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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Bugre x Bandeirante: duelo da época das Bandeiras na A2

Olá, amigos.

Aproveitando a viagem de quase todo o grupo a Votoratim, a "Jovem Guarda JP", formada por mim, pelo Fernando, pelo David Libeskind "com L", e pelo Emerson, esticou até Campinas para aproveitar o embalo. A princípio, a partida entre o Guarani F. C. e o Bandeirante E. C. até que seria bem perdida, considerando que ambas as equipes disputam a Série A2 do Campeonato Paulista, e apenas a primeira, a série C do Brasileiro. Só não esperávamos que tudo fosse tão difícil e ruim como um jogo de grandes de primeira divisão.

A começar pelo acesso ao belo e grandioso estádio Brinco de Ouro da Princesa. Sem indicação precisa de acessos à imprensa, bem como estacionamento próprio para o quarto poder, Emerson e Fernando tiveram que descer nas proximidades para tentar agilizar o acesso ao gramado, enquanto fiquei dando voltas e mais voltas com o David até resolver pagar o estacionamento comum, para não perder mais tempo procurando o de imprensa, e evitar os milhões de flanelinhas que se jogam na frente do veículo nas ruas próximas.

Como se nada disso bastasse, as equipes simplesmente negaram-se a posar para as fotos oficias, mostrando falta de respeito não com a imprensa, cujo trabalho é divulgar as equipes não importando a situação e o lugar em que estejam, mas com os torcedores que deixaram suas famílias em casa para prestigiá-las, e àqueles que recorrem ao noticiário para acompanhar seus clubes de coração. Mesmo com os pedidos do fiscal da FPF, houve a resposta negativa e ambos os lados. Apenas o simpático e gentil quarteto de arbitragem posou para o JP.


Quarteto de arbitragem com o árbitro Márcio Roberto Soares, os assistentes Mário Nogueira da Cruz e Cássio Maia Almeida e o quarto árbitro Júnior César da Silva. Foto: Emerson Ortunho.

Aos 1110 torcedores presentes, o desrespeito maior no preço dos ingressos: R$20,00 pela arquibancada descoberta, ou seja, pra assistir o jogo debaixo de um escaldante sol de 35 graus, ou de uma chuva de verão que vez por outra se anunciava através de negros nimbos. Realmente é difícil conceber a idéia de ver a Copa do Mundo em um país onde os cartolas preferem ter 1000 torcedores pagando R$20,00 a 20 mil pagando R$1,00.

Outro sinal de desrespeito, na venda de copos de água "mineral": por alguma razão sobrenatural, no estádio do Guarani os copinhos são vendidos abertos!!! Não, meus amigos, não é como os bares de outros estádios que conhecemos, onde o vendedor abre a latinha e enche o copo de "refri" na sua frente.

No Brinco de Ouro, se você tem sede, paga R$ 2,00 por um copinho de água que pode bem ser de chuva, de torneira, ou de outro lugar ainda pior. Situações esdrúxulas semelhantes são notadas com frequência no Canindé. Portuguesa e Guarani parecem não ter acordado para a situação lamentável em que se encontram, e parecem não temer o pior.


Disputa de bola no primeiro tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

Com relação à partida, de péssimo nível técnico, pode ser resumida em grande posse de bola da equipe local, sem objetividade. Os visitantes, por sua vez, portaram-se muito bem na defesa, mostrando o tempo todo que o empate estava de bom tamanho, pois em pouquíssimas oportunidades arriscaram-se em contra-ataques. A primeria grande chance do BEC deu-se por volta de 35 minutos da primeira etapa quando, após cobrança de escanteio pela esquerda, a bola foi sobrar do outro lado do campo, para um cruzamento que encontrou três jogadores na banheira.


No final da primeira etapa outra chance dos visitantes. Foto: Estevan Mazzuia.

No final do primeiro tempo, depois de seguidas falhas da zaga bugrina, os visitantes tiveram mais chances de abrir o placar, mas faltou sorte e pontaria. Com justiça, o jogo foi para o intervalo sem abertura de placar. Eu, Emerson e David, derretendo, fomos de encontro ao Fernando "Beluga", já derretido, mas recompondo-se sob uma sombrinha providencial do outro lado da arquibancada.

