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quinta-feira, 11 de julho de 2013

No Canindé, a noite comemorativa de 30 anos de futebol

Opa,

Fechando a rodada tripla feita no último sábado, a noite foi bastante especial para o que vos escreve, afinal de contas, poder comemorar o trigésimo aniversário do primeiro jogo que assisti num estádio de futebol no mesmo bat-horário e bat-lugar da minha "estreia" é algo extremamente raro.

Foi na noite do dia 6 de julho de 1983 que meu saudoso pai me levou para curtir uma peleja de futebol pela primeira vez. Naquela noite de quarta-feira, um Corinthians "na retranca" recebeu o América de São José do Rio Preto pelo primeiro turno do Campeonato Paulista daquele ano. Enquanto o alvinegro liderava o Grupo B com 12 pontos, o Diabo era lanterna do Grupo D com oito. O certame contava com 20 times divididos em quatro chaves de cinco clubes cada.


Trecho da matéria do jogo entre Corinthians e América no jornal Folha de São Paulo de 6 de julho de 1983.

A equipe paulistana tinha perdido o compromisso anterior jogando também no estádio rubro-verde contra o Taubaté. Talvez por esse motivo e por imaginar que o estádio não estaria cheio, ele tenha acreditado que aquele era o cenário ideal para levar seu filho que estava prestes a completar sete anos. E ele acertou em cheio, pois além de nós, apenas outras 3702 pessoas pagaram ingresso para ver a vitória local por 3x0, com gols de Vágner (o futuro Vágner Basílio), Casagrande e Biro-Biro.


Matéria da partida em página do jornal O Estado de São Paulo em 7 de julho de 1983.

O mais legal de tudo isso é que consigo me lembrar exatamente da sensação fantástica de entrar num estádio pela primeira vez para ver um jogo de verdade (já havia visitado outros estádios na capital sem partidas rolando). Em tempos de um Canindé sem os grotescos alambrados de hoje e de um clima muito mais tranquilo para se frequentar estádios em jogos de times grandes, curti cada segundo daquela noite.

Trinta anos e 2193 jogos depois, fui (pela 254ª vez) ao Estádio Osvaldo Teixeira Duarte para o confronto entre Portuguesa e Cruzeiro, válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro 2013. Confesso que nem fui pelo jogo em si, mas sim pela oportunidade de fazer essa verdadeira "volta ao passado" e de certa forma, homenagear meu pai, falecido em 1997 e responsável direto pela minha paixão pelo futebol.


Troca de passes no ataque da Portuguesa em noite de comemoração no Canindé. Foto: Fernando Martinez.


Outro detalhe de Portuguesa x Cruzeiro. Foto: Fernando Martinez.

Serei franco e vou dizer que o fraco jogo que terminou com o placar de 1x1 foi o que menos me interessou nessa noite. Legal mesmo foi sentir toda essa atmosfera nostálgica que vivi durante o tempo em que estive nas arquibancadas do Canindé. Fico muito feliz em ter toda minha história devidamente registrada em anotações e uma série de imagens, um privilégio para poucos.


Falta para o time mineiro no fim do jogo que comemorou meus 30 anos em estádios. Foto: Fernando Martinez.

Sem o menor intuito em me "aposentar" dos campos de futebol, já começarei a trilhar o caminho em busca de mais uma partida para seguir em busca de mais trinta anos de futebol...

Até a próxima!

Fernando

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Grêmio Barueri sofre gol no fim e só empata com o Betim na Série C

Opa,

A segunda parada da rodada tripla do último sábado teve como destino a cidade de Barueri. Fui lá para acompanhar uma peleja do Campeonato Brasileiro da Série C, que retomou as atividades depois da parada para a Copa das Confederações. Na Arena local, Grêmio Barueri e Betim, também conhecido como ex-Ipatinga, jogaram pela terceira rodada do Grupo B.

Como mencionei a bizarria da "parada" de alguns campeonatos durante a Copa das Confederações, com certeza a Série C e D merecem um destaque especial nessa surrealidade. Até entendo que a CBF estava mais preocupada com a sua seleção, mas para quê jogar DUAS rodadas apenas e então parar o certame? Não era mais fácil deixar a competição da FIFA passar e só aí começar a terceira e quarta divisões do país? Absurdo, para dizer o mínimo...

Como sempre o estádio local recebeu um pequeno público para essa que foi a primeira partida do antigo Ipatinga jogando como Betim Esporte Clube na Grande São Paulo. Aqui no JP a equipe foi mostrada nove vezes em todos os tempos, e agora estreia com seu novo nome em nossas páginas.


