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terça-feira, 24 de março de 2009

Uma Volta ao Passado, volume 29: AA Sãomanuelense (São Manuel/SP)

A.A. SÃOMANUELENSE

Olá,

Aproveitando o feriadão por conta dos festejos carnavalescos, fiz uma viagem sensacional pelo interior paulista, com duração de seis dias e visitando onze cidades, sendo que em dez delas, a razão da visita foi o futebol, ou para acompanhar alguma partida válida pelos campeonatos de acesso ou para pesquisar a situação atual de clubes que já disputaram pelo menos uma competição profissional.

Nessa verdadeira maratona, minha primeira parada foi na simpática cidade de São Manuel, localizada na região centro-oeste do estado, distante 284 km da Capital e que conta com uma população aproximada de 38.000 habitantes. Uma das curiosidades da cidade é a Praça Tonico e Tinoco em homenagem a dupla local de cantores de música sertaneja, cuja carreira teve início em 1.930. No meio da praça estão as estátuas dos cantores que ficam à frente de uma viola gigante. Vale a pena uma visita, principalmente para quem curte música "caipira".

Bem, entrando no tema futebol, depois de visitar a praça, fui em busca de informações sobre a Associação Athlética Sãomanuelense, que foi fundada em 21 de junho de 1.919. Essa agremiação adotou as cores vermelha e preta, tendo disputado campeonatos oficiais de acesso em 12 oportunidades, nos anos de 1.948, 1.954, 1.967/69, 1.980/82, 1.984, 1.987/88 e 1.990. Sagrou-se Campeã em 1.968 da competição equivalente ao quarto escalão do futebol paulista.


Escudo da A.A. Sãomanuelense e Homenagem à dupla Tonico e Tinoco. Reprodução: www.distintivos.com.br / foto: Orlando Lacanna.

O primeiro local que me dirigi foi o Estádio Municipal Dr. Adhemar de Barros, local em que a Sãomanuelense mandava seus jogos. Não dei sorte, pois era hora do almoço e estava tudo fechado. Aproveitei o tempo que teria que esperar e fui almoçar numa lanchonete de duas senhoras muito simpáticas, localizada perto da Rádio Clube.


Fachada do Estádio Municipal Dr. Adhemar de Barros. Foto: Orlando Lacanna.

Depois do almoço fui até a rádio para buscar alguma informação e consegui saber que a Sãomanuelense não existe mais desde quando abandonou o profissionalismo, não disputando nem mesmo competições amadoras. Atualmente só existem recordações e saudades de um tempo em que a torcida organizada TUSMA se reunia no bar do Caculé para ir ao estádio e torcer pela rubro-negra e depois comemorar ganhando ou não.

Ao sair da rádio voltei ao estádio e, dessa vez, consegui entrar para rever o campo e relembrar o dia em que lá estive para assistir a partida Sãomauelense x Estrela de Bela Vista, na década de 1.980. Durante a visita conversei com algumas pessoas ligadas à administração do estádio e, nesses contatos, fui informado que no ano 2.000 houve uma tentativa de reativar o futebol profissional na cidade, com o retorno da Sãomauelense às atividades, porém as dívidas junto a FPF inviabilizaram o retorno naquela época. Para minha satisfação e, tenho certeza, dos demais integrantes do JP, fui informado que a ideia de retornar não está abandonada, sendo que até o prefeito atual compartilha dessa intenção.

Com relação às condições do estádio, é claro que haveria necessidade de uma reforma para adequá-lo às exigências atuais. A sua capacidade de público hoje não passa de 1.500 lugares e, para disputar a Segundona, precisa ser ampliado para no mínimo 5.000 lugares.


Visão do gramado com os bancos de reserva ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.




Gol da direita com os vestiários ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.


Agora o gol da esquerda. Foto: Orlando Lacanna.


Gramado visto da arquibancada coberta. Foto: Orlando Lacanna.


De dentro do gramado, visão geral das acomodações. Foto: Orlando Lacanna.

Além do campo de futebol, existe no local um bar onde o pessoal se reúne, uma sala de jogos e uma cancha de bocha.


Visão da cancha de bocha. Foto: Orlando Lacanna.

Ainda em contato com as pessoas que estavam no estádio, apurei que nesse ano alguns dirigentes do C.A. Lençoense de fato procuraram acertar uma parceria com a cidade de São Manuel, visando que a cidade se tornasse a nova "casa" do time de Lençóis Paulista. O acordo não evoluiu, até porque ninguém de São Manuel aprovou tal ideia, uma vez que o objetivo é o retorno do time da cidade, mesmo que seja com outro nome, em razão das dívidas. Vou ficar na expectativa e na torcida para que de fato o futebol profissional seja reativado em São Manuel como nos velhos tempos.


