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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Tricolor vence duelo fraco na Fazendinha e vira líder no sub-17

Texto e fotos: Fernando Martinez


O segundo jogo do sábado foi uma reedição da final do Campeonato Paulista sub-17 de 2023: Corinthians x São Paulo no Estádio Alfredo Schurig. Tudo indicava que seria um jogão, ainda mais porque o alvinegro tem um bom time no juvenil, mas não foi bem isso que aconteceu.

No mesmo dia, o elenco completo do sub-17 viajou para disputar o XVI Mundial de Clubes Sub-18, torneio que o Timão venceu em 2010, 2011 e 2015. Com isso, por duas rodadas do estadual e do Brasileiro, o Corinthians será representado por atletas do sub-16 e até do sub-15.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-17) - São Paulo/SP


São Paulo Futebol Clube (sub-17) - São Paulo/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Essa situação acabou com qualquer expectativa de equilíbrio antes mesmo da bola rolar. Não que o São Paulo tenha usado força máxima, mas quem entrou em campo era muito superior à molecada corintiana. Nesse duelo, tive a companhia do Milton, do Bruno “Freddie Mercury” Filandra e do casal Douglas Ramón e Danile, ambos camuflados no meio da torcida local.

O primeiro tempo foi tenebroso. Horroroso. Terrível. Nada aconteceu. O Corinthians não produziu nada porque os garotos estavam atuando juntos pela primeira vez. O São Paulo também não mostrou nada, e a peleja deu muito sono. Os 40 minutos iniciais merecem nota 2 só por desencargo.

Na etapa final, fui para a arquibancada e percebi que o público era maior que o normal. Com certeza havia bastante são-paulino ali, mesmo com a determinação de torcida única, que vale para todo tipo de jogo na capital. Eu sinceramente não vejo problema nisso, desde que todo mundo respeite o espaço em que estiver.

A partida seguiu fraca, com cara de 0 a 0, até os 22 minutos, quando os visitantes abriram a contagem. Após escanteio da direita, a bola sobrou na entrada da área para Geovanne, que acertou um belo chute de esquerda no canto de Rafael Juwer. Aos 33, João Costa ampliou a vantagem tricolor completando um cruzamento da esquerda. O Corinthians era dominado e só conseguiu descontar aos 41, com Marcos Vinícius, mas já era tarde.







Lances do fraquíssimo primeiro tempo na Fazendinha





Na etapa final a partida melhorou muito por causa da atuação do São Paulo


Boa vitória do Tricolor pelo sub-17 no Parque São Jorge

Com a vitória por 2 a 1, o São Paulo assumiu a liderança isolada do Grupo 29 com seis pontos. O Timão caiu para o terceiro lugar com três, atrás da Ferroviária pelos critérios de desempate. Como o alvinegro vai encarar os araraquarenses novamente com seu time C, as chances de complicar a classificação são enormes. O Real Soccer segue na lanterna, zerado.

Teriam mais dois jogos no sábado, um à tarde e outro à noite, mas desisti de ambos e fui descansar no QG da Zona Oeste. No domingo teve nova sessão matinal com a definição de um dos finalistas do Brasileiro Feminino. Sem novidades no Canindé.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 1-2 São Paulo

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Danilo Ricardo Salgado; Público: 443 presentes; Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: PH e Davi; Gols: Geovanne 22, João Costa 33 e Marcos Vinícius 41 do 2º.
Corinthians: Rafael Juwer; Cauã Souza (Sales), Keirrisom, Guilherme Freitas (Nathan William) e João Pedro (Ronaldo Henrique); Guarnieri, Kawe Klayver (Miller Henrique), Piracicaba e Kevin Fernando; Augusto e PH (Marcos Vinícius). Técnico: Mílton Gomes.
São Paulo: Carlos; João Bispo (Cainan), Thiago (Daniel), Alisson e Geovanne; Renan (Léo), Nicolas Kauan (Tiaguinho), Edmar e Nicolas Pereira (Vítor Heleno); Félix (João Costa) e Davi (Calci). Técnico: Mário Ramalho.

