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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

No sufoco, São Paulo vence o Brasília nos penais e vai para as quartas

Fala, pessoal!

O segundo jogo em que o JP marcou presença nas oitavas-de-final da Copa São Paulo de Futebol Júnior foi um daqueles bem insólitos, algo raro numa terceira fase da competição. Afinal, ninguém em sã consciência imaginava que poderia rolar um duelo entre São Paulo e o genial Brasília em busca de uma vaga nas quartas.


São Paulo FC (sub20) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

Após eliminar facilmente o Botafogo (jogo que teve cobertura do JP), o Colorado queria surpreender os mais incautos novamente e igualar a histórica campanha do CFZ de Brasília de 2010, ano em que o futebol do Distrito Federal chegou pela única vez entre os oito melhores da Copinha.


Brasília FC (sub20) - Brasília/DF. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo sem apresentar um futebol vistoso na maior parte da competição - o solitário destaque talvez tenha sido o primeiro tempo sensacional realizado contra o Nacional - o São Paulo queria fazer valer sua maior tradição para chegar nas quartas-de-final pela 23ª vez nas últimas 30 participações... Um assombro.


Quarteto de arbitragem e capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

Pelo que tinha visto das duas equipes, apostava num jogo equilibrado. E o pessoal que foi para a Arena Barueri conferiu um duelo muito tenso, permeado por muito sofrimento para os torcedores do escrete paulistano. O Brasília fez novamente um jogo muito seguro e jogou com enorme consciência.


Primeira chance de gol para o São Paulo pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

O time do Centro-Oeste chamou o tricolor para seu campo nos primeiros trinta minutos de jogo, uma arriscada opção que acabou dando certo. O São Paulo ocupou todo o setor defensivo e criou boas chances para abrir o marcador, a melhor delas numa bola na trave de Matheus Queiroz em chute da esquerda. Por sorte, a pelota correu em cima da linha e foi parar nas mãos do arqueiro Fernandes.


Matheus Queiroz e a melhor chance de gol paulista em todo o primeiro tempo. O Brasília deu sorte nessa... Foto: Fernando Martinez.


Defensor colorado se contorcendo todo para cortar ataque local. Foto: Fernando Martinez.

Passado esse ímpeto tricolor, o onze brasiliense passou a se soltar mais e equilibrou as ações no último terço do tempo inicial, fazendo a peleja chegar ao seu intervalo sem a abertura do marcador.


Zagueiro do Brasília protegendo a pelota. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo o São Paulo voltou a mostrar os erros da primeira fase e não conseguiu mais jogar. O Colorado se aproveitou e, mostrando grande inteligência, irritou - no bom sentido - os atletas paulistanos. O bom futebol do Brasília foi premiado com o primeiro gol do jogo aos 21 minutos, em cabeçada precisa do camisa 9 Marlon.


Boa jogara aérea brasiliense no tempo final. Foto: Fernando Martinez.

Para desespero do amigo Ricardo Espina, companhia na parte alta da Arena durante o tempo final, o São Paulo não conseguia se acertar em campo. O relógio corria de forma implacável e a cada virada do ponteiro, a apreensão era ainda maior.


Lance do gol de empate do São Paulo, marcado por Lucas Possignolo. Foto: Fernando Martinez.

O Brasília se segurava bem na defesa, e no único erro que cometeu, o São Paulo empatou. A bola foi alçada da direita em cobrança de escanteio e Lucas Possignolo, subindo entre três atletas colorados, cabeceou firme para o fundo das redes. Antes do apito final Ewandro ainda fez o segundo para o tricolor, mas em impedimento.


Ewandro fez o segundo... mas o tento foi anulado por impedimento. Foto: Fernando Martinez.

Após 90 minutos sofridos, a vaga nas quartas seria definida na cobrança de pênaltis. Era a chance do Brasília fazer história e eliminar um gigante do futebol de base. Pena para a torcida da equipe que as cobranças deixaram a desejar.


Goleiro Fernandes olhando a bola estufar as redes em cobrança de pênalti do São Paulo. Foto: Fernando Martinez.

