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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Barcelona não faz a lição de casa e perde para o Olé Brasil no Alayon

Fala, pessoal!

Enquanto o Orlando estava na Rua Javari vendo o massacre grená na manhã do domingo de Dia das Mães, eu fui ao Estádio Nicolau Alayon cumprir meu dever cívico nos jogos do genial Barcelona Capela. Pela quarta rodada do Grupo 2 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, o Elefante recebeu o Olé Brasil na velha cancha nacionalina e não tinha como o JP ficar de fora.

Essa foi a segunda partida do time da capital na "sua casa" nessa competição. Estive lá na primeira quando a Inter de Bebedouro saiu-se vencedora por 4x1. Nas duas partidas seguintes, ambas longe de São Paulo, o Barcelona venceu - 1x0 no São Carlos e 4x1 no Palmeirinha - e chegou ao G4 da sua chave. Um novo triunfo deixaria o time ainda mais consolidado entre os quatro melhores.


Barcelona ECL - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Olé Brasil FC S/A - Ribeirão Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem composto por Allan da Silva Bonardi, Rafael Tadeu de Souza, Leandro Fernandes Rodrigues e Thales William Storari junto com os capitães. Foto: Fernando Martinez.

Pra ver esse jogo genial e perdidaço de novo vários amigos marcaram presença, todos fiéis admiradores do time mais legal da capital bandeirante no momento. Alguns também tiveram a chance de colocar nas respectivas Listas o time de Ribeirão Preto. Juro que não imaginava que veria algum dia o Olé Brasil novamente em campo, ainda mais no profissionalismo.

Vi a equipe principal do Olé duas vezes, a primeira numa derrota de 3x2 para o Jaboticabal em 2009 e a segunda no mesmo Nicolau Alayon em 2010, num dia que o Nacional venceu de virada. No JP a última aparição foi em 12 de agosto de 2011 numa peleja contra a Briosa. Fora das competições profissionais desde aquele ano, o time-empresa voltou aos campos somente agora em 2015.

Todo de preto, o Barcelona foi a campo para tentar emplacar sua terceira vitória seguida contra os ribeirão-pretanos. É, mas o jogo foi muito mais complicado do que a maioria dos torcedores locais imaginavam. Com apenas três pontos conquistados, o time visitante mostrou muita raça e deu grande trabalho para o escrete paulistano.

O Barcelona teve mais posse de bola durante o tempo inicial mas chance real de gol mesmo só aconteceu uma. O Olé Brasil, que se preocupou apenas em se defender durante os primeiros 20 minutos, foi se soltando aos poucos e equilibrou as ações na meia hora final.


Jogador do Barcelona matando a bola em ataque pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Mais uma ofensiva do time da casa pela lateral. Foto: Fernando Martinez.


Chegada do Olé Brasil pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

Já no segundo tempo o Barcelona começou melhor e por duas vezes quase abriu o placar. É, o gol não saiu e o Olé Brasil se mostrou um indesejado visitante aos 19 minutos, quando Carlos completou cruzamento na pequena área e fez o gol do time interiorano. Estar em desvantagem fez com que os jogadores locais partissem num ritmo frenético em busca do empate.

Debaixo de uma forte e inesperada chuva, o setor ofensivo mandante mostrou bastante serviço, mas um a um as investidas foram desperdiçadas. A zaga visitante trabalhou bem e a meta do arqueiro Vinícius Marques não foi vazada. Além disso o Olé teve um gol, marcado também pelo camisa 7 Carlos, anulado por impedimento já nos acréscimos.


Marcador do Elefante correndo atrás de atacante do Olé Brasil. Foto: Fernando Martinez.


Ótima oportunidade de gol para os donos da casa no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Lance do gol anulado para o time de Ribeirão Preto nos acréscimos. Foto: Fernando Martinez.

Quando o juiz apitou, não teve jeito para a equipe da Capela do Socorro com o placar final de Barcelona 0-1 Olé Brasil. A esquizofrênica campanha paulistana agora conta com quatro jogos, duas vitórias fora e duas derrotas em casa. O revés derrubou o time para a quinta posição com os mesmos seis pontos. O Olé pulou para q quarta colocação, na frente do Elefante com a mesma pontuação por ter maior saldo de gols.