Corinthians atropela Marília e chega à 10ª vitória seguida no sub-15

Texto e fotos: Fernando Martinez


A preguiça anda grande por aqui e a prometida rodada quádrupla de sábado acabou virando dupla. O dia marcou meu retorno ao Estádio Alfredo Schurig para abrir os trabalhos no Campeonato Paulista sub-15. Em campo, o favoritaço Corinthians recebeu o Marília em busca da segunda vitória na terceira fase.

Na estreia do Grupo 29, o alvinegro atropelou o União Suzano fora de casa por 6 a 0, fechando o set sem dificuldades. Contra o MAC, que havia levado 4 a 1 da Ferroviária em seus domínios, era difícil imaginar outro cenário que não fosse um novo triunfo.


Sport Club Corinthians Paulista (sub-15) - São Paulo/SP


Marília Atlético Clube (sub-15) - Marília/SP


Capitães e quarteto de arbitragem

Estive nessa com o Milton, frequentador assíduo do Parque São Jorge. O decano amigo está sendo visto como um corintiano convicto e já é reconhecido pelo pessoal do portão e pelos seguranças. Daqui a pouco vão até presenteá-lo com uma camisa do escrete mosqueteiro, tamanha a assiduidade nos compromissos na Fazendinha.

O sol estava forte e não quis ficar no campo, então subi para a arquibancada fazer companhia ao jovem mancebo. De lá, vimos um primeiro tempo dominado de ponta a ponta pelos donos da casa. Mas, apesar do controle total, o Corinthians não conseguiu balançar as redes. A molecada cansou de desperdiçar chances e passou os 35 minutos em branco.

Na segunda etapa, o panorama se manteve. O time seguia melhor, mas o gol insistia em não sair. Quando eu já começava a me preocupar com a possibilidade de ver meu segundo 0 a 0 seguido, Morelli, de cabeça, abriu o placar. Ele acertou o cabeceio meio sem jeito e a bola encobriu o goleiro do MAC.

Faltando dez minutos para o fim, o marcador seguia o mesmo. Aí o ataque finalmente acordou. Aos 26, Breno marcou contra após cruzamento da direita. Léo Rodrigues fez o terceiro mesmo errando o chute, aos 30. Moscardo, de pênalti, ampliou para 4 a 0 aos 34 e, nos acréscimos, Rafael Luz tentou cruzar, mas a bola desviou no zagueiro e morreu no fundo da rede, fechando o placar.







O Corinthians deslanchou apenas no tempo final e acabou goleando o Marília. Na última foto, o gol de pênalti de Moscardo


O 5 a 0 contra o MAC foi a décima vitória seguida do sub-15 do Corinthians no estadual

A vitória por 5 a 0 foi a décima seguida do sub-15 corintiano no estadual. Nos dez jogos, o time marcou impressionantes 36 gols e não sofreu nenhum. O Palmeiras continua sendo favorito em todas as competições de base, mas o infantil alvinegro é, sem dúvida, uma equipe muito bem montada.

O sub-17 também tem qualidade, mas quando joga com o time C, complica. O duelo de fundo na Fazendinha mostrou isso claramente.

Até lá!

Ficha Técnica: Corinthians 5-0 Marília

Local: Estádio Alfredo Schürig (São Paulo); Árbitro: Leonel Marcos Fialho da Silva; Público: 443 presentes; Renda: Portões abertos; Gols: Morelli 13, Breno (contra) 26, Léo Rodrigues 30, Moscardo (pênalti) 34 e Rafael Luz 40 do 2º.
Corinthians: Matheus; Nagashima, Caio Manuel, Marcello (Arthur Couto) e Rafael Luz; Lucas Lopes (Arthur Afro), Igor Macedo (Kaio Wisley), Léo Saraiva (Thiago Coelho) e Léo Rodrigues (Rhyan Ladeira); Moscardo (Gui Matheus) e Morelli (Luan Banhado). Técnico: Eduardo Vergueiro.
Marília: Enzo; Thiago (João Miguel), Igor (Henrique), Breno e Davi Miguel (João); Davi Cardoso (Lucas), Luís Henrique (Joaquim), Bryan (Eduardo) e Davi Barbiéri; Matheus e Ryan (Benício). Técnico: Vinicius Fernandes.

