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domingo, 30 de abril de 2023

Barcelona faz 1 a 0 no ECUS e ganha a primeira na Segundona-23

Texto e fotos: Fernando Martinez


Sexta-feira foi um dia de um jogo bem especial. Fui até o Estádio Conde Rodolfo Crespi acompanhar o Barcelona Capela debutando como mandante no ano do seu retorno ao Campeonato Paulista sub-23 da Segunda Divisão. O Elefante recebeu o ECUS, o 33º adversário diferente na sua história, querendo a primeira vitória na última divisão.

O querido Barcelona, clube da Zona Sul paulistana, estreou em 2004, parou em 2009, voltou em 2015, permaneceu atuando até 2021, mas em 2022 não conseguiu estádio e ficou de fora da Segundona. Voltou em grande estilo neste ano pensando em passar de fase, algo que nunca aconteceu até hoje. Certamente a missão não será fácil.

Um detalhe que merece ser registrado: o BEC fez até hoje 156 apresentações na sua história (contando alguns WO). Desses, eu estive em 59, 38% deles. Por isso grande parte da trajetória dele só existe no Jogos Perdidos. Pode ser pequeno, não me importo, o lance é que esse tipo de coisa é genial e mostra a importância do JP até hoje, 19 anos após nosso debut na grande rede.


A Rua Javari será a casa do Barcelona na Segundona-23


Barcelona ECL - São Paulo/SP


ECUS - Suzano/SP


O árbitro Gustavo Holanda Souza, os assistentes Fausto Augusto Viana Moretti e Guilherme Holanda Moura Lima, a quarta árbitra Adeli Mara Monteiro e os capitães de Barcelona e ECUS

O ECUS ganhou na estreia de forma surpreendente, fazendo 3 a 1 em cima do Mauaense mesmo utilizando todos os jogadores (sim, todos) irregulares. O Barcelona foi bem, só que foi derrotado pelo Jabaquara no litoral. Este ano o onze da capital está sendo tocado por um pessoal de fora, e eles contavam com uma boa atuação na Rua Javari.

Não esperava tanta coisa e a partida surpreendeu. Foi um confronto animadíssimo e com boas chances de gol. O BEC tomou conta da ação durante a etapa inicial e, após criar momentos claros, abriu a contagem aos 31 minutos com um golaço de Giovani. O camisa 11 completou de prima um passe de cabeça e estufou a rede suzanense. Antes do intervalo, podiam ter feito pelo menos mais um.



O Barcelona enfrentou o ECUS pela primeira vez na história



Dois detalhes do gol do BEC. A matada pela direita e o gol na entrada da pequena área



Mais dois lances da etapa inicial na Javari

No segundo tempo a peleja seguiu boa e o ECUS também botou as manguinhas de fora, porém não foi capaz de vencer o arqueiro do Elefante. Já o BEC também teve duas ou três oportunidades cara a cara com o goleiro e não ampliaram a vantagem. Ficou claro que os times, apesar de terem elencos limitados, tiveram bastante disposição. A força de vontade superou a deficiência técnica.


Ataque do Elefante pela esquerda


Boa defesa do goleiro suzanense


Chance clara de gol do Barcelona desperdiçada na reta final


Placar final com a primeira vitória do BEC na Segundona

O Barcelona 1-0 ECUS marcou a primeira vitória dentro de campo da equipe da Zona Sul como mandante desde 10 de maio de 2019, quando derrotou o Jabuca, também na Javari, por 2 a 1. Em 2020 e 2021 não conquistaram nenhum resultado positivo atuando "em casa". Fica a impressão de que podem almejar algo maior este ano, até porque o Grupo 6 não é dos mais complicados.

Essa foi a cobertura que abriu o final de semana no JP. No sábado emplaquei uma rodada tripla com direito a um time novo na Lista e um duelo genial em campo neutro pela última divisão.

Até lá!

