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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Barueri derrota o CRAC e vence a primeira na Série C

Fala, pessoal!

Em 29 de novembro de 2006 estivemos no Palestra Itália para acompanhar in loco um jogo decisivo da última rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. Naquele dia, o Grêmio Barueri venceu o Ferroviário/CE e conquistou o acesso para a segundona. Após seis anos disputando as séries A e B, a péssima campanha de 2012 levou a equipe de novo para a disputa do terceiro nível nacional.

Na manhã do último dia 9, a Abelha estreou na Série C jogando na Arena Barueri (o primeiro jogo foi disputado em Goiânia e terminou com vitória do Vila Nova) e é claro que o JP não poderia ficar de fora. O adversário da equipe paulista foi o sensacional CRAC de Catalão, atual vice-campeão da Série D e equipe que dificilmente aparece por essas bandas. Eu mesmo tinha visto o alvi-azul apenas uma vez (jogando contra o Bugre pela Copa do Brasil de 2005 no Brinco de Ouro).

Depois dessa visita, a última vez que os goianos perambularam por aqui havia sido em 2007. Naquele ano, o CRAC enfrentou Guarani, Bragantino e Rio Claro (todos com coberturas do JP) nas fases iniciais da Série C e no octogonal final não conquistou o acesso por apenas dois pontos. Foi a última participação do time em brasileiros até o ano passado. Na Série D de 2012 a equipe voltou com tudo e conseguiu o acesso após fazer uma bela campanha eliminando CENE, Aparecidense, Sobradinho, Nacional/MG, Friburguense e Mogi Mirim, só parando na decisão contra o Sampaio Correa.


Grêmio R Barueri - Barueri/SP. Foto: Fernando Martinez.


CRAC - Catalão/GO. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem escalado para a partida com o árbitro Rodolpho Toski Marques (PR), os assistentes Diogo Carvalho Silva (RJ) e Marcos Sivolella do Nascimento (RJ) e o quarto árbitro Marcelo Prieto Alfieri (SP) junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Só que apesar da expectativa criada pelo que vos escreve, o jogo foi bastante fraco, um dos mais sem graça de 2013 até aqui. Na maior parte do tempo foi a equipe goiana que tomou a iniciativa, mas sem que isso significasse bons ataques. O Grêmio Barueri mostrou atletas pouco entrosados e principalmente pouco inspirados.


Saída do CRAC para o ataque. Foto: Fernando Martinez.


Marcação firme do Barueri. Foto: Fernando Martinez.

O primeiro tempo teve duas ou três oportunidades boas de gol, nada além disso. As equipes foram para os vestiários sem que o placar tivesse sido inaugurado. Como desgraça pouca é bobagem, o tempo final foi ainda mais fraco e o sono tomou conta dos torcedores presentes na Arena.


Bola alçada na área visitante. Foto: Fernando Martinez.


Boa chance de gol desperdiçada pelo CRAC no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

O time local conseguiu a proeza de não conseguir chegar uma ÚNICA vez com perigo no gol adversário até o último minuto. Já o CRAC foi menos pior e criou duas chances boas de abrir o marcador... Ambas desperdiçadas com louvor e sem sustos para o onze paulista.


Lance ríspido no gramado da Arena Barueri. Foto: Fernando Martinez.


Investida ofensiva goiana pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

Para salvar a manhã, o Grêmio marcou seu gol aos 46 minutos após bola espirrada meio sem querer para o ataque. Renatinho avançou pela esquerda e chutou cruzado para vencer o goleiro Alek's e garantir a vitória do time local no primeiro ataque feito no segundo tempo.


Atacante do Barueri tentando alcançar a pelota. Foto: Fernando Martinez.