Formação da Sãomanuelense no final da década de 1.960. Reprodução: Orlando Lacanna.


Agora a formação da Sãomanuelense no final da década de 1.980. Reprodução: Orlando Lacanna.

Após a conclusão da visita, voltei a botar o pé na estrada, seguindo pela Rodovia Marechal Cândido Rondon, rumo a outra cidade do nosso interior para mais uma pesquisa sobre como estão dois clubes que já participaram de competições profissionais valendo acesso, mas isso será contado depois. Aguardem.

Finalizando, faço questão de registrar meus agradecimentos a três pessoas que muito me ajudaram na obtenção das informações aqui divulgadas. São os casos do Guilherme (Rádio Clube), Antônio Marcos (Administrador do estádio) e o famoso Piau (ex-dirigente). Foi isso.

Abraços,

Orlando

segunda-feira, 23 de março de 2009

Palmeiras B surpreende PAEC na Rua Javari

Olá,

Após ter ido, no último sábado à Rua Javari para acompanhar a partida Juventus x Grêmio Catanduvense, cujo post já está publicado, no domingo pela manhã retornei ao Estádio Conde Rodolfo Crespi para acompanhar um jogo válido pela décima primeira rodada da fase inicial do Paulistão da Série A3. O Confronto foi entre o Pão de Açúcar E.C e a S.E. Palmeiras B, num verdadeiro duelo paulistano.

Cheguei ao meu destino com muita rapidez e logo me dirigi ao campo de jogo para aquele costumeiro "public relation", visando conseguir as fotos habituais dos times e dos componentes da arbitragem, as quais apresento abaixo:


Pão de Açúcar E.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.


S.E. Palmeiras B - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Quarteto de arbitragem com o árbitro Uelington Rosa Pereira, os assistentes Celso Barbosa de Oliveira e Fausto Augusto Viana Moretti e o quarto árbitro Mateus Pulini. Foto: Orlando Lacanna.

Pelas campanhas das duas equipes e pelo que eu já tinha visto em campo em jogos anteriores, achava que o PAEC teria mais chances de conquistar os três pontos e se consolidar nas primeiras colocações na tabela de classificação, muito embora o jovem time do "Verdinho" estivesse apresentando evolução na competição. Para confirmar se eu estava certo ou não, só mesmo com a bola rolando.

Nos primeiros minutos, o PAEC confirmou as minhas previsões e, utilizando a maior experiência de alguns dos seus atletas, saiu com tudo para o ataque, tanto que, logo aos 4 minutos, o avante Castro criou o primeiro lance perigoso para a defesa alviverde, porém o chute saiu torto.


Lance de ataque do PAEC no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

Dos dez minutos em diante, a partida assumiu um ritmo bem movimentado, tornado-a agradável de ser assistida. Nessa toada, o PAEC tinha mais posse de bola, porém o Palmeiras quando recuperava a redondinha, criava situações de perigo à defesa do Pão de Açúcar. Um exemplo dessa situação, aconteceu aos 28 minutos, numa rápida escapada pelo meio do endiabrado atacante Paraíba, numa jogada em que a bola explodiu contra o travessão da meta defendida por Wellington.


Redondinha se chocando contra o travessão alviverde. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo continuava lá e cá, com os dois times procurando o ataque e, aos 40 minutos, o PAEC chegou muito perto de inaugurar o marcador, numa jogada com as participações de Sérgio Lobo e Juca, sendo que o arremate final acabou indo para fora. Tudo indicava que o primeiro tempo terminaria empatado em 0 a 0, mas o Palmeiras tinha o rápido atacante Paraíba, que mais uma vez conseguiu penetrar pelo meio da zaga do PAEC e, na saída do goleiro, tocou com categoria no canto esquerdo, abrindo a contagem a favor do time verde.


Início da arrancada de Paraíba que originou o primeiro gol do "Verdinho". Foto: Orlando Lacanna.

Depois do gol inaugural, deu a louca no ataque palmeirense que acabou criando e desperdiçando duas ótimas oportunidades de aumentar o placar, aos 43 e 45 minutos, ambas nos pés de Felipe. A primeira foi salva pelo goleiro Wellington e a segunda foi para fora. Para alívio do time do PAEC, o árbitro encerrou a primeira etapa num momento em que o setor defensivo do time amarelo não se encontrava em campo e a desvantagem por um gol poderia ser revertida no segundo tempo.

No intervalo tive o prazer de conhecer pessoalmente o ex-goleiro do Corinthians Solito, que conquistou quatro títulos paulistas pelo Timão nos anos de 1.977 (no banco), 1.979 (no banco), 1.982 (jogando) e 1.983 (revezando com Leão). Ele era carinhosamente chamado de "Solitão", por conta do seu irmão "Solitinho" que na época jogava nas categorias de base do alvinegro. Atualmente o Solitinho é o preparador de goleiros do PAEC. O papo foi tão agradável que nem senti o tempo passar. Falamos das conquistas do Timão e também do atual nível técnico do futebol brasileiro. Um abraço aos "Solitos".


