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quarta-feira, 22 de novembro de 2006

A História pré-JP, volume 20: União x Águia Negra na Primeirona do MS 2004

Oi, pessoal!

Depois de alguns anos guardado em meus arquivos, finalmente estou mostrando em poucas linhas um jogo que assisti em 2004, mais precisamente no dia 4 de abril de 2004. Como podem ver a data era especial e o jogo fantástico, tratava-se de uma partida do Campeonato Sul-Matogrossense da 1ª divisão. A partida foi entre os times do Clube de Esportes União de Campo Grande e Esporte Clube Águia Negra de Rio Brilhante.


Escudinhos do União e do Águia Negra. Reprodução: Arquivo Fernando Martinez.

Ambas as equipes vinham fazendo uma campanha muito ruim e precisam da vitória. O jogo era válido pela quinta rodada do campeonato, e com 10 equipes disputando, o União vinha com apenas 1 vitória em 4 jogos, e o Águia Negra com 2 pontos nos mesmos 4 jogos. A equipe da capital mandava seus jogos em outra cidade, Jaraguari, pequena cidade proxima a Campo Grande. Não tive dúvida e depois de alugar um carro parti para a pequena Jaraguari sem ter a menor idéia do que iria encontrar. Chegando lá pude deparar com o Estádio Municipal de Jaraguari. Bastante acanhado, porém porem bem aconchegante e pessoal bem receptivo.


União chegando no estádio em Jaraguari. Foto: Jurandyr Junior.


Parte coberta do Estádio Municipal de Jaraguari. Foto: Jurandyr Junior.

Conseguir assistir um jogo num lugar desses é algo indescritível. Se ver longe de São Paulo vendo um jogo perdidaço desses é algo que todos os membros do JP já tiveram a chance de fazer, e é gratificante. E, graças à prestatividade do pessoal no estádio, consegui as fotos dos times posados. Acredito que poucas vezes na internet fotos do União/MS e do Águia Negra foram publicadas. Então, em primeira mão direto dos meus arquivos secretos, as fotos dos times:


CE União - Campo Grande/MS (2004). Foto: Jurandyr Junior.


EC Águia Negra - Rio Brilhante/MS (2004). Foto: Jurandyr Junior.


Quarteto de arbitragem da partida. Foto: Jurandyr Junior.

Agora falando do jogo, a partida não foi muito boa, mas foi bastante disputada e no final dessa partida tivemos a vitoria do Águia Negra por 2 x 1. Os gols foram de Índio e Chuchu para o Águia e Ronaldo para o União. No final daquele campeonato o União acabou sendo o lanterna, com 6 pontos ganhos em 18 jogos disputados, tendo sido rebaixado para 2005. O Águia Negra não teve campanha muito melhor, tendo terminado em 8º lugar, com 17 pontos ganhos. O campeão de 2004 foi o CENE.


Da lateral do campo, uma imagem do jogo entre União e Águia Negra. Foto: Jurandyr Junior.


Mais um lance do jogo. Foto: Jurandyr Junior.

Por ora deixo aqui um abraço à todos e esperem mais supresas do meu arquivo secreto.

Jurandyr Junior

terça-feira, 21 de novembro de 2006

São Paulo na final do Paulista sub-17

Oi, pessoal!

Segunda-feira, feriado na cidade de São Paulo e para nossa surpresa um jogo perdido! E como não poderia deixar de ser, estávamos lá. O jogo em questão foi válido pela semi-final do Campeonato Paulista sub-17. No Morumbi, o clássico entre São Paulo e Palmeiras. Como não consegui contactar ninguém do JP, fui sozinho nessa partida. Como no primeiro jogo deu empate de 3 a 3, o tricolor paulista jogava pelo empate, pois tinha melhor campanha.


Ataque do Palmeiras no primeiro tempo de partida. Foto: Jurandyr Junior.

