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segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

JP no Grupo D da Copinha em Araraquara

Olá, amigos... feliz 2007!!!

E o ano começou quente para os JOGOS PERDIDOS, com cobertura total do primeiro dia de jogos pela 38ª Copa São Paulo!!! A mim, coube desfrutar da agradabilíssima companhia dos amigos Jurandyr, Fernando, Emerson e Seu Natal, para a cobertura do Grupo D, sediado em Araraquara.

Localizada a 282 km da capital, abrigando cerca de 170 mil habitantes, a cidade é carinhosamente conhecida como a Morada do Sol. Sol que, pra nossa felicidade, não vimos, uma vez que nossa pele vem se mostrando, ano após ano, extremamente sensível às "luas" paulistas de nosso belo interior.


Entrada das equipes para a partida em Araraquara. Foto: Estevan Mazzuia.

Na primeira partida, a tradicionalíssima Ferroviária mediu forças com o Fluminense do Piauí, algo como o "Amazonense do Rio Grande do Sul", em razão dessa exacerbação de homenagens pelo Brasil aos clubes do sul do país. sediado na capital piauiense, certamente a equipe poderia ter em seu nome algo que remetesse melhor à Teresina. Mas vamos direto ao que interessa, com as esperadas fotos oficiais da partida:


Ferroviária F S/A (sub-19) - Araraquara / SP. Foto: Emerson Ortunho.


Fluminense EC (sub-19) - Teresina / PI. Foto: Emerson Ortunho.


Trio de arbitragem com os auxiliares Giulliano Colisse e Thiago Schulze e o árbitro Jorge Torres, com os capitães das equipes. Foto: Emerson Ortunho.

Após a execução do hino nacional, a equipe nordestina entregou uma bela flâmula aos anfitriões, mas não houve retribuição. Mais uma vez, deixamos aqui nosso pesar com relação ao abandono desse costume por parte das equipes paulistas.


Entrega de flâmulas... ou melhor, de flâmula somente, já que só os piauienses trouxeram o artefato. Foto: Emerson Ortunho.

Iniciado o jogo, houve um grande estudo por parte das duas equipes nos primeiros 15 minutos, mas logo a equipe grená começou a pressionar e ameaçar o gol tricolor com maior ímpeto.


Visão geral da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Aois 22 minutos, entretanto, a partir de uma bola parada na intermediária, os visitantes conseguem, surpreendentemente, abrir o placar, através de um chute do meia Sérgio Luís, que não deu chances ao goleiro Guilherme. Nos 2 minutos seguintes, a AFE teve duas grandes chances de empatar, sem sucesso. Até o final da primeira etapa, o domínio foi mantido pelos donos da casa, mas a vantagem foi bravamente defendida e mantida pelso visitantes.


Em uma de suas várias tentativas o ataque grená é parado pela zaga piauiense. Foto: Estevan Mazzuia.

A Ferroviária voltou um pouco menos desesperada ao segundo tempo e, finalmente, conseguiu o empate aos 22 minutos: após cobrança de falta pelo lado esquerdo, Alessandro empata, de cabeça, sem que o excelente goleiro Ramon pudesse algo fazer.


Marcado por dois zagueiros, Alessandro desvia de cabeça para empatar a partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Daí para o final, os visitantes deixaram claro que o empate estava de bom tamanho, enquanto a Locomotiva não conseguia criar chances reais de virar o marcador. Placar final, Ferroviária 1x1 Fluminense-PI, deixando a torcida preocupada quanto ao futuro da AFE, seja na "Copinha", seja em relação ao sonho de a equipe reviver seus áureos anos 50.


Solitário, Emerson observa atento o desfecho da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

O sol, que timidamente havia se manifestado em sua Morada, resigna-se finalmente ao encontro do horizonte. Desperta, em sua plenitude, a Fonte Luminosa, anunciando um novo e sensacional embate, assunto de um próximo post.