Ficha Técnica: Barcelona 1-0 ECUS

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitro: Gustavo Holanda Souza; Público: 83 pagantes; Renda: R$ 1.120,00; Cartões amarelos: Mateus Moura, Keizon, Rodrigo, Ian Lucas, Júlio César, Samuel; Cartões vermelhos: Gecivaldo Palmeira 35 do 2º e Samuel no pós-jogo; Gol: Giovani 31 do 1º.
Barcelona: Carlos; Alberto, Dênis, Mateus Moura (Isaac) e Evandro; Yan (Keizon), Dener Vítor (Gabriel Silva), Gui e Carlos; Matheus (João Vinícius) e Giovani (Vítor). Técnico: Petterson Martins.
ECUS: Otávio; Júlio César, Yan, Ian Lucas e Petterson; Júlio César, Guilherme, Thiago e Rodrigo; Vitor Agri (Erick Nunes) e Samuel. Técnico: Gecivaldo Palmeira.

terça-feira, 26 de abril de 2022

Virada do Jabaquara na estreia da Segundona em Suzano

Texto e fotos: Fernando Martinez


Começou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão no Jogos Perdidos! Na tarde do domingo fui até a cidade de Suzano ver um joguinho legal entre ECUS e Jabaquara. Depois do lamentável WO que vi no Estádio Francisco Marques Figueira no começo do mês pela Série A3, desta vez não pintou nenhum problema. Ufa!

A Segundona Paulista tem outra vez aquela anomalia de permitir apenas atletas sub-23. Uma invenção com cara e corpo da FPF que os clubes aceitaram (de novo) sem pestanejar, a meu ver um tiro no pé do próprio campeonato, nivelando por baixo todos os participantes. Como se não bastasse, o torneio está cada vez mais esvaziado. Atenção mesmo só tem na final, pois aí todos os aspones de plantão aparecem. Na hora de fazer uma competição realmente interessante, ninguém faz nada.

São 36 os participantes deste ano, divididos em seis grupos com seis times cada. Os dois melhores de cada chave e os quatro melhores terceiros estarão na segunda fase. Quem não se classificar fará estupendos DEZ (!) jogos na fase inicial, um assombro... pelo lado negativo, claro. Não tem como defender um formato tão curto. Pelo menos a próxima fase será disputada em grupos e não em mata-mata.

Jabuca e ECUS estão no Grupo 6 junto com Mauá FC, Colorado Caieiras, Ska Brasil e Grêmio Mauaense. A equipe santista está voltando ao profissionalismo após ter ficado de fora em 2021. O onze suzanense faz a sua segunda temporada seguida depois após a ausência dos torneios da FPF entre 2016 e 2020. Por ser começo de certame, não tinha como saber o que esperar.



ECUS e Jabaquara prontos para a estreia na Segundona 2022


Os capitães, o árbitro João Batista do Nascimento Avelino, os assistentes Wellington Bragantim Caetano e Bruno Henrique Mascarenhas Moura e o quarto árbitro Claudemir de Araujo Silva

Fui até a cidade da Grande São Paulo com a dupla Milton e Bruno, e no estádio encontramos o rei do futebol de botão, Nilton. Acabamos vendo um joguinho bem bom, acima do que esperávamos. Em meio a tantas partidas abaixo da crítica que tenho acompanhado, valeu bastante a pena.

Na etapa inicial, o equilíbrio foi a tônica. Os dois times tiveram bons momentos e o marcador poderia ter sido inaugurado já nos primeiros minutos. O ECUS teve um grande lance aos 12 com vacilo da zaga visitante e finalização de Felipe. Gabriel Gallo, goleiro jabaquarense, defendeu João Gabriel respondeu à altura aos 19 e por muito pouco não fez o tento santista em chute por cobertura.

As chances foram seguindo e aos 37 Guilherme foi derrubado dentro da área por Sergipe, zagueiro do Jabuca. Guilherme Nunes bateu firme e abriu o placar. Antes no intervalo quase Rodrigo ampliou. No intervalo fui ao encontro dos amiguinhos na arquibancada e de lá acompanhei o ECUS retornar ao gramado tentando manter o bom ritmo, mas não demorou para o Jabaquara passar a tomar conta do confronto.




