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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Tudo igual entre Santo André e Centro Olímpico no Juvenil

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo jogo do sábado foi a conclusão da rodada dupla no Estádio Bruno José Daniel. Agora pelo Campeonato Paulista sub-17, o Santo André recebeu o estreante Centro Olímpico pela rodada inicial do Grupo 11. Destaco a ótima presença de público, nas minhas contas mais de 300 pessoas.

Os Paulistas Infantil e Juvenil contam com 78 participantes divididos em 14 grupos com seis clubes cada. Os dois primeiros e os quatro melhores terceiros colocados se classificam para a próxima fase. Santo André e Centro Olímpico estão no Grupo 11 junto com Juventus, Corinthians, Portuguesa e São Caetano. Chave complicada.

Além do ADECO, estreante em competições masculinas da FPF, os torneios têm várias equipes que debutam em 2024. O Santa Fé FC, que tem o mesmo nome do extinto e saudoso time de Santa Fé do Sul que sumiu em 1994, também faz a sua primeira participação. Além deles, o Porto FC de Porto Ferreira, o Cosmopolitano de Cosmópolis (que disputou o 11/13 em 2023 e agora está nas categorias maiores), o Valinhos EC (antigo SEAP Valinhos que esteve na Paulista Cup), Real Soccer de Sorocaba, Aster Itaquá (sucesso na última Copinha) e o Clube Vital de Ibiúna são os estreantes.


EC Santo André (sub-17) - Santo André/SP


AD Centro Olímpico (sub-17) - São Paulo/SP


Quarteto de arbitragem e capitães do Juvenil

O sol apareceu forte no duelo do Juvenil e a peleja foi bem mais equilibrada do que a preliminar, que teve vitória local por 3 a 1. No tempo inicial, bastante equilíbrio e poucas chances reais de gol. Aos 34 o Santo André chegou a ter um pênalti marcado a seu favor, mas o assistente anotou impedimento no lance.

Na etapa final, sem pique de ficar derretendo, fiquei nas cabines de imprensa e de lá vi a partida melhorar. Aos seis, novo pênalti a favor do onze local, dessa vez sem nenhuma irregularidade. Arthur cobrou bem e fez 1 a 0. O Centro Olímpico, que tem o sub-17 melhor do que o sub-15, saiu em busca do empate, só que o último toque era falho.

Quando o relógio mostrava 38 minutos, o camisa 14 João Braga cobrou uma falta quase da linha de meio-campo. A bola percorreu toda a área mandante e, sem tocar em ninguém, morreu calmamente no canto direito de Eduardo. Falha generalizada da zaga do Ramalhão e muita comemoração no gol de empate dos paulistanos.





Detalhes do primeiro tempo fraco entre Santo André e Centro Olímpico


Arthur, de pênalti, colocou os mandantes em vantagem




Mais lances da etapa final no Bruno José Daniel

No fim, o confronto ficou em Santo André 1-1 Centro Olímpico. Foi o primeiro ponto conquistado pelo ADECO em uma competição masculina da FPF em todos os tempos. Um resultado sem dúvida nenhuma histórico. Faltam nove rodadas e tem muita água para rolar debaixo dessa ponte.

A sessão da tarde foi no mesmo estádio, então fui fazer um pit-stop em um shopping que fica próximo bater aquela xepa marota. Teve decisão de vaga na A3 na pauta livre do Jogos Perdidos.

Até lá!

Ficha Técnica: Santo André 1-1 Centro Olímpico

Local: Estádio Bruno José Daniel (Santo André); Árbitro: Claudemir de Araújo Silva; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: João, Antônio, Francisco, Rafael Lemos e Nicolas; Gols: Arthur (pênalti) 6 e João Braga 38 do 2º.
Santo André: Eduardo; Lasso, Nicolas, João e Guilherme (Tauan Santos); Francisco, Jorge Lucas (Antônio), Renê (Arthur) e Vinícius; Gustavo e Arthur. Técnico: Marcel Oliveira.
Centro Olímpico: Marcello; Lourenço (João Braga), Douglas, Nicolas e PH (Paolo); Rafael Lemos (Andreas), Diogo, Pedro (Bryan) e Christian; Visentin e Matheuzinho (Anderson). Técnico: Adílson Nascimento.

