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terça-feira, 27 de março de 2007

"JP Tour" pelo Rio Grande do Sul (parte 6 de 10)

Fala pessoal!

Seguindo novamente com os relatos da minha turnê 2007 pelo Rio Grande do Sul, posto agora o que rolou no último domingo, 25 de março. Esse coloco a data pois a rodada dupla que assisti foram os jogos mais longe de São Paulo em que já estive presente. A minha viagem para o interior do RS começou na madrugada de sábado para domingo, mais precisamente às duas da matina, quando peguei um ônibus com o destino final sendo a cidade de Rio Grande, no sul do estado.

Cheguei cedo na cidade, que fica à 322 quilômetros da capital. E o tempo foi mais do que suficiente para conhecer a cidade ao sul do estado, e que fica na beira da Lagoa dos Patos. Dizer que o passeio foi genial e histórico é pouco. A cidade respira história, e tem prédios antigos maravilhosos por todo o centro. Vi o monumento aonde estão os restos mortais de Bento Gonçalves e curti o amanhecer no antigo porto da cidade. Alguém quer mais do que isso?


Monumento que guarda os restos mortais de Bento Gonçalves, herói gaúcho. O monumento fica na Praça Tamandaré, no centro de Rio Grande. E eu, que quase nunca apareço sozinho por aqui, faço questão de colocar essa foto: precisa falar sobre o lugar aonde acompanhei o amanhecer? Fotos: Fernando Martinez.

Mas o ponto alto dessa minha viagem foi acompanhar um jogo do Campeonato Gaúcho da 2ªdivisão 2007. O jogo, válido pela Chave 4, reuniu os times do SC Rio Grande e do 14 de Julho de de Santana do Livramento no Estádio Arthur Lawson.


Escudinhos dos times do Rio Grande e do 14 de Julho. Fotos: Fernando Martinez.

Vale registrar que o estádio é bem longe do centro, e precisamos pegar ônibus para chegar lá. E ver um jogo do time mais antigo do Brasil, em seu próprio campo e estando a mais de 1500 quilômetros longe de casa é algo fantástico, vocês podem ter certeza! Chegando lá, fui super bem recebido pelo pessoal do clube, que lembrou do que vos escreve dos tempos das nossas matérias na ESPN. Um abraço à todos por lá!



Entrada do clube social do Rio Grande e do Estádio Arthur Lawson. Fotos: Fernando Martinez.

E fui hipnotizado pela beleza do local e pela magia que acontece quando entramos no gramado. História pura em campo, com dois dos três times mais antigos do Brasil (o 14 de Julho é o terceiro mais antigo, depois da Ponte Preta). E devidamente autorizado, fui conseguir as geniais fotos dos times posados:


SC Rio Grande - Rio Grande/RS. Foto: Fernando Martinez.


EC 14 de Julho - Santana do Livramento/RS. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem com os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

Bom pessoal, e como fiquei dentro do campo, escolhi acompanhar o ataque do time da casa. Dali vi um grande jogo, extremamente disputado. Nos primeiros minutos o reconhecimento das equipes tomou conta da partida, mas na primeira chance de perigo, a torcida local já fez a festa: aos 9 minutos, depois de cruzamento da direita, a bola passeou por toda a área até encontrar o camisa 9 Silvano sozinho. Ele aproveitou a chance e marcou o primeiro gol dos donos da casa.


Lance do primeiro gol do jogo: Silvano faz um a zero para o Rio Grande. Foto: Fernando Martinez.

O jogo seguiu truncado pelos minutos seguintes, com apenas uma chance boa para cada lado até os 30 minutos. Aos 31, o jogador Mauro matou a bola e de longe obrigou o goleiro Ângelo - que jogava com a genial camisa 33 - fazer grande defesa. pena para a torcida que logo depois, o mesmo Mauro se contundiu e saiu de ambulância com suspeita de fratura na clavícula.


Jogadores fazendo uma muvuca dentro da área do 14 de Julho em cobrança de escanteio para o Rio Grande. Foto: Fernando Martinez.

E quando o jogo parecia que seguiria sem mais emoções, no finalzinho mais festa para a torcida da casa. Aos 45 minutos, o jogador Vando derrubou Silvano na área... pênalti! Na cobrança, o zagueiro paulo Roberto bateu com categoria e fez o segundo para os donos da casa. Assim o jogo foi para o intervalo.