O segundo tempo continuou com a equipe local concentrando o jogo no campo de ataque, sem nenhuma objetividade. No fim do terço inicial, uma sequencia de faltas e escanteios deixou de cabelo em pé a torcida, mas o zero insistia e permenecer. E o BEC não tinha muito trabalho para se defender, dada a falta de habilidade verde.


A disputa ficou mesmo pelos flancos. Foto: Estevan Mazzuia.

Aos 24 minutos, o Guarani perde sua melhor chance no jogo: atacante ganha a dividida com o goleiro, mas a bola bate na trave, passa pela frente do gol, vazio, mas não é alcançada por outro atacante que se estica todo. A zaga vermelha comemora aliviada. Aos 32 minutos, Éber sobe e cabeceia de costas, mas a bola passa ao lado da trave.


Mais um escanteio para o Guarani. Foto: Estevan Mazzuia.

Com o desespero da equipe local, que sai pro jogo, espaços enormes são abertos para o Bandeirante, que começa a se aproveitar e levar perigo ao gol verde. Aos 38 minutos, após cruzamento da direita, a bola passa por todo o ataque vermelho, na melhor chance de gol para os visitantes. Aos 42 minutos, o sol faz sua principal participação na partida, enganando o goleiro do BEC, que vê passar por entre suas mãos uma bola fraquinha, levantada da direita. Ninguém do bugre aparece para se aproveitar da falha.


Em falha do goleiro do Bandeirante quase um zero sai do placar. Foto: Estevan Mazzuia.

Nos últimos três minutos, o Bandeirante conseguiu ainda três contra ataques perigosos, e acertou a trave bugrina. Mas ficou nisso: Guarani 0-0 Bandeirante, um prêmio à falta de objetividade e categoria às equipes. Após 90 minutos de sofrimento, começamos a entender a razão pela qual as equipes temeram ser eternizadas pelas lentes de nossas câmeras.


Em uma obra em frente ao Brinco, constatamos que o fundo do poço é mesmo verde! Volta dos supercloses: com um singelo olhar, Emerson resume a partida. Fotos: Estevan Mazzuia.

Com apenas três gols em cinco jogos vistos, sendo três péssimos 0 a 0, despeço-me com a expectativa de acertar na escolha dos jogos do próximo final de semana.

Até lá, e abraços!

Estevan

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Caravana JP na trilha da A3

Buenas!

Domingo cedinho saímos de São Paulo com um grande quórum do JOGOS PERDIDOS, para ir até a cidade de Votorantim. Eu, David, Estevan, Fernando, Jurandyr, Orlando e o grande seu Natal, fomos acompanhar a estréia do caçula Votoraty no terceiro escalão da primeira divisão paulista. E para abrilhantar o confronto, o adversário era o grande Atlético Monte Azul, time que há tempos a maioria do JP não via. Devidamente credenciados pelos fiscais da Federação, pudemos obter as tradicionais fotos oficiais da partida.


Votoraty F.C. - Votorantim / SP. Foto: Fernando Martinez.


Atlético Monte Azul - Monte Azul Paulista / SP. Foto: Emerson Ortunho.


O árbitro Alysson Fernandes Matias, os assistentes Francisco Reginaldo Moreira e Douglas Teixeira Soares e o quarto árbitro Paulo Estevão da Silva posam junto com os capitães dos times. Fotos: Fernando Martinez.

Como já é comum em estréias de campeonatos, houve aqueles primeiros minutos de ambientação geral, cercada de um pouco de nervosismo por parte das duas equipes. Passado esse primeiro momento, um certo equilíbrio se estabeleceu na partida.


Goleiro do Votoraty afasta o perigo após o ataque do Monte Azul. Foto: Emerson Ortunho.


Lance da partida entre Votoraty e Monte Azul pela A3. Fotos: Emerson Ortunho.

Já com mais de vinte minutos decorridos, foi que as equipes começaram a criar chances mais claras de gol. Por estar jogando em casa, o Votoraty tentava com mais interesse abrir o marcador e o AMA, por sua vez, era mais cauteloso, já que o empate não seria uma má idéia. Com a equipe mostrando um maior entrosamento, o Votoraty acabou chegando ao gol ainda na primeira etapa, aos 30 minutos, numa boa jogada do seu ataque iniciada pela meia esquerda, com a bola lançada para a área e a conclusão de Moisés.


Gol do Votoraty no primeiro tempo da partida. Foto: Orlando Lacanna.

