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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Juventus x Audax: um jogão na quente Rua Javari

Texto e fotos: Fernando Martinez


Fazia tempo que eu não via um jogo no Estádio Conde Rodolfo Crespi em um domingo de manhã. A princípio, não era um duelo dos sonhos, mas Juventus x Audax foi, de longe, o melhor jogo profissional que acompanhei em 2022. O confronto foi válido pela oitava rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2.

O Moleque Travesso, em quarto lugar, era franco favorito contra o time osasquense, que ocupava a 15ª posição com apenas três pontos e nenhuma vitória. Porém, o Audax ainda não havia perdido como visitante, somando três empates. Um total de 1.943 pagantes enfrentou o forte calor, e a maioria esperava um resultado positivo dos grenás.




Os times de Juventus e Audax posados, além dos capitães e do quarteto de arbitragem formado por Pablo Rodrigo de Oliveira, Bruno Silva de Jesus, Felipe Camargo Moraes e Caique Tiago Miquilini

Os donos da casa começaram com tudo, e logo aos nove minutos o placar quase foi inaugurado. Negueba chutou de longe, a bola desviou na zaga e Jefferson fez milagre, impedindo o gol. O goleiro repetiu a dose aos 23, em chute de Maycon Lucas, desviando para escanteio. Mas, como quem não quer nada, o Audax surpreendeu aos 30: José Romário marcou de cabeça após cobrança de escanteio pela direita. Logo na sequência, a zaga juventina salvou em cima da linha o que seria o segundo gol visitante. Só nessa meia hora inicial, vi mais emoção do que nos cinco jogos que acompanhei em fevereiro.

O Juventus ainda teve um bom momento com Igor Bahia aos 35, em nova defesa de Jefferson. A insistência grená seguiu no começo da etapa final e, finalmente, o empate veio aos cinco minutos, em cobrança de falta de Rômulo Costa. Parecia o impulso necessário para a virada, mas o Audax não estava disposto a se entregar. Com gols de Cleiton e Marreta, aos 27 e 30 minutos, os visitantes chegaram ao 3x1. Masson ainda descontou aos 43, mas já era tarde.








Estava calor e foi difícil ficar no gramado, mas salvei algumas. Aqui, detalhes do ótimo Juventus x Audax pela A2

O Juventus 2-3 Audax marcou o primeiro triunfo osasquense em 2022 e tirou a equipe da zona de rebaixamento. Agora, somam seis pontos, contra cinco da Portuguesa Santista e três do Red Bull Brasil. Já os grenás seguem em quarto, com os mesmos 13, sete atrás da líder Portuguesa e dois acima do oitavo colocado, o São Caetano.

Além da grande partida, a manhã na Javari marcou um momento histórico para este que vos escreve. Foi o início de uma jornada surreal e inesperada, que vai me levar a um local inédito para muitos. Falarei a respeito no próximo post: a cobertura de um jogo longe, muito longe de casa.

Até lá!

Ficha Técnica: Juventus 2-3 Audax

Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi (São Paulo); Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira; Público: 1.943 pagantes; Renda: R$ 36.310,00; Cartões amarelos: Lázaro, Maurício, Anderson, Marreta e Kleiton Domingues; Gols: José Romário 30 do 1º, Rômulo Costa 5, Kleiton Domingues 27, Marreta 30 e Masson 43 do 2º.
Juventus: Iago Hass; Lázaro, Marlon, Rômulo Costa e Acácio (Maurício); Cristian Renato (Allan), Negueba (Masson), Maycon Lucas (Bruno Nunes) e Júnior Lemos (Hélder); Igor Bahia e Pablo Alves. Técnico: Tuca Guimarães.
Audax: Jefferson Souza; Luan Lima, Anderson, José Romário e Fábio K; Lucão (Kleiton Domingues), Azevedo, PV (Eberson) e Felipe Lima (Bolinha); Marreta (Yago) e Sorriso. Técnico: Cavalinho.

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Nacional domina, perde gols e é castigado no fim

Texto e fotos: Fernando Martinez


Após uma semana sem ver nenhum jogo, a pedida do último sábado foi o confronto entre o 13º e o 15º colocados do Campeonato Paulista da Série A3 no Estádio Nicolau Alayon. Em campo, Nacional e Sertãozinho lutavam para vencer e se afastar das últimas posições. O duelo foi válido pela sétima rodada da primeira fase.