Abraços

Estevan

JP na Copinha em São José dos Campos (1º jogo)

Olá,

Com o retorno das atividades futebolísticas, voltei a botar o pé na estrada e saí a campo para acompanhar novos "jogos perdidos". No último sábado segui em direção ao Vale do Paraíba, mais precisamente até a bela cidade de São José dos Campos, no remodelado Estádio Martins Pereira e, acompanhei ao vivo e em cores, ao jogo São José x Tocantinópolis que valeu pela primeira rodada da primeira fase do Grupo N da Copa São Paulo 2.007. De pronto apresento as equipes e os árbitros nas fotos abaixo, as quais foram tiradas de baixo de muita chuva:


São José E.C. (sub-19) - São José dos Campos / SP. Foto: Orlando Lacanna.


Tocantinópolis E.C. (sub-19) - Tocantinópolis / TO. Foto: Orlando Lacanna.


Quarteto de arbitragem formado pelo árbitro Eleandro Pedro da Silva, os assistentes Elias Alves Junior e Luiz Fernando Rigo Casarrossi e o quarto-árbitro Alessandro Darcie, junto com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

Depois da execução do Hino Nacional e os cumprimentos de praxe, a bola começou a rolar no belíssimo gramado e, rapidamente deu para prever que o São José iria tomar as rédeas da partida e, foi realmente o que aconteceu, embora o time da casa não tenha criado muito perigo ao gol do time de Tocantins, pois invariavelmente errava o último passe. Tais erros eram compreensíveis pelo nervosismo natural dos jovens atletas em razão da estréia.


Equipe do São José tenta o ataque no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo corria sem muita emoção até que o meia Ronan fez bela jogada individual pela ponta esquerda e ao executar o cruzamento, a bola encontrou o azarado zagueiro Alberto que a mandou contra seu próprio gol, inaugurando o placar aos 35 minutos a favor dos joseenses. Esse golzinho chorado deu a vantagem ao São José até o término do primeiro tempo, mas o futebol apresentado não agradou ao bom público presente.


Disputa de bola na lateral do campo. Foto: Orlando Lacanna.


Lance de ataque do Tocantinópolis. Foto: Orlando Lacanna.

Logo no início da etapa final, o Tocantinópolis procurou sair mais para o jogo em busca do empate, porém não conseguiu criar chances concretas de gol e, com isso o time da casa foi levando o jogo em banho-maria, saindo apenas em contra-ataques.


Goleiro do Tocantinópolis pratica defesa. Foto: Orlando Lacanna.

Aos 21 minutos, o São José teve sua missão facilitada devido a expulsão do zagueiro Jackson do time visitante. Com um jogador a mais, não demorou muito para conseguir seu segundo gol, numa cobrança de pênalti por intermédio de Juninho aos 32 minutos.


Segundo gol do São José marcado em cobrança de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

Final de jogo com o resultado São José 2 - 0 Tocantinópolis, cujo futebol apresentado mostrou duas equipes sem destaques individuais e, caso se classifiquem (mais chances para o São José) deverão ter dificuldades nas próximas fases da competição.

Depois do apito final, foi só aguardar a entrada em campo das duas equipes que fariam o segundo jogo da rodada dupla, com a expectativa de que poderia ser uma partida com melhor qualidade, mas isso ficará para o próximo post.

Abraços,

Orlando

O primeiro jogo de 2007

Fala pessoal!

Depois de um sábado e um domingo históricos, com rodadas inéditas pela Copa SP e com a magistral participação ao vivo no Bola na Rede, o JOGOS PERDIDOS começa a publicar os jogos que estávamos com saudade de assisitir. E nesse primeiro post (com jogo) de 2007, começo a falar sobre a rodada que estive no sábado. A caravana da coragem seguiu pela Anhangüera e pela Washington Luís até a cidade de Araraquara, com uma parada estratégica na cidade de São Carlos.