O primeiro jogo do time masculino do Centro Olímpico na FPF

Texto e fotos: Fernando Martinez


Chegou abril e agora começou o ano de verdade com os vários torneios de base organizados pela Federação. É a época para começar a cair da cama cedíssimo de sábado ver o Campeonato Paulista sub-15/sub-17. No sábado abri as coberturas no Estádio Bruno José Daniel com um surreal Santo André x Centro Olímpico. Sim, o glorioso ADECO agora tem time masculino!

Fundado em 25 de janeiro de 1981, o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa tem longa tradição em esportes olímpicos na capital paulista e fez sucesso no futebol feminino, inclusive sendo campeão brasileiro em 2013. Agora estão fazendo a estreia oficial como filiados à FPF. Entram na minha Lista com o número 787.

Conversei com o Alex, presidente do clube, buscando detalhes sobre a participação. Ele me contou que o Centro Olímpico tem os jovens praticando um total de 13 esportes nas dependências do Ibirapuera. Alguns deles tinham as categorias masculina e feminina e outras não, como o futebol. Eles então definiram que teriam as duas em todos os esportes, com isso surgiu o time dos meninos. Daí para se filiarem e entraram no estadual foi um pulo.

A ideia é jogar no glorioso CERET, o Centro Esportivo do Trabalhador, que fica no Tatuapé, próximo do Jardim Anália Franco. Como o complexo está passando por reforma, ainda não é capaz de sediar os compromissos da equipe. Tanto que na próxima rodada vão jogar no Nicolau Alayon. Enfim, vou ficar de olho e quando pintar confronto no CERET estarei presente.


EC Santo André (sub-15) - Santo André/SP


AD Centro Olímpico (sub-15) - São Paulo/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Fui ao ABC sozinho, naquele esquema metrô + trem + ônibus municipal. Gosto de estar em Santo André, mas é uma canseira ir até lá. Acabou também que foi a primeira vez que acompanhei uma jornada dupla do Ramalhão pelo 15/17 na sua casa em todos os tempos. Tinha registro de apenas uma rodada da agremiação do ABC como mandante nos dois certames em 2010 contra o Mauaense, porém jogando na Rua Javari.

Não sabia o que esperar da peleja do Infantil, mas diz a regra informal do Manual de Cobertura do Jogos Perdidos que, se não há um favorito destacado, sempre devemos ficar no ataque da casa. Deu certo. O Santo André começou melhor e se aproveitou do fator casa. Aos 10 minutos Enzo Faustino acertou um chute fantástico pela esquerda e abriu o placar.

O Centro Olímpico, que até então não tinha atacado, empatou aos 16. Em escanteio pelo lado direito, Bruno tocou de cabeça sem muita pretensão. O goleiro Cauã Vargas estava adiantado e viu a bola o encobrir. Era o empate visitante. Só que cinco minutos depois, os locais retomaram a vantagem. Vini, arqueiro do ADECO, dominou a pelota, porém demorou para afastar. Quando chutou, ela bateu em Igor e foi morrer no fundo da rede.

O 2 a 1 colocou ordem nas coisas e o Ramalhão pouco sofreu até o fim da partida. Na etapa final o time tomou conta da ação e o Centro Olímpico não chegou com propriedade. No finalzinho, os locais marcaram o terceiro com Vinícius completando passe preciso vindo do meio da área.



Primeiros momentos da estreia oficial do Centro Olímpico em torneios masculinos da FPF


O momento do chute de Enzo Faustino no primeiro gol da manhã


Logo depois, saiu o gol de empate do ADECO em falha do goleiro andreense



Bola no fundo da rede do onze paulistano. O goleiro vacilou e Igor recolocou o Santo André em vantagem. Na segunda foto, a comemoração da molecada andreense





Detalhes do tempo final no Bruno José Daniel



O gol e a comemoração de Vinícius fechando o triunfo do Ramalhão no Infantil

O Santo André 3-1 Centro Olímpico foi justo e recompensou a equipe que foi melhor na maior parte do tempo. Se no Infantil o ADECO não mostrou muita coisa, no duelo válido pelo Juvenil o cenário foi um pouquinho diferente.