Depois de cinco partidas sem vitória, o Nacional – eu não sei como, sério mesmo – venceu o São José por 3 a 1 fora de casa no meio de semana. Um resultado inesperado que deu uma injeção de ânimo no pessoal da Comendador Souza. O cenário parecia perfeito para uma virada definitiva contra um Sertãozinho que não vencia desde a estreia. Parecia.




Como sempre, as imagens das equipes posadas no JP. Na última foto, o árbitro Michel de Camargo, os assistentes Diogo Cruz Freire e Juliana Vicentin Esteves, o quarto árbitro Marianna Nanni Batalha e os capitães

O primeiro tempo foi de domínio dos donos da casa. Éder Paulista, o artilheiro que ainda não engrenou em 2022, quase abriu o placar duas vezes. Guilherme Lobo e Wallace também criaram boas chances. Apesar disso, o intervalo chegou com tudo em branco.

A etapa final começou da mesma forma, e logo aos três minutos Vady, camisa 10 nacionalista, aproveitou confusão na área e acertou um tirambaço na trave. A partir daí, a preocupação aumentou. O jogo caiu de produção e passou a se arrastar. O 0x0 foi se desenhando, e eu já tinha quase certeza de que veria meu terceiro jogo seguido sem gols.

Isso até os 44 minutos. Lucas Formiga, camisa 17 do Sertãozinho, avançou pela esquerda, trouxe para o meio, se livrou do zagueiro e arriscou de fora da área. Felipe Lacerda caiu, mas não conseguiu defender. Era o gol do Touro dos Canaviais.

Sem tempo para reação, o placar ficou mesmo em Nacional 0-1 Sertãozinho – mais um capítulo na via-crúcis nacionalista. A derrota, somada à vitória do Desportivo Brasil sobre a Matonense, recolocou os paulistanos na lanterna da A3, com metade da primeira fase já ficando para trás. A diretoria precisa agir, pois o rebaixamento já é uma ameaça real.









Imagens de mais um jogo e mais uma derrota nacionalista na Série A3

Depois de cinco jogos com apenas cinco gols em fevereiro, a manhã de domingo finalmente reservou uma partida boa, com vários gols e muita emoção. Pena que a torcida juventina não tenha gostado nada do que viu.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-1 Sertãozinho

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Michel de Camargo; Público: 172 pagantes; Renda: R$ 3.050,00; Cartões amarelos: Renato Bady, Hitalo, Formiga e Black; Gol: Formiga 44 do 2º.
Nacional: Felipe Lacerda; Messias, Everton Dias, João Paulo e César Morais; Diego Chiclete, Guilherme Lobo (Léo Machado), Gabriel Mendes (Felipinho) e Renato Bady (Elvis); Éder Paulista e Walace (Paulo Morais). Técnico: Ricardo Silva.
Sertãozinho: João; Gustavo Lobó, João Victor, Hitalo e Franklin (Toninho); Pedrinho, Abner (Emerson), Márcio e Carlos André (Formiga); Thailor (David) e Black. Técnico: Ivan Izzo.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Uhú! O Nacional não perdeu

Texto e fotos: Fernando Martinez


Semana passada, vi o duelo do líder contra o lanterna na Série A2. No último sábado, foi a vez de acompanhar esse confronto no Campeonato Paulista da Série A3. O Nacional, com 0% de aproveitamento, recebeu o líder São Bernardo com o alerta vermelho ligado.

Quatro jogos, quatro derrotas, um gol marcado e sete sofridos. O início do Nacional na A3 é muito preocupante. Um triunfo contra o São Bernardo era essencial para manter viva qualquer esperança de brigar por algo maior. Se não vencesse, a luta passaria a ser apenas contra o rebaixamento – um vexame para quem quase subiu em 2021. Algo precisa mudar antes que seja tarde.



Nacional e São Bernardo posados de forma exclusiva aqui para o Jogos Perdidos


A árbitra Marianna Nanni Batalha, os assistentes Gustavo Rodrigues de Oliveira e Leandro Fernandes Rodrigues, o quarto árbitro Lucas Bovi Baptistella e os capitães

Apesar de o adversário ser o líder, o time nacionalista não foi tão mal. Começou melhor e finalizou primeiro com Éder Paulista, Wallace e César. O próprio César bateu falta com classe aos 22, exigindo boa defesa de Ramon. Perto do intervalo, Éder Paulista quase marcou ao tentar uma cobertura.

Quando a fase não é boa, você cria, cria, cria... e não faz. No segundo tempo, o Bernô voltou mais ligado, mas Wallace – o melhor da casa – seguiu tentando abrir o placar. Aos poucos, os visitantes equilibraram a partida e passaram a rondar a área paulistana. Nos minutos finais, fizeram uma blitz, mas também não marcaram.