Solitão e Solitinho em pose exclusiva para o JP. Foto: Orlando Lacanna.

Bem, voltando ao jogo, o segundo tempo começou a todo vapor, com o PAEC chegando ao empate logo aos 3 minutos, através de uma cobrança de pênalti executada por Sérgio Lobo. O empate provocou uma balançada momentânea no Palmeiras, tanto que, aos 5 e 7 minutos, o PAEC quase virou o placar em jogadas com as participações de Paulinho e Sérgio Lobo. Faltou pouco.


Gol de empate do PAEC em cobrança de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

Seguindo com as alternâncias de períodos de domínio de uma equipe sobre a outra, o Palmeiras marcou dois gols em três minutos, sendo o segundo aos 7 minutos, numa cabeçada do zagueiro Pedro Bento e o terceiro, aos 10 minutos, numa cobrança de pênalti por intermédio de Felipe.


Agora o terceiro gol palmeirense também de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

Com a vantagem de dois gols, o Palmeiras passou a jogar mais plantado, chamando o PAEC para o seu campo de defesa e, ao recuperar a posse de bola, saía com rapidez para os contra-ataques, aproveitando a velocidade de Paraíba e Felipe. Aos 22 minutos, o Palmeiras teve o seu atleta Gilvan expulso por ter recebido o segundo cartão amarelo e, com isso, passou a se resguardar mais. Mesmo com um homem a mais, o PAEC não conseguia chegar ao empate, ora por falhar nas conclusões, ora por conta das boas defesas do goleiro Alemão.


Uma das várias defesas do goleiro palmeirense no segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

O tempo ia passando e, ao atingir a marca de 37 minutos, o Palmeiras teve outro atleta expulso, agora o volante Matheus também por ter recebido o segundo cartão amarelo. Com pouco mais de dez minutos para terminar a partida e com dois homens a mais, o PAEC foi todo para o ataque e, mesmo desordenadamente, alugou meio campo. Apesar de todo o domínio, o PAEC só chegou ao seu segundo gol aos 44 minutos, numa cobrança perfeita de falta executada pelo meia Juca.

Os minutos dos acréscimos foram emocionantes, mas o Palmeiras segurou a bronca e a partida foi encerrada com o marcador apontando Pão de Açúcar 2 - 3 Palmeiras B que pode sugerir uma surpresa, entretanto, pelo que as equipes produziram em campo, o "Verdinho" fez por merecer. Mesmo derrotado, o PAEC continua bem colocado na classificação, se situando na 3ª posição com 19 pontos, ao passo que o Palmeiras, mesmo vencendo, ainda não se aproximou do G8, pois está colocado na 14ª posição com 14 pontos.

Fim de jogo e aquela correria para chegar em casa e devorar aquela lasanha especial, para em seguida me postar à frente da telinha e esperar as várias transmissões de futebol ao vivo. Foi isso.

Abraços,

Orlando

domingo, 22 de março de 2009

Mesmo com vitória, Juventus continua na zona de rebaixamento na Série A2

siOlá,

Agora vamos começar com o relato da primeira partida com cobertura do JOGOS PERDIDOS no último final de semana. A jornada começou no sábado à tarde com a partida C.A. Juventus x G. Catanduvense F. que valeu pela décima terceira rodada da fase inicial do Campeonato Paulista da Série A2. O palco dessa partida foi o lendário Estádio Conde Rodolfo Crespi, carinhosamente chamado de Rua Javari. Aliás, todas as vezes que vou ao estádio juventino, dá aquela saudade dos tempos de criança, quando comecei a frequentar campo de futebol, pois foi lá que tudo começou, uma vez que nasci e fui criado no bairro da Mooca.

Chegando ao meu destino, fui direto para o gramado para garantir as fotos tradicionais dos times e dos árbitros, os quais, mais uma vez, posaram com exclusividade para as lentes do JP.


C.A. Juventus - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.


G. Catanduvense F. - Catanduva/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Quarteto de arbitragem com o árbitro Luciano da Silva Lalucce, os assistentes Vicente Romano Neto e Marcelo Pereira da Silva e o quarto árbitro Luciano Monteiro dos Santos junto com os capitães dos times. Foto: Orlando Lacanna.

Depois de concluir as fotos, fui me acomodar nas arquibancadas para acompanhar a partida ao lado dos meus colegas do JP Fernando Martinez e Sr. Natal, além da amiga Paula, sendo que nesse momento o nosso pesquisador Fernando me informou que essa partida seria a primeira entre essas duas equipes.