Junto com os companheiros de bancada no FATV - Sérgio Oliveira e Mílton Haddad - saí do Nacional e fui até o cada vez mais abandonado centro da cidade para almoçar. Ficamos ali algumas horas com aquele papo cabeça e cultural antes de cada um tomar o caminho de casa. Poucas coisas são mais legais do que jogar conversa fora com os amigos.

Até a próxima!

Fernando

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Briosa desencanta, goleia o Olé Brasil e convence na Segundona

Salve, amigos!

Dando continuidade à minha rodada dupla de meio de semana, compareci ao Estádio Ulrico Mursa, em Pinheiro Machado, para acompanhar o duelo entre AA Portuguesa e Olé Brasil FC, em partida válida pela 2ª rodada da segunda fase da Segundona 2011, em seu grupo 12. Vale ressaltar que foi a primeira vez que vi a equipe de Ribeirão Preto em campo. Mais uma pra minha lista (são 369 equipes agora). Devidamente aclimatado, parti para as fotos oficiais da partida:


AA Portuguesa - Santos/SP. Foto: Estevan Mazzuia.


Olé Brasil FC S/A - Ribeirão Preto/SP. Foto: Estevan Mazzuia.


O árbitro Marcelo Rogério e os assistentes Danilo Ricardo Manis e Humberto Lellis Leite junto aos capitães das equipes. Foto: Estevan Mazzuia.

Vindas de vitórias na estréia, as equipes entraram em campo serenas, mas cientes da importância da vitória, para manter a tranqüilidade na continuidade da competição.


Panorâmica de Ulrico Mursa, por ocasião da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Logo aos 2 minutos de jogo, a Briosa inaugurou o placar. Lomba bateu fraquinho da entrada da área, mas a bola escorregou por entre as mãos de Lau, num frango típico das melhores granjas. Apesar da derrota parcial, muito bem postado na defesa, o Olé Brasil mantinha a posse de bola no campo de ataque, mas não criava chances de gol. Em vantagem, a Briosa assistia os visitantes, com poucas investidas ao ataque.


Luciano observa a partida. Foto: Estevan Mazzuia.

O empate parecia questão de tempo, mas a melhor chance do onze amarelo veio somente aos 37 minutos. Fábio recebeu na área, de costas para o gol, virou e bateu contra Luciano. Mas a bola foi fraca e fácil para a defesa do experiente arqueiro.


Bola na área da Briosa. Foto: Estevan Mazzuia.

Mas o Pinguim foi seriamente castigado no final da etapa inicial, com dois golpes fatais. Aos 43 minutos, Mineiro recebeu um lançamento da intermediária e se esticou todo para ampliar o marcador.


Momento em que Mineiro se esticava para marcar o segundo gol. Foto: Estevan Mazzuia.

No minuto seguinte, Marlon Lauro cobrou escanteio da esquerda e Correia cabeceou para o fundo do gol, assinalando o terceiro tento.


Correia cabeceia para fazer 3 a 0. Foto: Estevan Mazzuia.

No intervalo da partida aproveitei pra comer uma maçã, primeira refeição saudável do dia, depois de um salgadinho de isopor regado a refri na Caneleira, o tradicional “lanche perdido”. Conversei, ainda, com os amigos Renato e Matheus, fãs JP a quem renovo o abraço.


Lance da segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

Se a vitória era justa, pelo melhor aproveitamento, o placar, definitivamente, não traduzia o que se via em campo. Mas aos 2 minutos Jeffizinho recebeu a bola sozinho na entrada da área, e bateu forte, sem chances para Luciano.


Munhoz (3) escapa da marcação lusitana. Foto: Estevan Mazzuia.

O restante da segunda etapa foi bastante morno, com a Briosa administrando, e o Pinguim sem conseguir produzir nada de efetivo.


Bruno Reis (7) briga pela posse da bola. Foto: Estevan Mazzuia.

Aos 30 minutos Filipi recebeu na entrada da área, deslocou a zaga amarela e marcou o quarto gol da equipe rubro-verde, dando números finais à partida, para tristeza do treinador Gil Baiano.


