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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Em jogo de duas viradas, Furacão se classifica para a segunda fase

Opa,

Completando a marca de 16 jogos vistos na primeira fase da 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, Flamengo e Atlético Paranaense foram a campo no Estádio Antônio Soares de Oliveira para encerrar os trabalhos do Grupo Y. O rubro-negro já estava eliminado e o Furacão ainda lutava por um lugar na segunda fase.

Depois do triunfo do Azulão na preliminar, a equipe curitibana precisava vencer por uma diferença de quatro gols para terminar a fase inicial como vencedora do grupo e também para se garantir sem esperar a definição das outras chaves. Uma vitória por uma margem menor deixaria o time com sete pontos esperando ver se entraria entre os 32 como um dos melhores segundos colocados.


AA Flamengo (sub20) - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez.


C Atlético Paranaense (sub20) - Curitiba/PR. Foto: Fernando Martinez.

É, amigo, a tendência indicava vitória atleticana, mas a peleja foi muito mais complicada para o onze visitante do que qualquer um poderia imaginar. O lance do Corvo era atrapalhar a vida do seu adversário. Com essa mentalidade, o time jogou bem, mostrando muita raça e disposição.

O Atlético começou um pouco melhor e foi levemente superior na primeira metade do primeiro tempo. Aos 23 minutos a equipe abriu o marcador com um pênalti cobrado por Bruno Mota. Nem deu tempo de comemorar, pois na saída de bola Estevão deixou tudo igual.


Primeiro gol do Atlético, marcado por Bruno Mota. Foto: Fernando Martinez.

O empate animou o rubro-negro e fez com que o Atlético passasse a tomar sufoco. A animação foi tanta que Estevão fez pela segunda vez e virou a partida a favor do Fla aos 29 minutos. Desse momento até o último momento da primeira etapa, o Furacão não se encontrou mais.


Ataque paranaense no tempo final. Foto: Fernando Martinez.


Início de ofensiva atleticana. Foto: Fernando Martinez.

Como não restava outra alternativa nos 45 minutos finais, o Atlético voltou a campo com outra pegada. Acompanhamos uma apresentação de ataque contra defesa na maior parte do tempo. O ânimo paranaense se renovou aos 10 minutos com o gol contra do zagueiro João Bruno após rebote do goleiro.


Mais uma grande chance de gol desperdiçada pelo Furacão. Foto: Fernando Martinez.

O número de ofensivas paranaenses aumentou ainda mais, mas o terceiro gol teimava em não sair. Era bola na trave, zagueiro salvando em cima da linha e chute descalibrado. A cada minuto que passava a esperança parecia se esvair a cada oportunidade desperdiçada. Para aumentar a tensão, os paulistas ainda levavam grande perigo nos contra-ataques.


O Corvo conseguiu armar bons contra-ataques no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Faltando nove minutos para o apito final o Furacão finalmente conseguiu furar a retranca com o segundo gol do camisa 10 Bruno Mota. Ele completou um belo passe da direita - inclusive se machucou no lance - e todos os atletas e a comissão técnica da equipe do Sul puderam respirar aliviados.


Camisa 10 do Fla segurando a onda no campo defensivo. Foto: Fernando Martinez.

Nada mais mudou e no fim o marcador do belíssimo jogo ficou em Flamengo/SP 2-3 Atlético/PR. A vitória fez o Furacão terminar a primeira fase na vice-liderança da chave, atrás do São Caetano apenas no saldo de gols, e colocou o time na segunda fase como o segundo melhor segundo colocado.

Depois da maratona de dezesseis jogos em nove dias - com direito e oito times novos para a Lista - finalmente pude descansar um pouquinho e só voltei a campo para as coberturas da Copinha no JP no último dia de disputas da segunda fase. Vi meu primeiro (e único) jogo no Nicolau Alayon na competição em 2015.

Até lá!

Fernando

Santiago brilha e São Caetano massa o Palmeira/RN em Guarulhos

Opa,

Após catorze jogos em sete dias de coberturas, encerrei meus trabalhos na primeira fase da 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior com uma visita em Guarulhos, cidade que sediou o Grupo Y, para a última rodada dupla. Completei meu oitavo time "novo" com a inclusão do genial Palmeira de Goianinha na Lista. O adversário do time potiguar foi o São Caetano, semi-finalista do paulista sub20.