Imagens de Nacional 0x0 São Bernardo, mais um jogo sem gols em fevereiro

No fim, uhú, o clube ferroviário não perdeu. Mas também não teve nada para comemorar. O 0x0 com o São Bernardo foi péssimo, embora tenha tirado o Naça, vejam só, da lanterna. Com um terço da primeira fase concluída, a missão está ficando cada vez mais complicada. Para o time do ABC, só uma catástrofe tira a classificação. Já da minha parte, foi a segunda peleja seguida sem gols. A coisa está feia.

Sem muito pique para ver tanto jogo ruim, devo retornar aos gramados apenas no próximo compromisso nacionalista em casa, sábado que vem, contra o Sertãozinho – outro time que está na rabeira do torneio.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-0 São Bernardo

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitra: Marianna Nanni Batalha; Público: 100 pagantes; Renda: R$ 1.750,00; Cartões amarelos: Gabriel Mendes, Breno, César Morais, Alê, Raphael e Rafael Bighetti (PF-SB).
Nacional: Felipe Lacerda; Messias, Diego Chiclete, Everton Dias e César Morais; João Paulo, Léo Machado (Breno), Gabriel Mendes (Elvis) e Guilherme Lobo (Felipinho); Éder Paulista (Paulo Morais) e Walace. Técnico: Ricardo Silva.
São Bernardo: Ramon; Deivinho (Douglas), Raphael, Alexandre e Vinícius; Alê, Iago (Gabriel Rato), Feijão (Diego Andrade) e Bessa (Uinatan); Bosco e Chuck (Juninho). Técnico: Renato Peixe.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Noite de apagões e futebol ruim na Arena Barueri

Texto e fotos: Fernando Martinez


Após a derrota (mais uma) do Nacional na A3, fui até a cidade de Barueri emplacar o segundo jogo do dia. A sessão noturna da Arena Barueri teve duelo de líder contra lanterna pela quarta rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2: Oeste x Primavera.

Apesar de todo o contexto envolvendo os dois, eles nunca tinham se enfrentado na história das divisões de acesso. A expectativa era boa, pois eu achava que os donos da casa eram favoritos contra um Primavera que não engrenou até agora. O público, claro, foi mínimo, e quem foi viu um jogo meio “blé”, cheio de perrengues. Um verdadeiro programa de índio.




O quarteto de árbitros composto por Guilherme Francisco Maciel e Rosário, Rodrigo Meirelles Bernardo, Diogo Cruz Freire e Diego Augusto Fagundes, além do Primavera posado. O Oeste acha que é o Real Madrid e não faz a foto oficial

O glorioso Fantasma parecia o líder no gramado meia-boca da Arena, pois foi muito melhor do que os locais. O Oeste pouco fez e foi dominado pelo time do atacante Alecsandro, aquele mesmo. No primeiro tempo, três grandes chances do Primavera antes dos 20 minutos: Samuel, Bonassa e João Vítor, respectivamente aos 8, 11 e 20 minutos, chegaram perto de colocar o clube interiorano em vantagem.

No tempo final, o Oeste deu uma melhorada com bons ataques de Lucas Douglas e Thiago Nunes. André, goleiro primaverino, foi bem. Aos 21, o Primavera abriu o placar com Rafael Marques, mas o tento foi anulado, a meu ver, de forma incorreta. Mesmo assim, a peleja não era nenhuma maravilha. Mas, como o que é ruim sempre pode piorar, aos 27 minutos caiu a luz na Arena e ficou tudo no escuro por 15 minutos.

Quando voltou, o Primavera teve outro gol anulado, de novo sem motivo. Já sonhava com o que ia comer chegando em casa quando, outra vez, tudo apagou. O relógio marcava 59 de jogo. Foram longos 16 minutos até a energia retornar. A partida terminou com assombrosos 36 (!) minutos de acréscimos e um 0x0 chatíssimo. Foi, sem dúvida, um dos grandes programas de índio que já fiz. Preciso muito me benzer.









Em noite de apagões, mais um 0 a 0 para a Lista em 2022

Jogo de novo só na semana que vem. Agora, uma coisa é certa: está difícil acompanhar A2 e A3 e assistir a algum jogo realmente bom. O nível técnico está fraco demais. Não tem como se animar assim.

Até a próxima!

