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domingo, 1 de agosto de 2021

Portuguesa toma sufoco e só empata com o Bangu

Texto e fotos: Fernando Martinez


O bom senso dizia que ficar em casa na noite de sábado aguardando o dia olímpico se protegendo do frio era a melhor opção. Eu, claro, nem cogitei fazer isso, pois não tinha como perder o duelo marcado para o Estádio Oswaldo Teixeira Duarte. A Portuguesa, líder do Grupo A7 do Campeonato Brasileiro da Série D, recebeu o Bangu, glorioso alvirrubro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Imperdível!

Sou da geração que viu e torceu - desculpa, Coritiba - para o Bangu na final do Brasileirão de 1985. Desde então ele passou a ser o meu time preferido no Rio. Por coincidência o 31 de julho de 2021 marcou o 36º aniversário daquela fatídica noite no Maracanã. Apesar de ser a minha equipe predileta no estado vizinho, só tinha os visto quatro vezes in loco, a última em 2011, também no Canindé, em partida da Copa do Brasil.

Falando em 2021, no jogo realizado em terra fluminense, o escrete rubro-verde foi derrotado de virada por 2x1, a sua única derrota até aqui. Os cariocas melhoraram muito a partir de então e estão disputando vaga na próxima fase, mas a Lusa precisava fazer valer o fator campo de qualquer jeito. O técnico Fernando Marchiori vem fazendo mudanças que são bastante questionadas pela torcida e já está na hora da equipe emplacar uma sequência de boas apresentações.


Portuguesa e Bangu entrando em campo



Sem torcida, o Canindé agora recebe gatos em todos os jogos. Contra o Bangu não foi diferente

Antes do jogo o destaque foi o já citado frio. Olha, nem lembro a última vez que tinha saído de casa com uma temperatura tão baixa. Fui obrigado a colocar duas calças, camiseta, blusa de lã e um casaco por cima. Mesmo assim passei frio pois o vento estava fortíssimo. Se eu acho ruim? Nem a pau. Um milhão de vezes essa temperatura do que aquele calor insuportável. Pena que dias com esse cenário são cada vez mais raros (alô aquecimento global). Ah, outro destaque - não tão bom assim - é que essa foi a minha 100ª cobertura na pandemia. Cem jogos com portões fechados e contando. Não sei como seria se estivesse longe dos estádios até agora.

Quando a bola começou a rolar, vimos uma Lusa que tomou conta da peleja na metade inicial do primeiro tempo. Tito, Danilo Pereira e Caíque criaram bons lances em que o marcador por pouco não foi inaugurado. Aos 19 minutos Maykinho entrou na área, chutou cruzado e Carlos Eduardo desviou pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio Danilo Pereira cobrou na cabeça de Patrick. O zagueiro subiu mais alto do que os defensores e fez seu primeiro gol com a camisa lusitana.





Lance do primeiro tempo de Portuguesa x Bangu


Detalhe do gol lusitano marcado por Patrick

Depois do gol, como acontece quase sempre, a Portuguesa parou, se preocupou em “garantir o resultado” e o confronto ficou bem sem graça. A falta de inspiração local acabou instigando o Bangu, que aos poucos foi se arriscando no setor ofensivo. É verdade que não teve oportunidades reais, mas pelo menos mostrou que não estava de brincadeira.

Quando a segunda etapa teve início, o alvirrubro ocupou o campo de defesa adversário e não demorou para chegar ao empate. Com 14 minutos jogados, Patrick cortou cruzamento dentro da área com a mão. Pênalti. Denílson bateu rasteiro no canto e fez o tento carioca. Aos 24, em raro momento de destaque, Anderson Lessa chutou forte, a pelota desviou em Paulo Henrique e estava a caminho do gol. Só que no caminho a zaga visitante salvou em cima da linha.




No segundo tempo o Bangu voltou melhor do que os donos da casa


O empate banguense saiu dos pés de Denílson em cobrança de pênalti

O clube de Moça Bonita respondeu logo após com finalização ótima de Santarém e defesa sensacional de Dheimison. Com os dois atacando sem objetividade nos minutos finais, o resultado de Portuguesa 1-1 Bangu se mostrou justo. A Lusa mantém a liderança da chave e o vermelho e branco segue na luta por uma vaga na próxima fase. Com o futebol apresentado no Canindé, tem plenas chances de conseguir.

Dessa vez não fui a pé até a Estação Armênia do metrô pois não estava a fim de passar perrengue no caminho. O número de zumbis na região está alto demais e não tem como dar sopa ao azar. Peguei um Uber até o Tietê e logo estava no QG para outra madrugada gelada cheia de programas olímpicos. Futebol de novo só na quinta-feira com a estreia da edição do Paulista sub-20 de 2021 por aqui.

