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quarta-feira, 24 de agosto de 2005

Rodada dupla em Pouso Alegre (parte 2 de 2)

Boa tarde,

Desculpem o atraso, mas estive ocupado no trabalho e só agora consegui entrar na internet. Após acompanhar Sul Minas 1x0 Santarritense no último domingo pela manhã, resolvi fazer uma nutritiva e saudável refeição no Mc Donald's e retornar a tarde no Estádio Municipal Irmão Gino Maria Rossi, em Pouso Alegre, para acompanhar A.R. Sul Mineiro e Guarani F.C., outro jogo válido pela 2ª rodada do grupo A do Campeonato Mineiro da 2ª divisão.

Como de costume cheguei um pouco mais cedo para tirar as tradicionais fotos dos times posados.


A.R. Sul Mineiro - Pouso Alegre/MG. Foto: Victor Minhoto.


Guarani F.C. - Pouso Alegre/MG. Foto: Victor Minhoto.

O jogo não começou muito animado, mas o Sul Mineiro apresentou melhor nível técnico e dominou as ações no primeiro tempo, entretanto, sem força ofensiva, acabou se limitando a cruzamentos de pouco perigo na área do Guarani.


Goleiro do Guarani intercepta mais um cruzamento do Sul Mineiro. Foto: Victor Minhoto.

Já no segundo tempo o Guarani voltou melhor e com mais disposição, dominando o jogo, mas também não apresentou ataques que levassem perigo a meta do adversário. O jogo era típico de zero a zero, até a marcação de um pênalti a favor do Guarani, que com isso abriu o placar. Ao contrário de tirar uma foto eu gravei o lance, mas ainda não descobri como colocar as imagens no blog.

A partir deste momento o Guarani recuou para garantir o resultado e o Sul Mineiro partiu para o ataque, mas de forma pouco eficiente, até que em um escanteio (o gol só podia sair de uma jogada de bola parada), o Sul Mineiro empatou a partida já nos instantes finais.


Ataque do Guarani no 1º tempo. Foto: Victor Minhoto.

Com o resultado final de Sul Mineiro 1x1 Guarani, o grupo ficou com a seguinte classificação: E.C. Sul Minas com 4 pontos, Santarritense F.C. 3 pontos, Guarani F.C. 2 pontos, e A.R. Sul Mineiro 1 ponto.

Agora estamos na expectativa de mais uma rodada no próximo final de semana.

Victor

terça-feira, 23 de agosto de 2005

JP caindo na estrada (parte 2 de 2)

Olá,

Já é hora de revelar nosso novo destino: Jacutinga. Apesar de não ser tão perto de Porto Ferreira, dava tempo para chegar, então saímos a luta. O Jurandyr assumiu logo o papel de navegador, e munido de mapas, anotações e muita disposição começou a traçar o caminho.

Começamos em estradas boas, depois estradas não tão boas assim. Mas o melhor foi quando encontramos uma placa indicando "Divisa de estado Minas / São Paulo". Até aí, beleza! Estávamos no caminho certo, mas poucos metros depois veio outra placa não tão legal assim: "Fim do asfalto".


Caminhos de Jacutinga: nada nos impede de assitir a um bom joguinho de futebol. Fotos: Estevan Mazzuia.

Como sempre a navegação do Jurandyr foi perfeita e chegamos em Jacutinga, meio em cima da hora, mas a tempo de assistir a fantástica partida Jacutinga x Araxá. Na porta do Estádio Luiz Morais Cardoso, estava acontecendo algo que não esperávamos, fila para comprar ingresso e para entrar. Como sempre gostamos de ter, como lembrança, um ingressinho da partida, tivemos que pegar a fila. Porém, não ia dar tempo de tirar as famosas fotos das equipes. Então foi necessário o Jurandyr usar sua lábia para termos alguns privilégios.