A partida começou equilibrada, porém como precisava da vitória, aos poucos o Palmeiras foi levando maior perigo até que aos 22 minutos a defesa tricolor cometeu pênalti. Para desespero da torcida verde o atacante palmeirense chutou para a grande defesa do goleiro do São Paulo.


Pênalti perdido pelo time do Palmeiras. Ele faria falta no final do primeiro tempo... Foto: Jurandyr Junior.

A segunda etapa não mudou muito, mas desta vez depois de algumas chances para o Palestra, foi o São Paulo que partiu para cima da defesa adversaria e aos 16 minutos, em cobrança de escanteio o atacante tricolor fez de cabeça 1 x 0. Logo em seguida, aos 19 minutos, o São Paulo marcava seu 2º gol, definindo praticamente a sua classificação.


Lance do primeiro gol são-paulino, no jogo contra o Palmeiras. Foto: Jurandyr Junior.

Daí para frente o Palmeiras tentou algo mas sem objetividade, sem conseguir chegar ao gol adversário. Depois de uma seria contusão de um jogador do SPFC, que teve uma fratura e saiu de ambulância, a partida foi paralisada pelo arbitro por cerca de 7 minutos, pois o mesmo exigiu outra ambulância sem a qual não reiniciaria o jogo. Nova ambulância no estádio e finalmente os minutos restantes foram jogados.

O São Paulo se aproveitou do desânimo dos palmeirenses e aos 39 e 49 minutos fez o 3º e 4º gols garantindo assim a presença na final. Final de jogo: São Paulo 4-0 Palmeiras. E agora a final do sub-17 reúne São Paulo e Corinthians, que por sinal também farão a final do sub-15. Aqui a vantagem dos empates é corintiana.

Bem pessoal para uma segunda-feira de um feriado valeu mais jogo, o meu jogo 201º do ano, vai ser difícil superar 2004 quando assisti 211 jogos, mas quem sabe algum ano possa superar esta marca.

Abraços

Jurandyr Junior

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

JP no Octogonal Final da Série C (parte 5)

E aí povo?

Depois de acompanharmos uma volta olímpica no domingo de manhã, o domingo à tarde foi para acompanharmos mais uma rodada do fantástico Octogonal Final do Campeonato Brasileiro da Série C. No Parque Antárctica vimos a partida entre Grêmio Barueri e Brasil de Pelotas. Tínhamos mais duas opções de partidas, ambas em São Caetano do Sul: a final do Amador do Estado e pela Série A, São Caetano e Vasco. Mas a vontade de seguir esse Octogonal falou mais alto.

Além do que vos escreve, o Estevan, David e acompanhados das suas esposas Nalva e Elisângela, o Emerson e o Mílton. Lá encontrei a grande amiga Ágata e seu namorado Érisson, que acompanha as peripécias baruerienses na terceirona.

Bom, como o Orlando não foi, o Estevan se incumbiu de entrar comigo no gramado do Palestra Itália. Mais uma vez conseguimos as fotos dos times posados. E fica aqui um abraço ao pessoal do Brasil, simpático e prestativo com o pessoal do JP:


Grêmio R Barueri - Barueri/SP. Foto: Estevan Mazzuia.


GE Brasil - Pelotas/RS. Foto: Estevan Mazzuia.


O árbitro Manuel Paixão dos Santos (MS), os auxiliares Ivanílton Bandeira da Silva (MS) e Murilo Charão de Souza (MS), e o quarto árbitro Mílton Etsuo Ballerini (SP). Foto: Estevan Mazzuia.

Precisando da vitória à todo custo, o Barueri começou o jogo tomando um susto. Aos 6 minutos, depois de grande jogada individual, o jogador Cláudio Millar chutou com a esquerda, e colocou a bola no ângulo do goleiro Gilvan, do GRB. Brasil 1 a 0, e a torcida xavante feliz da vida nas arquibancadas.