Até lá!

Ficha Técnica: Santo André 3-1 Centro Olímpico

Local: Estádio Bruno José Daniel (Santo André); Árbitro: Leandro Henrique da Silva Trindade; Público e Renda: Portões abertos; Gols: Enzo Faustino 10, Bruno 16 e Igor 21 do 1º, Vinícius 34 do 2º.
Santo André: Cauã Vargas; Nicolas, Davi Nogueira, João e Vinícius; Igor, Mathias (Enzo Bande), Lucca Nagase (Kautz) e Pedro Peixoto (Gabriel Henry); Enzo Faustino (Caio) e Nicholas (Arthur). Técnico: José Luiz Mota.
Centro Olímpico: Vini; Cadu (Leonardo), JP Santos, Bryan (Bernardo) e Rafael; Léo (Vinícius), Vítor Santos (Miguel), Davi (Pedro) e Juan (Renan); Bruno e João Vítor (Murilo). Técnico: Gabriel Corazza.

terça-feira, 12 de março de 2024

Santo André vence a primeira em 2024, mas não se livra do rebaixamento

Texto e fotos: Fernando Martinez


A sessão da tarde do domingo foi válida pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista em sua edição 2024. No Estádio Bruno José Daniel, o ameaçadíssimo Santo André recebeu a Ponte Preta. Um lutando contra o rebaixamento contra o outro querendo se classificar para as quartas. Expectativa de um jogo pelo menos razoável.

O Ramalhão chegou na última apresentação com apenas cinco pontos e nenhuma vitória nas 11 rodadas anteriores. Uma campanha horrorosa, mas que ainda tinha salvação por mais difícil que fosse. O time precisava vencer e torcer contra Guarani e Ituano, que pegavam respectivamente Red Bull Bragantino e São Paulo. A torcida da casa compareceu em número razoável esperando testemunhar um improvável milagre.

Já a Macaca, vice-líder do Grupo B, jogava por um empate para enfrentar o Palmeiras na próxima fase. Se fosse derrotada, torcia pela equipe reserva do Corinthians contra o Água Santa jogando em São Bernardo do Campo.


EC Santo André - Santo André/SP


AA Ponte Preta - Campinas/SP


A árbitra Edina Alves Batista, os assistentes Danilo Ricardo Simon Manis e Anderson Jose de Moraes Coelho, o quarto árbitro Ilbert Estevam da Silva e os dois capitães

Da minha parte vale registrar como é legal ver uma partida do Paulistão de dentro de campo. O torneio foi a minha porta de entrada nesse mundo de gostar de futebol lá no começo dos anos 80 e por mais que esteja super esvaziado e não seja nem 20% do que já foi, fazer as fotos oficiais e ver a ação próximo das quatro linhas sempre é uma coisa bastante legal.

Pena que a peleja tenha sido muito fraca, principalmente no primeiro tempo. Não aconteceu nada. Passei os 45 minutos iniciais conversando com os amigos fotógrafos e salvar foto decente foi um parto. Já estava temendo outro 0 a 0 ali, como tinha acontecido em três dos cinco compromissos do Ramalhão na sua casa.







O primeiro tempo foi fraco no Bruno José Daniel

Na etapa final o cenário melhorou. Nada assim "nossa, que jogaço", mas melhorou. O Santo André retornou um pouco mais disposto e chegou dentro da área ponte-pretana em três oportunidades. Duas delas não viraram gols. Já aos 25, em escanteio da esquerda, o zero saiu do marcador. Júnior Caiçara cobrou escanteio fechado no segundo pau e Alexiel completou de cabeça. Depois o que teve de sobra foi confusão. Três jogadores acabaram expulsos de campo.

No fim, o resultado de Santo André 1-0 Ponte Preta garantiu a primeira e única vitória do escrete andreense no Paulistão-24. Só que ela veio tarde. O Guarani acabou ganhando do Red Bull Bragantino e se salvou da degola. Ramalhão e Ituano, que perdeu do São Paulo, estarão na Série A2 em 2025. Não tem como dizer que foi surpresa, já que ambos decepcionaram seus torcedores. A Macaca se garantiu nas quartas mesmo com o revés pois o Água Santa não venceu o eliminado Corinthians.