Ficha Técnica: Oeste 0-0 Primavera

Local: Arena Barueri (Barueri); Árbitro: Guilherme Francisco Maciel e Rosário; Público: 155 pagantes; Renda: R$ 775,00; Cartões amarelos: Walfrido e Popó.
Oeste: Rodolfo; Feijão, Thiago Nunes, Jussani e Vançan; Bruno Lima, De Paula (Popó), Walfrido e Léo Ceará (Lucas Douglas); Bruno Lopes e Kauã Jesus (Raphael Luz). Técnico: Fernando Marchiori.
Primavera: André; João Vítor, Rodrigo Arroz, William Rocha e Tiago Abreu; Pablo (Vander), Daniel Cruz, Bonassa e Rafael Marques; Alecsandro (Felipe Cruz) e Samuel. Técnico: Ademir Fresan.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Nacional perde para o Marília e vê tabu de 48 anos chegar ao fim

Texto e fotos: Fernando Martinez


No sábado, surgiu a chance de uma rodada dupla por essas bandas, começando pelo Campeonato Paulista da Série A3. Com a luz amarela piscando no Estádio Nicolau Alayon, o lanterna Nacional recebeu o Marília em busca dos primeiros pontos e do primeiro gol no torneio.

Depois do vareio sofrido na quarta-feira, quando foi derrotado pelo Comercial por 3 a 0, a reabilitação era mais do que necessária. O Marília, que estreou com derrota para o Capivariano e depois venceu o Rio Preto em casa, queria aproveitar o mau início do adversário.




Os times posados para as lentes do JP, além da foto dos capitães com o quarteto Pablo Rodrigo de Oliveira, Ricardo Pavanelli Lanutto, Matheus Guilherme da Cruz e Marcelo de Jesus Santos

Se 2022 começou ruim, o histórico estava ao lado dos paulistanos. O Nacional nunca tinha perdido para o MAC jogando na capital. Foram seis confrontos, com cinco vitórias ferroviárias e um empate, no Paulistinha de 1974. O tabu precisava ser mantido.

Quando a partida começou, ficou a impressão de que o roteiro poderia ser diferente. Antes mesmo do primeiro minuto, Mendes foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. Éder Paulista, artilheiro de 2021, cobrou, mas Passarelli defendeu. Um lance que acabou definindo o rumo da tarde.

O Nacional foi melhor na etapa inicial. Mendes teve bons momentos depois dos 20 minutos, e, aos 32, Walace mandou uma bola na trave. O domínio foi intenso, mas a meta do MAC seguiu intacta. E quando isso acontece na Comendador Souza, a gente já sabe como termina. Em poucos lugares o “quem não faz, toma” se aplica tão bem.

Logo no início do segundo tempo, o Marília abriu o placar. Orlando cruzou na área e Warlei, de cabeça, colocou os visitantes na frente. O MAC quase ampliou aos 11, com Warlei e Yamada desperdiçando boas oportunidades na sequência. O Nacional até tentou o empate, criando boas chances com Léo, Elvis, Éder Paulista e Mendes, mas a bola teimou em não entrar.


Éder Paulista fez o favor e desperdiçou pênalti no primeiro minuto








O restante da partida mostrou que o Nacional vai ainda sofrer bastante no campeonato

No fim, mais um resultado negativo para os ferroviários e o fim do tabu: Nacional 0-1 Marília. O MAC subiu para terceiro com seis pontos, enquanto o time nacionalista segue na lanterna, sem pontos e sem gols. Com duas derrotas em casa, agora o alerta amarelo está definitivamente ligado. Resta saber se a diretoria fará algo para mudar a rota.

Saí rapidinho da Comendador Souza porque tinha sessão noturna pela Série A2. No fim, acabou sendo uma noite bem meia-boca.

Até lá!

Ficha Técnica: Nacional 0-1 Marília

Local: Estádio Nicolau Alayon (São Paulo); Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira; Público: 182 pagantes; Renda: R$ 3.140,00; Cartões amarelos: Walace e Diego Araújo; Gol: Warlei 3 do 2º.
Nacional: Felipe Lacerda; Messias, Everton Dias, Diego Araújo e César; Altair (Elvis), Léo Machado, Mendes e Guilherme Lobo (Cortez); Éder Paulista (Paulo Moraes) e Walace (André). Técnico: Ricardo Silva.
Marília: Passarelli; Luiz Renan (Lucas Serafim), Marlon, Carioca e Felix Jorge (Danillo Ribeiro); Matheus Silva (Fabrício), Albert, Anderson Brito e Yamada (Márcio Maranhão); Wendel Júnior (Orlando Júnior) e Warlei. Técnico: Betão.

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