Até lá!

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Ficha Técnica: Portuguesa 1x1 Bangu

Local: Estádio Oswaldo Teixeira Duarte (São Paulo); Árbitro: Diego da Silva/SE; Público e renda: Portões fechados; Cartões amarelos: Patrick, Jefferson Feijão, Miller; Cartão vermelho: Diego Jussani 37 do 2º; Gols: Patrick 20 do 1º e Denílson (pênalti) 16 do 2º.
Portuguesa: Dheimison; Jefferson Feijão (Lenon), Willian Magrão, Patrick e Marco (Diego Jussani); Caíque, Maykinho (Brayan), Diogo Marzagão e Danilo Pereira (Anderson Lessa); Tito (Raphael Luz) e Cesinha. Técnico: Fernando Marchiori.
Bangu: Paulo Henrique; Carlos Eduardo, Israel (Rafael Esculápio), Brito e Raí Lopes; Renatinho, Rochinha (Miller), Denílson e Luís Araújo (Oliveira); Rafael Carioca (Roberto Baggio) e Santarém. Técnico: Felipe Loureiro.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Bangu faz história e garante vaga na segunda fase da Copa do Brasil

Fala, pessoal!

Na última quarta-feira continuei com a minha operação "volta aos campos" com uma partida absolutamente imperdível e que hoje em dia só mesmo a Copa do Brasil pode nos proporcionar. Portuguesa e Bangu jogaram no Estádio Osvaldo Teixeira Duarte, o Canindé, para decidir quem seguiria para a Segunda Fase da competição.

A última vez que as duas equipes se enfrentaram na capital paulista foi no longínquo 18 de dezembro de 1988, quando a Lusa venceu a equipe fluminense por 1x0, gol de Catatau. Desde então os times só se enfrentaram uma vez (no Rio de Janeiro pelo Rio-SP de 2002) até a semana passada, quando o Bangu venceu o primeiro jogo pelo placar de 3x1 no gelado Estádio de Moça Bonita.

E graças a esse resultado, a missão rubro-verde não era das mais sossegadas, ainda mais no inferno astral em que o time se encontra. Somente uma vitória por três gols de diferença ou por 2x0 seria suficiente para garantir a classificação lusitana. Mas o time banguense prometia mostrar a mesma raça que mostrou no jogo de ida, e queria muito levar a vaga na Segunda Fase pela primeira vez na sua história. A equipe da Zona Oeste disputou a Copa do Brasil por duas vezes e em ambas foi eliminada na Primeira Fase (em 2003 pelo Gama, e em 2004 pelo Tupi).

Junto comigo para esse jogo, o seu Natal se fez presente mesmo sendo uma pessoa "sem carro" fora das madrugadas paulistanas. Além dele, o Mílton também estava no Canindé, assim como os amigos Sérgio e Emanuel, da comunidade FA do orkut, e o Matheus, autor de uma bela publicação sobre a Copa São Paulo de Juniores. Vale destacar também a ótima presença de torcedores do time do Rio de Janeiro. Até o mascote do time estava por lá, já que um simpático Castor de pelúcia zanzava pelas arquibancadas. A lamentar só a não liberação dos instrumentos da genial charanga do clube na entrada do estádio.


Oportunidade da Portuguesa pelo alto no começo da partida. Foto: Fernando Martinez.

E a torcida banguense ficou feliz da vida com a atuação do time no primeiro tempo. A Portuguesa parece que foi a campo depois de encher o bucho com uma bela feijoada e simplesmente não jogou nada. O Bangu entrou em campo preocupado em se garantir na defesa, mas aos poucos o time foi ganhando confiança e por duas vezes quase marcou seu gol. A melhor chance foi do jogador Charles, que cabeceou sozinho na pequena área, mas por cima do gol.


Saída de bola do time do Bangu no tempo final. Foto: Fernando Martinez.


Começo de ataque lusitano. Foto: Fernando Martinez.

A Lusa levou perigo mesmo só em uma oportunidade durante o tempo inicial, mas nada que animasse sua torcida presente no Canindé. Aliás, a torcida do time local não estava nada animada com o desempenho da equipe tanto na partida, quanto na temporada 2011. Podemos dizer que o clima não era dos mais amistosos. De qualquer forma, a partida chegou ao intervalo sem a abertura do marcador.


A Portuguesa cruzou muitas bolas na área do Bangu, nenhuma com sucesso. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo era a hora do famoso "tudo ou nada", mas nem assim a Portuguesa melhorou. O Bangu se fixou ainda mais na defesa e dificilmente passava do meio-campo, mas os donos da casa não souberam aproveitar isso e não criaram um número grande de chances. De verdade a única chance perigosa foi aos 22 minutos, no chutaço de Ademir Sopa de fora da área e que foi parar no fundo das redes banguenses. Tirando esse gol, nenhuma chance clara para ampliar o placar.