Mais uma vez no táxi do Seu Natal (e com a presença óbvia do mesmo), Fernando, Emerson, Estevan e Jurandyr seguiram desbravando nosso interior. No caminho, muita informação coletada e detalhes inéditos numa cidade da região, para um post da série "Volta ao Passado" que será publicado em breve.

Parando para almoçarmos em São Carlos, aproveitei a deixa e fiquei por lá mesmo, sozinho, para acompanhar a primeira rodada do Grupo O na Copa São Paulo 2007. Os jogos aconteceram no Estádio Luís Augusto de Oliveira e a primeira partida do dia (e minha primeira partida do ano) foi entre São Carlos e São Paulo. E devidamente autorizado pela FPF, consegui as fotos oficiais do jogo:


São Carlos FL (sub-19) - São Carlos/SP. Foto: Fernando Martinez.


São Paulo FC (sub-19) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

Pena que as tradicionais fotos do trio com os capitães sejam um pouquinho mais complicadas de se tirar na Copinha, mas toda vez que conseguirmos elas estarão por aqui. Bom, depois das fotos fui me acomodar nas numeradas do Luisão, e mesmo com a garoa que insistia em cair, consegui um belo lugar e vi o jogo tranquilamente.

E me impressionou no começo a disposição e qualidade do time do São Carlos. Com maior posse de bola e mais incisivo no ataque, o time chegou logo ao primeiro gol da partida. Aos 6 minutos, e depois de um cruzamento fraco, o goleiro tricolor soltou a bola, e o jogador Peterson fez a festa dos donos da casa.


Ataque do São Paulo no primeiro tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo depois do gol o São Carlos ainda teve momentos melhores do que o São Paulo, mas aos poucos o Tricolor foi equilibrando as ações, e mesmo não tendo uma máquina, acabou se aproveitando de momentos de lapso momentâneo da razão (...) dos sãocarlenses.


Lance perigoso do São Carlos, em que o goleirão do São Paulo fez grande defesa. Foto: Fernando Martinez.

Em dez minutos de dormência dos donos da casa, o São Paulo virou o jogo. Aos 26 minutos, depois de falta cobrada pela direita, o jogador Thiago resvalou de cabeça e encobriu o goleiro da casa, empatando o jogo. Aos 36, em mais um cruzamento da direita, o jogador Alan bateu a cabeça na bola, meio sem jeito, e o goleiro do São Carlos, um pouco mal colocado, sofreu o segundo. E o jogo seguiu assim até o intervalo.

No intervalo conversei com o amigo Ronildo Moura, assessor de imprensa do São Carlos e colaborador das antigas do JP, dos tempos que o São Carlos ainda fazia jogos-treino buscando a estréia oficial em campeonatos paulistas. Legal ver o crescimento da equipe, e acompanhar a trajetória de um clube de futebol, desde o seu surgimento.

No segundo tempo o São Carlos voltou com maior posse de bola buscando o empate, e quem sabe a vitória. Pena que o time não tenha traduzido em chances reais de gol todo esse domínio. O São Paulo, fechadinho na defesa, e aproveitando muito bem os contra-ataques, ficava na espreita.


Ataque do São Carlos no segundo tempo de jogo, no qual ficou com o domínio territorial. Foto: Fernando Martinez.


Cruzamento do São Carlos na área são-paulina. Foto: Fernando Martinez.

Errando algumas finalizações durante todo o segundo tempo, os donos da casa ainda foram castigados com o terceiro gol são-paulino, aos 40 minutos. Num contra-ataque rápido, o jogador Sérgio Mota aproveitou a chance e fechou o placar com a vitória dos visitantes.


Bola disputada entre jogadores do São Carlos e do São Paulo no final da partida. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: São Carlos 1-3 São Paulo. Grande vitória dos tricolores, que mesmo sem mostrar um futebol tão vistoso, saem na frente do Grupo O. Já ao São Carlos resta a esperança de que o time ainda possa vencer seus dois compromissos restantes para uma eventual classificação.