Na segunda etapa, o Ramalhão voltou um pouco melhor



Detalhe do gol de Alexiel, e a sua comemoração, após cobrança de escanteio pela esquerda


"Levanta ou vai embora"... aqui uma das 816 vezes em que algum jogador ficou estirado no gramado durante a peleja



O Santo André se despediu do Paulistão com a única vitória em 2024 até aqui... pena que não livrou o time da queda

Antes de terminar, vale falar outra vez sobre o bisonho regulamento do campeonato. A Portuguesa, com seus 10 pontos e oito derrotas em 12 jogos, se classificou, enquanto o São Bernardo FC, com 21 pontos, ficou de fora. O rubro-verde não tem nada com isso e fez a sua parte, conquistando assim uma vaga entre os oito. Agora, que é uma anomalia, é inegável.

Há anos os clubes assinam o regulamento e aceitam esse absurdo sem pestanejar. A TV só compra o torneio com os seis clássicos da fase inicial e o mata-mata. Enquanto o dinheiro for o único quesito analisado, teremos essa bizarria. Na minha opinião, tinha que ser turno único e pronto. Sem invencionices e sem bobagens extras. Seriam 15 rodadas - ainda ganhariam uma data de folga de lambuja - e pronto. Farão isso? Aposto meu braço direito que não.

Enfim, o Santo André x Ponte deve ter sido minha última cobertura na Série A1 em 2024. A não ser que pinte uma senhora zebra nas fases decisivas, só voltarei em 2025. Apesar dos pesares, já estou com saudade.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Santo André 1-0 Ponte Preta

Local: Estádio Bruno José Daniel (Santo André); Árbitro: Edina Alves Batista; Público: 2.340 pagantes; Renda: R$ 44.435,00; Cartões amarelos: Léo Passos, Jeh, Castro e Iago Dias; Cartões vermelhos: Gabriel Novaes 34, Marciel 37 e Dudu Scheit 45 do 2º; Gol: Alexiel 25 do 2º.
Santo André: Luiz Daniel; Júnior Caiçara (Robinho), Walce, Sousa e Igor Fernandes; Geovane, Dudu Vieira, Marciel e Felipe Ferreira (Enzo); Lohan (Alexiel) e Bruno Michel (Léo Passos). Técnico: Márcio Fernandes.
Ponte Preta: Pedro Rocha; Luiz Felipe, Luis Haquín, Castro e Gabriel Risso; Emerson Santos (Paul Villero), Ramon, Igor Inocêncio (Dudu Scheit) e Elvis (Fraga); Jeh (Gabriel Novaes) e Iago Dias (Kauê). Técnico: João Brigatti.

sábado, 6 de janeiro de 2024

A estreia histórica do Aster Itaquá em jogos oficiais

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na quinta-feira pintou uma rodada grandona da 54ª Copa São Paulo de Futebol Júnior concentrada na zona leste da região metropolitana. Saí cedo de casa pois tinha longo caminho a percorrer. O destino era o Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, em Itaquaquecetuba, em sua estreia histórica no torneio como sede do Grupo 23.

O local foi a casa do inesquecível Itaquaquecetuba Atlético Clube até o ano 2000, mas hoje não é o IAC que vai usar o campo como sua casa, e sim o recém-fundado Estrela Aster Itaquá Brasil SC, mais conhecido como Aster Itaquá. Ele é dos mesmos donos do Aster Brasil do Espírito Santo, que pintou aqui na Copinha em 2022 e 2023.

A estreia em competições da FPF foi contra um velho conhecido da Copa São Paulo, o Santo André, campeão em 2003, 24º na classificação geral de todos os tempos e alcançando a sua 33ª participação. Por conta de tudo que envolveu o escrete debutante, achei que era uma boa a minha presença em uma jornada tão única.

Eu já tinha ido no glorioso Campo do Brasil duas vezes no fim do ano, uma em um amistoso sub-20 contra o São Caetano e outra na semifinal da Paulista Cup contra o Sumaré. Tinha feito um esquema de descer na Estação Aracaré da CPTM e pedir Uber, pois 1.2 km de subida íngreme não é a minha. Testei outra alternativa e ela se mostrou muito melhor. Parei na Estação Itaquaquecetuba e andei a pé por 1.700 metros em terreno praticamente plano. Passa a ser a opção "A" a partir de agora.