Entramos correndo e já fomos atrás de acessar o campo. Porém, o tiozinho que tinha a chave tinha sumido e ficamos ali esperando alguém para abrir o portão. Aí bateu um desespero, o Araxá já estava em campo e o Jacutinga já estava entrando quando finalmente o tiozinho apareceu e nos liberou. Seguem as suadas e quase perdidas fotos oficiais:


Jacutinga A.C. - Jacutinga / MG. Foto: Emerson Ortunho.


Araxá E.C. - Araxá / MG. Foto: Emerson Ortunho.


Trio de arbitragem e capitães. Foto: Emerson Ortunho.

Antes de falar da partida, tenho que registrar o grande público presente, certamente mais de 1.500 pessoas acompanharam a partida.


Ótimo público presente no Estádio. Foto: Estevan Mazzuia.


Arquibancada praticamente lotada do estádio que está recebendo o apelido de "La Babedera". Foto: Emerson Ortunho.

Enfim, vamos ao jogo: o time da casa começou querendo mostrar serviço, afinal era sua primeira partida oficial em casa, e foi logo pra cima. Mas a equipe do ex-goleiro Sergio Guedes, aquele mesmo de Ponte e Santos, não esperava que ia se deparar com um grande goleiro pela frente. O guarda-metas do Araxá simplesmente começou a praticar defesas atrás de defesas.


Ataque do Jacutinga insistindo para chegar ao gol. Foto: Emerson Ortunho.


Nova cabeçada para fora. Foto: Emerson Ortunho.

E seguindo a velha métrica de quem não faz toma, o Araxá chegou ao primeiro gol. A equipe da casa sentiu bastante o golpe e o jogo parou um pouco, seguindo sem muitas emoções até o intervalo. Nessa altura do campeonato nossa fome já era de lascar, afinal estávamos sem almoçar. O jeito então foi atacar no sorvete...

Na segunda etapa, o jogo teve uma única tônica: o Jacutinga correndo atrás do empate e o Araxá fazendo bons contra-ataques. Nessa toada o Araxá começou a levar vantagens, já que seu goleiro não deixava passar nada e seus contra-ataques eram perigosíssimos. Assim saíram o segundo e o terceiro gols da equipe visitante, deixando perplexo e irritado o grande público presente.


Goleiro do Araxá praticando mais uma boa defesa no segundo tempo. Foto: Estevan Mazzuia.


Agora com o pé, o goleiro salva a meta do Araxá. Foto: Estevan Mazzuia.

Final de jogo: Jacutinga 0 x 3 Araxá. Não dá pra dizer que o resultado não foi justo, mas o time da casa merecia ter feito pelo menos um golzinho. Aproveito para registrar o bom papo que batemos com o Marcello Lujan, do jornal Imprensa de Jacutinga, que nos entrevistou e fotografou para registrar nossa presença lá em Jacutinga. Abraços a ele!

Fim de aventura? Nem pensar, ainda tínhamos que voltar e agora durante a noite... Antes precisávamos comer, então começamos procurar um lugar pra matar a fome. O Estevan não disse nada, mas ele era bem conhecido no pedaço:


Estevan na sua rua, onde ele manda e desmanda. Cardápio da pizzaria do Bié, onde matamos nossa fome, também situada na rua Coronel Estevan. Fotos: Emerson Ortunho.

Devidamente alimentados saímos em busca do retorno ao lar. Não teve jeito, de novo fomos parar em estrada de terra:


O que dava para enxergar das estradinhas em que passamos. Fotos: Estevan Mazzuia.

Mais uma vez a destreza do Jurandyr foi importante para encontrarmos o caminho. Após penar um pouco na terra, chegamos ao asfalto e rumamos em estradas mais conhecidas para São Paulo.


Equipe do JP dando uma ajudinha na divulgação da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

E isso aí! Mais uma vez valeu por tudo! Fazer o trajeto São Paulo-Porto Ferreira-Jacutinga-São Paulo, foi uma grande maluquice. Só para constar saímos às 07:30 da manhã e chegamos às 10:40 da noite. Tudo por pura diversão.

Abraços!

Emerson

JP caindo na estrada (parte 1 de 2)

Buenas!