Foi um jogo animado entre ECUS e Jabaquara nos primeiros minutos em Suzano



Detalhe do pênalti cometido por Sergipe em cima de Guilherme e a batida de Guilherme Nunes

Aos 19, o escrete do litoral deixou tudo igual com o gol de Kainan, aproveitando bola zanzando sem dono dentro da área. Na sequência aconteceu a virada, porém a arbitragem anulou por impedimento. O rubro-amarelo seguiu criando oportunidades boas aos 37, aos 43 e aos 45, mas o tento da virada não saiu. A insistência deu resultado aos 49, quando Gustavo recebeu na direita e chutou cruzado, vencendo o arqueiro local.





Momentos do bom segundo tempo e na última foto a comemoração jabaquarense com o gol nos acréscimos


Placar final da boa estreia do Jabuca na última divisão paulista. Será que dá para esperar um bom ano do Leão da Caneleira?

O ECUS 1-2 Jabaquara marcou uma ótima estreia do Leão, que pretende pelo menos estar na próxima fase. Ao clube suzanense, fica o recado que precisam errar menos caso queiram algo de mais concreto no torneio. Só que foi apenas a primeira rodada e muita coisa certamente irá acontecer.

Voltei para a capital já pensando na próxima cobertura. A Lista vai ganhar um integrante surreal pela Copa do Brasil sub-17.

Até lá!

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Ficha Técnica: ECUS 1x2 Jabaquara

Em breve
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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Bom jogo e triunfo do ECUS contra o Atlético Mogi

Texto e fotos: Fernando Martinez


Após os jogos do sub-15/sub-17 sábado cedo, saí correndo da Fazendinha pois o cronograma reservava uma partida legal do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Depois de oito anos, voltei a ver uma apresentação da ECUS, tal como a fênix, contra o Atlético Mogi em duelo válido pela abertura do returno do Grupo 5. O palco foi o ajeitado Estádio Francisco Marques Figueira, cancha que eu não visitava desde 2019.

A última participação do glorioso Esporte Clube União Suzano na Segundona tinha sido em 2015 e a despedida foi terrível, um 14x2 sofrido contra o Mauaense. Desde então, o que se escutava pelos lados de Suzano era que não tinham a menor chance de voltar a disputar um certame profissional. Foram tantos anos com essa certeza que, ao aparecerem na lista de participantes, muitos tomaram um susto.

O clube atuou por 18 temporadas seguidas entre 1998 e 2015, conquistando o título da Série B2 em 2002 e o acesso para a A3 em 2004 com o terceiro lugar na B1. A história na terceirona durou apenas um ano e foram rebaixados de cara. Tirando 2007, nunca mais fizeram uma campanha de destaque. O panorama ali mudou quando a prefeitura deixou de ajudar o time. Por tudo isso, o retorno é bem-vindo.


Quem não tem cão, caça com gato: o amigo Nilton no muro para tentar ver um pedaço da peleja. Pena que minutos depois da imagem ele acabou tomando um belo enquadro da PM

Do outro lado estava o Atlético Mogi, dono de um retrospecto absolutamente assombroso nos últimos quatro anos. Desde que derrotaram o Real Cubatense em 17 de junho de 2017, enfileiraram 42 jogos com dois empates e impressionantes 40 derrotas, 23 delas consecutivas. Em 2021 mantém a escrita e provavelmente não conquistarão nenhum ponto. Estão caminhando a passos largos para baterem o recorde de maior sequência sem vitórias do Corinthians de Casa Branca no começo dos anos 80 - 49 partidas - e de 34 derrotas seguidas do União Suzano entre 2000 e 2006.

Meu roteiro funcionou perfeitamente e cheguei no estádio super cedo. Fui de Uber até o Tatuapé, de trem até Suzano e então peguei outro Uber até o "Suzanão". Corridas curtas com valores baixos e nenhuma preocupação. Estava com saudade dali e logo fui até as cabines garantir um espaço para acompanhar a peleja. Minha última vez com o ECUS em casa tinha sido uma derrota por 4x0 contra a Matonense em 2013. Já um triunfo eu não via desde 2004 (!), um sofrido 1x0 em cima da Ferroviária pela B1 em tempos que o JP nem existia.