Detalhe do gol de Renatinho, marcado no último lance da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Grêmio Barueri 1-0 CRAC. O magro placar fez a festa da pequena torcida presente na Arena e deixou o Barueri na sexta posição do Grupo B da Série C com três pontos ganhos. O time goiano fica na penúltima posição ainda com um ponto. Só que essa primeira fase vai acabar somente em 13 de outubro, e com 16 rodadas a serem disputadas, com certeza muitas mudanças ainda acontecerão.


Placar final da pugna na Arena Barueri. Foto: Fernando Martinez.

Essa foi a última peleja vista pelo JP antes da Copa das Confederações. Mesmo não sendo um campeonato perdido, não tinha como ficarmos de fora dos jogos desse certame. Aguardem em breve as matérias especiais de todas as partidas nas quais estivemos presentes.

Até lá!



Fernando

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Braga começa mal a terceira fase da Série C

Olá pessoal,

No último sábado a tarde estive no Estádio Marcelo Stéfani, em Bragança Paulista/SP, para acompanhar o jogo entre Bragantino e CRAC, válido pela rodada de abertura da 3ª Fase da Série C do Campeonato Brasileiro. Além de um jogo importante, vale o destaque que eu ainda não havia visto o time goiano, ou seja, mais uma equipe na minha lista. Outro detalhe curioso é que apesar de ser uma equipe do interior de Goiás, esta é a terceira vez em poucos dias que o CRAC aparece aqui no JP, primeiro contra o Guarani, depois contra o Rio Claro e agora.


Vista geral da partida no momento de seu início. Foto: Victor Minhoto.

O Bragantino começou a partida comandando as ações, o que dava a impressão que os goianos teriam vindo para buscar o empate. Essa pressão inicial deu resultado e logo aos 13 minuntos a equipe da casa sofreu um penalti corretamente assinalado pela arbitragem. O centroavante Neto Baiano se encarregou da cobrança e abriu o marcador para o quadro bragantino.


Em bela cobrança de penalti o Bragantino abre o marcador. Foto: Victor Minhoto.

A vantagem no placar animou a torcida que passou a acreditar em uma vitória sem maiores complicações, porém o panorama do jogo estava para mudar. Inexplicavelmente o time mandante parou de buscar o ataque, dando ânimo ao CRAC que passou a pressionar a marcação, e foi nesse momento que o sistema defensivo do Bragantino mostrou sua fragilidade técnica.

Aos 17 minutos o lateral-esquerdo do Braga tentou fazer um toque no meio de campo, mas a bola foi para os pés da equipe adversária, o que gerou um rápido contra-ataque e Ronildo, após um cruzamento pela direita, acertou um belo chute no canto direito do goleiro Gléguer, igualando o marcador.

A equipe vistante percebeu a fraca qualidade da zaga paulista e ao invés de se fechar na defesa continuou pressionado a marcação. Essa ousadia deu resultado aos 34 minutos, após um lançamento errado dos paulista o CRAC teve outro contra-ataque e a bola foi tocada para Tico Mineiro que, estando na cara do gol, teve apenas o trabalho de chutar a bola para o fundo das redes. Como faltava pouco para o final da primeira etapa nada mais de relevante ocorreu até o intervalo.


Mais um dos vários cruzamentos ineficientes realizados pelo Bragantino. Foto: Victor Minhoto.

No segundo tempo o Bragantino se apresentou com mais vibração, entretanto essa disposição não foi suficiente para a equipe conseguir o empate. Já o CRAC percebeu a falta de criatividade dos locais e recuou para garantir o marcador. Outro motivo que fez a equipe visitante se retrair em seu campo defensivo foram as duas expulsões em razão de jogadas violentas.

Apesar de jogar a maior parte do segundo tempo com um, e os momentos finais com dois homens a mais, a pressão exercida pelo Leão não se mostrou suficente para empatar a partida e mesmo o árbitro tendo indicado sete minutos de acrésmos a impressão que restou foi que mesmo se jogassem até o fim do dia o Bragantino não igualaria o marcador.


Ainda durante 1ª etapa, o goleiro Gléguer impede mais um gol dos goianos. Foto: Victor Minhoto.