Grêmio R Barueri - Barueri/SP. Foto: Fernando Martinez.


Betim EC - Betim/MG. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem composto pelo árbitro Marcos Mateus Pereira (MS) e os assistentes Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Wendel de Paiva Gouveia (RJ) posam para o JP junto com os capitães dos times.

E assim como foi a peleja do time da Grande São Paulo contra o CRAC de Catalão, o último jogo antes da "parada" do campeonato, as duas equipes foram a campo sem nenhuma inspiração e transformando a partida em algo bastante arrastado e sonolento. Os 90 minutos foram sofríveis e poucas vezes os times criaram boas jogadas.


Chance de gol para o Grêmio Barueri. Foto: Fernando Martinez.


Zaga mineira interceptando ataque local. Foto: Fernando Martinez.

Um pouco melhor, a Abelha teve em Tiago Marques sua melhor figura. Ele foi responsável pelas duas boas chances na etapa inicial. Por ironia do destino a oportunidade mais aguda de gol foi de um zagueiro do Betim jogando contra o seu patrimônio. Ele recuou uma bola de forma perigosa, obrigando o arqueiro a fazer a defesa difícil com as mãos. Na cobrança do tiro livre indireto dentro da área, o Barueri jogou fora a chance de abrir o marcador.


Início de ataque paulista. Foto: Fernando Martinez.


A melhor chance de gol do primeiro tempo: o Grêmio Barueri perde a chance de fazer o primeiro após tiro livre indireto dentro da área mineira. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo a peleja ficou ainda mais modorrenta e quando imaginava que 0x0 era inevitável, Tiago Marques avançou pela esquerda após falha de defensor mineiro e chutou cruzado da entrada da área. Com o 1x0, o time local se postou na defesa e nada indicava que o Betim teria melhor sorte no jogo.


Mais uma chegada do Grêmio no campo do Betim. Foto: Fernando Martinez.


Lá do alto, detalhe do segundo tempo da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Mas para a tristeza do time paulista, num raro ataque visitante aos 43 minutos o atacante Cristiano foi derrubado dentro da área. Ele mesmo foi para a cobrança e fez o primeiro gol da sua equipe em três jogos disputados na Série C até aqui, levando um pontinho precioso para Minas Gerais.


Cristiano se preparando para cobrar o pênalti que deu o empate para o time mineiro. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Grêmio Barueri 1-1 Betim. Faltando 13 jogos para o final da primeira fase da Série C, o GRB soma quatro pontos e o time mineiro dois. Falta muito ainda para sabermos quem serão os quatro classificados de cada chave, mas acredito que pelo futebol mostrado nessas três partidas, nenhum dos dois times citados irá muito longe. Só que ainda tem tempo de sobra para esse cenário mudar.

Nem bem acabou a peleja saímos correndo da Arena para a terceira a última parada do sábado. E não foi um jogo qualquer, pelo menos para mim. Comemorei 30 anos do meu primeiro jogo visto num campo de futebol no mesmo horário e lugar da minha "estreia"...

Até lá!

Fernando

terça-feira, 9 de julho de 2013

Série C Carioca na periferia de Xerém: JP voltando a seu devido lugar

Salve amigos!

Após merecidas férias para acompanhar um torneio nada perdido, tive que lavar a alma em minha última passagem pela Cidade Maravilhosa. Assim sendo, no último sábado acompanhei o amigo Cláudio Burguer até a cidade de Duque de Caxias, na Grande Rio, mais precisamente em seu distrito de Xerém, já pertinho de Petrópolis, para acompanhar a emocionante disputa entre Esprof e Mangaratibense, valendo vaga na segunda fase do Campeonato Carioca da Terceira Divisão.

Minha namorada Bruna Amaral, administradora de meu “QG Maravilhoso” não poderia ficar de fora, assim como o fotógrafo Sandro Vox, a serviço do Site FutRio. Todos devidamente embarcados na nova viatura JP, o “Tefinho”, seguimos em direção do fantástico Estádio de Los Larios, chegando com antecedência suficiente para preparar material para um post da série “Estádios pelo Brasil”, a ser publicado oportunamente.

Como o grupo A do torneio é “manco”, em virtude da desistência do Rio das Ostras, a partida era de vida ou morte para o time alvirrubro, que precisava da vitória, já que folgaria na última rodada, contabilizando os pontos da vitória por WO contra o time da Região dos Lagos. Aos visitantes, bastaria o empate. Correndo por fora na briga pelas duas vagas, a equipe do Barcelona, contabilizando o WO contra o Rio das Ostras a seu favor na penúltima rodada, e tendo pela frente o eliminado Condor, da rodada derradeira.