Sentado ao lado de vários torcedores avinhados, senti um clima de tensão no ar, por conta da péssima campanha que o Juventus vem realizando e, uma eventual derrota, comprometeria muito a permanência do "Moleque Travesso" na Série A2. Pelo lado do adversário, a situação não era diferente, pois a degola do rebaixamento também está presente pelas bandas de Catanduva e, sendo assim, estávamos diante de um verdadeiro "clássico dos desesperados" e o jeito era esperar a bola começar a rolar.

O árbitro autorizou o início da partida e o que se viu nos primeiros dez minutos, foi um Juventus afobado, errando muitos passes e não criando nada em termos ofensivos, tanto que a primeira jogada mais aguda foi realizada pelo Grêmio Catanduvense, aos 8 minutos, quando o meia Diego Perini penetrou pelo lado esquerdo e obrigou o bom goleiro Marcelo a se virar para evitar o pior.


Ótima defesa do goleiro Marcelo do Juventus no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

Com o passar do tempo, o Juventus foi criando um ou outro lance mais perigoso, como aconteceu na marca dos 14 minutos, numa cabeçada de André que exigiu boa defesa do goleiro Felipe. Em seguida, o zagueiro juventino Jordan, acertou uma meia-bicicleta, obrigando o goleiro adversário a praticar outra boa defesa.

A partir do vigésimo minuto, o jogo que já não era lá essas coisas, caiu de ritmo e, somente aos 30 minutos, a torcida local se agitou, quando mais uma vez, o avante André levou perigo num chute cruzado que passou raspando o travessão dos visitantes. A torcida juventina já demonstrava impaciência, quando aos 32 minutos, saiu o primeiro gol do Juventus, num arremate cruzado de Ferreira que entrou no canto baixo esquerdo do goleiro do Grêmio Catanduvense.


Goleiro batido e bola no cantinho esquerdo no primeiro gol juventino. Foto: Orlando Lacanna.

Dada nova saída, um minuto após, o Grêmio Catanduvense chegou ao empate, num gol de cabeça de Diogo ao aproveitar cruzamento vindo da cobrança de escanteio pela direita, jogando um balde de água fria no entusiasmo da torcida grená.


Bola passando entre o goleiro e o zagueiro no gol de empate do Catanduvense. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo sentindo o gol de empate, o Juventus foi para cima e, aos 38 minutos, o meia Dewide desperdiçou uma chance incrível de gol, pois não conseguiu acertar a bola, numa jogada em que estava de frente para o gol e no interior da pequena área. A perda desse gol levou a torcida juventina ao desespero.


Chance incrível desperdiçada pelo Juventus. Foto: Orlando Lacanna.

Passada a raiva pelo gol perdido, a torcida da casa levou um tremendo susto, aos 40minutos, quando quase saiu o segundo gol do Grêmio Catanduvense, nos pés do ala Samuel que mandou um foguete que explodiu no travessão da meta defendida por Marcelo e, mais uma vez, os torcedores da casa ficaram apreensivos.

Nos últimos minutos da primeira etapa, nada de mais importante aconteceu e, sendo assim, a partida foi para o intervalo com o placar mostrando a igualdade em 1 a 1. No intervalo, meus companheiros e eu fomos até a lanchonete do estádio para beber uma aguinha e lá tivemos o prazer de conhecer pessoalmente o Juracy Nascimento que acompanha o JP há muito tempo, tanto pelo site como também pela ClicTV. Batemos um papo bem alegre e tiramos várias fotos. Um abraço a ele.

Voltando ao jogo, logo de cara foi possível perceber que o Juventus havia retornado com outra postura, assumindo uma posição totalmente ofensiva, empurrando o Grêmio Catanduvense para o seu campo de defesa que só tentava sair em contra-ataque. O Juventus dominava, dominava, mas demonstrava muita ansiedade e acabava se perdendo no momento decisivo, como por exemplo, aos 21 minutos, numa cabeçada de Ivan desferida na cara do gol, com a bola passando muito perto.


Cabeçada perigosa que quase redundou no segundo gol juventino. Foto: Fernando Martinez.

A insistência do Juventus continuava e, aos 32 minutos, a cena se repetiu, numa outra cabeçada que passou muito perto, agora desferida por Fidalgo. Além das duas cabeçadas perigosíssimas, outras jogadas agudas foram se sucedendo, mas esbarravam nos defeitos de conclusão e, sendo assim, tudo indicava que a partida terminaria empatada, uma vez que o Juventus não se acertava no ataque e o Grêmio Catanduvense se limitada a ficar na defesa, esperando o tempo passar para tentar levar ao menos um ponto para casa.