Fugindo do padrão geral, no caso do Rio Grande do Norte o campeão sub19 não teve como jogar a competição por força do regulamento. O Globo FC, nova força do estado, conquistou o caneco, mas por ter sido fundado há menos de dois anos, não pôde vir jogar a Copinha. No seu lugar, veio o ABC de Natal, terceiro colocado.

Apesar do retrospecto bom no estadual, o Palmeira não fez boas apresentações nas duas primeiras partidas. Foram duas derrotas, primeiro para o Flamengo e depois uma paulada de 6x2 a favor do Atlético Paranaense. O que sobrou como missão para essa partida de despedida era tentar segurar o Azulão.


AD São Caetano (sub20) - São Caetano do Sul/SP. Foto: Fernando Martinez.


Palmeira FC da Una (sub20) - Goianinha/RN. Foto: Fernando Martinez.

O único problema para os potiguares era que esse time do São Caetano talvez seja o melhor que o clube já teve nessa categoria em muito tempo. O time foi bem demais no estadual, sendo eliminado apenas pelo poderoso Corinthians na semi-final. Na Copinha a equipe somava quatro pontos depois do empate contra o Furacão e a vitória contra o rubro-negro guarulhense.


Quarteto de arbitragem e capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Tamanho favoritismo não entrou em campo no primeiro tempo da partida, disputada sob (pra variar) um calor fortíssimo. O Palmeira jogou de forma segura e deu muito trabalho para o Azulão. A equipe mostrou bastante qualidade defensiva e surpreendeu a todos quando abriu o marcador aos 11 minutos com o gol de Édson.


O zaga do Palmeira no tempo inicial conseguiu parar o ataque do Azulão. Foto: Fernando Martinez.

O São Caetano não conseguia criar um único ataque decente e o Palmeira seguia na boa. A moleza era tanta que o goleiro Bahia parece que quis dar uma forcinha para os paulistas. Numa cobrança de lateral a pelota foi jogada na área. A defesa era relativamente fácil, mas ele calculou mal a saída e passou da linha da bola. Ela acabou caindo atrás dele e sobrou livre para Guilherme empatar.


Atacante paulista sob a marcação de quatro defensores potiguares. Foto: Fernando Martinez.


Momento em que o goleiro Bahia deixou a bola passar e que resultou no primeiro gol do São Caetano. Foto: Fernando Martinez.

O infeliz lance deixou o Azulão mais aceso, mas até o fim do primeiro tempo o time não conseguiu furar a retranca potiguar. Como o sol era absurdo, fui para as sombras falar com os amigos presentes. O quórum para essa peleja foi enorme e teve a presença do Nílton, Luiz, Sérgio, Espina, Colucci, Mário, Mílton e Ricardo Pucci. Todo mundo colocando o alviverde do Nordeste nas respectivas listas.


Zaga alviverde afastando o perigo. Foto: Fernando Martinez.

Entre um copo d'água, um gole de refrigerante e um salgadinho de isopor consumido o segundo tempo começou. Mal sabíamos que estávamos prestes a presenciar um verdadeiro massacre. Em pouquíssimo tempo o São Caetano aniquilou o Palmeira com ataques mortais e muitos gols.


Jogada pela esquerda do ataque do time do ABC ainda no tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.

O time marcou cinco vezes em somente quinze minutos, num ritmo tão intenso que ninguém no Estádio Antônio Soares de Oliveira parecia acreditar. O nome do jogo acabou sendo o camisa 9 Santiago. Ele entrou no intervalo e marcou nada menos do que quatro gols.


Bahia fazendo defesa no tempo final. Foto: Fernando Martinez.

O gol da virada do Azulão aconteceu antes mesmo do primeiro minuto e foi marcado pelo camisa 9. Ele mesmo fez o terceiro dois minutos depois. Zanetti aos 12, Guilherme aos 14 e novamente Santiago aos 15 foram os autores da mortal sequência de tentos.