Gil Baiano, ex-lateral de Bragantino e Seleção Brasileira observa sua equipe sair goleada de Ulrico Mursa. Foto: Estevan Mazzuia.

Fim de jogo, Portuguesa 4x1 Olé Brasil, resultado que isola a Briosa na liderança do grupo. Após uma série de vitórias contestáveis assistidas por mim in loco, parece que a Briosa acertou o prumo, e vai bem na competição, enquanto seus ex-pares (Guarujá, São Bernardo e São Vicente) ainda nem venceram. Foi isso!

Abraços

Estevan

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Juventus e Olé Brasil empatam sem gols pelo Paulista sub-17

Fala, pessoal!

Tenho o enorme prazer de "inaugurar" o jogosperdidos.com trazendo a vocês os jogos em que o JP esteve presente nesse último final-de-semana. Acordei cedo no sábado para acompanhar a primeira rodada da segunda fase do Campeonato Paulista sub-17. A pedida foi seguir até o Estádio Conde Rodolfo Crespi para o inédito confronto entre Juventus e Olé Brasil, pelo Grupo 11 da competição.

Acordei bem cedo, mas acabei parando na frente da TV para ver um filme que não via há tempos. Como não existe hora ou momento específicos para se ver um filme bom na televisão, me acomodei no sofá na fria manhã. Fiquei até o famoso "The End" ligado na película, e com isso, acabei saindo atrasado de casa e cheguei na Javari em cima da pinta. Mas nada que atrasasse as fotos oficiais.


CA Juventus (sub-17) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Olé Brasil FC S/A (sub-17) - Ribeirão Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem da partida e capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

Na primeira fase do certame, o Juventus se classificou como um dos melhores quartos colocados, enquanto o time de Ribeirão Preto foi líder da sua chave, e ainda por cima terminou a fase invicto. O jogo prometia bastante. Ah, vale registrar que as equipes fazem parte do Grupo 11 junto com Itapirense e São Paulo.

De dentro do campo vi os amigos Alfredo, Luiz e Sérgio na parte coberta da Javari, animadíssimos com a classificação do time. Resolvi acompanhar o ataque visitante durante a metade inicial do primeiro tempo. E não me arrependi, pois o jogo se concentrou no ataque do Olé Brasil durante esse período.


Ataque do time de Ribeirão Preto no comecinho da partida. Foto: Fernando Martinez.


Boa cobrança de falta para o Olé Brasil. Foto: Fernando Martinez.

Mas apesar de criar ótimas chances de gol, infernizando a zaga grená, o time visitante não conseguiu abrir o marcador durante esse domínio. Aos poucos o Moleque Travesso foi vendo que o bicho não era tão feio assim, se soltou e deixou tudo bastante equilibrado. Boas chances foram vistas por ambos os lados, numa partida de bom nível técnico.


Pela esquerda, agora era a vez do Juventus cruzar a pelota na área. Foto: Fernando Martinez.

O Olé Brasil chegou bem perto de inaugurar o placar por duas vezes, uma delas aonde um zagueiro grená salvou em cima da linha. O Juventus teve sua melhor oportunidade no minuto final, em ótima cabeçada também salva em cima da linha. No intervalo, o jogo estava empatado sem gols.


Ótima jogada dos visitantes ao final do tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.

Conversei bastante com os amigos presentes na Javari no intervalo de jogo, e fui curtir o segundo tempo das tribunas de imprensa. O panorama da partida mudou bastante, já que o Juventus se lançou ao ataque, sem dar espaços ao Olé Brasil. A equipe do interior paulista tentava aproveitar o espaço dos contra-ataques, mas não teve sucesso.


Outra oportunidade do Moleque Travesso em cobrança de falta, agora no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

O jogo ia seguindo para o seu final e o placar não era alterado. A zaga do Olé Brasil deixava espaços enormes para o ataque paulistano, mas para desespero da torcida presente, o Juventus não soube se aproveitar disso. Nos minutos finais do segundo tempo, a torcida reclamou muito de algumas marcações do árbitro da partida. O Olé Brasil segurava o placar às vezes com violência, e a distribuição de cartões ficou abaixo do desejado.