domingo, 31 de agosto de 2025

Nacional empata sem gols e dá adeus à Série B do Paulista sub-20

Texto e fotos: Fernando Martinez


Na sexta-feira começou a definição dos semifinalistas da Série B do Campeonato Paulista sub-20. Lá fui eu passar nervoso e acompanhar a tentativa do Nacional de ficar entre os quatro melhores. Para isso, o escrete paulistano precisava vencer o Paulinense por dois gols de diferença, missão que, conhecendo a história do clube, eu sabia que seria complicadíssima.

No jogo de ida, o Nacional sofreu sua primeira derrota dentro de campo (a outra havia sido por WO) com um gol contra aos 51 do segundo tempo. No Estádio Nicolau Alayon, o novato time de Paulínia precisava apenas de um empate, enquanto um triunfo nacionalista por um gol levaria a decisão para os pênaltis.


Nacional Atlético Clube (sub-20) - São Paulo/SP


Sporting Club Paulinense (sub-20) - Paulínia/SP


Capitães dos times e quarteto de arbitragem

Cheguei ao campo da Rua Comendador Souza já pressentindo que os locais tinham uma enorme, gigantesca chance de serem eliminados, apesar da ótima campanha até aqui. Os duelos contra o Cosmopolitano já não tinham sido nada empolgantes e, mesmo com as duas vitórias por 1 a 0 (tanto em Cosmópolis quanto na capital, ambas com cobertura do JP), o futebol apresentado esteve longe de ser brilhante.

Estive nessa com a dupla alfabética Milton e Nilton e o futuro doutor Victor Minhoto. Acompanhamos o ataque dos donos da casa e o que posso dizer é que quem torcia pela classificação passou raiva. O Nacional teve mais posse de bola, porém não soube o que fazer com ela e, pior, não demonstrou o senso de urgência que a partida pedia.

Não saiu um único chute certo no gol durante todo o jogo. Na etapa inicial, a melhor chance foi uma jogada pela direita finalizada com um tiro cruzado sem nenhuma direção, que saiu pela linha de fundo. E só. O Paulinense, mais preocupado em se defender, praticamente não passou do meio-campo.

Na segunda etapa, a peleja seguiu nesse cenário árido de emoções e irritante. Sem jogadores para organizar o meio, o Nacional abusou de levantar bolas na área adversária, mas todos os cruzamentos form inofensivos. Conforme o relógio avançava, a certeza era de que nada iria acontecer. Nos acréscimos, ironicamente, as duas melhores chances foram do Paulinense, a primeira em uma defesa espetacular de Paulo Sérgio à queima-roupa.









O Nacional teve uma pressão meia-boca e não criou nenhuma chance de perigo durante todo o jogo


O 0 a 0 eliminou o Nacional da Série B do Paulista sub-20

Quando o árbitro apitou pela última vez, o 0 a 0 confirmou a eliminação do Nacional e a vaga do Paulinense na semifinal. Apesar da boa campanha geral e do quinto lugar na classificação, o escrete ferroviário não correspondeu na hora H. Em 2026, seguirá na Segundona sub-20, onde não deveria estar, mas caiu por conta das más campanhas nos anos 2020. O Paulinense agora enfrenta o América de Rio Preto em busca do acesso. No outro duelo, Porto e Joseense brigam pela outra vaga. Os vencedores sobem para a elite.