Zaga do Bangu afastando o perigo. Foto: Fernando Martinez.

O técnico Jorginho, fazendo sua primeira partida pelo clube, tentou fazer substituições para melhorar a performance da equipe, mas a noite não era mesmo dos paulistas. O Bangu soube se segurar perfeitamente bem na defesa até o apito final.

Final de jogo: Portuguesa 1-0 Bangu. A vitória de nada adiantou ao rubro-verde, já que não foi suficiente para garantir a classificação. Quem se garantiu com méritos foi o Bangu, que faz história e pela primeira vez se classifica para a Segunda Fase da Copa do Brasil. Agora a equipe fluminense joga contra o vencedor de Trem/AP e Náutico. A festa dos jogadores e da torcida vinda do Rio foi enorme.


Detalhe da ótima presença da torcida do Bangu no Canindé e o placar final da peleja, que decretou a eliminação da Lusa na Copa do Brasil 2011. Fotos: Fernando Martinez.

Contrastando com a festa banguense, na saída do estádio vimos que a torcida da Portuguesa não ficou nem um pouco feliz com a atuação do time, inoperante para alguns e cheia de má vontade para outros. Por menos do que isso o pau já havia quebrado em jogos do Campeonato Paulista, e não fiquei lá para ver no que isso poderia terminar.

Vamos tentar ver algo nesse final-de-semana... nada garantido, mas se o tempo permitir estaremos de volta.

Abraços

Fernando

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Rodada Fluminense no JP (parte 1 de 3)

Buenas!

Fazia tempo que eu não dava uma escapada para o Rio de Janeiro. E como os jogos que estavam programados para esta última quarta-feira eram imperdíveis, não dava para deixar passar batido. Encarou a viagem junto comigo, o grande David e pra variar tivemos que madrugar muito para chegar a tempo do primeiro jogo.

A primeira partida do dia foi Condor x Bangu, pelo Campeonato Carioca de Juniores das Divisões de Acesso. A partida programada para as 10 da matina, foi disputada no fantástico Estádio Nielsen Lousada, em Mesquita. E graças a tradicional simpatia do pessoal local, seguem as fotos oficiais da partida:


Condor A.C. (sub-20) - Queimados / RJ. Foto: Emerson Ortunho.


Bangu A.C. (sub-20) - Rio de Janeiro / RJ. Foto: Emerson Ortunho.


Quarteto de arbitragem e os capitães das equipes. Foto: Emerson Ortunho.

O jogo começou bem morno, com as duas equipes naquele tradicional estudo inicial. Aos poucos, a partida foi melhorando de produção e começaram a aparecer jogadas de perigo para ambos os lados. Mas o bom empenho das equipes não foi o suficiente para tirar o primeiro zero do placar e o jogo foi para o intervalo sem abertura de contagem.


Disputa de bola na partida Condor x Bangu pelo sub-20. Foto: Emerson Ortunho.


Lance bastante disputado na boa partida jogada no Louzadão. Foto: Emerson Ortunho.

No intervalo eu e o David demos uma passeada pelas intalações do Lousadão, que pussui locais em estado de ruína. O curisoso é que embaixo das antigas arquibancadas foram construídas algumas casas, é até engraçado de se ver.


Ruínas de parte das arquibancadas do Nielsen Lousada, o que torna o estádio mais especial ainda. Notem uma caixa de água que pertence a uma das tais casas que foram construídas embaixo da antiga arquibancada. Fotos: Emerson Ortunho.

Ainda durante o intervalo pudemos saborear o delicioso refrigerante Mineirinho, encontrado basicamente pelas bandas do Rio. O Mineirinho que é feito apartir de uma erva "alucinógena" chamada Chapéu de Couro, é um dos refrigerantes preferidos do JP.


Emerson e David, os mais novos garotos propaganda do Mineirinho. Fotos: David Liberskind e Emerson Ortunho.

No segundo tempo o jogo melhorou ainda mais e o Condor passou a criar as principais jogadas de ataque na partida. Porém, definitivamente, não era o dia da equipe marcar, pois logo de cara acabou perdendo um pênalti.


Jogador do Condor telegrafa a penalidade e o goleiro do Bangu defende. Foto: Emerson Ortunho.


Jogada de ataque do Condor no segundo tempo da partida. Foto: Emerson Ortunho.

Passado o desânimo do pênalti perdido, o Condor voltou a reagir, e seu ataque conseguiu perder três gols, dos mais feitos que eu já vi em estádios. Sabe aqueles gols que não tem mais goleiro, nem ninguém na frente do atacante e ele consegue fazer o que seria praticamente impossível, que é chutar para fora. Pois é, foram pelo menos três nesse naipe.