Agora com o jogo finalizado chegava o jogo que realmente me interessava, o jogo de fundo em São Carlos é uma daquelas partidas que só a Copa São Paulo pode nos proporcionar. Ela aparece aqui no meu próximo post.

Até lá

Fernando

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Efemérides Futebolísticas: 5 de janeiro

Opa,

No meu primeiro post de 2007, vamos com mais uma coluna das EFEMÉRIDES FUTEBOLÍSTICAS, sempre coletadas pelo Dênis Haddad. Hoje vamos com acontecimentos futebolísticos de 4, 5 e 6 de janeiro:

- 4 de janeiro de 1948 - domingo - Campeonato Paulista de 1947 - Estádio Ulrico Mursa - Jabaquara 0 x Portuguesa de Desportos 1.
- 4 de janeiro de 1953 - domingo - Torneio Extra da Liga de Futebol Amador de Santos - Estádio Ulrico Mursa - Jabaquara 20 x Flor do Norte 0. Essa partida foi a preliminar de Jabaquara 0 x São Paulo 2, pelo segundo turno do Campeonato Paulista de 1952.
- 4 de janeiro de 1958 - sábado - Campeonato Pernambucano - Estádio dos Aflitos - Náutico 7 x Ibis 0.
- 6 de janeiro de 1955 - quinta-feira à tarde - Campeonato Carioca de 1954 - Maracanã - América 2 x São Cristóvão 2.
- 6 de janeiro de 1966 - quinta-feira - realiza-se em Londres o sorteio para a Copa do Mundo, que foi disputada entre 11 e 30 de julho em diversas cidades inglesas. O Brasil teve como adversários nas oitavas-de-final Bulgária, Hungria e Portugal.
- 6 de janeiro de 2001 - sábado - Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002 - em Miami - Guatemala 5 x Costa Rica 2.

E, agora, 5 de janeiro:

- 5 de janeiro de 1901 - sábado - Campeonato Escocês da Primeira Divisão - St.Mirren 1 x Rangers 4.
- 5 de janeiro de 1918 - sábado - Campeonato Escocês da Primeira Divisão - Third Larnark 1 x Dumbarton 4.
- 5 de janeiro de 1936 - domingo - Campeonato Carioca da Liga Metropolitana de Desportos - campo do Andaraí - Vasco da Gama 1 x Botafogo 0.
- 5 de janeiro de 1947 - domingo - Campeonato Italiano da Primeira Divisão - Milan 4 x Alessandria 0.
- 5 de janeiro de 1958 - domingo - amistoso - Parque São Jorge - Corinthians 3 x Audax Italiano, do Chile, 0, com 3.627 pagantes. O Audax Italiano havia sido o campeão chileno de 1957.
- 5 de janeiro de 1960 - terça-feira à tarde - primeira partida do Supercampeonato para decisão do Campeonato Paulista de 1959 - Pacaembu - Santos 1 x Palmeiras 1.
- 5 de janeiro de 1967 - quinta-feira - amistoso - Cidade do México - México 3 x Suiça 0.
- 5 de janeiro de 1969 - domingo - amistoso - Etiópia 7 x Somália 0.
- 5 de janeiro de 1974 - sábado - realiza-se em Frankfurt o sorteio para a Copa do Mundo, que foi realizada entre 13 de junho e 7 de julho daquele ano em várias cidades da Alemanha Ocidental. O Brasil teve como adversários nas oitavas-de-final, Iugoslávia, Escócia e Zaire.
- 5 de janeiro de 1975 - domingo - Campeonato Italiano da Primeira Divisão - Ternana 1 x Ascoli 0. Na mesma data, em amistoso, Cuba 4 x Canadá 0.
- 5 de janeiro de 1994 - quarta-feira - amistoso - Mali 1 x Burkina Faso 1.
- 5 de janeiro de 2000 - quarta-feira - Mundial da FIFA - Morumbi - Real Madrid (ESP) 2 x Al Nasr (ARA) 0. No jogo de fundo, Corinthians 2 x Raja Casablanca (MAR) 0.
- 5 de janeiro de 2002 - sábado - amistoso - Albânia 0 x Macedônia 0. Na mesma data, pela Copa SP de Juniores, em São José dos Campos, São Paulo 1 x Rio Negro/AM 0, e Joseense 2 x América/RJ.
- 5 de janeiro de 2005 - quarta-feira - Copa SP de Juniores - Embu das Artes - América/SP 7 x Náutico/RR 1 e Santo André 3 x Gama 0.