Detalhe do segundo gol do time do Rio Grande, fazendo a festa da torcida! Foto: Fernando Martinez.

No intervalo fui adquirir minha camisa do Rio Grande, já que dificilmente ela chegará em alguma loja de São Paulo. Aproveitei para passear nas arquibancadas do Arthur Lawson. O estádio é muito bem arrumado, e tem espaço de sobra para se fazer um gigante por lá. Na volta do segundo tempo fui me instalar nas cabines de imprensa, que ficam do lado oposto à arquibancada.


Chute de longe do jogador Herson para o time do 14 de Julho no segundo tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

O jogo nesse segundo tempo teve o equilíbrio como tônica. Os dois times criaram chances ótimas para que o placar fosse alterado novamente. Mas por capricho do destino, nenhum dos times acabou mudando o placar da partida. Mas não por isso os times não deixaram os torcedores apreensivos, já que os dois times buscavam o gol de todas as formas.


O camisa 2 Israel entra com a bola na defesa do time visitante com perigo. Foto: Fernando Martinez.

A torcida do Rio Grande não aprou de apoiar seu time por um minuto sequer, e uma genial banda, com naipe de metais e tudo, fez a festa nas arquibancadas. Lembrou muito aquelas "charangas" que vemos no Rio de Janeiro... ê bom tempo que não volta mais!


No final de jogo, jogador do Rio Grande tenta marcar de fora da área. Foto: Fernando Martinez.

No final o jogo acabou mesmo Rio Grande 2-0 14 de Julho. O resultado deixa o time mais antigo do Brasil com 8 pontos ganhos, na terceira colocação da Chave 4. O 14 de Julho cai para o quarto lugar e mantém seus 7 pontos na tabela. O líder é o Pelotas, e o segundo lugar é do Grêmio Bagé.

Depois do jogo, ainda emocionado com a viagem, foi a vez de voltar para a rodoviária, aonde seguiria para uma nova cidade nunca antes visitada aqui pelo JP... fiquem ligados!

Fernando

Empate entre SEV e São Carlos com gosto bastante amargo para o time local

Saudações!

Domingo pela manhã, a grande opção tem sido o Campeonato Paulista da Série A3 e, dessa vez, eu e o Estevan nos dirigimos a Hortolândia para assistir ao jogo do SEV contra o São Carlos. Devidamente autorizado o Estevan adentrou o gramado e fez as fotos oficiais da partida:


Social Esportiva Vitória (SEV) - Hortolândia / SP. Foto: Estevan Mazzuia.


São Carlos F.L. - São Carlos / SP. Foto: Estevan Mazzuia.


O árbitro Roberval José de Oliveira, os assistentes Felippe Cirillo Penteado e Válter Ferreira Mariano e a quarta árbitra Édilar Maria Ferreira. Foto: Estevan Mazzuia.

A partida começou muito truncada mas, aos poucos, os visitantes foram se soltando e nos primeiros trinta minutos criaram duas chances para marcar. O SEV sentiu a situação ruim e, fazendo valer o mando, colocou as coisas em seu devido lugar aos 32 minutos. Após bate-rebate na área, a bola sobrou para o capitão Roni, que só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes. A vantagem mínima do Lobo Caipira foi levada para o intervalo.


Disputa de bola no primeiro tempo de jogo. Foto: Estevan Mazzuia.


Detalhe do primeiro gol do SEV. Foto: Estevan Mazzuia.

Aproveitamos os 15 minutos de trégua de um sol pra cada um, sob um céu sem uma única nesga de nuvem, e fomos repor nossos líquidos no aconchegante Bar do Cunhado, que fica fora do estádio, diga-se de passagem, mas ainda é a única opção por lá. O agradável estádio "Tico" Breda carece de estrutura também na ausência de sanitários. Encontramos apenas 2, do tipo químico.


O simpático "Bar do Cunhado" e eu, ainda quando estava acomodado nas cabines de imprensa. Fotos: Estevan Mazzuia.

O segundo tempo começou com o SEV partindo com tudo para definir o jogo, ao mesmo tempo em que o São Carlos ia ao ataque para melhorar a sua sorte, mas esbarrava sempre na falta de qualidade de seus atacantes.


Escanteio para o São Carlos no segundo tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

O SEV, por sua vez, perdeu duas ou três chances de matar a partida, mas não teve competência para tanto. E quem não faz...