Lance do primeiro gol do jogo, para o time do Brasil. Em bela jogada de Cláudio Millar, que terminou no ângulo. Foto: Fernando Martinez.

O time do Barueri sentiu o gol e não conseguia chegar à grande área do time de Pelotas, mas aos 24 minutos de jogo a sorte sorriu para o lado barueriense. Depois de cruzamento da direita, o jogador Thiago Humberto só escorou e empatou o jogo. Festa na torcida e a fé que a virada aconteceria.


Mais um ataque do Brasil no primeiro tempo. Notem a pequena, mas barulhenta torcida xavante na parte oposta do Palestra. Foto: Fernando Martinez.

Já um pouco atordoado no jogo, o Brasil não ofereceu mais tanta resistência ao Barueri. O time paulista conseguiu virar o jogo ainda no primeiro tempo. Aos 40 minutos, o time fez o segundo com o jogador Gílson, e mais um aos 46, em boa jogada do ataque finalizada pelo Marcos Dias. Jogo no intervalo e 3 a 1 no placar.


Detalhe do terceiro gol do Barueri, deixando o jogo mais tranquilo para a segunda etapa. Foto: Nalva Povinelli.


No destaque, Estevan e Fernando isolados nas arquibancadas do Palestra para melhores ângulos do jogo. Foto: Nalva Povinelli.

O segundo tempo da partida foi, até os 30 minutos, um passeio do Barueri. Se o time jogasse mais sério e fosse mais preciso nas finalizações, teríamos uma goleada histórica no Palestra. O time chegou ao quarto - aos 9 minutos, através do jogador Edylton - e quinto gols - aos 27 minutos, com o Pedrão - "somente". Se tivesse jogado mais sério faria mais.

Mas depois disso o Brasil, até para mostrar alguma coisa, foi ao ataque e foi a vez do time xavante perder inúmeras chances. Pelo menos três delas de grande perigo. Mas o time só marcou mais um gol, aos 37 minutos, de novo com grande jogada do Cláudio Millar.


Lance do jogo entre Grêmio Barueri e Brasil/RS. Foto: Nalva Povinelli.

Final de jogo: Grêmio Barueri 5-2 Brasil/RS. Grande vitória dos donos da casa, que agora provavelmente disputarão uma vaga direta com o Ferroviário na última rodada. Grande jogo à vista...

Depois do jogo foi a vez de juntar a turma aqui em casa, e todos juntos assistirem a nossa estréia em rede nacional, via RedeTV! Foi um marco para o JOGOS PERDIDOS. E pensar que tudo isso se iniciou já tem dois anos, como sendo praticamente uma brincadeirinha entre nós... obrigado a todos pela audiência!

Agora já estamos pensando na semana que vem...

Abraços

Fernando

União Mogi Campeão da Segundona 2006

Fala povo!

Depois dos jogos de sábado, o domingo de manhã nos proporcionou um jogo histórico. O ápice de um campeonato que se iniciou em janeiro desse ano, no Conselho Arbitral do Campeonato Paulista da Segunda Divisão 2006. O pontapé inicial nos gramados aconteceu em abril, e desde então o JP vem fazendo uma cobertura única dessa competição. Então nada mais justo do que estarmos em Mogi das Cruzes, mais precisamente no Estádio Francisco Nogueira, para a final da competição, entre União Mogi e Catanduvense.

Junto comigo, o Emerson, Victor, Estevan, David e o Seu Natal estiveram presentes num estádio cheio, e com muitas emoções durante o jogo. Chegando lá, o que complicou um pouco foi a presença dos fiscais da FPF. Para quem está acostumado a acompanhar a segundona por aqui, sabe que eles não aparecem nesse campeonato, então ficamos meio na angústia para entrar em campo e conseguir as fotos dos times. Afinal de contas, se tiramos de todos os jogos da segundona, tínhamos que conseguir aqui também, certo?