Estrela Aster SP FCL (sub-20) - Itaquaquecetuba/SP


EC Santo André (sub-20) - Santo André/SP


A fotinho com o quarteto de arbitragem e capitães

Junto com o Nílton, maior fã do ABC de Natal do estado de São Paulo, chegamos cedo no estádio. Ele ficou na arquibancada e eu fui me credenciar. Por ser a primeira vez na Copinha, o pessoal estava meio atrapalhado, porém deu tudo certo. O que complicou foi o sol que castigou os presentes durante a rodada dupla, algo que não estava previsto na previsão do tempo. Queimei a alma nas horas que fiquei ali.

Cozinhando em cima do gramado sintético, vi um jogo bastante fraco. Foi difícil se manter acordado com tudo que (não) aconteceu. O Aster ainda foi um pouco melhor, só que nada digno de registro. Já o Ramalhão estava pouco inspirado e a partida se arrastou. Os mais de 2 mil presentes nem ligaram e aplaudiam tudo.

Desisti de ficar no campo e fui até a tímida (e salvadora) cabine de imprensa para a etapa final. O espaço ficou pronto em quatro dias e consiste em um telhado de zinco no meio da arquibancada que fica atrás dos bancos de reservas e de uma das principais entradas. Aliás, tinha de tudo ali, menos imprensa. Encontrei o homem-abelha Renato e fiquei espremido em uma cadeira quebrada atrás das câmeras.

Na segunda etapa pouco mudou. Agora, vale registrar que é um crime colocar um jogo de futebol às 11 da manhã em meio a um verão intenso em gramado sintético. Era evidente que a molecada em campo não estava aguentando a temperatura. Assim como aconteceu no Bernô x Briosa do dia anterior, a única chance de gol seria na bola parada... e a história se repetiu.

O Aster Itaquá teve um pênalti marcado a seu favor aos 26 minutos. O camisa 11 Gustavinho cobrou com tranquilidade e anotou o primeiro gol da agremiação na Copinha, ficando à frente do Santo André. Nos minutos restantes, a peleja seguiu insossa e ao término do tempo regulamentar o onze local conquistou um triunfo que vai ficar registrado na memória para sempre.






O calor foi a tônica do duelo entre Aster Itaquá e Santo André


O único gol da tarde saiu em cobrança de pênalti



O Ramalhão tentou, mas não conseguiu evitar a derrota

O placar de Aster Itaquá 1-0 Santo André colocou os itaquaquecetubenses em boa situação pensando na luta pela classificação. Se ganharem o próximo compromisso, ficarão bem próximos de um lugar entre os 64 melhores. Ao Ramalhão resta torcer contra, além de, claro, fazer sua parte.

Mas o jogo mais esperado da rodada era o de fundo, já que tinha time novo na pauta livre do JP.

Até lá!

Ficha Técnica: Aster Itaquá 1-0 Santo André

Local: Estádio Ildeu Silvestre do Carmo (Itaquaquecetuba); Árbitro: Flávio Roberto Ribeiro; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Victor Almeida, Júlio César, Gustavinho, João Vitor Dreger, Gustavo Didonet, Henrique Cayres e Pablo; Gol: Gustavinho (pênalti) 27 do 2º.
Aster Itaquá: Vitor Boin; Pedro Alves (Bruno Moreira), Victor Almeida, Emmanuel e Samuel (Jean Tadeu); Rodrigo Capiva, Gabriel Martins, Júlio César (João Vitor Dreger) e Dieguinho (João Victor); PK (Caio Santos) e Gustavinho (Carlos). Técnico: Válter dos Santos.
Santo André: Renan; Rodrigo, Henrique Cayres, Gustavo Didonet e Anderson (Paulo Henrique); Davison, Gabriel Paz (Rafael), Théo (Maycon) (Jhonatas) e Gabriel Ferreira (Pablo); Dioran e Luiz Gustavo (Paulo Vítor). Técnico: Gabriel Limeira.