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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Outro 0 a 0 e o Nacional cada vez mais perto do abismo

Texto e fotos: Fernando Martinez


Depois de toda a epopeia antológica pelo Acre – que você leu aqui em um post especial sobre a viagem e outro sobre o jogo entre Humaitá e Brasiliense –, voltei à vaca fria e ao lugar a que mais fui no ano até aqui: o Estádio Nicolau Alayon. O Nacional, afundado na lanterna do Campeonato Paulista da Série A3 e vacilando rodada após rodada, recebeu o Capivariano buscando a primeira vitória em casa.

O Data Fernando informa que foram cinco os jogos entre Nacional e Capivariano na Comendador Souza na história. Em todos, os paulistanos venceram. Nunca uma vitória foi tão necessária como no sábado. Faltando sete rodadas, seguir perdendo pontos em profusão será uma tragédia no fim do torneio.




Nacional e Capivariano posando para as lentes do JP junto com a foto do árbitro Renan Pantoja de Quequi, os assistentes Guilherme Holanda Moura Lima e Raphael de Albuquerque Lima, o quarto árbitro Gabriel Henrique Meira Bispo e os capitães

Foi estranho retornar ao gramado de um lugar tão perto do QG da Zona Oeste três dias após estar cobrindo um jogo a mais de 3 mil quilômetros daqui. Sim, a partida foi bem ruim, algo comum em se tratando das apresentações do time ferroviário, mas valeu mesmo assim. No tempo inicial, o Capivariano teve mais posse e ficou perto de abrir o placar. Yuri teve a melhor chance visitante aos 20 minutos. Ele recebeu bom passe, driblou Felipe Lacerda e tocou na saída do goleiro. João Paulo foi monstro e salvou em cima da linha.

Éder Paulista, o artilheiro que não faz gols, criou o primeiro bom momento local em tiro que saiu por cima. No último lance, Anderson saiu mal e Everton Dias quase fez 1 a 0 a favor do Nacional. No segundo tempo, o panorama seguiu equilibrado. Éder Paulista teve outra chance aos 21 e Anderson defendeu. O Leão da Sorocabana respondeu com Felipe Conchal e Caio, porém sem sucesso.







Depois da belíssima viagem ao Acre no meio de semana, voltamos à programação normal com um horrível 0 a 0 do Nacional

Seguindo com meu ano e a péssima média de gols, o Nacional 0-0 Capivariano foi outro resultado ruim para os paulistanos. O clube segue na lanterna, agora com cinco pontos. O Leão está em sétimo com 14. Estou alertando desde o começo da competição: se o Naça não começar a vencer, vai ser tarde demais. Ainda há salvação, porém o cenário está se complicando.

No domingo, retornei aos gramados em Barueri. Diferente da última vez em que estive lá, finalmente os gols saíram.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-0 Capivariano

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Renan Pantoja de Quequi; Público: 149 pagantes; Renda: R$ 2.670,00; Cartões amarelos: Altair, César, Yuri, Rodrigo Bonfim, Ronaldo e Jemmes.
Nacional: Felipe Lacerda; Messias, João Paulo (João Vítor), Everton Dias e Cortez (César); Diego Chiclete (Altair), Léo Machado, Gabriel Mendes e Renato Bady (Guilherme Lobo); Éder Paulista e Tito (Vinícius). Técnico: Ricardo Silva.
Capivariano: Anderson; Ronaldo, Jemmes, Pavani e Willian Félix (Tarcísio); Ricardo, André (Carlos Eduardo), Rodrigo Bonfim (Emanuel) e Felipe Conchal (Natan); Yuri e Fernandinho (Caio Viana). Técnico: Élio Sizenando.

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