Ataque do Olé Brasil pela direita. Foto: Fernando Martinez.

E no final não teve jeito mesmo: Juventus 0-0 Olé Brasil. Além de ser o resultado mais desanimador do futebol, o Moleque Travesso vacilou e perdeu dois pontos em casa. Nessa fase de tiro curto, aonde dois se classificam, isso pode se tornar fatal. No outro jogo da chave, o São Paulo venceu a Itapirense por 3x0, e já é líder.

Morrendo de fome, fui fazer uma nababesca refeição com os amigos Alfredo e Luiz num grill do lado da Javari, afinal, saco vazio não pára em pé. Satisfeito, rumei para a Barra Funda, aonde fui acompanhar meu segundo jogo do dia.

Até lá!

Fernando

terça-feira, 31 de maio de 2011

Barretos vence outra e mantém 100% de aproveitamento na Segundona

Olá,

Seguindo com a minha rodada tripla do último fim de semana, logo após conferir a partida Américo x Jaboticabal, rumei até a imponente cidade de Ribeirão Preto, indo mais precisamente ao Estádio Dr. Francisco Palma Travassos, com o objetivo de cobrir a partida Olé Brasil F.C. S/A x Barretos E.C., válida pela quinta rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Deixei a cidade de Américo Brasiliense com a expectativa de ver ao vivo uma equipe, o Barretos, que já havia jogado 3 partidas e conseguido vencer todas, acumulando 9 pontos e liderando a classificação do Grupo 2, tornando-se uma das equipes favoritas a passar de fase e brigar com muitas chances pelo acesso. Por outro lado, havia também a expectativa de ver a equipe do Olé Brasil, formada na sua maioria por garotos e que também vinha com boa campanha, tendo conquistado 6 pontos em 3 jogos, situando-se na terceira colocação do grupo. O jogo prometia.

A viagem até Ribeirão Preto foi tranquila, me permitindo chegar com tempo de sobra para aguardar a entrada das equipes e dos árbitros para fazer as tradicionais fotos oficiais, as quais apresento abaixo. Por falar em fotos, nesse jogo senti dificuldades para conseguir fotos melhores, em razão da limitação técnica da máquina fotográfica utilizada e pela iluminação do estádio, que não ajudou muito.


Olé Brasil F.C. S/A - Ribeirão Preto/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Barretos E.C. - Barretos/SP. Foto: Orlando Lacanna.


O árbitro Carlos Roberto dos Santos Jr, os assistentes Dante Mesquita Junior e Paulo de Souza Amaral e o quarto árbitro Silvio Renato Silveira posam junto com os capitães dos times. Foto: Orlando Lacanna.

Tão logo o árbitro autorizou o início da partida, o Barretos foi ao ataque e teve uma falta a favor pela meia esquerda. Na cobrança, a bola foi alçada ao interior da área e no bate-rebate, o volante Vina, com muita categoria, bateu de chapa e mandou a bola para o fundo da rede do Olé Brasil, inaugurando o marcador logo no primeiro minuto de jogo.

Mesmo sofrendo o gol no início da partida, o Olé Brasil não se intimidou e procurou jogar de igual para igual, porém ficava nítida a diferença de experiência entre os dois times, sendo que o Barretos, quando atacava, levava perigo constante à meta defendida pelo goleiro Lau.


Arremesso lateral a favor do Barretos com a torcida "Fúria Jovem" ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.

Até por volta do vigésimo minuto, o Barretos deus as cartas, mas, aos poucos a garotada do Olé Brasil foi equilibrando as ações, porém encontrava dificuldades para ultrapassar o setor defensivo barretense e, com isso, pouco concluía contra a meta guarnecida pelo goleiro Remerson.


Bola viajando em direção à área do Barretos. Foto: Orlando Lacanna.


Atleta do Olé Brasil procurando articular jogada ofensiva. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo transcorria num ritmo acelerado, com o Barretos passando a impressão que poderia chegar ao seu segundo gol a qualquer momento e não deu outra, pois na marca dos 38 minutos, o camisa 7 Vina voltou a marcar, após jogada iniciada pelo lado direito, que gerou um bate-rebate, com o atleta barretense aproveitando a sobra e mandando a bola para o fundo da meta adversária.