Defesa com estilo do goleiro catanduvense. Foto: Fernando Martinez.

Na marca dos 40 minutos, finalmente a torcida grená explodiu, quando o ala Valdo acertou um tirambaço de fora da área, mandando a bola no canto esquerdo de Felipe que não teve a menor chance, marcando o segundo gol juventino e decretando o placar final de Juventus 2 - 1 Grêmio Catanduvense que se não foi suficiente para tirar o time da Rua Javari da zona de rebaixamento, abre as portas da esperança para que possa escapar da degola nas próximas rodadas. Essa vitória o deixou na 17ª posição com 11 pontos. Com relação ao time do interior, a situação é mais delicada ainda, uma vez que a derrota o deixou na penúltima colocação com 10 pontos. Ainda é possível escapar.


Pelota no fundo do balaio do Catanduvense no gol da vitória juventina. Foto: Orlando Lacanna.

Fim de partida e aquela carona especial do Sr. Natal, chegando rapidamente em casa para um merecido descanso e início da concentração para a cobertura de mais uma partida que seria realizada no domingo pela manhã, cuja história será contada mais tarde. Aguardem.

Abraços,

Orlando

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mais um time novo para a Lista: o Vilhena EC

Fala pessoal!

Quarta-feira foi dia de incluir mais um time novo na nossa Lista! E por um campeonato não-perdido, mas que tem sua primeira fase objeto de sonho de todos nós do JOGOS PERDIDOS. Então com a presença da dupla dinâmica do blog (seu Natal e o David) fomos junto com a minha amiga Paula para a cidade de Campinas, aonde tinha um jogo decisivo pela Copa do Brasil. Chegamos cedo e logo fomos buscar o caminho do genial Estádio Moisés Lucarelli, para o jogo entre a Ponte Preta e o Vilhena/RO.

Já tinham mais de 8 anos que não via um jogo profissional da Ponte no seu estádio, desde o distante Ponte Preta 8x1 Castanhal, pela Copa do Brasil 2001. Desde então não tive mais a chance de ir no ótimo estádio ponte-pretano. E chegamos cedo, e por um simples problema logístico não consegui descolar as fotos oficiais das equipes, mas faz parte.


Fachada do Estádio Moisés Lucarelli, estádio da AA Ponte Preta. Foto: Fernando Martinez.


Placa que mostra o nome do estádio e o seu apelido "Majestoso". Foto: Fernando Martinez.

Além de termos a fantástica chance de ver um time difícil demais, pois as equipes de Rondônia quase não aparecem para jogar em São Paulo, vimos a decisão de uma das vagas para a Segunda Fase da Copa do Brasil. A Macaca ganhou o primeiro jogo em Vilhena por 2 a 1 e só um desastre tiraria a classificação da equipe para enfrentar o Figueirense na próxima fase. E para ver o jogo fomos buscar nosso lugar nas arquibancadas tranquilas do Moisés Lucarelli.

A Ponte fez com que o jogo ficasse fácil, sem maiores sustos para sua torcida. Logo aos 6 minutos, Leandrinho bateu e deixou a Macaca em vantagem. Aos 16 o segundo em cabeçada certeira de Márcio Mixirica. Aos 32 um golaço de longe de Edílson.


Detalhe do jogo entre Ponte Preta x Vilhena, pela Copa do Brasil 2009. Foto: Fernando Martinez.


Segundo gol da Ponte, marcado por Márcio Mixirica. Foto: Fernando Martinez.

Vale registrar a partida do time do Vilhena, que mesmo sendo mais frágil que o time ponte-pretano, em nenhum momento deu pontapé ou apelou. Fez sua partida, e de forma bastante esportiva, jogou um futebol extremamente sério. Isso é o mais legal, pois as equipes menores tem a chance única de disputarem um jogo no Estado de São Paulo, contra times tradicionais. Quando o Vilhena terá outra chance de vir para cá?


Tentativa de ataque da Macaca pela esquerda do seu ataque. Foto: Fernando Martinez.

Ao final do primeiro tempo o Vilhena foi presenteado com seu gol de honra. Após escanteio da esquerda, o mesmo Edílson do tecreiro gol foi tirar e colocou a bola no fundo das redes. Intervalo de jogo e Ponte Preta vencendo por 3 a 1.

No intervalo pude matar a saudade do melhor estádio para se comer em São Paulo. No Moisés LUcarelli há uma infinidade de opções para comer e beber. Pastéis, pipoca, batata-frita, churros, hot-dogs, entre outros fazem a festa de todos por ali. Muito bom mesmo, pois estamos com aquelas opções parcas ou praticamente nulas em estádios em geral. Nota 10 para a Ponte.