ECUS e Atlético Mogi antes do Hino Nacional Brasileiro



O ECUS posado com seu belo uniforme, um time que achei que nunca mais veria ao vivo e a foto oficial dos capitães com o quarteto de arbitragem

Por ser um confronto de agremiações mal colocadas na chave, a partida foi melhor do que eu esperava. O ECUS fez uma atuação segura e, por incrível que pareça, o Atlético Mogi também teve os seus momentos. Aos 19 minutos os locais quase abriram a contagem, mas a zaga salvou em cima da linha. Cinco minutos depois, por pouco o onze visitante não fez em chute que passou perto da trave. Aos 33 a bola foi lançada com precisão até Breno. Ele entrou na área, tocou na saída do goleiro e anotou.




Três lances do bom primeiro tempo entre ECUS e Atlético Mogi


Detalhe da genial horta que tem ao lado da arquibancada oposta no estádio de Suzano. Você nunca verá isso na Arena Corinthians ou no Allianz Parque


Detalhe do gol de Breno aos 34 minutos

Nem bem a segunda etapa tinha começado e o mesmo Breno ampliou a vantagem. O Atlético colocou as manguinhas de fora e, após criar grande chance aos 27 em lance que Deivão fez ótima defesa, diminuiu aos 33 com um golaço de Kaick em jogada individual. Os visitantes sonharam com o empate, porém foi o ECUS quem enfileirou rápidos contra-ataques. De tanto insistirem, fizeram o terceiro aos 42 com Gabriel, um dos bons nomes da tarde, e fecharam a fatura.




O segundo tempo foi tão bom quanto o primeiro, porém teve mais momentos de perigo dos dois lados


Detalhe do goleiro suzanense atuando como zagueiro no fim da partida


Gabriel Moysés, um dos bons nomes do ECUS, insistiu bastante mas só conseguiu marcar o seu aos 42 do tempo final

O ECUS 3-1 Atlético Mogi não ganharia prêmios na FIFA, mas foi uma diversão bem agradável para quem assistiu os 90 minutos. Como duvido que o escrete suzanense irá lutar pela classificação. O que vale de verdade é terminarem sua volta aos gramados da forma mais digna possível, e estão conseguindo. Já os atleticanos seguem sua via-crucis rumo aos recordes negativos da história do futebol paulista.

Foram quase doze horas na rua com três coberturas na sequência, então retornei à capital cansado e com aquele sempre maroto sentimento de dever cumprido. No dia seguinte peguei o caminho do Alto Tietê novamente pois tinha outro confronto Suzano vs. Mogi das Cruzes na pauta.

Até lá!

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Ficha Técnica: ECUS 3x1 Atlético Mogi

Local: Estádio Francisco Marques Figueira (Suzano); Árbitro: Daniel Carlos Fernandes; Público e renda: Portões fechados; Cartões amarelos: Talisca, Gustavo, Matheus, Lucas Oliveira; Gols: Breno 34 do 1º, Breno 1, Kaick 33 e Gabriel Moysés 42 do 2º.
ECUS: Deivão; Patrick (Denis), Gustavo, Cauê e Breno; Negão (Gabriel Silva), Guga (Canhotinho), Talisca e Zetão (Matheus); Gabriel Moysés e Bulhões (Everton). Técnico: Jaques Carvalho.
Atlético Mogi: Gabriel Filipe; João (Kris), Vítor Macedo, Silas e Guilherme Silva; Gabriel Souza (Lucas Oliveira), Lucas Gardinalli (Kelvin), Guilherme Nascimento (Paulo) e Thiago; Vítor Silva (Vanderlei) e Kaick. Técnico: Anderson Silva.
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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Bandeirante se garante na semi do Paulista sub-20


Depois da minha viagem ao Chile passei uma semana na base da "desintoxicação" sem fazer absolutamente nada trancado em casa. Voltei aos trabalhos futebolísticos nesse Brasil varonil num joguinho bastante legal válido pelo Campeonato Paulista Sub-20 da Segunda Divisão. Fazendo uma campanha digna depois de muito tempo, o genial Bandeirante de Birigui visitou o ECUS em peleja das quartas do torneio.