Esprof A de FC. Foto: Estevan Mazzuia.


Grêmio Mangaratibense. Foto: Estevan Mazzuia.


Capitães entre o quarteto de arbitragem, formado por André Rodrigo Rocha, Andréia Izaura Maffra Marcelino de Sá, Eliziane Vidal dos Santos Durões e Leonardo Blanquet Mamed. Foto: Estevan Mazzuia.

O jogo começou bastante agitado e equilibrado, como pedia a disputa. As primeiras chances claras de gol, entretanto, foram dos visitantes. Aos 10 minutos, Gustavo foi lançado na direita e bateu um cruzado rasteiro de fora da área, obrigando o arqueiro Rafael da Silva a se esticar todo para impedir o tento. Antes de sair pela linha de fundo, a pelota ainda triscou o pau direito do goleiro.


Zazá (Esprof) e Dóryan (Mangaratibense) em jogada junto a lateral na primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.


Lance da primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

Após a pausa técnica da primeira etapa, embora os visitantes estivessem um pouco melhor na partida, o time da casa criou uma boa jogada, com Thiago descendo pela esquerda e cruzando rasteiro para o miolo da pequena área. O gol teria sido inevitável, mas Luiz não alcançou a bola.


Ataque do Mangaratibense na primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.


Detalhe de uma partida bem disputada no Larião. Foto: Estevan Mazzuia.

Apesar de demonstrar mais qualidade no posicionamento e no toque de bola, o time do Boto Cinza dava espaço ao Esprof, que subia ao ataque com bastante perigo, mas sem conseguir finalizar a gol. Dessa forma, os atletas foram para o chuveiro sem que as redes da Toca dos Tigres fossem balançadas.


Arqueiro Rafael Jesus foi fundamental aos visitantes. Foto: Estevan Mazzuia.


Mais uma boa briga ainda na primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

Para a segunda etapa fui acompanhar a partida das arquibancadas, e não vi uma grande mudança no panorama da partida. O treinador Márcio Moreira mexeu no time, tentou de tudo, mas o gol não saía para a equipe cabofriense.


Visão panorâmica do Los Larios, por ocasião da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Com o calor em Xerém, já era esperado que a qualidade do jogo caísse gradativamente, e nenhuma chance clara de gol foi criada, em que pese a boa aplicação dos atletas em campo. Se houve falta de criatividade, não foi por falta de esforço dos jogadores.


Moreno cobrando falta...


... e zagueiro se esticando pra defender o Mangaratibense. Fotos: Estevan Mazzuia.

Já no final, os corações foram para nas pontas das chuteiras, e as táticas ficaram esquecidas nas pranchetas dos treinadores. Assim, aos 38 minutos, a bola sobrou para Thiaguinho, que havia entrado na segunda etapa, para deleite da torcida que o pedia desde o início da peleja.

Visivelmente fora de forma, o jogador arriscou um bom chute da intermediária, e Rafael Jesus defendeu parcialmente. Após a cobrança de escanteio, a bola sobrou para o defensor Zazá, meio sem jeito, bater de calcanhar para a tranquila defesa do arqueiro gremista. No abafa, o Esprof teve uma nova chance pouco depois, com Luiz batendo com perigo à esquerda da meta, num chute travado pelo lateral adversário Julio.


Rafael da Silva também teve boa atuação sob as traves esprofianas. Foto: Estevan Mazzuia.


Julio cobrando falta para o Mangaratibense. Foto: Estevan Mazzuia.

Nos cinco minutos finais, viu-se um belo rali em busca do gol, que finalmente saiu, já nos acréscimos, mas em favor dos visitantes, um verdadeiro banho de água fria sobre o Esprof. Uma despretensiosa cobrança de lateral pela direita da defesa esprofiana contou com a desatenção dos exaustos atletas da equipe, e a bola acabou sobrando livre para Weliton, que havia entrado na metade da segunda etapa. Com categoria, o jogador deslocou o goleiro e sacudiu as redes, garantindo a classificação em primeiro lugar no grupo para o Grêmio.


Detalhe do abafa final. Foto: Estevan Mazzuia.

Fim de jogo, Esprof 0x1 Mangaratibense. Contra o Rubro Social, na última rodada, o time azul poderá dar uma folga aos titulares, enquanto que o Esprof fica na torcida por um improvável tropeço do Barcelona diante do eliminado Condor, de Queimados, no estádio Luso Brasileiro.