Vitão e Victor Souza marcaram, mas Yan e Marlon bateram mal e não converteram. Melhor para o São Paulo, que através de Gabriel Boschilia, Lucas Silva, Ewandro e Inácio (Pedro Bortoluzo chutou nas mãos de Fernandes) venceu a suada disputa e foi às quartas-de-final da Copa São Paulo.


Victor Souza marcou o derradeiro tento do Brasília. Foto: Fernando Martinez.


Inácio bateu firme e colocou o time paulista nas quartas da Copinha. Foto: Fernando Martinez.

O placar de São Paulo 1 (4) - 1 (2) Brasília marcou a segunda melhor campanha de um time candango na história da Copinha. O Colorado saiu da competição de cabeça erguida e de forma invicta, somando três vitórias e dois empates. Posso afirmar que foi um dos melhores times que vi na competição.

Com o relógio marcando quase 11 e meia da noite, consegui uma providencial carona com o gente boa Antônio Ventura, ex-árbitro e atual comentarista da Rede Vida até o meu QG na capital bandeirante. Nesse frenético mês de janeiro, já voltei às atividades dois dias depois, com Copinha e também com a rodada inaugural do Paulistão 2014.

Até lá!

Fernando

Galo destrói o Corvo nas oitavas da Copa São Paulo

Fala, pessoal!

Continuando com a rota do JP na Copa São Paulo de Futebol Júnior, marcamos presença em duas pelejas válidas pelas oitavas-de-final da competição. A jornada começou com o genial confronto entre Flamengo de Guarulhos e Atlético Mineiro, derradeiro jogo no Estádio Nicolau Alayon na atual edição do torneio.

Após nove participações sendo eliminado na primeira fase o Corvo vinha fazendo uma campanha brilhante na Copinha até o confronto contra o Galo. O time somava cinco vitórias em cinco confrontos, 19 gols a favor e sete contra. Além disso, eliminou Vitória da Bahia e Palmeiras, um currículo de responsa.


AA Flamengo (sub20) - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez.


C Atlético M (sub20) - Belo Horizonte/MG. Foto: Fernando Martinez.

O escrete mineiro tinha feito jogos menos espetaculares, somando quatro vitórias e um empate antes desse confronto. Um bom público compareceu à Comendador Souza, mesmo com um grande dilúvio pouco antes do apito inicial. Destaque para o meu vacilo gigante em pegar o trem errado, equívoco que me custou 12 reais numa desnecessária corrida de táxi.


Capitães dos times e trio de arbitragem da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Nome por nome no futebol, não há como comparar as duas equipes, mas todos os presentes imaginavam que o duelo seria equilibrado e decidido nos detalhes... Ledo engano. O Atlético simplesmente massacrou sem piedade o assustado time do Flamengo. Seus jogadores, que mostraram grande qualidade nas pelejas anteriores, pareciam zumbis em campo.


Detalhe do confronto entre Galo e Corvo no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.

O Galo fez o que quis com o Corvo, mas no primeiro tempo conseguiu marcar apenas uma vez, através do camisa 2 Alex em boa jogada pela direita aos 16 minutos. Sem dar nenhum chute ao gol, o Fla deu graças a Deus quando o árbitro finalizou o tempo inicial perdendo apenas pela contagem mínima.


Jogador atleticano no melhor momento "bola nas costas". Foto: Fernando Martinez.


Trio livre indireto não aproveitado para o Fla no segundo tempo. Destaque para a barreira surreal feita pelos atletas mineiros em cima da linha. Foto: Fernando Martinez.

Ainda botava fé numa mudança de atitude dos atletas guarulhenses, mas no segundo tempo a coisa conseguiu piorar. O último toque do Galo, que falhou bastante nos primeiros 45 minutos, foi praticamente perfeito e sem nenhuma dificuldade a equipe chegou a uma merecida goleada.


Camisa 13 do Fla fazendo cometendo penalidade máxima aos 4 do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Segundo gol atleticano marcado por Dodô. Foto: Fernando Martinez.

Dodô fez o segundo em cobrança de pênalti aos 5 minutos. Daí pra frente, quem fez o nome foi o camisa 11 Carlos, que mostrando tremendo oportunismo marcou três vezes. Com tentos aos 19, 31 e 42 minutos, ele completou seu "hat trick" e colocou o time atleticano nas quartas-de-final. Se os alvinegros tivessem forçado a barra, um 7 ou 8x0 não seria nenhum absurdo.