Bom, demorou um pouco, mas chego com a saga da minha "equipe", como brincou o Fernando, no fim-de-semana. Eu, o Estevan e o Jurandyr (fazendo uma de suas últimas viagens como solteiro) fizemos parte do grupo. Antes de começar, gostaria de dizer que era o Estevan quem escreveria esse post, mas ele acabou tendo problemas com o computador e perdeu tudo. Então assumi, meio que em cima da hora, o posto de relator oficial da viagem.

Madrugamos para sair de São Paulo rumo a Porto Ferreira, para assistir a partida Palmeirinha x Jabaquara, pela segunda fase da segunda divisão paulista. Fizemos uma viagem tranqüila e chegando em Porto Ferreira, você já consegue ver da estrada mesmo o Estádio da S.E. Palmeirinha, e esse é o nome oficial mesmo.


Fachada do Estádio da S. E. Palmeirinha. Foto: Emerson Ortunho.

Bom, já em campo e devidamente indentificados fizemos as fotos oficiais:


S.E. Palmeirinha - Porto Ferreira / SP. Foto: Emerson Ortunho.


Jabaquara A.C. - Santos / SP. Foto: Emerson Ortunho.


Trio de arbitragem e capitães. Foto: Emerson Ortunho.

O jogo foi bem interessante, o Palmeirinha como era de se esperar, começou tomando a inciativa do jogo, e o Jabaquara reagia com bons contra-ataques. E assim foi seguindo o primeiro tempo com bastante alternativas.


Disputa de bola no campo de ataque do Jabaquara. Foto: Emerson Ortunho.

Ainda no primeiro tempo, o Palmeirinha teve um pênalti a seu favor, mas o cobrador acabou chutando na trave. Pouco tempo depois, foi a vez do Jabaquara ter uma penalidade, e o atacante André conferiu, definindo a placar do primeiro tempo:


André abre, de pênalti, o marcador para o Jabaquara. Foto: Emerson Ortunho.

No intervalo, as tradicionais conversas com o pessoal local e um tempinho para cultura popular:


Vista da arquibancada do Palmeirinha. Foto: Emerson Ortunho.


Como sempre a gente procura coisas saudáveis para comer. Piscinas desativadas do Palmeirinha. Fotos: Emerson Ortunho e Estevan Mazzuia.

Na segunda etapa, o jogo ficou emocionante, o Palmeirinha foi pra cima buscando o resultado e o goleiro Adriano, do Jabaquara, mais uma vez teve que fazer milagres. Era lance atrás de lance e o Jabaquara só se segurando.


Vista geral da partida no segundo tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

Porém, a insistência do Palmeirinha foi premiada aos 39 minutos do segundo tempo, a equipe chegou ao empate graças a garra e dedicação do capitão do time. Depois do gol sofrido o Jabaquara se perdeu e poucos minutos depois, o Palmeirinha chegou a virada, para festa do pequeno público presente. Final: Palmeirinha 2 x 1 Jabaquara. Com o resultado, o time de Porto Ferreira deu um grande passo rumo a classificação e o Jabuca ficou com chances remotas de ir para a outra fase.

Depois do jogo aproveitamos para comprar exclusivas camisas da equipe da casa, sem bobear muito pois tínhamos muito chão pela frente.


Emerson desanimado com a campanha do Jabuca e Estevan com a nova camisa da sua coleção. Foto: Jurandyr Junior.

Saímos então rapidinho e aí começou a loucura, dali a tarefa era trilhar caminhos pelo interior de São Paulo para chegar até o estado de Minas Gerais. Entretando, mesmo com o tempo escasso, demos uma passadinha em Santa Cruz das Palmeiras, para visitar a sede e o estádio do Palmeirense, equipe que já disputou o campeonato paulista. Em breve posto por aqui um post especial sobre a equipe com as fotos que tiramos.

A saga continua já, já...