No final, tudo foi conversado e ajeitado, e então seguem aqui as fotos dos times posados:


União FC - Mogi das Cruzes/SP. Foto: Fernando Martinez.


G Catanduvense de F - Catanduva/SP. Foto: Emerson Ortunho.

Por ser uma final, rolou até a execução do Hino Nacional Brasileiro com os dois times perfilados, tipo Copa do Mundo. Taí uma coisa que poderia rolar mais freqüentemente.


Times perfilados para a execução do Hino Nacional Brasileiro. Foto: Fernando Martinez.

Os dois times já tinham conseguido o acesso à Série A3 em 2007, e por ter a melhor campanha, o União jogava pelo empate. Em virtude dessa possibilidade, a torcida compareceu em peso ao Nogueirão. Um dos fatores que motivou também a ida do público, foi a campanha geral do time. Desde que caiu da A3 para a antiga B1 em 2002, o União tinha jogado 42 jogos em três campeonatos. Desses 42 jogos, o time só ganhou 7, e perdeu 24. Três anos de horror, mas que foram exorcizados nesse 2006.


Bola disputada no meio-de-campo da final da segundona 2006. Foto: Fernando Martinez.

O jogo foi bastante disputado, com chances claras de gol para os dois times nessa primeira etapa. O União, apoiado pela sua torcida, tentava até mais o ataque, e o Catanduvense, mesmo precisando vencer para levar o título, foi sendo dominada aos poucos pelo time mogiano. O onze local criou boas chances para abrir o placar.


Lance de ataque do União no primeiro tempo. Notem o grande público presente na parte coberta do estádio. Foto: Estevan Mazzuia.


Falta para o Catanduvense nesse primeiro tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

Nesse primeiro tempo, o jogo acabou ficando mesmo no 0 a 0, e a maior diversão do JP foi procurar figuras folclóricas pelas arquibancadas. Histórias interessantíssimas pelo Nogueirão, e que serão divulgadas em breve...! E também serviu para os famosos refrescos JP. Muita água e refri, em virtude do insuportável mormaço no domingo de manhã.

No segundo tempo, o panorama da partida parecia que não iria mudar, e um 0 a 0 era o medo de todos. Mas isso foi apagado logo aos 15 minutos, quando o União marcou o gol salvador. Depois de grande confusão na área, com lances que não consigo descrever de forma rápida, o jogador Tiaguinho chutou e marcou o seu.


Vista do jogo entre União e Catanduvense. Foto: Fernando Martinez.


Jogador do Catanduvense é acossado por atleta do União. Foto: Estevan Mazzuia.

Até o final do jogo nada de mais efetivo foi criado por nenhuma equipe. Como que parecendo conformada, o Catanduvense não esboçou muita reação, e se contentou com o honroso vice-campeonato da segundona. Final de jogo: União Mogi 1-0 Catanduvense, e o título para o melhor time do campeonato! Depois, novamente autorizados pelos fiscais e pela assessoria de imprensa da FPF, voltamos ao gramado para as fotos da comemoração do título e do segundo lugar.


Os dois troféus, para o Campeão e Vice-Campeão da segundona. Foto: Victor Minhoto.


Taça de Vice-Campeão levantada pelo time do Catanduvense. Parabéns GCF!! Foto: Fernando Martinez.


O melhor time com o título, a festa do União no pódio! Foto: Fernando Martinez.


Jogadores do União fazendo a festa com a taça e as medalhas ela conquista da segundona em 2006. Foto: Fernando Martinez.

Deixamos aqui um parabéns ao UNIÃO FC de Mogi das Cruzes pelo título. Apenas uma derrota e melhor campanha é a prova que é o melhor time do ano na segundona e que o campeonato está em boas mãos. Agora em 2007 veremos de novo jogos noturnos em Mogi, coisa que não rola desde 2002. Passei momentos incríveis por lá à noite, e mal podemos esperar pelo começo desse campeonato.