Bola batendo na trave do Fla após chute de Marquinhos. No rebote, Carlos marcou o terceiro do Atlético. Foto: Fernando Martinez.


Voleio de Carlos após novo rebote em bola na trave. Era o quarto gol do Galo. Foto: Fernando Martinez.

Apesar da péssima partida, da inoperância geral e do chocolate sofrido no trágico Flamengo 0-5 Atlético/MG, o Corvo tem motivos de sobra para comemorar a belíssima campanha na Copinha. Foi a primeira vez que a equipe ficou entre os 16 melhores do certame e muitos jogadores podem ter um bom futuro na equipe que irá disputar a Série A3 paulista. A famosa parceria com o Corinthians, contestada por muitos, finalmente disse a que veio.

 

Sílvia Vinhas, aquela mesma do falecido Show do Esporte, dando as caras no Nacional e placar final do massacre atleticano. Fotos: Fernando Martinez.

Sem tempo para embaçar muito, saí do Nicolau Alayon junto com os figuras Rodrigo Colucci, Raul - o mito de Suzano - e a amiga Renata rumo ao segundo compromisso futebolístico nas oitavas da competição. A sessão noturna foi mais equilibrada e teve muito mais sofrimento.

Até lá!

Fernando

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Brasília derrota com facilidade o Botafogo e chega nas oitavas

Opa,

Quando a 45ª Copa São Paulo de Futebol Júnior começou, não tinha visto 13 das 104 equipes participantes. Depois de uma longa análise, montei um cronograma ninja e "matei" nove times, imaginando que essa fatura fecharia ao final da primeira fase. Contando com rara sorte, um dos quatro times faltantes surpreendeu e veio para a Grande São Paulo jogar a segunda fase da competição.

Confesso que não imaginava que teria a oportunidade de ver o genial Brasília Futebol Clube ao vivo ainda nessa Copinha. Só que depois de uma ótima campanha na primeira fase - terminou na vice-liderança do Grupo E atrás do Internacional apenas no saldo de gols - o time candango conquistou uma vaga na segunda fase por se classificar entre os seis melhores segundos colocados.


Brasília FC (sub20) - Brasília/DF. Foto: Fernando Martinez.

Pena que esse atual Brasília não é o mesmo que brilhou no futebol do Distrito Federal nos anos 70 e 80. Aquela equipe, campeã em 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987, deu lugar ao atual Brasília FC em 1999. Apesar de hoje usarem as mesmas cores e também utilizarem a data de fundação do BEC, é um caso clássico de dois CNPJs diferentes. Por coerência, não podemos considerar que são as mesmas agremiações.


Botafogo FR (sub20) - Rio de Janeiro/RJ. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem e capitães. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo assim, como gostava demais da antiga equipe, não tinha como perder o confronto do Colorado contra o Botafogo carioca no Estádio Prefeito José Liberatti em Osasco. Por ter visto jogos das duas equipes na fase inicial, achava que a equipe do Brasília era favorita.


Zagueiro do Brasília sofrendo pressão de atacante do Botafogo. Foto: Fernando Martinez.

E, conforme o esperado, o que se viu no gramado do estádio osasquense foi um jogo muito seguro do Brasília, neutralizando facilmente o e indolente time botafoguense. O Bota até teve mais posse de bola, mas seus jogadores mostraram uma preguiça sem tamanho.


Ataque Colorado pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Atleta brasiliense se esticando todo em passe pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

Nesse panorama até que demorou para sair o gol brasiliense, já que ele aconteceu apenas aos 39 minutos através do camisa 10 Victor Hugo. O bom jogador aproveitou rebote do arqueiro do Botafogo após chute dele mesmo. Na saída para o intervalo, o placar apontava a vantagem mínima do BFC.


Bola entrando no gol alvinegro... Era o primeiro gol do Brasília. Foto: Fernando Martinez.

No tempo final o alvinegro até que tentou fazer algo de útil, mas novamente esbarrou na indolência dos seus atletas. O time errava passes fáceis e quando conseguia chegar perto da área do Brasília errava as finalizações. Jogando na boa e aproveitando os contra-ataques, o Colorado esperava apenas "o" lance para definir a classificação.