E foi só, e como cartão de visitas do JOGOS PERDIDOS para 2007, esse final-de-semana começaremos nossa cobertura do ano com a Copa SP de Juniores, lugar ideal para se matar alguns times raríssimos. Fiquem ligados, pois segunda-feira teremos posts incríveis por aqui!

Até lá

Fernando

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Estádios pelo Brasil, volume 16: Estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro) (Recife/PE)

Olá, amigos!

Como tudo que é bom acaba logo, chegamos ao fim da trilogia sobre minha visita aos grandes estádios de Recife, com muita dignidade. Bem, à visita à Ilha do Retiro quase não aconteceu. O Hotel das Fronteiras, onde eu estava hospedado, ficava a poucas quadras do Estádio Adelmar da Costa Carvalho, razão pela qual me acomodei e fui postergando, postergando... acabei saindo do hotel na manhã de quarta-feira, em companhia de minha amiga Joana, correndo até o estádio, e de lá para o aeroporto!


Vista da fachada da sede social do Sport Club do Recife. Foto: Estevan Mazzuia.

No dia anterior, bem que tentamos, como já disse por aqui, mas o melhor que consegui foi uma foto com animadíssimos garis nas imediações do clube.


Os simpáticos garis, com as bilheterias ao fundo e o Estádio da Ilha do Retiro, visto da Ponte da Avenida Frei Matias Teves. Fotos: Estevan Mazzuia.

Ao contrário do que eu imaginava, o estádio não fica em uma ilha. Conhecida como a Veneza brasileira, devido ao grande número de pontes sobre o rio Capibaribe, que corta a cidade, Recife tem um bairro denominado Ilha do Retiro, mas não se vê água por todos os lados. Mas tive que atravessar uma ponte no caminho do Hotel ao estádio.

O Estádio foi inaugurado com o jogo entre Sport e Santa Cruz, vencido pelo Sport por fantásticos 6 a 5, no dia 4 de julho de 1937. O recorde de público é bem recente, acontecido em 1998, no jogo Sport 2x0 Porto de Caruaru. A Ilha recebeu 56.875 pagantes. Ah, e o Adelmar da Costa Carvalho, que dá o nome ao estádio, foi presidente do clube em 1955, a ajudou a primeira grande reforma da Ilha.

Vale lembrar que esse estádio foi utilizado na Copa de 1950, e em nos limites de seu gramado foi disputado um jogo bem perdido daquela copa, por sinal: Chile 5x2 EUA, pelo grupo 2, que classificaria a Espanha para o turno final.


Vista externa da Ilha do Retiro. Foto: Estevan Mazzuia.


Mais alguns prédios visadíssimos por membros do JP. Foto: Estevan Mazzuia.


Vista das sociais do estádio. Foto: Estevan Mazzuia.


Opa! Parece que tá rolando algum jogo perdido lá no fundo... ah, é apenas um treino... Foto: Arquivo Pessoal.

Antes de sair, aproveitei pra comprar uma camiseta do clube na lojinha, e tirar algumas fotos do conjunto aquático, muito bonito, por sinal.


Conjunto aquático e lojinha do clube. Fotos: Estevan Mazzuia.