Com a vantagem de dois gols, o Barretos deu uma segurada até o término da primeira etapa, só administrando as tentativas de ataque do Olé Brasil, que conseguia articular jogadas ofensivas, mas pecava em não conseguir concluir.


Falta a favor dos donos da casa ainda na primeira etapa. Foto: Orlando Lacanna.

A primeira etapa foi encerrada com o placar de 2 x 0 a favor do time barretense, ficando a expectativa para o segundo tempo se o time amarelo teria forças para tentar tirar a diferença. Passei a maior parte do intervalo ao lado dos amigos da Rede Vida acompanhando as entrevistas feitas enquanto os ateltas descansavam.


Tudo pronto para o reinicio da partida. Foto: Orlando Lacanna.

Com a bola voltando a rolar, o Olé Brasil foi ao ataque e, logo no primeiro minuto, marcou o seu gol através do camisa 18 Fábio que entrou no intervalo. Aliás, diga-se de passagem, foi um golaço, com o atacante tocando por cima do goleiro com muita categoria. A marcação do primeiro gol animou o jovem time do Olé Brasil, que partiu decidido para o ataque visando chegar à igualdade. Nos primeiros 15 minutos o time amarelo foi mais incisivo, tendo conseguido três escanteios consecutivos em apenas um minuto.


Início de mais uma arrancada ofensiva do Olé Brasil no começo do segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

Após o período de maior domínio do Olé Brasil, a partida ficou equilibrada, com os dois time se alternando em lances ofensivos, sendo que a partida estava totalmente em aberto, com as duas equipes podendo chegar às redes a qualquer momento. No segunda metade do segundo tempo, fiquei com a impressão que o Barretos cansou e, com isso, permitiu um maior equilibrio, até porque a moçada do Olé Brasil corre demais.


Saída do Barretos para o ataque na segunda etapa. Foto: Orlando Lacanna.

A partida já se encaminhava para o final, quando na marca dos 40 minutos, o Olé Brasil só não chegou ao empate graças a uma ótima defesa do goleiro Remerson que se esticou todo e desviou para escanteio uma bola que tinha o endereço certo. Nos acréscimos, os anfitriões tiveram outra chance, mas o gol não saiu e, com isso, a partida foi encerrada com o placar indicando Olé Brasil 1 - 2 Barretos. Com esse resultado o "Touro do Vale" manteve 100% de aproveitamento, mantendo a liderança do seu grupo com 12 pontos. Apesar da derrota, o Olé Brasil permaneceu no G4, agora na 4ªcolocação com 6 pontos.

Tão logo a partida foi encerrada, deixei o estádio e fui tomar um chopp na famosa Choperia Pinguim, porque ninguém é de ferro. Aliás, ir a Ribeirão Preto e não ir ao Pinguim, é a mesma coisa que ir ao Vaticano e não ver o Papa. Depois de uma boa relaxada, o negócio foi dormir, até porque no dia seguinte, logo cedo, teria mais uma viagem para conferir o terceiro e último jogo da Segundona nessa minha rodada tripla. Foi isso.

Abraços,

Orlando

sábado, 25 de setembro de 2010

Nacional vira e se garante na Quarta Fase da Segundona 2010

Fala, pessoal!

Quarta-feira à tarde com futebol é algo que merece sempre nossa presença, ainda mais quando o jogo é válido pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Pela penúltima rodada da Terceira Fase, Nacional e Olé Brasil jogaram no Estádio Nicolau Alayon, e o JP esteve presente em massa para a peleja.

Além do que vos escreve, o Emerson, o Victor e o David foram para a Comendador Souza acompanhar o primeiro jogo do time de Ribeirão Preto na capital paulista. Aliás, graças ao nosso amigo cinéfilo que tenho as fotos da peleja, pois num momento "esclerose" eu esqueci a bateria da minha máquina em casa.

