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sexta-feira, 21 de março de 2014

Água Santa toma sufoco e apenas empata com o Guaçuano

Fala, pessoal!

Seguindo com a ideia de ver pelo menos um jogo de cada time das divisões de acesso que estão rolando em São Paulo, na última quarta o rolê foi cabuloso. No melhor estilo ninja fui para Diadema para ver a 32ª equipe da lista, o ameaçadíssimo Guaçuano. Pela 13ª rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A3, o Mandi visitou o Água Santa.

Posso dizer seguramente que não é muito prático chegar ao Estádio Distrital do Inamar de ônibus. É necessário ir ao Terminal Jabaquara da EMTU, dali pegar o trólebus até o Terminal Piraporinha e então pegar mais um coletivo, agora com destino ao local. Como não tinha tempo hábil para seguir nessa via-crucis, tive que optar por um plano B.


EC Água Santa - Diadema/SP. Foto: Fernando Martinez.

Aproveitando a companhia do amigo Rodrigo Colucci, resolvi pegar um táxi no Jabaquara e dali seguir via Rodovia dos Imigrantes até o Jardim Inamar. A corrida demora pouco mais de 10 minutos, mas o valor fica um pouco salgado, já que o valor inicial tem o acréscimo aqueles famosos 50% a mais quando mudamos de município. No fim, cada um gastou 25 pilas para ir de boa e sem percalços.


CA Guaçuano - Mogi Guaçu/SP. Foto: Fernando Martinez.

Somando quatro jogos invicto, série que deixou o time no G8 do certame, o Água Santa queria fazer a quina jogando contra um dos maiores candidatos ao rebaixamento. No terceiro ano jogando a terceirona estadual, o Guaçuano ganhou apenas dois jogos e a penúltima colocação indicava um jogo tranquilo para os locais.


Atleta do Guaçuano matando a bola na linha de fundo. Foto: Fernando Martinez.

No primeiro tempo até que isso aconteceu, pois o Água Santa fez uma boa apresentação. Francisco Alex abriu o placar aos 10 minutos e depois o time perdeu boas chances, dando muito trabalho ao goleiro Vinícius. Mesmo com o time da casa melhor, o Guaçuano mostrou bastante vontade e um futebol competitivo.


Escanteio para o Mandi. Foto: Fernando Martinez.


Bola levantada na área do Água Santa. Foto: Fernando Martinez.

As várias oportunidades perdidas pelo Netuno fizeram o jogo chegar ao intervalo apenas com o 1x0 no marcador. Já no tempo final, o panorama mudou completamente. O time da casa parou de jogar e o Mandi tomou conta da peleja. Jogando muito bem, a equipe visitante provocou calafrios no bom público presente.


Início de ataque do time de Diadema. Foto: Fernando Martinez.

O ótimo futebol resultou no gol de empate do camisa 11 Peu aos 17 minutos. Nem assim o Água foi capaz de acordar do seu perigoso sono. O Mandi continuou na luta pela virada e teve uma chance de ouro aos 31 minutos, quando o árbitro marcou um pênalti a favor da equipe. Rogério bateu no canto direito e o goleiro Maurício fez grande defesa, mandando a bola pela linha de fundo.


Detalhe do pênalti perdido pelo jogador Rogério com grande defesa de Maurício. Foto: Fernando Martinez.

A alegria porém durou pouco mais de um minuto, pois na cobrança de escanteio a zaga falhou e a bola sobrou para Billy na pequena área. Ele chutou forte para decretar o surpreendente vira-vira no Inamar. Perdido em campo, o Água não mostrava um futebol para pelo menos igualar o marcador.


Chute que levou muito perigo ao gol do Guaçuano. Foto: Fernando Martinez.


A zaga do Mandi se salvou como pôde nos minutos finais. Foto: Fernando Martinez.

Aos 43 minutos, depois de várias chances de gol, numa bola levantada na área na base do bumba-meu-boi, a zaga do Guaçuano vacilou e cometeu pênalti. Patrick não quis nem saber e cobrou a penalidade máxima de forma precisa para igualar novamente o marcador. Na saída de bola o Guaçuano quase faz o terceiro. Só não marcou graças ao arqueiro Maurício.


Segundo gol do Água Santa, marcado por Patrick. Foto: Fernando Martinez.

No final, o placar de Água Santa 2-2 Guaçuano foi justo e fez com que o Netuno permanecesse entre os oito que se classificarão para a segunda fase da A3. Para o Mandi o ponto conquistado não mudou muito a incômoda situação da equipe, e o rebaixamento ainda é visto perigosamente no horizonte.

Bom, como não estava afim de pagar mais 25 reais em outra corrida de táxi, resolvi encarar mesmo o sistema de ônibus de Diadema. Por sorte, pegamos um busão literalmente NA PORTA do estádio com destino ao Terminal Piraporinha. Em cerca de 20 minutos já estávamos lá e em meia hora já estava no metrô Jabaquara. Imaginei que seria bem pior...

Até a próxima!

Fernando

Um comentário:

  1. sr. Fernando quando vocês vao atualizar o site dos jogos perdidos ate dia 27 de março de 2014. vocês pararam de fazer os jogos da a 2 e a3 2014. gostaria que vocês mostrassem os seguintes clubes ate o final da primeira fase da a2 batatais. da a 3 sertaozinho, tupa e são carlos. agradeço e fico no aguardo. 27 3 2014 5 feira.

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