Ataque do SEV no segundo tempo da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Nos acréscimos, veio o golpe de misericórdia com o time da casa: o empate sãocarlense, através de um chute certeiro, que acabou dando números finais à partida: SEV 1x1 São Carlos. Ruim para ambas as equipes, que precisavam vencer a todo custo. O SEV permanece pertinho da zona de rebaixamento, e o São crlos se afasta das vagas do G8. Mas diante das circunstâncias, menos pior para o São Carlos, que somou um pontinho quando a derrota já era mais do que certa.

O rodada do domingo continuou através da Rodovia do Açúcar, serras paulistas e vicinais fantásticas, mas isso é assunto do meu próximo post. Aguardem!

Abraços!

David

segunda-feira, 26 de março de 2007

Nas mãos de Pablo e na estrela de Fescina, empate heróico no interior

Olá, amigos!

Depois de acompanhar com meus amigos a brilhante saga juventina, segui sozinho para Sorocaba, onde acompanhei a partida entre C Atlético Sorocaba e Nacional AC, válida pela 17ª rodada do Campeonato Paulista da Série A2, no belo Estádio Walter Ribeiro. Por conta da gravação para a RedeTV! na Javari, cheguei no estádio às 19h em ponto, mas ainda assim consegui a foto do quarteto de arbitragem.


Moderno e bonito ônibus do galo sorocabano, e detalhe dos 259 torcedores presentes. Fotos: Estevan Mazzuia.


O simpático quarteto formado pelo árbitro Alexandre Pivoto Camargo, os assitentes Claudson Lincoln Beggiato e Giulliano Neri Colisse, e o quarto árbitro Anderson Andrade Pires. Foto: Estevan Mazzuia.

O que vi foi um primeiro tempo morno, com poucas oportunidades claras de gol. A melhor chance do Atlético foi aos 22 minutos, após uma bola cruzada pela direita. No chute rasteiro ao gol, o excelente arqueiro Pablo começa a escrever seu nome na partida. A resposta da equipe da capital viria na forma de perda da timidez inicial, arriscando-se em algumas subidas ao ataque, levando perigo ao gol de Eduardo. Mas ficou nisso, e na primeira etapa não se viu balançarem as redes.


Ataque sorocabano na primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

A segunda etapa teve uma história bem diferente, com duas personagens principais. Aos 11 minutos, a equipe da casa tem boa chance, mas o zagueiro Júnior desvia para escanteio. Dois minutos depois, o Naça não tem a mesma sorte. Taquá cruza da esquerda, e Hudson se antecipa à zaga, sem chances para Pablo. Entra em cena a primeira personagem principal: o técnico do Nacional, José C. Fescina saca Ray da equipe azul, e coloca Patrick em seu lugar. Pouco depois, o atacante subia entre dois zagueiros para empatar a partida, após cobrança de falta.


Detalhe do primeiro gol da partida. Foto: Estevan Mazzuia.


Escanteio para o Atlético no segundo tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

Nem deu tempo de comemorar. Dois minutos depois, Galego se aproveita do bate-rebate na área e chuta em cima de Pablo, que tira a força da bola, mas não impede o gol. Como um mágico, Fescina saca outro coelho da cartola. Maciel entra no lugar de Juninho, que já havia levado cartão amarelo. Se a ideía era evitar um segundo cartão, o tiro saiu pela culatra, pois Maciel foi amarelado logo na sua priemira participação, ficando igualmente pendurado. Mas em seu segundo lance o jogador bate forte no gol de Eduardo, e corre para abraçar os companheiros.


Atlético tenta ampliar a vantagem jogando pela esquerda. Foto: Estevan Mazzuia.


Desolado, o arqueiro Eduardo vê sua equipe deixar escapar a vitória em casa. Foto: Estevan Mazzuia.

Para ofuscar a estrela de Fescina, só mesmo a do goleiro Pablo. Se ele já somava importantes defesas ao longo do jogo, as que fez nos minutos finais asseguraram ao Nacional o empate fora de casa. Placar final, Atlético Sorocaba 2-2 Nacional. Ruim para esse, que com os outros resultados voltou a frequentar a zona de rebaixamento, péssimo para aquele, que desperdiça em casa a chance de entrar na zona de classificação.


Goleiro Pablo e o treinador Fescina, peças-chave no empate nacionalino fora de casa. Fotos: Estevan Mazzuia.