Emerson

segunda-feira, 22 de agosto de 2005

Paulista 2ªdivisão: Campinas 1-3 São Carlos

Olá,

Depois de uma breve ausência voltei a acompanhar "in loco" a nossa Segunda Divisão, indo no último domingo à cidade de Campinas, mais precisamente no CERECAMP e assisti ao jogo Campinas 1-3 São Carlos, válido pela primeira rodada do returno da segunda fase. Tinha tudo para ser um belo jogo, pois envolvia duas das melhores equipes do campeonato em um verdadeiro "clássico" do interior, mas o descontrole de alguns atletas (ocorreram cinco expulsões) estragou um pouco o brilho do jogo que no fim acabou sendo bom, mas poderia ter sido melhor.

Como sempre, antes de comentar o jogo, apresento as duas equipes devidamente posadas nas fotos abaixo:


Campinas FC - Campinas/SP. Foto: Orlando Lacanna.


São Carlos FL - São Carlos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

O primeiro tempo começou bem disputado, com muita marcação, tendo o Campinas maior tempo de posse de bola e o São Carlos sido mais perigoso nos contra-ataques. Tudo ia muito bem até aos 26 minutos, quando ocorreram as duas primeiras expulsões: Léo pelo São Carlos e Belle pelo Campinas, que se estranharam dentro e fora do campo. A partir daí o jogo ficou mais tenso e com várias faltas mais fortes, sendo que aos 29 minutos o zagueiro Charles, do Campinas, também foi expulso por ter levado o segundo cartão amarelo.


Lance de ataque da equipe do São Carlos. Foto: Orlando Lacanna.

Com um homem a mais, o São Carlos foi para cima e aos 36 minutos o centro-avante Tales abriu o marcador com um belo chute cruzado pelo lado direito. Sendo que esse mesmo jogador, perdeu um gol "feito" de dentro da pequena área ao cabecear para fora uma bola que veio da esquerda. O Campinas quase empatou no final do primeiro tempo através do lateral Emerson, em cobrança de falta no ângulo esquerdo do goleiro Renato, que espalmou espetacularmente pra escanteio.


Lance do primeiro gol do São Carlos, marcado por Tales. Foto: Orlando Lacanna.

No intervalo houve um princípio de tumulto entre as torcidas o que obrigou a interferência da PM (cavalaria) que entrou rasgando. Além disso, algumas pessoas ligadas ao Campinas, quando do retorno do trio de arbitragem ao gramado, foram conversar a respeito das expulsões. Tudo isso criou a expectativa de um segundo tempo ainda mais tenso.

Na etapa final, o São Carlos começou dominando, e logo no início o zagueiro Juliano perdeu outra boa chance para ampliar o marcador. Aos 8 minutos, o Campinas teve o terceiro jogador expulso, sendo dessa vez o zagueiro Lino, devido a uma falta mais violenta. Por incrível que pareça, a partir daí, o Campinas com dois jogadores a menos (10 contra 8) incendiou o jogo e heroicamente conseguiu empatar através de Kadu, aos 21 minutos, num golaço em jogada pela esquerda.


Bola no fundo da rede: é o empate do Campinas. Foto: Orlando Lacanna.

A Águia Campineira conseguiu resistir ao maior domínio do São Carlos até os 39 minutos, quando o zagueiro Babi marcou o segundo gol do time visitante, de cabeça, ao aproveitar um escanteio cobrado pela direita. Dois minutos após, o lateral do Campinas Macaé, também foi expulso por entrada violenta e aí o Campinas, com três jogadores a menos, "morreu de vez" e ainda tomou o terceiro gol aos 42 minutos marcado por Pachu.


Defesa importante do goleiro da equipe do São Carlos. Foto: Orlando Lacanna.

Final de jogo com resultado justo, que mostrou o time do São Carlos como fortíssimo candidato ao acesso à Primeira Divisão - Série A3. Quanto ao Campinas, apesar da derrota e dos desfalques para o próximo jogo, ainda é possível brigar pela classificação em confronto direto com o Palmeirinha de Porto Ferreira, desde que vença o Jabaquara no próximo domingo em Santos.

Pelo que senti e ouvi no estádio, boa parte da tensão no jogo foi decorrente da proximidade dos dois jogos entre os dois times (último do primeiro turno e primeiro do segundo turno) e isso deixa as rusgas entre jogadores e torcidas mais expostas e por isso seria interessante que a FPF mudasse o critério na elaboração das tabelas de jogos, em especial nas fases decisivas.