Com o gol sofrido, até que o Atlético Monte Azul não se abateu e passou até a criar mais jogadas de ataque. Porém, mesmo com esse empenho o gol não saiu e a partida foi em 1 a 0 para o intervalo.


Zagueiro do Atlético Monte Azul salva a equipe em cima da linha. Foto: Orlando Lacanna.

Confesso que pelo bom final de primeiro tempo, eu esperava mais da segunda etapa, mas não foi isso que aconteceu. O Monte Azul, até buscou o empate, mas a falta de ritmo deixou a equipe sem muitas opções de ataque. O Votoraty também sentiu um pouco o início da temporada e procurou administrar com cautela o resultado. Chegou algumas vez na cara de fazer o segundo gol, mas faltava sempre àquele algo mais. Mas até que foi bom esse segundo tempo ter sido mais calmo, pois eu e meus amigos pudemos apreciar e registrar as belezas do lugar.


Disputa de bola na partida de estréia das equipes no campeonato. Foto: Orlando Lacanna.

Só no fim da partida houve um momento de emoção, num pênalti marcado para o time da casa. Na cobrança, o veterano goleiro Pintinho do Atlético Monte Azul defendeu e em seguida o árbitro apitou mostrando o centro do campo no tradicional gesto de encerramento de espetáculo.

Final de jogo: Votoraty 1 x 0 Atlético Monte Azul. O time da casa começou mais uma vez com o pé direito e mostrou ter potencial para crescer na competição. O Monte Azul, por sua vez, não deve fazer feio, pois conta com um time experiênte e deve cumprir sua meta de se manter na divisão. Antes de irmos embora, ainda conversamos com o simpático presidente do Votoraty, o Ricardo, sobre a pronuncia correta do nome da equipe.

Votoraty, é nada menos que a versão indígena do nome Votorantim, sendo assim, a sílaba tônica fica para o final. Como jaboti, tupi, e tantas outras palavras originadas dos dialetos nativos. E realmente nós tínhamos razão, porém, eles preferiram adotar a pronuncia atual por ter uma sonoridade mais moderna. Então é isso, a palavra é [Votoratý], que significa grande cascata branca, mas o time quer continuar sendo conhecido como [Votoráty].

Saindo de Votorantim uma parte do JP regressou a São Paulo e outra encarou uma aventura insólita para mais um joguinho na parte da tarde.

Abraços!

Emerson

Embalos de sábado à noite na Série A2

Opa,

Mesmo com uma demora razoável para postar aqui, devido a alguns compromissos profissionais, vamos agora com o jogo que embalou o sábado à noite do JOGOS PERDIDOS. Depois de sair da Rua Comendador Souza, fui sozinho até as imediações da Rua Turiassu. O David iria comigo, mas no final das contas desistiu da rodada tripla no sábado e seguiu seu rumo até o centro de São Paulo.


Duas imagens na linha de trem, que fica no caminho do Nacional até o Palestra Itália... dá para se sentir dos anos 60. Fotos: Fernando Martinez.

Curti uma alimentação natural numa lanchonete por ali e segui, com tempo de sobra, para o Estádio Palestra Itália, aonde mais um jogo do Campeonato Paulista da Série A2 seria visto. A partida em questão foi entre Palmeiras B e Taquaritinga. E mais uma vez temos as fotos dos times posados, e mais uma vez de forma exclusiva.


SE Palmeiras B - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


CA Taquaritinga - Taquaritinga/SP. Foto: Fernando Martinez.


Quarteto de arbitragem do jogo entre Palmeiras B e Taquaritinga. O árbitro Otávio Corrêa da Silva, os auxiliares Fábio da Silva Oliveira e Antônio de Barros e o quatro árbitro Leandro Costa. Foto: Fernando Martinez.

Saindo do gramado encontrei o Estevan, vindo de sua viagem de Hortolândia, um tanto quanto atrasado para entrar no campo. Mesmo assim, ele viu o jogo desde o primeiro minuto. E o primeiro tempo de partida foi bastante equilibrado, sem muitas chances reais de gols para as duas equipes.


Lance do jogo entre Palmeiras B e Taquaritinga. Foto: Fernando Martinez.