Assim termina a trilogia dos grandes estádios recifenses. Após essa última visita, dei sequência a minha viagem de férias, que passou por Fernando de Noronha e Natal. Fica aqui o registro singelo de minha visita ao Machadão, já que as fotos eu acabei perdendo, assim como belas fotos aéreas do Castelão, que sobrevoei em Fortaleza.

Espero que tenham gostado! Abraços a todos e até a próxima!!!

Estevan

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Estádios pelo Brasil, volume 15: Estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos) (Recife/PE)

Olá, amigos!

Dando sequência à trilogia de minha visita aos grandes estádios recifenses (uma visita ao acanhado Agamenon Magalhães seria muito mais JP, mas teve que ficar para a próxima), sigo com o relato de minha visita ao Clube Náutico Capibaribe.


Vista da fachada da sede social do Clube Náutico Capibaribe. Foto: Estevan Mazzuia.

Sem a contribuição de minhas amigas Joana e Natália, dessa vez, talvez a visita tivesse sido impossível. Até interurbano pelo celular elas fizeram, pra que alguém pudesse os receber no estádio.


Em sinal de gratidão ao simpático e atencioso Rodrigo Cavalcanti, meu cicerone em dependências alvirubras. Foto: Arquivo Pessoal.

Embora tenha o menor estádio dentre os três grandes clubes da capital, o Náutico apresenta uma estrutura invejável em sua sede social, ficando evidente, até ao mais desavisado, tratar-se do clube das elites locais.


Ginásio poliesportivo e piscina com estádio Eládio de Barros Carvalho ao fundo. Fotos: Estevan Mazzuia.

A grande curiosidade do estádio é a enorme quandidade de ladrilhos expostos em sua estrutura, homenageando sócios que contribuíram com sua construção.


Vista externa da estrutura da arquibancada. Foto: Estevan Mazzuia.


Detalhe das dezenas de ladrilhos com nome dos sócios-contribuintes. Foto: Estevan Mazzuia.

Dessa vez, tive a honra de poder pisar no gramado, e registrar as arquibancadas do ponto de vista dos diversos craques que por lá estiveram. Registro que o estádio foi inaugurado em 25 de março de 1939, num clássico entre Náutico e Sport, orgulhosamente vencido pelo timbu por 5 a 2. O recorde de público do estádio aconteceu em 1997, num jogo entre o Timbu e o América Mineiro, vencido pelos donos da casa por 1 a 0, com 28.022 espectadores presentes.


Detalhe do setor de arquibancadas cobertas. Foto: Estevan Mazzuia.


Lateral oposta com placar mecânico ao centro. Foto: Estevan Mazzuia.


Símbolo do clube atrás de um dos gols. Nosso amigo lusitano, Maurício Cruz, vulgo "Nassau", parece também ter contribuído com o acesso da equipe à série A do Brasileirão. Foto: Estevan Mazzuia.


Sonho de consumo JP: um apartamento num prédio desses! Foto: Estevan Mazzuia.

Na saída, não pude deixar de visitar a maravilhosa loja do clube, onde adquiri uma bela camisa oficial do futebol feminino, e ainda ganhei uma coleção de livretos contando a trajetória vitoriosa do Timbu.


Loja do clube e fascículos da coleção sobre a história do clube. Fotos: Estevan Mazzuia.

A terceira visita ficaria para o dia seguinte, mas ainda tivemos tempo pra conhecer Olinda, consegui até umas fotos com uns bonecos perdidos, mas isso já é assunto para outros tipos de blog, hehe. E por enquanto é só, e nos reencontramos no próximo e derradeiro episódio da trilogia.

Abraços

Estevan

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Estádios pelo Brasil, volume 14: Estádio José do Rego Maciel (Arruda) (Recife/PE)

Alô amigos!