Apesar de ter feito uma campanha vexatória no profissional, o time suzanense vinha bem no sub-20. A equipe terminou a primeira fase da liderança do Grupo 4 com mais de 79% de aproveitamento e nas oitavas eliminou o Elosport. Mas no jogo de ida o Leão da Noroeste fez valer o mando de campo e venceu pela contagem mínima. No Francisco Marques Figueira, um triunfo simples colocaria o ECUS na semi.

Um monte de amigos me acompanhou nessa jornada, a maioria deles para colocar o BEC na Lista. Também, ficou difícil ver o time de perto depois do rebaixamento para a Segundona em 2010 (em quatro anos, a única visita à região aconteceu em 2014, em partida contra o CAD em São Bernardo do Campo). No JP, a última aparição da equipe havia sido em agosto de 2011 num confronto contra o Capivariano.


ECUS (Sub-20) - Suzano/SP. Foto: Fernando Martinez.


Bandeirante EC (Sub-20) - Birigui/SP. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times e trio de arbitragem da partida. Foto: Fernando Martinez.

O clima estava ótimo para ver um joguinho de futebol, e o duelo ficou mais legal ainda por conta do colorido dos uniformes. O ECUS usando um tom de azul mais light e o BEC usando sua tradicional (e sensacional) combinação inspirada na seleção paulista. O Hino Nacional Brasileiro rolou e sem demora os atletas já estavam distribuídos em campo para o apito inicial.

Fui acompanhar o ataque local imaginando que ali se concentrariam as melhores chances de ataque. É, acabei me dando mal, pois o setor ofensivo suzanense não estava nos seus melhores dias e pouco criou. Para piorar a situação dos donos da casa, o Bandeirante ampliou sua vantagem no confronto com o gol de Octávio aos nove minutos. Agora o ECUS precisava virar o marcador para se classificar.

O Leão do Colorado se mandou para o ataque, só que as investidas eram feitas de forma desordenada e foram facilmente neutralizadas pela zaga do BEC. Aos 28 minutos, num bom contra-ataque, Matheus Lima foi derrubado na entrada da área. Giba bateu a falta de forma precisa e fez o segundo dos visitantes. A missão do ECUS ficava cada vez mais impossível.


Atleta do ECUS tentando se livrar da marcação. Foto: Fernando Martinez.


Chute de longe no ataque local. Foto: Fernando Martinez.


Ofensiva do ECUS pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Comemoração do segundo gol do Bandeirante. Foto: Fernando Martinez.


O ECUS tentou, tentou, tentou, mas não conseguiu criar boas chances de gol. Foto: Fernando Martinez.

No tempo final o onze da Grande São Paulo tentou fazer aquele famoso abafa, mas podia estar em campo até agora que o gol não teria saído, tamanha a falta de pontaria dos seus jogadores. O Bandeirante, mesmo atuando com um jogador a menos (Gallo foi expulso aos treze minutos), jogou só na boa e conquistou a heroica classificação.

O placar final de ECUS 0-2 Bandeirante colocou o time de Birigui na semi do sub-20 da segunda divisão para enfrentar o Taboão da Serra, enquanto o outro jogo será entre Grêmio Prudente e Tanabi. Para finalizar, é impossível não parabenizar o BEC pela campanha que vem sendo realizada. Tomara que seja o início da ressurreição do time dentro do futebol paulista, pois uma equipe com tamanha tradição não pode ficar na última divisão estadual.




Três momentos do tempo final de ECUS x Bandeirante, que confirmou a ida do Leão da Noroeste para a semi do Sub-20. Foto: Fernando Martinez.

Com a peleja encerrada voltamos a campo para emplacar algumas jogadas de futebol americano, já que o amigo Bruno Lopes tinha comprado uma bola oval no caminho do estádio. Foram vários passes e muitos field goals antes de pegar o caminho de volta para a capital. Não antes, claro, sem parar numa barraquinha de lanches no centro da cidade, um dos locais com melhor custo-benefício para quem gosta de alimentação natural na Grande São Paulo.

Até a próxima!

Fernando