Depois da festa, voltamos para São Paulo já pensando no jogo das 17 horas, e que aparece em breve aqui no JP.

Abraços

Fernando

A Portuguesa ainda respira na Série B

Opa,

Depois dos jogos do sábado de manhã, a sessão vespertina do JP programou o jogo em Jundiaí (que já foi citado aqui), e a minha última escala no Canindé em 2006. Depois de acompanhar o Campeonato Brasileiro da Série B desde a primeira rodada (lá em abril, com o jogo entre o rubro-verde e o São Raimundo), fomos ver o 19º jogo da Portuguesa em casa (e desses, eu estive presente em 18 deles, só perdi o jogo contra o Avaí), agora contra o Vila Nova/GO, desesperados contra o rebaixamento.

Junto comigo, o Jurandyr, Mílton e os dois "convidados especiais" do JP por lá, o Seu Natal e o David, que estava fazendo seu début na Série B no estádio rubro-verde. Foi mais uma luta da Portuguesa contra o temível rebaixamento à Série C, e ela ainda torcia por resultados em outros jogos...


Falta para a Portuguesa no primeiro tempo de jogo, com o morto Alex Alves. Foto: Fernando Martinez.

A Portuguesa até que começou bem, mas esbarrava na falta de pontaria e no preciosismo dos seus jogadores. Isso foi irritando a torcida presente no Canindé. O time tinha mais posse de bola e pressionava, mas com o ataque pífio que tem, o martírio foi inevitável.

A maior emoção desse primeiro tempo foi acompanhar as mensagens que o Estevan nos mandava direto de Jundiaí: 1, 2, 3, 4, 5 a 0... o que estaria acontecendo de surreal no Jaime Cintra? E pensar que o Paysandu foi o responsável por um dos maiores vexames da Portuguesa na sua história... o 6 a 2 que tomou no Canindé nesse ano. Bom, resultado do primeiro tempo? Um péssimo 0 a 0.


Zaga do Vila Nova afasta o perigo num ataque lusitano no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo a Portuguesa, talvez motivada pelo massacre em Jundiaí, voltou bem melhor, com um futebol muito mais efetivo. Apresentando um ataque mais preciso, o time chegou ao primeiro gol aos 9 minutos, com um golaço do jogador Preto, que chutou e colocou a bola no ângulo esquerdo do Gléguer. A Lusa ainda ampliou aos 22, com uma boa jogada do mesmo Preto, que tocou limpa para o jogador Rogério Pereira ampliar.


Mais um cruzamento na área, no jogo entre Portuguesa e Vila Nova. Foto: Fernando Martinez.

Depois da vitória consolidada, pois o Vila não tinha e nem esboçava nenhum poder de reação, a Lusa ficou ouvindo os auto-falantes do Canindé anunciarem o sexto, sétimo, oitavo, nono gol do paulista em Jundiaí. Na hora do nono gol, o Mílton - famoso por não ter visto nenhum jogo com um "9" no placar - murchou... também, quem iria achar que teríamos um placar desse em Jundiaí?


Todo o pessoal do JOGOS PERDIDOS, junto com o amigo Fernando Galuppo. Notem a felicidade do Mílton sabendo que o "9" dele estava em Jundiaí. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo no Canindé então: Portuguesa 2-0 Vila Nova/GO. Agora a Lusa só precisa ganhar do Sport, na Ilha do Retiro, para fugir da Série C. Esperamos que vença, até porquê o Sport disputará quase um amistoso, para o time fugir do inferno. A tarefá será complicadíssima, mas espero que consiga fugir mesmo.

Depois do jogo foi a vez de voltar para casa e seguir para um show do grande The Jenniffers (um dos maiores expoentes do rock atual) em Moema. Grande show, e ir dormir às 5 da matina foi punk, mas valeu para acompanhar o jogo de domingo... daqui a pouco no JP.