O futebol apresentado foi um futebol muito aquém das expectativas. Longe de ser um jogo emocionante, a partida teve momentos de profunda irritação por parte dos presentes. Muitos erros e um jogo cheio de faltas deixaram o torcedor palmeirense com a pulga atrás da orelha em relação ao futuro do time na A2. O Taquaritinga, estreando o técnico João Martins, também não fez muito para alegrar sua torcida. E o primeiro tempo terminou com um fraco 0 a 0.


Ataque do Taquaritinga no segundo tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo fomos buscar nosso lugar nas numeradas descobertas do Palestra. Lá encontramos o Jurandyr e um pessoal que nos conhece do programa de TV. Muitas dúvisas foram esclarecidas e mais lamentações do Jurandyr foram ouvidas, em virtude do péssimo futebol juventino mostrado na Javari, contra o América.


Falta para o Taquaritinga no segundo tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

O segundo tempo começou e não houve muita alteração no panorama do jogo. Os times quase se arrastavam em campo e as poucas chances reais de gol eram desperdiçadas, e em certos lances de forma bisonha. O melhor desses 45 minutos foram as conversas nas numeradas... muita análise de tabela e possíveis viagens nas próximas semanas. Nada de efetivo foi visto em campo e por mais que os times tentassem algo, ficou evidente que os dois precisam melhorar bastante para o decorrer da Série A2.


Falta perigosa para o alviverde, no segundo tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Palmeiras B 0-0 Taquaritinga. Péssimo resultado e mais um modorrento jogo sem gols (o segundo do dia). Nem precisamos dizer quem foi a única pessoa que gostou do resultado né?


Um cidadão, dormindo nas arquibancadas... o retrato fiel do que foi o jogo no Palestra: sonolento! E ao lado, o placar final da partida, no jogo do Palmeiras contra o Taqua (!?!?). Fotos: Fernando Martinez.

Saindo do Palestra, segui para casa descansar um pouco para a viagem à Votorantim no domingo cedo. Mais uma rodada dupla à vista...

Abraços

Fernando

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Grande jogo no Nicolau Alayon entre Nacional e Comercial pela Série A2

Opa,

Vamos agora com meu primeiro post em jogos que estive presente nesse final-de-semana. Depois de curtir meu primeiro zero a zero (infelizmente o primeiro de uma série) em Mauá, voltei para casa e de lá segui até a Rua Comendador Souza, no Estádio Nicolau Alayon. Lá aconteceu mais um jogo do Campeonato Paulista da Série A2. Em campo, Nacional e Comercial de Ribeirão Preto. Junto comigo, o David acompanhou o jogo e lá encontramos mais uma vez o amigo Guilherme. E novamente consegui as fotos dos times posados, de forma exclusiva.


Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


Comercial FC - Ribeirão Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.

Depois, já no alambrado lateral do campo, acompanhamos um bom jogo de futebol. No primeiro tempo, o time ferroviário foi o senhor da partida, não dando chances ao time de Ribeirão Preto. O alvinegro mostrava um destempero absurdo, com muitas discussões entre o técnico Paulo Egídio e seus jogadores e muitas discussões entre os jogadores mesmo. O Nacional, sem nada a ver com esse desequilíbrio emocional, jogava melhor, e só pecava nas finalizações.


Jogador do Nacional tenta passe longo no primeiro tempo de partida. Foto: Fernando Martinez.

E com esse domínio, demorou para os donos da casa abrirem o placar. O gol só saiu aos 39 minutos, em gol do atacante Juninho. Ele aproveitou uma rebatida de um chute de longe do jogador Dinho, e só teve o trabalho de tirar o goleiro da jogada e abrir o placar para o Naça. E até o final do primeiro tempo o jogo não se alterou mais e o Nacional ficou com a vantagem mínima para os 45 minutos finais.

No intervalo, conversamos com amigos que sempre aparecem na Comendador Souza. Todos nos dando os parabéns pelas reportagens do JP na RedeTV!. Mais do que agradecer, temos a certeza que só estamos fazendo o trabalho que fazemos por causa dos nossos amigos, fãs e colaboradores. Um abraço à todos...


Jogada disputada pelo alto, na lateral do campo. Foto: Fernando Martinez.

Voltando para o segundo tempo, o jogo ficou com sua temperatura altíssima. Como que num sono profundo, o Nacional voltou dormindo em campo, e aos 5 minutos, o Comercial empatou o jogo. Em chute do jogador Wellington, no canto direito, o alvinegro de Ribeirão Preto igualou o placar. Ainda desacordado, o Nacional sofreu uma pressão do Bafo e por pouco não sofreu a virada.