Destaco a excelente arbitragem do Sr. Marco Antônio de Oliveira Sá, que junto com seus assistentes, não se deixou levar pela tensão do jogo acertando em todas as expulsões. Destaco também o bom trabalho do assessor de imprensa do São Carlos que entregou ao JP material contendo informações do clube, jogos e jogadores num trabalho bem profissional.

No próximo final de semana tem mais Segundona. Até lá e aguardem.

Abraços,

Orlando

Domingos Extremos (parte 1)

Fala pessoal!


Escudo INÉDITO do Extrema FC na internet, e o escudo do Varginha EC.

Agora vamos com a segunda parte dos jogos em que a minha 'equipe' esteve presente. Mais uma vez, eu, o Mílton e o David estivemos juntos nessa empreitada. Na primeira rodada dupla interestadual que fiz (e acrediro que uma das primeiras da história), começamos o dia com o fantástico Campeonato da Segunda Divisão Mineira, acompanhando a primeira partida do Extrema FC no futebol profissional diante da sua torcida. O jogo foi contra o Varginha EC no Estádio Sebastião Comanducci, na bela cidade mineira.

Pelo quarto domingo seguido, caí da cama beeem cedinho para ir de ônibus até a cidade mineira. Junto com os membros do Clube já citados acima, chegamos na Rodoviária do Tietê às 8 horas da manhã para comprar nossas passagens para Extrema. Mesmo com o bilheteiro querendo engrupir 10 pilas do Mílton com sua educação ímpar, estávamos animados para a viagem que nos esperava.


À esquerda, Mílton e David mostram seus tickets para Extrema. À direita, eu e o David nos preparando para entrar no ônibus meia-boca da Viação Cambuí. Fotos: Fernando Martinez e Mílton Haddad.

Foi uma das viagens mais tranquilas já realizadas. E como são pouco mais de 100 quilômteros até Extrema, não tivemos que sofrer muito no busão não, mesmo com a minha pessoa tentando dormir, e um moleque bem inconveniente batendo na poltrona toda hora. Tive que me segurar para não dar um crock no moleque (ou na sua mãe, por deixá-lo ser tão mal-educado...hehe).

Com coordenadas já fornecidas pelo Victor, já sabíamos que o Estádio era perto da Rodoviária. Só não esperávamos a subida fantástica para chegar lá. Cinco quarteirões de pura ladeira, que nos deixaram um tanto quanto cansados já de cara.

Chegando no estádio, já vimos que a paisagem por lá era mesmo genial. Entrando no campo, já fomos buscar as famosas informações do JP e nos apresentar para os integrantes dos dois clubes. Nessa, ficamos conhecendo o presidente do Extrema FC e o secretário de esportes da cidade. Logo depois, conversamos com o representante da FMF, Roberto, e com o trio de arbitragem, liderado pelo árbitro Juliano Lopes Lobato. Extremamente educado e atencioso conosco, nos liberou para ficar dentro do campo, para nossos famosos takes exclusivos:


Extrema FC, no seu primeiro jogo profissional em casa vestindo seu belíssimo uniforme preto - Extrema/MG. Foto: Fernando Martinez.


Detalhe da bela camisa do Extrema FC. Foto: Fernando Martinez.


Varginha EC - Varginha/MG. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem com os capitães das duas equipes. Foto: Fernando Martinez.

Muito bem colocados no lado do ataque do Extrema no primeiro tempo, pudemos acompanhar um belo jogo na primeira etapa. O extrema começou com tudo, e logo aos oito minutos, depois de um passe perfeito do camisa 7 Leandro, o jogador Timóteo (que era do Radium de Mococa, e reconheceu o David por causa de uma das suas viagens pelo interior), marcou o primeiro gol para o time da casa.