Abraços

Fernando

Paulista de Jundiaí aplica goleada histórica na Série B

Olá,

Em mais um show de cobertura do JOGOS PERDIDOS, estive juntamente com o Estevan no último sábado, na bela cidade de Jundiaí, também conhecida como "Terra da Uva", mais especificamente no Estádio Dr. Jaime Cintra, para acompanhar ao jogo Paulista x Paysandu, válido pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.


A prova viva de que o JOGOS PERDIDOS esteve nesse jogo histórico. Reprodução: Estevan Mazzuia.

Partida importantíssima para as duas equipes, uma vez que o Paulista jogava suas últimas esperanças de conseguir o acesso à Série A, pois além de vencer ainda dependia de outros resultados. Por outro lado, o Paysandu ainda lutava para evitar o rebaixamento à Série C.

Desde o início da partida, já era possível notar que o time da casa reinaria absoluto em campo e, logo aos 6 minutos, abriu o marcador com um gol do zagueiro Dema. Depois desse gol, o Tricolor de Jundiaí continuou jogando com muita facilidade e o Papão da Curuzu permanecia apático e dava a impressão de estar dando pouco interesse ao jogo.


Falta de jogador do Paysandu em cima de atleta do Paulista, no primeiro tempo de partida. Foto: Orlando Lacanna.


Um dos vários ataques do Paulista durante o primeiro tempo de jogo, aonde terminou ganhando de 5 a 0. Foto: Estevan Mazzuia.

Nesse ritmo o Paulista foi marcando seus gols sem muito esforço, tanto que aos 30 minutos o avante Jaílson marcou o segundo gol jundiaiense. A facilidade era tanta que, aos 37, 45 e 46 minutos o Paulista marcou mais três gols, por intermédio de Fábio Vidal, Marcos Vinícius e Jaílson respectivamente, levando para o intervalo o elevado placar de 5 a 0 para os donos da casa que naquele momento estavam eufóricos, pois além da vitória, o América de Natal, concorrente direto à vaga, estava sendo derrotado pelo Santo André.


Lance que originou o terceiro gol do Paulista. Foto: Orlando Lacanna.


Visão geral da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Na segunda etapa o jogo continuou na mesma toada, ou seja, o Paysandu permanecia apático e errando muito, enquanto o Paulista, sem fazer muita força, continuou marcando seus gols com uma facilidade incrível, tanto que Victor Santana aos 2 e, Jaílson aos 4, 17 e 32 minutos, marcaram mais quatro gols para o Paulista que jogou essa etapa em ritmo de treino, se dando ao luxo de trocar o goleiro como se fosse um jogo festivo. O time de Belém estava tão atordoado que, mesmo com 9 a 0 contra fazia cera visando deixar o tempo passar para não correr o risco de tomar mais gols.


Um dos raros ataques do apático time do Paysandu. Foto: Estevan Mazzuia.

Fim de jogo com o espetacular resultado de Paulista 9 - 0 Paysandu, cujo destaque individual foi o avante Jaílson autor de cinco gols, que encheu de alegria os 1.618 pagantes e reascendeu o sonho dos donos da casa conseguirem o acesso à Série A, pois o América de Natal acabou sendo derrotado em casa pelo Santo André.


A história sendo escrita: o maior placar de Brasileiros de segundas divisões desde 1971. Foto: Estevan Mazzuia.

Esse resultado doido, além de alegrar muito os torcedores do Galo da Japí, com certeza também trouxe muita alegria para os torcedores do Clube do Remo, eterno rival do Paysandu. No próximo fim de semana teremos a definição se o Paulista conseguirá ou não realizar seu sonho e se o time paraense vai se segurar na Série B. Vamos aguardar.


Orlando e Estevan na porta do estádio Jaime Cintra depois do massacre. Foto: Carro na frente do estádio.

