terça-feira, 19 de março de 2013

Joseense joga bem e derrota o Rio Preto no Martins Pereira

Opa,

Enfrentando uma chuva que não parou nenhum minuto durante todo o domingo, saí de Osasco e segui para a cidade de São José dos Campos para curtir um joguinho do Campeonato Paulista da Série A3. No molhado Estádio Martins Pereira, Joseense e Rio Preto jogaram pela primeira vez na história e também pela 12ª rodada da primeira fase do certame.


Fachada do Estádio Martins Pereira em São José dos Campos. Foto: Fernando Martinez.

Em 2012 os times estavam distantes na organização do futebol paulista. Enquanto o Jacaré jogou a A2, o time do Vale do Paraíba disputou a segundona estadual. Só que o péssimo desempenho da equipe de São José do Rio Preto e a belíssima campanha do Tigre na última divisão levaram os dois a fazer parte do mesmo campeonato nesse ano.

E para surpresa de muitos, o time do Vale do Paraíba é a agremiação que vem fazendo melhor campanha entre as quatro que conquistaram o acesso em 2012. Não será nenhuma surpresa se a equipe aparecer entre as oito melhores após o final dessa fase. Por outro lado, o Rio Preto começou bem e engatou uma série de quatro vitórias. Mas depois disso o time degringolou e ganhou apenas uma vez em sete jogos, marcando apenas dois gols (!) nessas pelejas.

Bom, a caravana da coragem dessa vez teve a presença do Nílton e uma substituição em relação ao jogo anterior, com a saída do Mílton e entrada do amigo Cosme "As You Are", lenda viva de sites de relacionamento. Chegamos na capital do Vale na boa e sem correria. Como o Martins Pereira tem uma das melhores localizações do estado, não demorou para estarmos nas dependências do mesmo.


CA Joseense - São José dos Campos/SP. Foto: Fernando Martinez.


Rio Preto EC - São José do Rio Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem composto por Julio Cesar Meirelles, Marcelo Ferreira da Silva e Osvaldo Apipe Filho junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Logo após as fotos a chuva resolveu cair ainda mais forte, e todo o primeiro tempo foi disputado com um verdadeiro dilúvio. Com o gramado encharcado, o jogo foi concentrado no meio-campo. Vimos poucas chances claras de gol durante os primeiros 45 minutos.


Jogador local carregando a bola no campo encharcado em São José. Foto: Fernando Martinez.


Troca de passes no ataque do Tigre do Vale. Foto: Fernando Martinez.

Confesso que não imaginava que o placar pudesse sair do zero com tanta água que caía do céu. Mas aos 43 minutos a zaga do Rio Preto bateu cabeça e perdeu a bola para o ataque local. O camisa 25 Douglas recebeu na direita e chutou forte na saída do arqueiro para levar o jogo para o intervalo com a vantagem mínima para o time do Vale.


Detalhe de Douglas marcando o primeiro do Joseense contra o Rio Preto. Foto: Fernando Martinez.


Disputa de bola na lateral. Foto: Fernando Martinez.

Desisti de ficar tomando chuva e fui para as cabines curtir o tempo final com os amigos. Como o dilúvio diminuiu de intensidade, o jogo teve mais animação. E mostrando que não está disputando a A3 na base da brincadeira, o Tigre do Vale fez um ótimo segundo tempo, preocupando constantemente o sistema defensivo visitante.


Ataque local pela esquerda ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.


Chute de longe para o onze local. Foto: Fernando Martinez.

O Jacaré até mostrava um bom toque de bola, mas na hora em que chegava dentro da área local, os chutes eram todos sem direção. Com isso ficou fácil para o Joseense confirmar outro triunfo no campeonato. Para coroar a boa apresentação, o marcador foi alterado mais duas vezes nos minutos finais da peleja.


Cobrança de falta perigosa para o CAJ. Foto: Fernando Martinez.

Luís Guilherme marcou o segundo do Tigre aos 28 minutos e Micheel (sim, se escreve assim mesmo) fechou a ótima vitória local com o terceiro gol aos 35. Final de jogo: Joseense 3-0 Rio Preto. Na embolada primeira fase dessa Série A3, o time de São José dos Campos está firme e forte em busca de um lugar entre os oito melhores times, enquanto o Jacaré está rateando demais e correndo sérios riscos de eliminação.

Ainda com a teimosa chuva, saímos do Martins Pereira sem pressa e totalmente na boa rumo à rodoviária da cidade. Como nos esquecemos de comprar a passagem de volta ainda em São Paulo, somente uma hora depois conseguimos um lugarzinho num coletivo que nos trouxe de volta à capital. A bordo do confortável ônibus, muito sono e de novo a certeza do dever cumprido.

Até a próxima!

Fernando

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