Depois disso ainda o Extrema continuou com as melhores chances da partida, obrigando o goleirão do Varginha a trabalhar algumas vezes. Mas aos poucos o time foi cansando e o Varginha começou a gostar do jogo. No fim do primeiro tempo o jogo acabou dessa forma mesmo.


Lance do primeiro gol do Extrema: Leandro (na foto) cruza para o gol do atacante Timóteo. Foto: Fernando Martinez.


Escanteio para o Extrema no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo ficamos andando pelo campo e conversando mais um pouquinho com o árbitro e o pessoal do Extrema. O árbitro Juliano tem um site do Sindicato de Árbitros de Minas Gerais, e inclusive ele fará divulgação do nosso JOGOS PERDIDOS para o pessoal de lá... valeu a força! E o papo com o pessoal do Extrema também foi bastante proveitoso. E um abraço especial ao Adelsio, que foi simpático com a gente. Valeu!

Nessa brincadeira, chegamos à conclusão que o Estádio Sebastião Comanducci tem a menor distância alambrado-rede que já vi na vida. De acordo com o rato do interior paulista Mílton, é a menor distância já existente mesmo, só comparável ao estádio de Orlândia (essa história é das boas... um dia contamos por aqui). Para mostrar que do alambrado dá para segurar a rede, tiramos essa fotinho:


Prova da minúscula distância entre o alambrado e a rede no Sebastião Comanducci. Genial... a galera segura na rede durante o jogo. Foto: Fernando Martinez.

Já recompostos de toda a conversa, no segundo tempo nos postamos do lado do representante. Logo de cara vimos o Varginha empatar a partida: aos dois minutos, numa bola enfiada em profundidade e com gol do camisa 10, Chumbinho. A partida então mudava de dono, com o Varginha dominando as ações, e o time do Extrema morrendo em campo.

Jogando fácil, o Varginha perdeu ainda algumas chances claras de gol. Já o Extrema teve apenas uma chance de gol, quando o goleiro do Varginha foi enganado por um morrinho-artilheiro, e se tivesse na frente do gol a bola teria entrado.


Escanteio para o Extrema, e de fundo a fantástica paisagem da cidade do sul de Minas. Foto: Fernando Martinez.


Bola disputada no meio-de-campo. Foto: Fernando Martinez.

Tamanha pressão da equipe do Varginha foi recompensada com um pênalti aos trinta minutos da segunda etapa. Só que dessa vez o atacante Chumbinho não teve a mesma sorte: batendo o penal muito mal, perdeu a chance da virada e de dar três pontos importantes para a sua equipe. Até o final do jogo foi um toma-lá-dá-cá para os dois times, mas nenhum acabou mais mudando o placar. Final de jogo: Extrema 1-1 Varginha.


Chumbinho vai para a bola para perder a chance da vitória do Varginha. Foto: Fernando Martinez.

Bela partida, num belo estádio e num belíssimo local. Ainda deu tempo para tirarmos alguma fotos essenciais para nosso blog:


Na foto da esquerda, o histórico placar do Extrema FC: de ferro, e com o visitante em primeiro lugar. Genial! À direita, o jogador Timóteo junto com o David. Fotos: Fernando Martinez.

Depois de tudo isso, deu tempo para seguir calmamente até a Rodoviária de Extrema para aguardar nosso busão de volta para SP, que saía a uma da tarde. Nesse meio-tempo conhecemos a bela Rodoviária da cidade, inclusive com suas belas habitantes. Nota 10 para esse detalhe.


Mílton e David esperando o bonde passar na Rodoviária de Extrema. Eu e o David na 'pontinha' que separa a Rodoviária do continente. Segurança 0, mas vale pelo registro histórico. Fotos: Fernando Martinez e Mílton Haddad.

Na volta conhecemos um dos managers do time de Varginha, o Odair. Simpático, nos convidou para conhecer á cidade e o estádio com capacidade para 30 mil pessoas. Pode ter certeza que tendo uma chance iremos para lá sim, só falta arranjar verba suficiente. O ônibus estava lotado, e a volta foi um pouco mais desconfortável. Mas nada que tirasse o nosso ânimo para a segunda partida do dia.

Até lá

Fernando