Foi isso!

Abraços

Estevan

segunda-feira, 8 de julho de 2013

De virada, Nacional bate o lanterna Guarulhos no Nicolau Alayon

Fala, pessoal!

Voltando de vez à pauta alternativa de pelejas, no sábado passado fiz uma sensacional rodada tripla num dia mais do que especial para o que vos escreve (falarei sobre isso no último post a saga). Comecei a rodada no bom e velho Estádio Nicolau Alayon para o jogo Nacional x Guarulhos, válido pela oitava rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Só que antes de mais nada é necessário mencionar que essa foi também a volta do próprio certame depois de um mês de paralisação por causa da Copa das Confederações. Procurei, raciocinei e depois de refletir bastante não consegui encontrar NENHUM motivo para que a segundona fosse interrompida como foi. Se o lance era fugir da "concorrência" do torneio da FIFA, que colocassem as pelejas em horários alternativos, e não parassem com os jogos.

Se já é complicado fazer futebol na última divisão paulista jogando somente a partir de maio e terminando a temporada no máximo (isso se a equipe for muito bem sucedida) em outubro, imaginem então com essa inexplicável parada. Vários times foram desfigurados para o restante da competição, tanto dentro quanto fora de campo. Realmente essa divisão está longe de ser tratada como deveria ser.

Independente disso, fui para a Barra Funda conferir como seria a apresentação nacionalina depois de tanto tempo de descanso. Na disputa do complicado Grupo 6, o time paulistano não podia nem pensar em perder ponto jogando em casa. Mesmo eliminado faz tempo, o Guarulhos prometia surpreender, lembrando que o único ponto conquistado até então tinha sido justamente contra o Nacional no primeiro turno.

Mais uma vez acompanhei um jogo na companhia de vários amigos. Dessa vez a turma composta pelo Paulo "Shrek", Rodrigo Colucci, Renato Rocha, seu Natal, Cosme, Paolo Gregori e seus filhos Lorenzo e Vitorio e o Alexandre Giesbrecht viu um dos melhores jogos de 2013.


Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


AD Guarulhos - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times, árbitro Giuliano Dutra Pellegrini e os assistentes Vicente Romano Neto e Fabrício Porfirio de Moura posando para o JP. Foto: Fernando Martinez.

Como de praxe, a peleja começou com o Nacional melhor mas perdendo várias oportunidades, uma tônica de toda a temporada 2013. A equipe só conseguiu abrir o marcador aos 23 minutos com o gol do camisa 11 Thiago Cruz. O Guarulhos chegou a levar perigo à meta defendida por Carlão por duas vezes, ambas com ótimas intervenções do arqueiro local.


Ataque nacionalino pelo alto. Foto: Fernando Martinez.


Goleiro do Guarulhos batendo roupa no primeiro gol local. Foto: Fernando Martinez.

Mas aos 45 o time ferroviário vacilou e tomou um contra-ataque mortal. Daniel avançou pela esquerda sem nenhuma marcação e tocou com classe encobrindo o camisa 1 nacionalino e levando a peleja em 1x1 para os vestiários. No tempo final o Nacional voltou muito nervoso e para piorar o cenário o goleiro guarulhense Cássio defendeu de forma brilhante penalidade máxima cobrada por Clayton.


Chegada forte do time paulistano ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.


Detalhe do golaço de empate do Guarulhos, marcado por Daniel. Foto: Fernando Martinez.

Como castigo, o Guarulhos surpreendentemente virou o placar aos 27 com o gol de cabeça de Murillo Carvalho. Ele subiu livre no meio de três defensores para deixar todo mundo muito preocupado nas arquibancadas do Nicolau Alayon. O onze paulistano foi para o ataque de forma desordenada e na base do "bumba-meu-boi".


Pênalti perdido por Clayton no segundo tempo... A coisa não estava fácil para o Nacional. Foto: Fernando Martinez.

Ainda com resquícios da confusão que rolou no jogo de ida, o clima era elétrico dentro de campo. Vimos inúmeras jogadas ríspidas e discussões em campo. Para desespero do Naça, o relógio seguia rápido e já passava dos 40 quando a sorte finalmente se transformou. Thiago Cruz fez o seu segundo gol na tarde chutando cruzado aos 41 minutos. Após o 2x2 rolou uma enorme confusão em campo e tanto o artilheiro nacionalino na peleja quanto o autor do segundo gol guarulhense foram expulsos.