Mas quando nada se esperava do Nacional, o time conseguiu forças para fazer seu segundo gol. E registro aqui que em todos os "órgãos oficiais de imprensa", o gol foi atribuído para o jogador Pit, em cobrança de pênalti. Até na matéria do jogo no site da Federação Paulista de Futebol está escrito que foi em cobrança de penais. Mais do que querer estabelecer a verdade - já que estava lá - é só todos acessarem as súmulas, no mesmo site, para a constatação que o gol aconteceu de forma "normal" (a letra "N", na súmula).


Lance da partida entre o Nacional e o Comercial-RP, em São Paulo. Foto: Fernando Martinez.

O gol surgiu após cruzamento da esquerda que gerou grande confusão na área. Na conclusão da jogada, a bola sobrou para o jogador Pit, que fuzilou e marcou Nacional 2 a 1 e alívio no Nicolau Alayon.

Mas cinco minutos depois, o Comercial fez a festa de novo. Depois de cruzamento pela esquerda, e com certa indecisão do goleiro nacionalino, a bola sobrou para o jogador Aílton empatar o jogo, de cabeça. Daí até o final de jogo, o Nacional tomou as rédeas do jogo e não marcou o terceiro por puro capricho do destino. O Comercial mostrou a caixa de ferramentas, batendo bastante e abusando do jogo truncado.


Escanteio para o Nacional no nervoso segundo tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

Mas no final, o Naça deixou dois pontos preciosos escaparem por seus dedos. resultado final: Nacional 2-2 Comercial. Péssimo resultado para o time ferroviário e bom para o Bafo, mas que eles abram o olho, já que o time é limitado e pode estar correndo rumo a Série A3 em 2008.


Placa na entrada do Nacional indicando a partida. Tudo bem que essa é mais "moderna", mas a anterior, em que os nomes eram escritos de giz, era mais legal. Foto: Fernando Martinez.

Depois da partida do Naça, me despedi do David e do Guilherme e segui rumo ao Palestra Itália, aonde mais um jogo - o terceiro do dia - me esperava...

Até lá

Fernando

Juventus x América: Mais uma derrota grená

Oi, pessoal !

Depois de acompanhar a estréia do Grêmio Mauaense na A3 e uma pequena parada para o almoço, parti rumo à Rua Javari para assistir ao jogo do meu time de coração. Pela quarta rodada do Campeonato Paulista 2007, o Juventus recebeu o time do América de São José do Rio Preto. E mais uma vez, fomos autorizados a tirar as fotos oficiais da partida. De forma exclusiva, apresento as equipes abaixo:


CA Juventus - São Paulo/SP. Foto: Jurandyr Junior.


América FC - São José do Rio Preto/SP. Foto: Jurandyr Junior.


Sem a foto do trio, fica o registro da simpatia do "Seu" Mendes e do quarto árbitro Cristiano Nalesso. E ao lado, parte do povo que sempre está na Javari... Sérgio, Seu Natal, Jorge Múcio, Luís... Fotos: Jurandyr Junior.

Já postado atrás do ataque juventino, me preparei para mais uma jornada grená. E como quase sempre acontece na Javari o Juventus partiu para o ataque e desperdiçou uma série de oportunidades. A equipe do interior jogou bastante retrancada e acabava deixado o ataque grená sempre em posição de impedimento.


Ataque do Juventus no primeiro tempo da partida. Foto: Jurandyr Junior.

O Juventus teve duas chances reais de gol nesse primeiro tempo, a primeira com o jogador Tiago desperdiçando grande cruzamento do jogador Rafael Silva. A segunda aos 40 minutos, em grande defesa do goleiro Léo Mineiro. O América só chegou uma vez com perigo, demonstrando sua característica defensiva no jogo. E sem o aproveitamento dessas chances, o primeiro tempo terminou sem abertura do placar.


Lance do jogo entre Juventus e América, na Rua Javari. Foto: Jurandyr Junior.

Na segunda etapa, o panorama do jogo não mudou nada, o Juventus continuou forçando a defesa adversária, porém num contra ataque, num dos poucos chutes que o ataque americano deu, o jogador Márcio recebeu a bola de Dênis e tocou na saída do goleiro Deola, fazendo o gol que daria a vitória a equipe de Rio Preto. Depois do gol tomado o Juventus apertou ainda mais a defesa adversária, inclusive com o jogador Naves um dos destaques do jogo, acertando a trave. O Juventus forçou bastante atá o fim do jogo, porém não conseguiu empatar pelo menos a partida.