Feliz 2007 a todos! Aproveitando a entre-safra de começo do ano, dou início à trilogia de posts sobre a visita que fiz ao Recife, em junho de 2006. Em meio a um verdadeiro dilúvio, achei que não conseguiria meu objetivo, mas com o auxílio de minhas amigas e anfitriãs Joana e Natália, pude realizar meu desejo.


Na praia de Boa Viagem, e ao lado de um simpático habitante de Recife, pelas ruas do Bairro Bongi. Fotos: Arquivo Pessoal.

Minhas amigas, extremamente solidárias ao meu desespero, ensinaram-me uma simpatia para fazer a chuva parar: colocar a "Mariazinha" atrás da porta, e prometer tirá-la do "castigo" assim que a chuva parar. E não é que funciona? Bom, o melhor vem depois: pra não dar azar, a "Mariazinha" tem que ser levada pra passear, e quem sugeriu o roteiro, fui eu. Um roteiro bem JP, por sinal.


Entre Joana e Natália, eu, com Mariazinha. Foto: Arquivo Pessoal.

Confesso que por um momento achei que tudo estivesse perdido. Na Ilha do Retiro, fomos impedidos de entrar. Nos Aflitos, nova negativa. Restava o Arruda. Até então, eu tinha deixado às minhas amigas a responsabilidade de nos apresentar e solicitar a visita. Diante de duas negativas, tive que ser mais agressivo. Antes que as duas pudessem se manifestar, ao chegar ao José do Rego Maciel, pulei do carro e fui conversar com o porteiro.


Fachada do Santa Cruz Futebol Clube. Foto: Estevan Mazzuia.

Entrada liberada, volto ao carro e encontro as duas de boca aberta, uma mistura de surpresa e indignação, mas com satisfação também. Difícil de descrever o momento, hehe. Se eu tivesse tomado a iniciativa nos outros estádios, talvez a coisa tivesse sido diferente, não? Mas ainda assim elas teriam atuação importantíssima, mas isso será tema de outro episódio.


Limpo, belo e imponente, o estádio impressiona ainda por fora; notem no canto inferior esquerdo, minhas amigas ao lado do carro, que fez as vezes de viatura JP por Recife. Foto: Estevan Mazzuia.

Infelizmente, não pude entrar no gramado, e fiz a mais rápida de minhas 3 visitas. Já soube que deixei passar muitos detalhes interessantes do clube, como uma parte da arquibancada que passa por cima de uma rua, mas ainda assim, acho consegui registrar nessas poucas fotos os detalhes do maior estádio pernambucano:


Alegria JP evidente neste sorriso, não? Foto: Arquivo Pessoal.

O Estádio José do Rego Maciel foi inaugurado em 4 de junho de 1972, como o jogo entre Santa Cruz e a Seleção Brasileira Amadora. O jogo foi vencido pelo Santa por 1 a 0, e o primeiro gol do estádio foi marcado pelo jogador Betinho. O estádio teve seu recorde de público num amistoso entre Brasil e Argentina, em 23 de março de 1994, vencido pelo escrete canarinho por 2 a 0. O público naquela partida foram fantásticos 90.200 torcedores.


Tem muito estádio no eixo SP-RJ que desejaria um gramado desses. Foto: Estevan Mazzuia.


Vista geral do setor coberto. Foto: Estevan Mazzuia.

E deixo aqui um agradecimento ao atencioso Cristiano da Silva Oliveira, que foi muito simpático comigo. E na saída do estádio, ainda passamos em frente à sede da Torcida Organizada Inferno Coral, que possui um belo grafite em seu muro frontal


Detalhe da fachada da sede da Torcida Organizada Inferno Coral. Foto: Estevan Mazzuia.

Estimulado por essa fantástica visita, consegui convencer minhas amigas a retornar e tentar novamente conhecer os demais estádios. E como eu já estraguei a surpresa, anunciando o post como o primeiro da trilogia, aguardem os próximos, hehe

Abraços

Estevan