Findo o jogo, voltei pra casa com a esperança de um domingo com jogos ainda mais emocionantes. Fiquem no aguardo!

Abraços

Estevan

"JP Tour" pelo Rio Grande do Sul (parte 5 de 10)

Opa,

Vamos agora com meu segundo jogo de sábado e quinto na turnê 2007 do JP no Rio Grande do Sul. Depois do jogo no Passo D'Areia, fui correndo mais uma vez para o Estádio Olímpico Monumental, para mais um jogo do Campeonato Gaúcho 2007. E antes que falem que sou gremista ou simpatizo com o tricolor gaúcho, me defendo dizendo que é por força das tabelas que sempre quando venho à Porto Alegre venho a jogos do time azul, preto e branco. Nunca calhou de ir ver um jogo no Beira-Rio, por isso nunca fui lá...

E no agradável horário das seis e dez da tarde, vi o jogo entre o Grêmio e o Guarani de Venâncio Aires. Time pedra no sapato, que alguns integrantes do JP já tinham matado em Poços de Caldas, jogando contra a Caldense. Desde então estava atrás desse time para inclui-lo na minha Lista.


Dessa vez cheguei no Olímpico com o dia mais claro, num belo final de tarde na capital gaúcha. Foto: Fernando Martinez.


Visão geral do jogo entre Grêmio e Guarani-VA. Foto: Fernando Martinez.

Confortavelmente das arquibancadas do estádio vi um jogo bem murcho na primeira etapa. O Grêmio sentiu a ausência dos seus titulares (que foram poupados para a partida de terça, pela Libertadores) e não criou muitas chances de gol. O time do Guarani por sua vez até tentava surpreender, como o Esportivo surpreendeu no meio de semana, mas não conseguiu muita coisa também.


Torcida gremista apreensiva com a partida no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

O jogo seguiu nesse ritmo até o final do primeiro tempo. Mas nos acréscimos a torcida fez a festa. depois de cruzamento pela esquerda, o lateral Jucemar acertou um belíssimo chute e levou o jogo com a vantagem de 1 a 0 para o intervalo. Nesse intervalo confirmei o que disse no post do jogo do Esportivo: a quantidade de mulheres bonitas nas arquibancadas é algo de anormal. Até por estar acostumado com a ausência delas nos estádios de SP, isso é algo que não vemos sempre...


Escanteio para o Guarani, ainda no primeiro tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo o jogo melhorou um pouco, com o Grêmio dominando as ações por algum tempo e criando várias chances para aumentar o placar. Mas parecia que o time estava jogando com o freio de mão puxado, já que não chegou ao segundo gol.


Refletores do Estádio Olímpico iluminando o jogo entre Grêmio e Guarani-VA. Foto: Fernando Martinez.

Depois dos 30 minutos o jogo ficou dramático para a torcida azul. O Guarani foi pra cima dos donos da casa e criou várias chances para empatar o jogo. O time jogou esses quase 20 minutos finais em cima do Grêmio, mas deu azar em alguns lances e acabou não empatando. Mas foram 20 minutos de puro sofrimento para os torcedores no Estádio Olímpico...


Escanteio para o Grêmio no segundo tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Grêmio 1-0 Guarani-VA. O time gremista é o primeiro a conseguir a classificação para a Fase semifinal do Gauchão 2007. Já o Guarani cumpre tabela até o fim do campeonato. E eu "matei" mais uma equipe na querida Lista!


Placar final do Olímpico, e mais um time na minha Lista, e ela vai aumentando aos poucos. Fotos: Fernando Martinez.

Depois do jogo fui para o QG na cidade para me preparar mentalmente e espiritualmente para a minha rodada dupla do domingo. Foi algo de histórico, surreal, genial emocionante... os dois jogos em que estive mais longe na minha vida...

Até mais

Fernando

"JP Tour" pelo Rio Grande do Sul (parte 4 de 10)

Fala pessoal!

Vamos agora continuar com os posts da minha turnê 2007 pelo estado do Rio Grande do Sul. Depois de um dia de descanso oficial, o sábado foi vez de uma rodada dupla na capital gaúcha. A primeira parada foi um jogo num local em que estive na minha primeira visita à Porto Alegre, em 2003. Depois de um almoço caprichado no centro da cidade, rumei até o Estádio Passo D'Areia, aonde jogaram São José e Brasil de Pelotas, em jogo válido pelo Campeonato Gaúcho 2007.