Ataque local pela direita. Foto: Fernando Martinez.


Comemoração do terceiro gol do Nacional. Foto: Fernando Martinez.

Para delírio completo o Nacional conseguiu a surreal virada aos 46 do segundo tempo. Victor Sapo recebeu passe na entrada da área e chutou fraco no canto esquerdo do camisa 1 visitante. Era o terceiro dos donos da casa. Antes do apito final, mais confusão que terminou com a expulsão do técnico local.


Placar final da sofrida peleja no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.

Sem tempo para mais nada a peleja acabou mesmo em Nacional 3-2 Guarulhos. A sofrida vitória deixa o time paulistano com 14 pontos e plenas chances de vaga para a segunda fase do certame. Já para a equipe da Grande São Paulo, que faz a sua pior campanha de todos os tempos na história do paulistão, fica a certeza que nada pode ser pior.

Essa era apenas a primeira parada do sábado. Saindo da Comendador Souza mudei meus planos e fui para Barueri junto com o seu Natal e o amigo Renato para curtir a volta da Série C do Brasileiro ao nosso cronograma.

Até lá!

Fernando

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Red Bull surpreende e destrói o Palmeiras pelo Paulista sub20

Opa,

Fazendo aquele famoso esquema de "desintoxicação" depois de duas semanas dedicadas à jogos da Copa das Confederações, a tarde do último dia 29 foi reservada para meu retorno aos queridos e essenciais jogos perdidos. E nada melhor do que voltar ao velho padrão com um joguinho na Rua Javari válido pelo Campeonato Paulista sub20 da Primeira Divisão.

Palmeiras e Red Bull duelaram pela primeira rodada do returno sem que nenhum dos dois times possam se gabar de estarem fazendo campanhas que sejam assim uma Brastemp. Na abertura do certame, em peleja disputada na cidade de Louveira, aconteceu um empate por 1x1. No mais, e para variar, seguem as imagens oficiais e exclusivas.


SE Palmeiras (sub20) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Red Bull FEL (sub20) - Campinas/SP. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem e capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

E quem esperava um bom jogo do alviverde por jogar "em casa" sofreu durante o primeiro tempo. Apesar de ter tido mais posse de bola e chegado mais dentro da área adversária, o onze visitante foi mortal nos contra-ataques.


Zaga campineira arrepiando no corte. Foto: Fernando Martinez.


Bola alçada na área do Red Bull. Foto: Fernando Martinez.

Logo aos 4 minutos o camisa 9 Lucas Michel abriu o marcador, colocando pressão nos atletas paulistanos. O Palmeiras tentou de todas as formas chegar ao empate, mas o setor defensivo do Red Bull trabalhou direitinho. Para piorar o clima, os campineiros foram certeiros e com dois gols em sequência praticamente definiram a peleja ainda no tempo inicial.


O camisa 11 palmeirense Chistopher tentando o gol. Foto: Fernando Martinez.


Mais um perigoso ataque "local" dentro da área do Red Bull. Foto: Fernando Martinez.

Aos 42, Felipe Pires fez o segundo e dois minutos depois novamente Lucas Michel foi decisivo. Na saída das equipes para os vestiários, o placar "eletrônico" da Javari mostrava um resultado parcial praticamente impossível de ser revertido.


Jogador alviverde matando a pelota sob o fixo olhar de seu marcador. Foto: Fernando Martinez.

Na volta para o segundo tempo o Red Bull se segurou na defesa e, decidido a não correr riscos, atacava esporadicamente. O alviverde fez uma blitz incessante dentro da área adversária, mas não conseguiu marcar nem um golzinho de honra. No final, o jogo terminou com o marcador do primeiro tempo.


Grande oportunidade de gol com o camisa 18 Hugo. Foto: Fernando Martinez.


Disputa de bola plástica no meio-campo. Foto: Fernando Martinez.

O resultado de Palmeiras 0-3 Red Bull fez com que a equipe campineira ultrapassasse o alviverde na tábua de classificação do Grupo 4 do campeonato. Faltam ainda seis rodadas para essa primeira fase terminar, e tirando o lanterna São José, todos os outros sete times ainda disputam as quatro vagas na próxima fase.

Não posso dizer que foi uma "volta triunfal" aos campos depois de tanto tempo curtindo a competição da FIFA, mas pelo menos serviu para fazer aquela quebra de gelo sempre necessária. A volta de verdade aconteceu com uma rodada tripla genial no sábado seguinte.

Até lá!

Fernando