Depois do jogo, voamos para Sampa no possante do Estevan comentando a nossa sorte em acompanhar de perto um jogo cujo placar não é tão comum e, ainda nos programando para a jornada especial que iríamos vivenciar no domingo pela manha, em mais uma sensacional cobertura do JOGOS PERDIDOS.

Abraços,

Orlando

Corinthians na final do Paulista sub-17

Fala povo!

Depois do jogo entre Corinthians e Grêmio Barueri pelo sub-15, agora foi a vez do Campeonato Paulista sub-17 entrar em campo no genial Parque São Jorge. Também disputando vaga na Final, Corinthians e Santos fizeram o clássico da vez. Um grande público permaneceu no Alfredo Shurig para acompanhar o jogão. E nesse jogo, consegui as famosas fotos exclusivas para o JP:


SC Corinthians P (sub-17) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Santos FC (sub-17) - Santos/SP. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem composto pelo árbitro Vinícius Furlan, os auxiliares Eduardo de Jesus Conceição e Maria Núbia Ferreira Leite e quarto árbitro André Augusto Pinheiro, junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

O Corinthians jogava pelo empate e até podendo perder por um gol de diferença, já que venceu o jogo disputado na Vila Belmiro. O amplo favoritismo do alvinegro do Parque São Jorge era evidente, já que o time venceu 23 dos 25 jogos que disputou até essa partida.

O jogo começou com o Santos tentando fazer seu gol, para jogar um pouco de desespero no Corinthians. Mas o time santista tinha mais posse de bola, mas sem um poder ofensivo grande. E isso levou o Corinthians, aos poucos, ir se encontrando e passar a dominar a partida.


Depois de cobrança de escanteio, o ataque corintiano perde grande chance de abrir o placar. Foto: Fernando Martinez.

O time corintiano passou a perder alguns gols claros, e com a expulsão de um atacante santista, o time praiano perdeu mais, na sua tentativa de classificação. Perdendo e perdendo chances, o time corintiano deixava claro que o gol era questão de tempo.


Ataque corintiano desperdiçado, ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Mas no final da primeira etapa, uma blitz corintiana que durou três minutos definiu praticamente a partida. Depois de uma chance de gol incrível perdida aos 38 minutos, o atacante Jô apareceu livre na frente do goleiro santista aos 39 e marcou o primeiro gol corintiano. Dada a saída, mais uma bola roubada e no ataque uma defesa milagrosa do arqueiro praiano. Fim do primeiro tempo e 1 a 0 no placar e mão na classificação.

O intervalo me permitiu conferir as instalações do Parque. Tudo bem que vão me falar que não temos jogos lá, mas os banheiros do estádio foram os primeiros em que vi papel higiênico disponibilizados em quantidade boa. Milagres acontecem...

Bom, no segundo tempo o Santos voltou com tudo, e nisso teve uma chance de ouro desperdiçada. Quando um zagueiro corintiano falhou, e o atacante praiano surgiu livre, cara-a-cara com o arqueiro corintiano, mas chutou para fora.


Jogador corintiano, e ao fundo o grande público presente no Parque São Jorge para essa semifinal. Foto: Fernando Martinez.

O Corinthians, nos contra-ataques, ainda criou várias chances para fazer o segundo e o terceiro gols, mas esbarrou em uma grande partida do goleiro do Santos e em alguns lances de preciosismo do seu ataque. Mas nada que assustasse a classificação para a grande Final.


Disputa de bola entre jogadores do Corinthians e do Santos. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Corinthians 1-0 Santos e a vaga na Final assegurada. Com 24 vitórias em 26 jogos, o time é favorito ao título, mas precisa jogar bola sério, senão a taça não vai para o Parque não. Depois do jogo, fui visitar a loja do Corinthians, que por sinal é um exemplo de organização, e depois voltei para casa, para me despedir da Série B em 2006, mas isso fica para daqui a pouco.

Até lá

Fernando