Fabinho prestes a tocar na pelota e fazer o segundo gol do Brasília. Foto: Fernando Martinez.

Num espaço de quatro minutos o escrete do Centro-Oeste definiu cirurgicamente a peleja em dois contra-ataques brilhantemente executados. Aos 33, Fabinho fez boa jogada pela direita e ampliou. Yago finalizou a partida aos 36 após bom passe em profundidade e um belo drible no goleiro.


Yago fechou a grande vitória aos 36 do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Comemoração dos atletas do time do Distrito Federal. Foto: Fernando Martinez.

Para os mais incautos, o placar de Botafogo 0-3 Brasília pode ter sido surpresa, mas para quem viu esse e os jogos na primeira fase, foi um resultado mais do que merecido. Com o triunfo, o time se tornou o segundo do Distrito federal a alcançar a terceira fase da Copa São Paulo.

Saí de Osasco e estava a caminho de Barueri, palco do jogo São Paulo x Nacional, quando resolvi voltar para casa. Essa se mostrou uma decisão altamente acertada pois a Arena viu um dilúvio que não terminou nem após o fim do jogo. Voltei aos campos já na terceira fase da Copinha com uma bela rodada dupla.

Até lá!

Fernando

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nacional e Galo ficam no empate e se garantem na segunda fase da Copinha

Opa,

Fechando a cobertura do JP na primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2014 acompanhei no Estádio Nicolau Alayon a derradeira partida válida pelo Grupo Z. Nacional e Atlético Mineiro, ambos com duas vitórias em dois jogos, jogavam precisando apenas de um empate para se garantirem na segunda fase.


Nacional AC (sub20) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

Essa foi a sexta vez em que o time ferroviário e o Galo se enfrentaram na história da Copinha (até então, o time paulista havia vencido dois compromissos e o Atlético apenas um). Aliás, esse é um confronto de respeito, já que envolve cinco títulos da competição (dois do Nacional e três do Galo).


C Atlético M (sub20) - Belo Horizonte/MG. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times e quarteto de arbitragem. Foto: Fernando Martinez.

Falando da peleja, como a igualdade era boa para os dois, muitos achavam que rolaria um famoso "jogo combinado". Ele não aconteceu até o final do primeiro tempo, pois o Naça partiu para o ataque logo no começo dos trabalhos. Pedro Hulk, camisa 9 do onze ferroviário, abriu o placar aos 6 minutos.


Lance de Nacional x Atlético Mineiro no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.

O Atlético estava meio zonzo, então o camisa 7 nacionalino Júlio César resolveu dar uma forcinha para o atual campeão da Libertadores. Aos 21 minutos ele foi tentar cortar um cruzamento vindo da direita e colocou a pelota dentro das próprias redes. No restante do tempo inicial ainda vimos um futebol razoável.



Detalhe do gol de empate atleticano, marcado por Júlio César, atleta paulistano. Fotos: Fernando Martinez.

Junto de toda rapaziada amiga que marcou presença na Comendador Souza vi um segundo tempo simplesmente bisonho de tão ruim, digno de um "Jogo de Compadres" com letra maiúscula. As equipes não tiveram nenhum pudor e se preocuparam apenas em tocar a bola nos respectivos campos de defesa, já pensando na segunda fase da Copinha.


Zagueiro do Galo com olhar fixo na pelota. Foto: Fernando Martinez.

A única preocupação da torcida era o dilúvio que estava armando na região do estádio. Com a certeza de que nada decente aconteceria em campo, acabamos desistindo da partida por volta dos 25 minutos do tempo final por conta da chuva, já que não estávamos afim de ficarmos ilhados na Barra Funda.


Jogador do Nacional tocando a bola sob a firme marcação de zagueiro atleticano. Foto: Fernando Martinez.

Acertamos na mosca, pois de acordo com os relatos de quem ficou no estádio, absolutamente NADA de relevante aconteceu dali para frente e o jogo terminou mesmo em Nacional 1-1 Atlético Mineiro. Foi definido que o onze paulista faria um duelo contra o São Paulo e o Galo jogaria contra o surpreendente Aquidauanense na segunda fase.