A zaga do Palmeira bateu cabeça durante todo segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

O decano Mílton Haddad já se animou imaginando que dessa vez ele veria o famoso "nove". É, mas para desespero dele o São Caetano simplesmente parou depois dos 6x1. O Palmeira estava grogue e não esboçava nenhuma reação. Mesmo assim, o Azulão marcou apenas mais um gol, de novo com Santiago, agora aos 39 minutos.


Mais um boa chegada do São Caetano. Foto: Fernando Martinez.

O placar final de São Caetano 7-1 Palmeira/RN não fez o velho amigo realizar seu sonho, mas deixou todo o pessoal do ABC feliz com a vaga para a segunda fase praticamente certa, independente do resultado do jogo de fundo. Em dezesseis participações até hoje na Copinha, essa foi apenas a quarta vez em que a equipe da Grande São Paulo passou de fase.

Vale registrar que independente da derrota e da 102ª pior campanha entre os 104 participantes, o Palmeira em nenhum momento apelou ou jogou sujo. A equipe mostrou um futebol digno e por conta de todas as dificuldades para se jogar futebol hoje em dia, merece todos os parabéns. Que o time possa voltar em breve ao estado.

Com o Azulão quase garantido, agora era a vez do Atlético/PR jogar para ver se também conseguiria o passaporte para ficar entre os 32 melhores do certame. Só que o Flamengo prometia estragar as intenções paranaenses. A peleja prometia muito.

Até lá!

Fernando

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Outra goleada corintiana no fechamento do Grupo W em Barueri

Opa,

Um jogo nada incomum encerrou os trabalhos no Grupo W da 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. Vi tanta coisa diferente durante a semana que o jogo entre Grêmio Barueri e Corinthians se tornou um anti-clímax. Mesmo sozinho e derretendo de calor, fiquei firme e forte na Arena Barueri para a peleja.

Atual campeão paulista e brasileiro da categoria, com duas vitórias na sacola e o invejável retrospecto de dezesseis finais e oito títulos da Copinha, o Mosqueteiro era o enorme favorito para uma vitória contra um GRB que já bem está longe dos seus melhores dias. O time da Grande São Paulo dependia de um milagre para somar três pontos.


Grêmio R Barueri (sub20) - Barueri/SP. Foto: Fernando Martinez.


SC Corinthians (sub20) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

A massa alvinegra compareceu em peso no jogo, assim como fez contra Rio Branco do Acre e Guaicurus. A presença foi tão grande que tinha torcedor entrando no estádio no segundo tempo. É, mas esse pessoal animado viu um Timão que não conseguiu mostrar um bom futebol nos primeiros 45 minutos.


Capitães e quarteto de arbitragem. Foto: Fernando Martinez.

Falando a real: a partida foi ruim mesmo, bem ruim. O time da casa deu apenas dois chutes sem direção enquanto o Corinthians estava com seu ataque emperrado. O único momento real de lucidez aconteceu aos 24 minutos, com o golaço de Gabriel Vasconcelos completando de forma plástica e cheia de estilo um passe alto dentro da área.


Zagueiro do GRB quase marcou gol contra nesse lance. Foto: Fernando Martinez.


Boa chegada corintiana pela direita. Foto: Fernando Martinez.

Esse belo gol salvou de certa forma o primeiro tempo. Nos vestiários os garotos do Parque São Jorge colocaram a cabeça no lugar e voltaram para o tempo final com outra disposição. A equipe super campeã dos últimos meses finalmente foi a campo e o GRB não viu a cor da bola.


O Grêmio encheu seu setor defensivo de jogadores... Mas não deu resultado. Foto: Fernando Martinez.


Atleta mosqueteiro tentando alcançar a bola. Foto: Fernando Martinez.

Num espaço de sete minutos o Timão marcou três vezes e emplacou sua segunda goleada seguida na Copinha. Matheus fez o segundo aos 14, Gabriel Vasconcelos marcou de novo aos 17 e Gustavo Tocantins fechou a fatura aos 21. A equipe poderia ter feito mais gols que não seria exagero nenhum.


Lance no meio-campo. Foto: Fernando Martinez.


Visão geral da Arena Barueri recebendo bom público. Foto: Fernando Martinez.

Como eles não vieram, o árbitro encerrou a peleja com o placar marcando Grêmio Barueri 0-4 Corinthians. O triunfo manteve os 100% de aproveitamento do alvinegro, que terminou a primeira fase com uma das melhores campanhas da Copinha. Falta muito caminho a ser percorrido, mas é fato que o time é favorito demais ao título.