No final, o resultado acabou ficando mesmo: Condor 0 x 0 Bangu. As duas equipes não diferem muito em nível técnico, não. O Condor saiu mais para o jogo, pois era o mandante da partida e tinha a obrigação de fazer isso. No contexto geral, foi um jogo agradável de se ver.

Depois graças a uma dica de um diretor do Mesquita, pegamos um atalho e fomos para o segundo jogo do dia, mas esse fica para daqui a pouco no próximo post da série.

Abraços!

Emerson

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Taça Octávio Pinto Guimarães: União Central 0-4 Bangu

Fala pessoal!

Novamente estou no pedaço com um joguinho mais do que ESPECIAL. Desde que iniciamos o Blogue, estamos sempre procurando trazer novidades do cenário futebolístico nacional, então hoje venho aqui para falar da minha aventura de ontem até o Rio de Janeiro. Tive uma meia-folga e rumei para a capital fluminense acompanhar um joguinho mais dos especial: União Central x Bangu.

A partida foi válida pela penúltima rodada da primeira fase da Taça Octávio Pinto Guimarães, torneio da categoria sub-20. Além do jogo já ser pra lá de especial, só pelas equipes em si, ele ainda foi disputado no Estádio Leônidas da Silva, conhecido também como Teixeira de Castro, ou simplesmente como: Campo do Bonsucesso. Preciso dizer mais?


Vista da arquibancada do Estádio do Bonsucesso F.C. Foto: Emerson Ortunho.

A viagem acabou sendo meio demorada devido a algumas obras na Serra das Araras, mas nada que tirasse meu entusiasmo. Chegando ao Rio, fui direto para Bonsucesso. Para quem não conhece, posso dizer que comparando com São Paulo, ele lembra um pouco o bairro do Brás. Inclusive o início da rua Teixeira de Castro e cheia de camelôs como o Brás. Resumindo: é como se tivéssemos um estádio em pleno Largo da Concórdia.

Chegando lá, procurei o quarto árbitro para comunicar que eu estaria fotografando as equipes e ele achou o máximo alguém estar cobrindo aquele jogo, em plena quinta-feira, à uma hora da tarde. Ele foi super simpático e facilitou todo o meu trabalho. Seguem as fotos oficiais da partida:


União Central F.C. (sub-20) - Rio de Janeiro / RJ. Foto: Emerson Ortunho.


Bangu A.C. (sub-20) - Rio de Janeiro / RJ. Foto: Emerson Ortunho.


Trio de arbitragem e capitães. Foto: Emerson Ortunho.

O jogo começou bem fraco tecnicamente e demorou uns bons vinte minutos para as equipes começarem a mostrar algum serviço. O Bangu se mostrava melhor tecnicamente, mas o União Central conseguia equilibrar o jogo na base da vontade. Nesse embate, a técnica prevaleceu e o Bangu saiu na frente, levando o jogo para o intervalo com 1 a 0.


Lance de ataque do Bangu no primeiro tempo. Foto: Emerson Ortunho.


Jogada no campo de ataque do Bangu. Foto: Emerson Ortunho.

O Bangu voltou do intervalo mais cauteloso e como o União Central precisava da vitória, teve que ir para cima. Nessa etapa, a defesa do Bangu foi muito feliz, anulando todas as tentativas de ataque do União e ainda proporcionando bons contra-ataques para a equipe. Assim, a partida foi se definindo, com o Bangu encontrando os gols, e tendo direito ainda a um golaço olímpico do seu lateral-esquerdo. Final de partida: União Central 0 x 4 Bangu.


Lance na intermediária no segundo tempo. Cada jogador do União corre para um lado (?). Foto: Emerson Ortunho.


Placar do estádio, achei que lembra bastante o da Rua Javari, principalmente pelo posicionamento. Ao lado da arquibancada tem essa construção, onde ficam os vestiários, é bem curioso esse paredão dando direto no campo. Fotos: Emerson Ortunho.

Olha gente foram dois dias bem corridos e fazer bate e volta para o Rio, tendo dormido só uma hora e meia de uma noite para outra, é até um pouco cansativo. Além do mais eu fui sozinho, já que ninguém conseguiu se desvencilhar dos seus afazeres para me acompanhar (e olha que não faltou vontade por parte da turma). Mas confesso que essa partida não me deixou nenhum arrependimento e afinal de contas, nós somos o Clube dos Doentes... temos um nome a zelar (he he!). Bom, dois jogos bem diferentes por aqui. Espero que tenham gostado... e já estou pensando em quando vai dar para repetir essa empreitada e trazer mais futebol mineiro e fluminense para vocês!

Abraços!

Emerson