Assim o placar final foi mesmo Bragantino 1x2 CRAC, o que deixa e equipe paulista em situação difícil na classificação e com a obrigação de recuperar estes pontos perdidos fora de casa.

Até a próxima,

Victor

terça-feira, 4 de setembro de 2007

A despedida do Rio Claro na Série C

Saudações doentias!

Neste sábado, eu e o Estevan nos dirigimos até Santa Bárbara D'Oeste para assistir no Estádio Antônio Guimarães o jogo entre Rio Claro FC versus CRAC (GO), partida válida pelo Campeonato Brasileiro da Série C. O encontro, para efeito de classificação, nada valeu, pois o Rio Claro já estava eliminado e o time goiano classificado para a terceira fase, o que para nós do JP não significa nada. O importante era colocar mais um time na lista, no caso, o CRAC.


Rio Claro FC - Rio Claro/SP. Foto: Estevan Mazzuia.


CRAC - Catalão/GO. Foto: Estevan Mazzuia.


Quarteto de arbitragem completamente feminino da partida: a árbitra Martha Vasconcelos (RJ), as auxiliares Aline Lambert (SP) e Maria Eliza Correia Barbosa (SP) e a quarta árbitra Sílvia Regina de Oliveira (SP). Foto: Estevan Mazzuia.

Os primeiros 10 minutos deram a impressão que o CRAC arrasaria o Rio Claro, pois nesse período o goleiro Luís Henrique, do Galo Azul, fez pelo menos duas grandes defesas.


Vista geral da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Após esse ímpeto inicial do CRAC, o Rio Claro acertou a marcação e equilibrou um pouco a partida, que entrou em um período de normalidade, até que aos 31 minutos Mirandinha tabelou com Dinei e recebeu livre na pequena área. Driblou o goleiro antes de tocar a bola para o fundo das redes, decretando a abertura do placar para os donos da casa.


Mirandinha, prestes a driblar Eduardo e abrir o marcador. Foto: Estevan Mazzuia.

Em seguida, o Rio Claro, como que tomado por uma fúria devastadora, marcou o segundo gol, novamente através de Mirandinha, que recebeu um lançamento e tentou encobrir o goleiro do CRAC, Eduardo, mas não obteve sucesso. Para azar de Eduardo, a bola acabou sobrando para o mesmo Mirandinha, que tocou para o fundo das redes, aumentando a vantagem no placar para os paulistas.


Falta para o CRAC, sem grande perigo ao gol de Luís Henrique. Foto: Estevan Mazzuia.

Assim, o primeiro tempo terminou com o placar de Rio Claro 2-0 CRAC. No intervalo, consumimos muitos líquidos, pois o calor estava muito forte. O segundo tempo começou dando a impressão que o CRAC reagiria, mas seu ataque, sem força e interesse, logo acabou desistindo. O Rio Claro, por sua vez, se acomodou e o placar não se alterou até o final.


Disputa de bola no meio de campo, durante a segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.


Raro momento de emoção na etapa complementar. Foto: Estevan Mazzuia.

Assim, podemos dizer que vimos uma partida de um tempo só, que acabou, no fim das contas, marcando a despedida do Rio Claro de suas atividades profissionais nesse ano de 2007. Final de jogo: Rio Claro 2-0 CRAC. O time goiano se classifica no grupo junto do outro goiano, o Vila Nova, que eliminou o Guarani na bacia das almas. O CRAC pega outro paulista na terceira fase, o Bragantino.


Na saída do estádio, pude posar ao lado do belo ônibus do Galo Azul. Fotos: Estevan Mazzuia.

Abraços

David

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Guarani se afasta da zona de classificação na Série C

Olá,

Depois de acompanhar um jogo disputadíssimo pela Segundona no domingo pela manhã, no estádio da Ponte Preta, permaneci em Campinas e me dirigi ao belo Estádio Brinco de Ouro da Princesa, para conferir a partida Guarani F.C. x CRAC da cidade de Catalão/GO, que valeu pela quarta rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C.

