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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Triunfo surpreendente da Locomotiva no Nicolau Alayon

Fala, pessoal!

Nesse final de semana que passou começou o returno da terceira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Após golear o Grêmio Mauaense jogando fora de casa, o Nacional recebeu a Locomotiva em busca de mais um triunfo nas disputas do Grupo 16.


Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


GE Mauaense - Mauá/SP. Foto: Fernando Martinez.

Na última vez que as duas equipes jogaram no Estádio Nicolau Alayon, em 2011, o time visitante venceu por 4x3. Esse foi o oitavo jogo ali válido em estaduais e o equilíbrio é total com três vitórias do NAC, dois empates e dois triunfos do time de Mauá. Para esse novo capítulo, o Naça não podia nem pensar em perder pontos.


Capitães dos times junto ao quarteto de arbitragem escalado com o árbitro Marcelo Prieto Alfieri, os assistentes Carlos Augusto Nogueira Junior e Alexandre Basilio Vasconcellos e o quarto árbitro Roberto Pinelli. Foto: Fernando Martinez.

Antes de falar do jogo vale fazer um capítulo "Ibrahim Sued" por aqui por conta do alto quórum de amigos que foi até a Comendador Souza. Direto da Caixinha do Facebook mais animada do país, a dupla Renato e Sérgio bateu voltou aos gramados depois de muito tempo, o sempre presente Ricardo Espina e o dono de pet-shop Cosme. Além deles, o magnânimo seu Natal, Rodrigo Colucci, Pucci e o Luiz, como sempre apoiando o Mauaense.

E o amigo da torcida visitante ficou sem fôlego de tanta emoção acompanhando a atuação da sua equipe. O Grêmio jogou certinho e, se aproveitando da completa inoperância nacionalina, conseguiu voltar a ter chances de classificação para a quarta fase do certame.


Disputa de bola pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

Pior que nos cinco primeiros minutos até que o time da casa foi bem, mas isso se dissipou rapidinho. O ataque não existia sem a presença de Sócrates, artilheiro do campeonato com 16 gols e colocado na reserva por problemas internos. Qualquer um pode questionar o que quiser sobre o atleta, mas sem ele o setor ofensivo do time perde quase toda seu poderio.


Fabrício, camisa 7 do Mauaense, saindo para o ataque. Foto: Fernando Martinez.


Chegada nacionalina pela direita. Foto: Fernando Martinez.

O Mauaense acabou abrindo o placar ainda no primeiro tempo contando com uma raríssima falha do goleiro Carlão. Após cruzamento da direita, ele saiu mal do gol e a pelota sobrou livre para Janderson colocar os visitantes em vantagem aos 37 minutos.


Hora da careta no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.


Bola aérea no setor ofensivo do onze ferroviário. Foto: Fernando Martinez.

No tempo final o panorama foi o mesmo e os locais continuaram muito, mas muito mal. Apostando nos contra-ataques a Locomotiva fez o segundo aos 15 minutos através do camisa 11 Jorge, que recebeu passe longo e tocou na saída de Carlão.


Bola pipocando na área da Locomotiva. Foto: Fernando Martinez.


Outra jogada pela lateral. Foto: Fernando Martinez.

Com 2x0 a favor, o Mauaense recuou e chamou o Nacional todo para seu campo. Nem assim os donos da casa foram bem. A tarde estava tão infeliz que o time poderia estar em campo até agora que o gol não sairia. Sem forças para reagir, a equipe perdeu a segunda em casa no certame.


Detalhe de Nacional x Mauaense, a segunda derrota do time paulistano em casa na Segundona. Foto: Fernando Martinez.

Fim de jogo: Nacional 0-2 Mauaense. Foi a primeira derrota do time paulistano que vi ao vivo após 24 pelejas (a última que vi havia sido o 1x2 para o USAC em maio de 2012). Além de ressuscitar a equipe de Mauá, o time se complicou na luta pela vaga e agora precisa vencer seus próximos dois compromissos caso queira ainda continuar lutando pelo acesso.

O pós-jogo na Comendador Souza demorou para acabar e por volta das 18 horas voltei ao Bom Retiro com a carona do seu Natal junto dos quase-irmãos Sérgio e Cosme para mais bate-papo numa padoca da região. Sem tempo de pensar direito após a boquinha, o surgimento repentino de Paulo "Shrek" me fez ir curtir os embalos de sábado à noite no Canindé.

Até lá!

Fernando

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