM, 14 jogos; CEPEUSP, 13 jogos; Morumbi, 11 jogos; CEE Vicente Ítalo Feola, 6 jogos; Campo da Nitro-Química, 3 jogos; CT do Palmeiras, 3 jogos; CMTC Clube, 2 jogos; Arena Corinthians, 1 jogo; CE da Penha, 1 jogo)

História dos confrontos entre os times do Grupo 32:
09/01/99 Capivariano 3x0 Nacional (Carlos Colnaghi)
12/01/03 Capivariano 2x0 Nacional (Carlos Colnaghi)
10/01/06 Nacional 1x0 Coritiba (Nicolau Alayon)

Nacional/SP

Número de participações: 47
Primeira/Última participação: 1969/2020
Melhor colocação: Campeão em 1972 e 1988

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 16º lugar com 237 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 179 (63-48-68)
Gols pró-Gols contra (saldo): 229-236 (-7)

Total de cidades em que jogou: 13
Estádio em que mais jogou: Nicolau Alayon (São Paulo), 102 jogos

Maior vitória: 5x1 Palmeiras (24/01/69, CEE Vicente Ítalo Feola) e 5x1 Atlético/PR (27/11/73, Nicolau Alayon)
Maior derrota: 0x6 Flamengo/RJ (11/01/17, Anacleto Campanella)

Maior sequência de vitórias: 4 (entre 07/01/06 e 10/01/07)
Maior série invicta: 11 jogos (entre 11/01/91 e 18/01/92)
Maior sequência de derrotas: 6 (entre 06/01/17 e 09/01/18)
Maior série sem vencer: 12 jogos (entre 18/01/76 e 13/01/79)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 11 (9-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 21-19-29/79-100
Retrospecto contra times do Paraná (V-E-D/GP-GC): 7-1-1/19-7
Retrospecto contra times do Distrito Federal (V-E-D/GP-GC): 2-0-0/5-2

Coritiba

Número de participações: 31
Primeira/Última participação: 1971/2020
Melhor colocação: 3º lugar em 2012

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 22º lugar com 205 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 125 (58-31-36)
Gols pró-Gols contra (saldo): 240-165 (75)

Total de cidades em que jogou: 29
Estádio em que mais jogou: Nicolau Alayon (São Paulo), 9 jogos

Maior vitória: 10x0 União Barbarense (02/01/16, Alfredo de Castilho)
Maior derrota: 0x4 Fluminense (22/01/12, Luís Augusto de Oliveira)

Maior sequência de vitórias: 4 (entre 04/01/12 e 15/01/12)
Maior série invicta: 14 jogos (entre 11/01/14 e 11/01/17)
Maior sequência de derrotas: 3 (três vezes: entre 04/01/98 e 11/01/98, entre 17/01/99 e 09/01/00 e entre 15/01/08 e 07/01/09)
Maior série sem vencer: 5 jogos (quatro vezes: entre 23/01/71 e 12/10/71, entre 12/01/97 e 06/01/99, entre 13/01/99 e 12/01/00 e entre 20/01/04 e 12/01/05)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 12 (4-8)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 31-18-21/133-89
Retrospecto contra times do Distrito Federal (V-E-D/GP-GC): 1-0-1/3-5

Capivariano

Número de participações: 12
Primeira/Última participação: 1985/2020
Melhor colocação: 7º lugar em 1999

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 63º lugar com 56 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 43 (17-5-21)
Gols pró-Gols contra (saldo): 64-76 (-12)

Total de cidades em que jogou: 6
Estádio em que mais jogou: Carlos Colnaghi (Capivari), 31 jogos

Maior vitória: 6x0 Genus (05/01/17, Carlos Colnaghi)
Maior derrota: 0x10 Fluminense (06/01/16, Carlos Colnaghi)

Maior sequência de vitórias: 3 (três vezes: entre 08/01/95 e 14/01/95, entre 09/01/99 e 17/01/99 e entre 09/01/19 e 06/01/20)
Maior série invicta: 4 jogos (duas vezes: entre 09/01/99 e 20/01/99 e entre 09/01/19 e 09/01/20)
Maior sequência de derrotas: 3 (duas vezes: entre 05/01/85 e 10/01/85 e entre 05/01/00 e 12/01/00)
Maior série sem vencer: 5 jogos (entre 20/01/99 e 07/01/01)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 2 (0-2)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 7-0-9/22-27
Retrospecto contra times do Paraná (V-E-D/GP-GC): 0-1-1/3-5
Retrospecto contra times do Distrito Federal (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou

Real/DF

Número de participações: 2
Primeira/Última participação: 2018/2020
Melhor colocação: 48º lugar em 2020

Posição na tábua de classificação 1969/2020: 167º lugar com 10 pontos

Jogos (vitórias-empates-derrotas): 8 (3-1-4)
Gols pró-Gols contra (saldo): 12-13 (-1)

Total de cidades em que jogou: 4
Estádio em que mais jogou: Vereador José Feres (Taboão da Serra) e Francisco Ribeiro Nogueira (Mogi das Cruzes), 3 jogos

Maior vitória: 5x1 União Mogi (05/01/20, Francisco Ribeiro Nogueira)
Maior derrota: 1x4 Audax (12/01/18, José Liberatti)

Maior sequência de vitórias: 2 (entre 05/01/20 e 08/01/20)
Maior série invicta: 2 jogos (duas vezes: entre 07/01/18 e 10/01/18 e entre 05/01/20 e 08/01/20)
Maior sequência de derrotas: 2 (entre 12/01/18 e 02/01/20)
Maior série sem vencer: 2 jogos (duas vezes: entre 04/01/18 e 07/01/18 e entre 12/01/18 e 02/01/20)

Decisões por pênaltis (vitórias-derrotas): 0 (0-0)

Retrospecto contra times de São Paulo (V-E-D/GP-GC): 2-1-1/8-6
Retrospecto contra times do Paraná (V-E-D/GP-GC): Nunca jogou