Essa partida era de fundamental importância para o Bugre tentar se manter no bloco dos classificados à próxima fase e, por isso sua torcida que compareceu em pequeno número (4.144 pagantes) demonstrava uma certa apreensão, pois o confronto era contra o líder da chave e qualquer vacilo poderia ser fatal.

Antes de começar falar da partida, apresento os artistas do espetáculo nas fotos abaixo:


Guarani F.C. - Campinas/SP. Foto: Orlando Lacanna.


CRAC - Catalão/GO. Foto: Orlando Lacanna.


Quarteto de arbitragem formado por Luiz Carlos da Silva (MG), seus assistentes Maria Eliza Correia Barbosa (SP) e Osny Antônio Silveira (SP), além da quarta árbitra Sílvia Regina de Oliveira (SP). Foto: Orlando Lacanna.

Logo no início da primeira etapa foi possível notar que o time goiano não é nem um pouco bobo e sabia exatamente o que queria, jogando plantado em seu campo de defesa e saindo em grande velocidade visando surpreender a defensiva alviverde. O Guarani manteve por mais tempo a posse de bola e chegou a criar alguns lances de perigo relativo, porém a afobação dos seus atacantes dificultava qualquer ação ofensiva mais concatenada.


Lance de ataque do Guarani. Foto: Orlando Lacanna.


Disputa acirrada de bola. Foto: Orlando Lacanna.

O CRAC em algumas oportunidades também levou perigo relativo à meta do goleiro Buzeto, mas também nada que tenha resultado em algo muito perigoso. Com essa panorâmica, o resultado de 0 a 0 foi inevitável até o fim dessa etapa.


Zagueiro bugrino corta tentativa de ataque do CRAC. Foto: Orlando Lacanna.

Ao longo do intervalo deu para ouvir as reclamações de vários torcedores bugrinos dirigidas ao técnico Carbone pelo excesso de respeito demonstrado ao time goiano. O comentário mais comum era que o Guarani não tinha criatividade, pois só tinha volantes no meio de campo. De fato o setor de criação do Bugre deixou muito a desejar.


Lance próximo ao meio campo. Foto: Orlando Lacanna.

Na segunda etapa, o desenho tático não se alterou, isto é, o Guarani dominava e o time de Catalão se fechava para sair em velocidade. Nessa etapa o jogo caiu de ritmo o que acabou gerando uma certa impaciência no público.


Mais uma árdua disputa pela bola. Foto: Orlando Lacanna.


Matada no peito do atacante do CRAC. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo transcorria sem muita emoção quando aos 37 minutos o árbitro expulsou um atleta de cada time, sendo que o do Guarani foi o goleiro Buzeto, obrigando a um atleta da linha ir para o gol, pois as três substituições já haviam sido feitas. O escolhido foi Cunha que acabou não comprometendo. Esse fato contribuiu ainda mais para as preocupações da torcida local, mas felizmente para ela o CRAC já estava satisfeito com o placar igual.

Final de partida com o placar de Guarani 0 - 0 CRAC que tirou o time paulista da zona de classificação e que acabou mostrando que o CRAC não é líder do Grupo 22 por acaso. No geral a partida não agradou e a torcida bugrina saiu do estádio preocupada, uma vez que para a classificação serão imprescindíveis bons resultados nos dois próximos e derradeiros jogos da segunda fase.

Logo após o término da partida, iniciei meu retorno a São Paulo com a sensação de dever cumprido, após ter acompanhado três jogos válidos por três competições distintas. Foi isso.