Fachada do Estádio Passo D'Areia, agradabilíssimo local para se ver um jogo de futebol. Foto: Fernando Martinez.

Na hora que cheguei pude constatar a força da torcida xavante (a do Brasil) no estado. A quantidade de torcedores que foram acompanhar o time nessa partida era imensa, e mesmo entrando no mesmo portão do que os torcedores do "Zequinha", na entrada nada de mais grave aconteceu.


O escudo do São José, "O clube mais simpático do RS" pintado nas arquibancadas e a grande torcida xavante no Passo D'Areia. Fotos: Fernando Martinez.

Devidamente autorizado pelo pessoal da FGF, entrei no gramado para as fotos oficiais do jogo e para curtir a partida devidamente credenciado. Dessa vez não são fotos exclusivas, mas mesmo assim, acredito que ninguém em São Paulo publicará as fotos oficiais do jogo:


EC São José - Porto Alegre/RS. Foto: Fernando Martinez.


GE Brasil - Pelotas/RS. Foto: Fernando Martinez.


O simpático trio de arbitragem da partida com os capitães dos times. É, e o capitão do São José é o goleiro Danrlei, que viveu seus tempo de glória do Grêmio. Foto: Fernando Martinez.

Do centro do gramado, a poucos metros do campo de jogo vi um jogo difícil para os dois times. A primeira chance de gol clara foi do "Zequinha" aos 10 minutos. O camisa 9 Franciel cabeceou depois de cobrança de falta na área para grande defesa do goleiro Rodrigo Silva. O Brasil respondeu aos 16, quando Maykon perdeu boa chance em bola que cruzou toda a área.


Jogador do São José tenta se livrar da marcação de atleta do Brasil. Foto: Fernando Martinez.

Depois desse lance o jogo ficou mais truncado, com muitas faltas no meio-de-campo e sem chances agudas de gol. Só por volta dos 30 minutos as torcidas ficaram apreensivas novamente. E as chances foram dos dois times. Aos 34, o zagueiro do São José Gláuber, foi cortar bola na pequena área e quase marca contra. No minuto seguinte, O jogador Franciel cabeceou com perigo para os anfitriões.


O camisa 9 Franciel tenta marcar seu gol no jogo contra o Brasil. Foto: Fernando Martinez.


Falta perigosa para o São José no primeiro tempo de jogo. Foto: Fernando Martinez.

Mas o grande lance do primeiro tempo aconteceu aos 41 minutos. Depois de pênalti de Matheus em Franciel, o mesmo Franciel bateu no centro do gol e o goleiro do Brasil Rodrigo Silva praticou grande defesa. A torcida do Brasil ficou indignada com a marcação do pênalti e quase invadiu o campo. Bombas foram jogadas em campo e muita confusão se viu nas arquibancadas.


O camisa 9 do São José perde, em cobrança de pênalti, a chance de abrir o placar. Foto: Fernando Martinez.

O jogo acabou indo para o intervalo sem a abertura do placar. No intervalo conversei com Felipe, repórter da Rádio Guaíba que curtiu a nossa presença no RS. Devido à confusão nas arquibancadas, acabei ficando dentro do campo também no segundo tempo.

O segundo tempo então veio e até a metade do tempo regulamentar não tivemos chances agudas de gol. O jogo ficou truncado demais no meio-de-campo, e a partida seguiu com alguma sonolência...


Jogadores do Brasil e do São José disputam bola na lateral de campo. Foto: Fernando Martinez.

Depois do meio do segundo tempo, foi o Brasil quem criou chances perigosas para abrir o placar. Aos 22 minutos, em bola cruzada pela esquerda, o jogador Maykon quase pega o goleiro Danrlei desprevenido. Ele acabou se esticando todo e jogando para escanteio. Aos 25 minutos, Fernando Melo, livre de marcação chuta por cima. As duas chances levaram à loucura a torcida xavante.


Vista geral do Passo D'Areia, com arquibancadas opostas reformadas. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo com o São José criando algumas chances para tentar abrir o marcador, o jogo não saiu do zero mesmo: São José 0-0 Brasil de Pelotas. O resultado deixa o "Zequinha" em quarto lugar e o Brasil em sétimo lugar na Chave 2 do Gauchão 2007. E saindo rapidinho do estádio, fui de táxi mesmo para mais um jogo do Gauchão... e esse com time novo na Lista...

Até lá

Fernando