Sem poder perder muito tempo, saí logo do estádio curtindo cada segundo do maravilhoso ar condicionado do trem da CPTM. Chegando em casa a noite de sono foi curtíssima, já que tinha novo time para colocar na Lista no domingo bem cedo.

Até lá!

Fernando

Guaicurus e Rio Branco do Acre ficam no empate pelo Grupo W

Opa,

A terceira e última rodada da primeira fase da 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior começou na sexta-feira, mas tirei o dia para um merecido descanso antes de fazer mais duas rodadas duplas, a primeira delas na sufocante noite de sábado em Barueri, cidade-sede do Grupo W.

O jogo preliminar na Arena Barueri era para mim o mais legal da jornada, afinal, não é sempre que temos a chance de ver um duelo entre uma equipe sul-mato-grossense e outra acreana por aqui, respectivamente Guaicurus e Rio Branco.

Essa é a terceira participação do time do Centro-Oeste na história da competição e a terceira em sequência. Se a equipe não faz campanhas tão marcantes no profissional, na base a coisa é bem diferente. O CEG vem tendo uma performance ótima e foi campeão sub18 em 2012, vice sub19 em 2013 e campeão sub19 no ano passado.


CE Guaicurus (sub20) - Campo Grande/MS. Foto: Fernando Martinez.

Nas duas vezes que disputou a Copinha o time da Cidade Morena foi eliminado na primeira fase, assim como o Rio Branco. O Estrelão, também classificado para a Copinha após vencer o estadual da sua categoria, já estava fora da disputa antes mesmo dessa peleja final.


Rio Branco FC (sub20) - Rio Branco/AC. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem e capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

O onze acreano foi derrotado por Corinthians e Grêmio Barueri nas suas duas primeiras apresentações e jogava um simples amistoso. O Guaicurus perdeu para o Mosqueteiro fazendo uma boa apresentação e ganhou do time da casa debaixo de um senhor dilúvio, logo, era o favorito para esse jogo da fase inicial.

Após várias caravanas em todas as rodadas, dessa vez fui sozinho para Barueri e permaneci dentro de campo todo o tempo. Na boa e curtindo o entardecer vi o Guaicurus dominar por completo as ações e o Rio Branco permanecendo quase o tempo todo no campo de defesa.


Dudu, camisa 9 do Guaicurus, tenta de cabeça. Foto: Fernando Martinez.


Zagueiro do Rio Branco protegendo a bola. Foto: Fernando Martinez.

A equipe conseguiu abrir o marcador aos 13 minutos através do camisa 18 Coruja. O segundo gol quase saiu em seguida, mas quem marcou foi o Rio Branco na primeira vez que se lançou ao campo ofensivo. Careca deixou tudo igual aos 23 minutos.


Bola sendo cruzada dentro da área acreana. Foto: Fernando Martinez.


Outro ataque do Guaicurus pela direita. Foto: Fernando Martinez.

Buscando o segundo triunfo para continuar com a esperança (minúscula, mas de qualquer forma era uma esperança) de classificação, os sul-mato-grossenses não se incomodaram com o gol sofrido e continuaram com tudo querendo o segundo gol.


Falta para o time do Mato Grosso do Sul no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Mais uma chegada perigosa dentro da área do Rio Branco. Foto: Fernando Martinez.

É, não faltou vontade e nem disposição, mas o toque final era muito falho. As boas jogadas do meio-campo terminavam nos pés do camisa 9 Dudu. O atleta recebeu vários passes açucarados que, para desespero do pessoal no banco de reservas, não terminaram em gol.


Disputa de bola na lateral. Foto: Fernando Martinez.


Dudu tentou, mas a luz no fim do túnel para o Guaicurus ficou apenas nas arquibancadas. Foto: Fernando Martinez.

Foi assim durante o restante do primeiro tempo e em todo o segundo. Se o comandante do ataque estivesse um pouquinho mais inspirado, a história poderia ter sido outra. No fim, o Guaicurus 1-1 Rio Branco/AC não teve muita influência na classificação final da chave, mas pelo menos serviu para deixar o time do Mato Grosso do Sul na segunda posição do Grupo W.