Bom, e para o segundo tempo o jogo continuou o mesmo, com a Ponte dominando o espaço. Aos 13 minutos Leandrinho fez um golaço, o quarto do time. O quinto veio com o argentino Savóia batendo pênalti.


Quinto gol da Ponte, com o argentino Savóia marcando em pênalti. Foto: Fernando Martinez.


Visão geral do Moisés Lucarelli. Foto: Fernando Martinez.

Enquanto o jogo rolava, a Paula continuava com seu trabalho falando do pessoal do JP, entrevistando o "homem de mil palavras" David. Com certeza ele indo ser entrevistado no Jô seria algo imperdível. E no meio de uma pergunta ou outra, a Ponte fez mais um gol, com o jogador Kim aos 41 minutos. E esse gol fechou a contagem.

Final de jogo: Ponte Preta 6-1 Vilhena. Ponte classificada e agora joga contra o Figueirense, que está numa fase horrível, para definir quem chega nas Oitavas-de-Final. Ao Vilhena, fica a certeza de ter mostrado um honroso futebol e o time saiu de Campinas rumo à Porto Velho, aonde joga contra o genial Shallon nesse sábado, 21 de março.


Placar final da partida no Moisés Lucarelli. Foto: Fernando Martinez.

Depois do jogo, com a certeza da raridade de ver o Vilhena, fomos no vestiário do time. Lá encontramos o sr.Marcos Zolla, um dos dirtores da equipe e que foi muito simpático conosco. Conversamos bastante sobre as dificuldade de se fazer futebol no Brasil para as equipes menores e sobre a chance única (até aqui) do VEC vir a São Paulo jogar uma partida por um grande campeonato.

Depois de muito papo, ele fez questão de me presentear com a camisa (número 3 nas costas) do Vilhena Esporte Clube, que já se transformou em peça rara da minha coleção. Só temos que agradecer tamanha simpatia e esperar que o Vilhena possa cada vez mais conseguir visibilidade no cenário nacional.

Com a noite ganha, voltamos para São Paulo no sossego já preparados para mais jogos no futuro.

Até mais

Fernando

quarta-feira, 18 de março de 2009

Embalos de segunda à tarde no Pacaembu pela Série A3

Opa,

Pela terceira e última vez (pelo menos por enquanto) tivemos uma rodada genial em plena segunda-feira à tarde pelo Campeonato Paulista da Série A3. O horário ideal para desocupados, desempregados e desencanados com tudo e para quem gosta de um belo futebol perdido. E o melhor ainda é que de novo tivemos o Estádio Paulo Machado de Carvalho como pano de fundo para a partida. E peleja que reeditou a final da Segundona 2008: Pão de Açúcar x Batatais.

Dessa vez tive a sorte da presença do Orlando no jogo, pois devido a um taxista que resolveu inventar caminhos furados pelas alamedas do bairro do Pacaembu cheguei no gramado com o jogo para começar. Mas ele garantiu a exclusividade das fotos oficiais da partida chegando sempre com bastante antecedência:


Pão de Açúcar EC - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Batatais FC - Batatais/SP. Foto: Orlando Lacanna.


O quarteto de arbitragem do jogo com o árbitro Raphael dos Santos Alves, os assistentes Graziele Maria Crizol e Ricardo Garcia Genaro e o quarto árbitro Edson Carpeggiani de Almeida junto aos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

Falando do jogo, as equipes estão em posições bastante diferentes na tábua de classificação. O Pão de Açúcar disputa a liderança da Série A3, e caso ganhasse do time do interior empataria no primeiro lugar junto do bom time da Francana. Para o Batatais, qualquer ponto ajudava na luta para o time fugir um pouco da zona de rebaixamento. E então resolvi ficar dentro do gramado histórico para o primeiro tempo de jogo.

Junto com o Orlando, vimos o PAEC começar a partida com tudo e marcar o primeiro gol logo aos 4 minutos. Juca recebu belíssimo passe de Baiano e chutou na saída do goleiro Mateus, colocando a bola no canto esquerdo. Será que o time da casa iria destruir os visitantes?


Momento do primeiro gol do Pão de Açúcar na partida. Foto: Orlando Lacanna.


Ataque do Pão de Açúcar pela direita. Foto: Fernando Martinez.

O time amarelo não dava espaços ao Batatais, dominando o jogo. Mesmo sem criar tantas chances claras de gol, a equipe era senhora do jogo e parecia que o jogo seria fácil mesmo. Mais fácil ainda o jogo poderia ter ficado quando Paulo Roberto sofreu pênalti. Na cobrança, Juca telegrafou a cobrança e perdeu a chance de marcar o segundo gol do time paulistano.


Pênalti perdido por Juca. Ele faria bastante falta depois dos 90 minutos. Foto: Fernando Martinez.