Mais uma chance para o Juventus fazer seu gol desperdiçada. Foto: Jurandyr Junior.

Final de jogo: Juventus 0-1 América. A torcida juventina saiu bastante triste do jogo, porém não perdeu as esperanças neste campeonato, pois queremos chegar pelo menos entre o quatro que vão à Serie C do Brasileirão. E eu saí da Javari rumo ao Palestra Itália, aonde mais uma partida me esperava...

Abraços

Jurandyr Junior

JP na Série A3 em Hortolândia

Olá,

Com o início dos campeonatos profissionais, voltei a botar o pé na estrada e, no último sábado, junto com o Estevan, dei uma chegadinha até a cidade de Hortolândia, localizada bem pertinho de Campinas e acompanhei no Estádio José Francisco "Tico" Breda o bom jogo Social Esportiva Vitória x Esporte Clube XV de Novembro de Piracicaba, que valeu pela primeira rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A3. Essa partida teve um significado especial para mim, pois "matei" mais um estádio. Foi a primeira vez que estive em Hortolândia e com essa visita aumentei minha lista de estádios, vistos com bola rolando.

Antes de comentar a partida, começo apresentando os seus protagonistas nas fotos abaixo:


SE Vitória - Hortolândia/SP. Foto: Orlando Lacanna.


EC XV de Novembro - Piracicaba/SP. Foto: Orlando Lacanna.


Capitães das equipes com o árbitro Welton Orlando Wonrath e os auxiliares Marcelo de Barros e Róbson da Costa. Foto: Estevan Mazzuia.

Por se tratar de início de temporada, não esperava um jogo tão corrido e emocionante como foi durante toda a primeira etapa. As duas equipes saíram com determinação para o campo de ataque e levavam perigo constante aos dois goleiros, criando um clima de decisão. Nesse ritmo, logo aos 11 minutos, a SEV abriu o marcador num belo gol do veterano atacante Ditinho que matou a bola no peito e mandou um torpedo no meio do gol do arqueiro Luciano do XV. Foi um golaço.


Mascote da SE Vitória e o emaranhado de fios atrapalhando cobrança de escanteio pelos donos da casa. Fotos: Orlando Lacanna.

A torcida de Hortolândia ainda comemorava o gol inaugural, quando aos 16 minutos, o Nho Quim chegou ao empate num gol de cabeça marcado por Rafael Aidar, aproveitando cruzamento vindo da esquerda. A partir daí, o jogo ficou ainda mais disputado, pois os atletas das duas equipes demonstravam uma fibra incomum para quem estava fazendo apenas a primeira partida. Apesar dos esforços, o placar igual em 1 a 1 perdurou até o fim do primeiro tempo.


Lance do gol de empate do XV de Piracicaba. Foto: Estevan Mazzuia.


Jogada disputada por atletas da SEV e do XV de Piracicaba. Foto: Estevan Mazzuia.

Depois do intervalo regado com muita água e refrigerante, vi uma segunda etapa num ritmo menos veloz, mas mesmo assim a partida continuou muito boa. Nessa etapa, o XV se plantou no seu campo de defesa, atraindo a SEV para o ataque procurando roubar a bola e sair em contra-ataques. O time da casa teve mais posse de bola, porém não conseguiu furar o bloqueio do time piracicabano.


Ataque perigoso da SEV ainda no primeiro tempo de jogo. Foto: Orlando Lacanna.


Ataque do XV de Piracicaba... perigoso, mas sem a marcação do segundo gol. Foto: Estevan Mazzuia.

Final de partida com resultado SEV 1 - 1 XV de Piracicaba, com as duas equipes deixando boa impressão e enchendo de esperanças as suas torcidas, pois o futebol apresentado demonstrou que poderão fazer uma boa campanha na competição e, quem sabe obter o acesso à Série A2 em 2008.


Placar final da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

Após o apito final, o Estevan e eu voltamos para São Paulo e durante a viagem comentamos o bom desempenho das duas equipes e já fomos planejando o próximo fim de semana futebolístico. Até a próxima.

Abraços,

Orlando