Sem poder voltar de trem graças à brilhante, só que não, decisão do governador em acabar com o serviço 710 da CPTM, peguei o ônibus de volta ao QG da Zona Oeste. Apesar da preguiça que tomou conta do meu ser nas últimas semanas, no sábado teve rodada dupla por aqui.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-0 Paulinense

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Camilo Morais Zarpelão; Público e Renda: Portões abertos; Cartões amarelos: Guilherme, Biazon, Dayrison, Ryan e Luís Eduardo; Cartão vermelho: Dayrison 29 do 2º.
Nacional: Paulo Sérgio; Roger (Estevam), Antônio, Guilherme e Callel (Jhuan); Fellipe (Marcos), Gustavo (Willian), Felipe Lima (João Pedro) e Sérgio (Biazon); Luís Henrique e Davi (Kléber). Técnico: Edson Krusschevscky.
Paulinense: Pagé; Ryan (Luís Eduardo), Pedro, Juninho e Mychel (Francisco); Diogo, João Pedro (Luan), Dayrison e Giovanni (Eduardo Brito); Ribamar (Breno Lage) e Caio Cezar (Ezequiel). Técnico: Willian Renzulli.


terça-feira, 26 de agosto de 2025

Timão abre vantagem no clássico e encaminha vaga na decisão

Texto e fotos: Fernando Martinez


Foi exatamente uma semana longe dos estádios. Voltei à programação na manhã de domingo com o início da fase semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino. Em mais uma sessão de futebol no Estádio Paulo Machado de Carvalho (aqui não falamos o bisonho nome atual), o São Paulo recebeu o Corinthians tentando manter a boa fase nos duelos anteriores da temporada.

As equipes se enfrentaram três vezes em 2025 e o time do Morumbi não perdeu. Na final da Supercopa, o Tricolor foi campeão nos pênaltis. Na primeira fase do nacional empataram por 1 a 1 e no Paulista veio outro triunfo são-paulino por 2 a 1, com uma virada épica e gols aos 49 e 50 do segundo tempo. Justamente por isso, as alvinegras estavam com o São Paulo engasgado. E não havia melhor hora para quebrar essa escrita.

Dormi pouco e acordei amassado no domingo cedo. Sem ânimo para ir a pé até o Pacaembu, optei por um Uber, que me deixou na entrada de imprensa, no glorioso portão 23. Bom, a entrada de imprensa para todos, menos para quem manda no São Paulo. Algum ser nefasto decidiu que aquele não seria o portão, mesmo sendo o caminho natural para o gramado. Com muita falta de educação, um funcionário do clube disse que eu precisaria ir até o portão 16, do outro lado. Decisão absurda, para dizer o mínimo.

Dei a volta e fui até o local indicado. Depois da reforma, só tinha passado ali na eliminação lusitana contra o Botafogo/PB pela Copa do Brasil e bateu de novo a saudade de como era antes, nos tempos de estádio municipal. Sigo achando que a reforma matou boa parte do charme do velho campo paulistano. Desci toda a escadaria e só na beira do gramado consegui me credenciar. Isso já com o sol brilhando forte, contrariando a previsão de máximas de 20 graus e céu nublado.


São Paulo Futebol Clube (feminino) - São Paulo/SP


Sport Club Corinthians Paulista (feminino) - São Paulo/SP


A árbitra Daiane Muniz, as assistentes Daniella Coutinho Pinto e Leandra Aires Cossette, a quarta árbitra Marianna Nanni Batalha e Maria Eduarda Silva Pires e as duas capitãs

Enfim, fiz as imagens posadas e fui escolher um lugar. Ia ficar no ataque local, mas os gandulas foram orientados a permanecer na frente das placas de publicidade. Com isso, atrapalhariam as fotos. Questionei e disseram que não poderiam sair dali. Ótimo, só que não. Mais um tijolinho no muro de absurdos do protocolo definido pelo São Paulo. Fui então para a lateral esquerda do ataque corintiano e, apesar de outro gandula ficar na frente dos fotógrafos torcendo como se estivesse na arquibancada, gritando e xingando, a escolha acabou sendo boa.

O Corinthians começou com tudo e logo aos três minutos abriu o marcador. A zaga local afastou mal a bola, que parou nos pés de Gi Fernandes. A camisa 23 cruzou com perfeição e Jaqueline, livre de marcação, cabeceou no canto direito. As alvinegras seguiram melhores e Johnson quase ampliou aos 25 minutos, em lance que Kaká salvou a pátria do Tricolor.