O Pão de Açúcar continuava com a sua infindável saga de gols perdidos, mas aos poucos o Batatais foi se soltando e criando chances pontuais. Enquanto isso, eu e o Orlando matávamos saudade de tempos bons que não voltam mais, como as divisões de acesso antigas. Em breve teremos aqui no JP muitas histórias antigas nas nossas séries especiais também... bom, mas o jogo continuava.


Goleiro do Batatais sai para evitar gol do time paulistano. Foto: Fernando Martinez.

E o final do primeiro tempo foi chegando e com ele a velha máxima "quem não faz toma" deu o ar da graça no Pacaembu. Aos 44 minutos, depois de falta pela esquerda, Emerson cabeceou e ainda contou com o desvio do zagueiro para deixar tudo igual no placar e levar o jogo para o intervalo em 1 a 1.


Detalhe do gol do Batatais, quase no final do primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

No intervalo então resolvi ficar na sombra e fui para as numeradas do Pacaembu. Lá encontrei o Jurandyr, o amigo Rodrigo Collucci e uma das versões 2009 do amigo de longa data The Watcher. Boas informações sobre uma viagem que estou prestes a fazer para um lugar nunca antes visitado pelo que vos escreve foram fornecidas. Olha, será algo incrível... abril está aí!

O segundo tempo então começou com o Pão de Açúcar ainda em cima do Batatais, jogando melhor. Mas o time perdia gols demais, e com ele a chance do segundo gol ficava mais distante. Mas aos 13 minutos, o PAEC teve outro pênalti marcado ao seu favor. Agora com a cobrança precisa de Sérgio Lobo, o time da casa fazia seu segundo gol.


Pênalti cobrado por Sérgio Lobo e PAEC novamente na frente do placar: 2 x 1! Foto: Orlando Lacanna.

O time perdeu por duas ou três vezes a chance do terceiro, e o Batatais então resolveu acordar e passou a ameaçar também e equilibrou a peleja. E numa boa jogada do seu ataque aos 24 minutos chegou ao empate. O jogador Grafite recebeu belo passe e encheu o pé para deixar tudo igual em 2 a 2 no Pacaembu.

Após isso, os dois times perderam a chance de marcarem mais gols num dia em que o pé dos atacantes não estavam tão calibrados. Mas a partida foi muito movimentada, e ótima para uma segunda-feira à tarde!


Essa passou perto: chance do terceiro gol do PAEC no final do segundo tempo.

Final de jogo: Pão de Açúcar 2-2 Batatais. O time paulistano perdeu a chance de se igualar à Francana no primeiro lugar da Série A3 após 10 rodadas. O Batatais leva um ponto precioso para sua cidade tentando se afastar da zona de rebaixamento. Bom, após a partida conheci o ex-presidente do Batatais, Paulo, que nos presenteou com uma camisa antiga do time, que será sorteada por nós do JP em momento oportuno. Muito papo depois voltei para casa para descansar mais um pouco... ninguém é de ferro...

Até mais

Fernando

terça-feira, 17 de março de 2009

Flamengo de Guarulhos chega ao G8 na Série A2

Olá,

Seguindo com o acompanhamento "in loco" de jogos valendo por competições que dão acesso, após ter ido no último sábado até Americana, no domingo pela manhã, fiquei pela região da Grande São Paulo e retornei a Guarulhos, para conferir a partida A.A. Flamengo x C.A. Linense que foi disputada no Estádio Antônio Soares de Oliveira, válida pela décima segunda rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2.

Ao chegar no estádio senti um clima de otimismo dos dirigentes e torcedores flamenguistas, tudo por conta da re-estreia do avante Paulinho que retornou ao time guarulhense, após ter passado um período no Corinthians, clube ao qual ainda está vinculado. Como não vinha sendo aproveitado no Timão, retornou para disputar o restante da Série A2 e esse fato encheu de esperança a torcida do "Corvo" no sentido de conquistar os três pontos e alcançar o G8.

Como cheguei meio em cima da hora, fui rapidinho para o gramado visando fazer mais uma sessão de fotos exclusivas dos times posados e do trio de arbitragem junto com os capitães. As fotos estão abaixo:


A.A. Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.


C.A. Linense - Lins/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Trio de arbitragem com o árbitro Cristiano Luis Nalesso e os assistentes Marcio Luiz Augusto e Caio Mesquita de Almeida junto com os capitães dos times. Foto: Orlando Lacanna.

A bola começou a rolar e o que se viu foi as equipes se estudando, gerando um equilíbrio nas ações, com poucos lances de ataque. Essa panorâmica perdurou por uns quinze minutos e depois começou aquela tradicional alternância de ligeiros períodos de predomínio de uma equipe sobre a outra, mas ainda sem jogadas muito perigosas.