De qualquer forma, fui para o campo nacionalino pelos trilhos da CPTM, algo que gosto bastante. É um trajeto no qual respiramos história, e que é recomendado a todos. Cheguei cedo no Nicolau Alayon e aos poucos os amigos foram chegando, e não demorou para que as equipes entrassem em campo para as fotos oficiais. Vale também deixar um abraço para o simpaticíssimo trio de arbitragem escalado para essa peleja.




Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Olé Brasil FC S/A - Ribeirão Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.


O árbitro Vinícius Furlan, os assistentes Alex Alexandrino e Alberto Poletto Masseira, o quarto árbitro Alysson Fernandes Matias e os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

As duas equipes somavam sete pontos até o começo dessa rodada, junto com o Taboão da Serra. Uma vitória, independente do lado, classificaria o vencedor com uma rodada de antecedência para a Quarta Fase da Segundona. Por jogar em seus domínios, o onze ferroviário precisava mostrar força para não depender de um resultado jogando contra o Elosport fora de casa.


Chute de longe em ataque nacionalino. Foto: Fernando Martinez.


Jogadores em posição "estátua" após escanteio dentro da área do Olé Brasil. Foto: Fernando Martinez.

Mas logo aos 3 minutos, quem fez a festa foi a equipe de Ribeirão Preto. O zagueiro Juninho foi ao ataque e aproveitou bobeira da zaga local e deixou o Olé Brasil com vantagem no marcador. Só que o Nacional não se desesperou e empatou o jogo aos 7, em belíssima jogada individual do camisa 10 Vinícius Ramos. Ele seguiu com a bola dominada até a entrada da área e bateu com classe no canto esquerdo do goleiro Alex.


Uma das belíssimas defesas do goleiro Alex no primeiro tempo. Ele se estica todo e evita a virada do Naça. Foto: Fernando Martinez.

E foi justamente o goleiro do Olé Brasil o destaque desse tempo inicial. Num jogo muito equilibrado, ele fez a diferença em duas defesas brilhantes em chutes certeiros do ataque paulistano. Graças a isso, a partida chegou com um empate de 1x1 merecido ao seu intervalo.


Mais uma bola cruzada dentro da área ribeirão-pretana. Foto: Fernando Martinez.


Intervenção "voadora" do arqueiro Alex em lance do primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo resolvemos ir acompanhar o jogo fora do gramado, mas novamente junto ao ataque nacionalino. Só que o Olé Brasil voltou melhor, e comandou as ações durante toda a etapa final. Mas apesar do domínio territorial, faltava objetividade ao ataque ribeirão-pretano. O Nacional tentava escapar pelas laterais, mas não levava sucesso.


Começo de ataque dos donos da casa. Foto: Fernando Martinez.

A partida seguia nesse esquema, e o cheirinho de empate ficava cada vez mais forte no Nicolau Alayon. Mas aos 40 minutos a torcida ferroviária pode fazer a festa da classificação dentro de casa. Num contra-ataque rápido, a zaga do Olé falhou e a a bola sobrou para o jogador camisa 18 Marcos Nunes (ou como é conhecido por lá, Romarinho). Ele entrou na área e com categoria chutou cruzado para virar o jogo para o Nacional.


Romarinho entrando na área para fazer o segundo do Nacional... O gol da classificação. Foto: Fernando Martinez.

Os minutos seguintes foram de pressão, mas nada que assustasse o time da casa. Final de jogo: Nacional 2-1 Olé Brasil. A vitória classificou o onze paulistano para a Quarta (e decisiva) Fase da Segundona com uma rodada de antecedência. A partida contra o Elo servirá para definir em qual chave a equipe cairá. Para o Olé, uma vitória em casa contra o também já classificado CATS deixa o time com a vaga assegurada.

Mas o que importa é que o Nacional vai jogar com 50% de chances de voltar à Primeira Divisão estadual na Série A3, lugar de onde nem deveria ter saído. Torço muito para que essa equipe de 91 anos possa conseguir o esperado acesso.

E depois de conversar com os amigos que trabalham no Nacional, consegui uma carona "ishperta" até o metrô Armênia. de lá, segui para o meu lar sem perrengue nenhum, e ainda vi pela TV a vitória corintiana em cima do Santos pelo Brasileiro.

Até a próxima!

Fernando