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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Galo destrói o Corvo nas oitavas da Copa São Paulo

Fala, pessoal!

Continuando com a rota do JP na Copa São Paulo de Futebol Júnior, marcamos presença em duas pelejas válidas pelas oitavas-de-final da competição. A jornada começou com o genial confronto entre Flamengo de Guarulhos e Atlético Mineiro, derradeiro jogo no Estádio Nicolau Alayon na atual edição do torneio.

Após nove participações sendo eliminado na primeira fase o Corvo vinha fazendo uma campanha brilhante na Copinha até o confronto contra o Galo. O time somava cinco vitórias em cinco confrontos, 19 gols a favor e sete contra. Além disso, eliminou Vitória da Bahia e Palmeiras, um currículo de responsa.


AA Flamengo (sub20) - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez.


C Atlético M (sub20) - Belo Horizonte/MG. Foto: Fernando Martinez.

O escrete mineiro tinha feito jogos menos espetaculares, somando quatro vitórias e um empate antes desse confronto. Um bom público compareceu à Comendador Souza, mesmo com um grande dilúvio pouco antes do apito inicial. Destaque para o meu vacilo gigante em pegar o trem errado, equívoco que me custou 12 reais numa desnecessária corrida de táxi.


Capitães dos times e trio de arbitragem da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Nome por nome no futebol, não há como comparar as duas equipes, mas todos os presentes imaginavam que o duelo seria equilibrado e decidido nos detalhes... Ledo engano. O Atlético simplesmente massacrou sem piedade o assustado time do Flamengo. Seus jogadores, que mostraram grande qualidade nas pelejas anteriores, pareciam zumbis em campo.


Detalhe do confronto entre Galo e Corvo no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.

O Galo fez o que quis com o Corvo, mas no primeiro tempo conseguiu marcar apenas uma vez, através do camisa 2 Alex em boa jogada pela direita aos 16 minutos. Sem dar nenhum chute ao gol, o Fla deu graças a Deus quando o árbitro finalizou o tempo inicial perdendo apenas pela contagem mínima.


Jogador atleticano no melhor momento "bola nas costas". Foto: Fernando Martinez.


Trio livre indireto não aproveitado para o Fla no segundo tempo. Destaque para a barreira surreal feita pelos atletas mineiros em cima da linha. Foto: Fernando Martinez.

Ainda botava fé numa mudança de atitude dos atletas guarulhenses, mas no segundo tempo a coisa conseguiu piorar. O último toque do Galo, que falhou bastante nos primeiros 45 minutos, foi praticamente perfeito e sem nenhuma dificuldade a equipe chegou a uma merecida goleada.


Camisa 13 do Fla fazendo cometendo penalidade máxima aos 4 do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Segundo gol atleticano marcado por Dodô. Foto: Fernando Martinez.

Dodô fez o segundo em cobrança de pênalti aos 5 minutos. Daí pra frente, quem fez o nome foi o camisa 11 Carlos, que mostrando tremendo oportunismo marcou três vezes. Com tentos aos 19, 31 e 42 minutos, ele completou seu "hat trick" e colocou o time atleticano nas quartas-de-final. Se os alvinegros tivessem forçado a barra, um 7 ou 8x0 não seria nenhum absurdo.


Bola batendo na trave do Fla após chute de Marquinhos. No rebote, Carlos marcou o terceiro do Atlético. Foto: Fernando Martinez.


Voleio de Carlos após novo rebote em bola na trave. Era o quarto gol do Galo. Foto: Fernando Martinez.

Apesar da péssima partida, da inoperância geral e do chocolate sofrido no trágico Flamengo 0-5 Atlético/MG, o Corvo tem motivos de sobra para comemorar a belíssima campanha na Copinha. Foi a primeira vez que a equipe ficou entre os 16 melhores do certame e muitos jogadores podem ter um bom futuro na equipe que irá disputar a Série A3 paulista. A famosa parceria com o Corinthians, contestada por muitos, finalmente disse a que veio.

 

Sílvia Vinhas, aquela mesma do falecido Show do Esporte, dando as caras no Nacional e placar final do massacre atleticano. Fotos: Fernando Martinez.

Sem tempo para embaçar muito, saí do Nicolau Alayon junto com os figuras Rodrigo Colucci, Raul - o mito de Suzano - e a amiga Renata rumo ao segundo compromisso futebolístico nas oitavas da competição. A sessão noturna foi mais equilibrada e teve muito mais sofrimento.

Até lá!

Fernando

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