Zagueiro do Linense toma à frente do atacante flamenguista no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

A partir do vigésimo minuto, os visitantes começaram a imprimir um ritmo mais forte e, com isso, passaram a ter mais posse de bola. Por outro lado, o Flamengo tentava sair em jogadas rápidas, buscando explorar a velocidade de Paulinho, porém não conseguia encaixar essa jogada, ora por precipitação no momento do passe, ora por conta da intervenção do setor defensivo dos visitantes.


Jogada aérea do ataque do Linense. Foto: Orlando Lacanna.

Talvez visando poupar energias para o segundo tempo, as equipes diminuíram o ritmo da partida por volta do trigésimo minuto, tornando o jogo mais lento. Mesmo em câmera lenta, o Linense chegou perto da abertura da contagem, aos 36 minutos, quando numa sobra de bola junto à entrada da área, Luan mandou uma bicuda com a bola passando muito perto e assustando o goleiro Marins.

Os donos da casa sentiram que estavam perdendo terreno e responderam, aos 41 minutos, quando finalmente conseguiram encaixar a tal jogada em velocidade com Paulinho e, não deu outra, pois o atacante escapou pela esquerda e tocou com categoria na saída do experiente goleiro Adinan, abrindo o placar a favor do Flamengo, num momento da partida em que o Linense estava um pouco melhor.


Bola no canto esquerdo da meta do Linense no primeiro gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Alguns minutos após o gol inaugural, o árbitro encerrou a primeira etapa com a contagem mínima a favor dos donos da casa, sendo que na saída do gramado, alguns atletas e membros da comissão técnica do Linense reclamaram muito da arbitragem, por não ter assinalado pênalti, numa jogada em que a bola tocou no braço de um defensor do Flamengo.

Durante o intervalo, o papo foi sobre o tal lance questionado pelo Linense. Alguns repórteres de rádio se dirigiram a mim, pois eu estava bem próximo da área na qual o lance aconteceu. De fato vi o lance bem de perto e aí entra a velha discussão da interpretação do árbitro, se houve ou não intenção de colocar o braço na bola. A bola realmente tocou no braço do defensor do Flamengo, porém o árbitro que estava muito perto da jogada entendeu que não houve intenção e nada marcou.

No recomeço da partida, o Linense assumiu uma postura mais agressiva, enquanto o Flamengo jogava mais cautelosamente, quebrando o ritmo mais veloz que o time de Lins queria imprimir. Dessa forma, a partida ficou truncada, com várias paralisações devido às faltas e saídas de bola.

Mesmo procurando ser mais ofensivo, o "Elefante da Noroeste" criou pouco perigo ao goleiro Marins, a não ser aos 19 minutos, quando o avante Fabiano golpeou de cabeça e a bola acabou saindo por cima da meta, porém tocando no travessão antes de sair, assustando a torcida local.


Cruzamento para a área flamenguista na segunda etapa. Foto: Orlando Lacanna.

Num rápido ataque do Flamengo, a bola foi lançada para a meia esquerda e, de lá, o avante Vitor Hugo cruzou para o interior da área, criando uma situação de perigo para o goleiro Adinan que, ao sair do gol, trombou com outro atacante flamenguista e, na sobra de bola, o mesmo Vitor Hugo chutou cruzado e marcou o segundo gol guarulhense. Tudo isso aconteceu na marca dos 23 minutos.


Bola espirrando em direção a Vitor Hugo que marcaria o segundo gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Em desvantagem no placar, agora por dois gols, o Linense foi com tudo ao ataque e quase diminuiu a diferença aos 36 minutos, numa jogada que teve a participação de André Tavares, mas aí apareceu o bom goleiro Marins e acabou com a festa. Como o Linense ia com frequência ao campo ofensivo, o Flamengo teve espaço para sair em velocidade nos contra-ataques, na maioria das vezes puxados por Paulinho, sendo que o time da casa criou perigo com esse tipo de jogada aos 38 e 43 minutos, em lances com as participações de Luiz Carlos e Jean.


Início de uma das arrancadas do ataque do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Nos últimos minutos, o time da casa administrou o tempo, só esperando a partida ser encerrada, o que acabou acontecendo com o placar final Flamengo 2 - 0 Linense que levou o time de Guarulhos ao G8, deixando-o na 8ª posição com 18 pontos e enchendo de esperança seus torcedores no sentido de se manter no bloco dos classificáveis para a segunda fase para depois tentar o acesso inédito à elite do futebol paulista. Quanto ao Linense, essa derrota o deixou na 13ª posição com 12 pontos.

Fim de espetáculo e retorno para a casa de familiares residentes em Guarulhos, para em seguida, seguir a uma cantina italiana de ótimo padrão e usufruir um baita almoço. Foi isso.

Abraços,

Orlando