Abraços,

Orlando

sexta-feira, 4 de março de 2005

Copa do Brasil: Guarani 2-1 CRAC

Opa,

Como o Estevan já citou no post abaixo, ontem teve o segundo capítulo da série ESPECIAIS DO ANO, tudo em virtude da visita da gloriosa equipe do CRAC de Catalão/GO, ao nosso belo estado. O jogo valeu, e valeu mais ainda porque ganhei mais um trunfo, na minha pequena coleção de tais feitos. E como se ganha um trunfo? Com o desânimo coletivo (casos do Jandir e do David), ou falta de grana (o Mílton) ou com compromissos profissionais (Orlando e Emerson). É só misturar tudo isso, que sobra um membro do Clube para honrar as tradições do nosso estatuto e acompanha sozinho um time fantástico, que sempre quis assistir, desde os tempos mais primórdios.

Peguei o busão para Campinas às 6 e 15 da tarde, depois de uma correria (com o pé machucado) até o metrô e outra para pegar o ônibus no horário. Chegando em Campinas, dei a sorte de pegar o ônibus Jardim Proença, que passa do lado do Brinco de Ouro, logo quando cheguei ao ponto. Resultado: às 7 e 50 eu estava nas dependências do estádio do Guarani.

Só tinha ido lá uma vez (no famoso jogo entre Guarani e New England Revolution dos EUA. É, a história que saiu na Placar é minha, e ela ainda será contada lá no HISTÓRIAS DO FUTEBOL), e como o jogo que fui era de graça, eles não tinham aberto todos os lugares, então não pude conhecer o estádio todo. Ontem foi diferente, pude conhecer a parte coberta, abaixo das arquibancadas, e vi que o estádio é muito legal, muito legal mesmo, agradabilíssimo para se assistir uma partidinha de futebol. Principalmente na arquibancada superior: Nunca vi um jogo de lugar tão alto, a visão que você tem de lá é maravilhosa, faço questão de colocar uma foto que tirei de lá:


Times alinhados para o início do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

O jogo em si foi uma daquelas partidas que nos fazem entender o porquê da paixão pelo futebol. O jogo em Catalão tinha sido 0 a 0, e o Guarani precisava ganhar para classificar, e o CRAC poderia empatar com gols para a classificação. No primeiro tempo, o Guarani até vinha jogando bem, quando numa bobeada tomou o 1 a 0. Agora para classificar precisava virar o jogo.


Lance do primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.


Mais um ataque para o Guarani no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

O segundo tempo que foi maravilhoso, acredito que nunca tenha visto brutal diferença de posse de bola, só deu a equipe da casa (ainda que o CRAC tenha perdido um gol feito, ainda quando ganhava por 1 a 0), e mesmo o Guarani tendo atacantes limitadíssimos, o goleiro Dênis, do CRAC, ainda fez umas 4 ou 5 defesas milagrosas, e conseguia segurar o 1 a 0. (Em tempo, no Pelé.net está escrito: "Apesar do grande números de avante, o Bugre não teve força para sufocar como no início do primeiro tempo", acho que eles não viram o jogo, pois o segundo tempo foi SÓ sufoco por parte do Bugre. Ê imprensa que não vê jogo!!!).

O melhor ficou para o final, com o goleiro Jean tendo abandonado as metas, o Guarani ficou sem goleiro, com 11 jogadores no ataque, com isso conseguiu empatar aos 42 minutos, e depois de uma bola na trave do próprio Jean aos 45', o Bugre conseguiu o milagroso resultado de 2 a 1 aos 49' do segundo tempo.


Lance do segundo tempo. Mais um gol perdido pelo Guarani. Foto: Fernando Martinez.

O melhor é que TODO o banco de reservas veio na direção de onde eu estava, para xingar os torcedores que vaiaram o Bugre durante o jogo. Que palhaços, devem estar se limpando das babadas que ganharam dos torcedores mais estressados até agora.

É isso, foi legal, esse com certeza é um dos Top 10 do ano, como Especial e Melhores... valeu a pena. Com o caixa 2 vazio, os especiais dão um tempo até segunda ordem... hehe

Abraços

Fernando