Após ter visto 16 jogos na primeira fase, agora era a hora de começar a conferir alguns dos confrontos do mata-mata do torneio. Logo na segunda fase, e contando com uma incomum lufada de sorte, tive a oportunidade de matar meu décimo time na competição (isso entre 13 possíveis).

Até lá!

Fernando

Vitória capixaba em jogo perdidaço da Copa São Paulo

Salve amigos!

A última rodada da primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior reservou-me uma partida pra lá de especial: Aracruz/ES e Holanda/AM, em pleno Estádio Nicolau Alayon! E o "melhor" de tudo, os dois já eliminados. Um prato cheio para mim, que nunca havia visto nenhuma das equipes in loco.


EC Aracruz (sub20) - Aracruz/ES. Foto: Estevan Mazzuia.


Holanda EC (sub20) - Rio Preto da Eva/AM (detalhe para o escudo do lado direito do peito). Foto: Estevan Mazzuia.


Arbitragem com os capitães das equipes. Foto: Estevan Mazzuia.

O Dragão começou melhor na partida, mas o gol só foi sair aos 32 minutos: Bruninho pegou de esquerda, da entrada da área, e marcou um belíssimo gol.

 

Grandes personalidades presentes: Seu Natal e o “Hellraiser” David Libeskind. Fotos: Estevan Mazzuia.

Debaixo de um forte calor, os capixabas administraram a vantagem durante o restante da primeira etapa. A Laranja Mecânica da floresta até conseguiu ter mais posse de bola nos minutos finais, mas sem criar chances de gol.



Matheus (21) cerca o adversário mas Ioran (23) tenta o cruzamento, após se livrar da marcação. Fotos: Estevan Mazzuia.

A segunda etapa começou bem pegada e logo aos 3 minutos Breno e Wenderson fizeram uma boa jogada pela direita, na tentativa de ampliar. Dois minutos depois, viria a resposta “holandesa”.


Em vão, Carlos Alberto (11) tenta interceptar o passe. Foto: Estevan Mazzuia.


Goleiro Lucas aparece numa das subidas laranjas. Foto: Estevan Mazzuia.

Aos 9 minutos, Tayson cabeceou a gol, a bola passou pelo goleiro mas o zagueiro do Aracruz acabou salvando o que seria o empate.


Os donos desses apartamentos darão valor a essa vista privilegiada? Foto: Estevan Mazzuia.


Visão panorâmica do Nicolau Alayon, por ocasião da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Aos 13 minutos nova jogada de Breno e Wenderson, e o capitão Welington, que vestia a jaqueta nº 1 e carregava a tarja de capitão, evitou o segundo gol, tirando em cima da linha.


Nem (2) observa Artur (3) com a bola: belo desfile de camisas. Foto: Estevan Mazzuia.


Vitor Henrique (19) afastando o perigo. Foto: Estevan Mazzuia.

No minuto seguinte, o goleiro Marcelo (camisa 66!) cortou para escanteio um cruzamento da direita. Com tanta pressão, o segundo gol do Aracruz estava pra lá de maduro e finalmente caiu do pé. Wenderson penetrou na área e tocou no contrapé de Marcelo.


Wenderson (16), um dos destaque da partida, em ação. Foto: Estevan Mazzuia.


Arqueiro Marcelo (66) acompanhando o lance em sua área. Foto: Estevan Mazzuia.

Wenderson estava infernal, e já no minuto seguinte cruzou da esquerda para Espetinho (nome de craque) bater pra fora, com muito perigo.


Artur (3) corre para tentar evitar o cruzamento. Foto: Estevan Mazzuia.


Matheus (21) preparando o arremate. Foto: Estevan Mazzuia.

Daí pra frente, o Aracruz administrou a vitória e o Holanda tentou descontar, sem obter sucesso. Ainda houve uma chance de o Aracruz marcar o terceiro, com Bruninho cobrando falta com muito perigo, já nos instantes finais.

Fim de jogo, Aracruz 2x0 Holanda, ambas equipes eliminadas, mas com uma bela demonstração de competitividade nessa partida. Parabéns e sucesso aos garotos!

Abraços

Estevan