O jogo de fundo não era assim uma Brastemp. Independente disso, permaneci firme e forte na Arena para conferir de perto a atuação do atual campeão paulista e brasileiro da categoria.

Até lá!

Fernando

sábado, 10 de janeiro de 2015

Chistopher faz quatro em goleada palmeirense contra o Murici/AL

Fala, pessoal!

O sexto dia de coberturas da 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior continuou no Estádio Major José Levi Sobrinho, palco das pelejas do Grupo J. A partida de fundo da segunda rodada reuniu duas realidades bem distintas: de um lado o Murici de Alagoas, genial figurante, e do outro o Palmeiras, um dos favoritos ao título.


Murici FC (sub20) - Murici/AL. Foto: Fernando Martinez.


SE Palmeiras (sub20) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

O Verde de Alagoas se classificou para a Copinha depois de ter vencido o estadual sub20 eliminando os tradicionais favoritos CSA e CRB, os times que mais representaram o estado na competição até hoje. Além do onze muriciense, o Sete de Setembro, vice do alagoano da categoria, também fez sua estreia na edição 2015 da Copa.


Quarteto de arbitragem da partida e capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

O favoritismo estava todo a favor do time paulista, mas foi o Murici quem marcou primeiro, surpreendendo a todos. Logo no segundo minuto Luidy avançou pela direita e chutou cruzado para abrir o marcador. Até então, só os alagoanos tinham tocado na bola.


Pessoal do Palmeiras pedindo falta em lance na entrada da área. Foto: Fernando Martinez.

Demorou algum tempo para os favoritos colocarem a cabeça no lugar. Quando isso aconteceu, o Murici se encolheu e não chegou mais no campo de ataque até o fim do jogo. Não demorou para os gols palmeirenses saírem a rodo.


Saída do arqueiro do Murici em cima do zagueiro do time. Foto: Fernando Martinez.


Bola dividida no ataque palmeirense. Foto: Fernando Martinez.

Sem Gabriel Jesus, expulso na peleja contra a Desportiva, o atacante Chistopher deu conta do recado e fez uma das maiores atuações individuais na Copinha. Comandando o ataque, ele virou o placar com dois belos gols aos 18 e 21 minutos.


Chistopher foi o destaque do jogo com quatro gols. Aqui ele marca o primeiro. Foto: Fernando Martinez.

Os nordestinos se perderam completamente e ficou fácil para o Palmeiras definir seu segundo triunfo na competição ainda no primeiro tempo. Avassalador, Matheus Sales fez o terceiro aos 37 minutos, Chistopher marcou seu terceiro tento na noite os 41 e Juninho fez a quina aos 42. O intervalo chegou com um inapelável 5x1 a favor do Palmeiras.


Mais um gol do camisa 20 palmeirense contra o Murici. Foto: Fernando Martinez.


Disputa hercúlea para a bola não sair pela linha de fundo. Foto: Fernando Martinez.

Se o time tivesse voltado para o segundo tempo na mesma fúria com certeza teria saído do Limeirão com uma goleada histórica. Só que a equipe preferiu se poupar e os últimos 45 minutos foram arrastados e sem nenhuma graça. Sofrendo com os mosquitos e com o calor, o que valeu mesmo foi o papo com o fotógrafo das estrelas campineiras Luciano Claudino.


Bola levantada na área alagoana. Foto: Fernando Martinez.

O único momento digno de registro no tempo final foi o sexto gol marcado aos 34 minutos. Chistopher fechou sua brilhante participação na peleja marcando seu quarto tento na noite e não deixando a torcida sentir falta de Gabriel Jesus.


Escanteio para o Palmeiras no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

O resultado final de Murici 1-6 Palmeiras deixou o time de São Paulo perto da vaga na segunda fase da Copinha. Um simples empate contra a Inter na derradeira partida confirma a liderança do alviverde na chave. Empate que deixa a própria Inter bem perto de uma vaga na segunda fase depois de cinco anos.

Depois de seis dias seguidos com idas e vindas na Copinha reservei o sétimo para um merecido descanso. Voltei à ativa para mais duas rodadas duplas no final de semana, as duas com equipes novas para a Lista.

Até lá!

Fernando