O São Paulo tentou assustar em contra-ataques, mas não teve sucesso. A melhor chance foi em chute de longe de Maressa que Nicole mandou pela linha de fundo. No mais, o Corinthians se segurou com propriedade e no intervalo o placar mostrava a vantagem parcial do escrete visitante.


O Corinthians começou o jogo com tudo


Logo aos três minutos, as visitantes abriram o marcador com Jaqueline





Mais lances da etapa inicial no Pacaembu

Mudei de lado na etapa final e fui, de novo, seguir o ataque corintiano. Os gandulas pendurados nas placas, atrapalhando quem quisesse ficar ali, se tocaram e ficaram atrás de onde eu estava, menos mal. Dali vi o São Paulo voltar melhor do que o adversário.

O Tricolor teve ótimas chances para empatar, mas pecou no último toque. Aline Milene teve o primeiro grande momento, porém finalizou fraco. Isa Guimarães teve duas oportunidades, ambas tirando tinta do travessão. A pressão era local, mas quem marcou foi o Corinthians. Com o relógio marcando 31 minutos, Jaque Ribeiro cruzou da direita. Vic Albuquerque tentou um chute cheio de estilo e errou gloriosamente. Só que a bola bateu nela e encontrou Dayana Rodriguez livre. Ela pegou de primeira em um voleio sensacional e colocou no canto de Carlinha. Um golaço.





Na segunda etapa, os dois times tiveram bons momentos



Dois detalhes do segundo tento corintiano. Vic Albuquerque deu uma espirrada de taco monumental e a bola ficou limpa para Dayana Rodríguez. Ela emendou um voleio sensacional e ampliou a vantagem




A vitória por 2 a 0 deixou o Corinthians com a mão na vaga para a final do Brasileiro Feminino

O São Paulo sentiu o golpe e, apesar de tentar reduzir o prejuízo, não conseguiu chegar às redes. O Corinthians esperou o tempo passar e, ao final dos 90 minutos, confirmou uma vitória gigantesca. O 2 a 0 faz com que as comandadas de Lucas Piccinato possam perder por um gol de diferença e ainda assim estarão na nona final de Brasileiro Feminino seguida. O Tricolor precisa vencer por três. Se ganhar por dois, a decisão vai aos pênaltis.

Missão nada fácil, ainda mais considerando que as alvinegras perderam apenas dois jogos em 2025, ambos com gols sofridos depois dos 49 do segundo tempo. A partida decisiva será no Estádio do Canindé, domingo, 10h30. Se tudo der certo, pretendo estar lá. Certamente será uma peleja com ótimo público.

Foi isso. Vamos tentar animar durante a semana para que as coberturas sejam mais frequentes. O grande lance é que estamos já na contagem regressiva para uma viagem que promete ser antológica. Vai ter muito time novo e locais nunca antes visitados. Mas falarei disso mais para frente.

Até a próxima!

Ficha Técnica: São Paulo 0-2 Corinthians

Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (São Paulo); Árbitra: Daiane Muniz/SP; Público: 3.246 pagantes; Renda: R$ 41.553,30; Cartões amarelos: Maressa, Aline Milene, Jaqueline, Andressa Alves, Jhonson e Nicole; Gols: Jaqueline 3 do 1º e Dayana Rodríguez 31 do 2º.
São Paulo: Carlinha; Bruna Calderan, Kaká, Anny (Carol Gil) e Bia Menezes; Maressa, Robinha (Serrana) e Camilinha (Karla Alves); Isa, Aline Milene (Vitorinha) e Giovanna Crivelari (Nathane). Técnico: Thiago Viana
Corinthians: Nicole; Gi Fernandes, Thaís Ferreira, Mariza e Tamires; Dayana Rodríguez, Duda Sampaio (Gabi Zanotti) e Vic Albuquerque (Letícia Monteiro); Andressa Alves (Yaya), Jaqueline (Eudimilla) e Jhonson (Gisela Robledo). Técnico: Lucas Piccinato.